quarta-feira, 18 de abril de 2018

Presidente do PT pede que muçulmanos intervenham no Brasil para libertar o presidiário Lula


Palavras tais como "surreal", "Kafka" e "fatwa" vieram à minha mente quando eu assistí a este deplorável espetáculo da presidente nacional do Partido dos Trabalhados, a Senadora Gleisi Hofmann, pedindo uma intervenção dos árabes e palestinos no Brasil para libertar o ex-presidente, e atual presidiário, Lula, da prisão. Queiram ou não, O PT ainda é um dos mais importantes partidos políticos do Brasil. E ver uma senadora pedidno que extrangeiros intervenham no Brasil é uma traição sem limites.

Que espetáculo tosco. E pior, a que ponto os interesses políticos levam pessoas a traírem o seu próprio país.

E mais grave ainda, é que a senadora deixou bastante claro que ela não se referia aos "árabes" mas sim aos "muçulmanos" ao se referir de modo enfático aos palestinos. Ela deseja uma maior presença do Hamas ou da Jihad Islâmica no Brasil?

A rede de televisão al Jazeera é conhecida entre especialistas em terrorismo internacional como a porta-voz da Al-Qaeda, do Estado Islâmico e da Irmandade Muçulmana. A Al Jazeera é também conhecida pela propaganda de ódio aos judeus, de forma aberta ou subliminar. E a Senadora Gleisi se utilizou exatamente desta plataforma para pedir ajuda? Que tipo de ajuda ela quer da Al-Qaeda e do Estado Islâmico?

O que esta senadora aparentemente desmiolada deseja, jihad no Brasil? E o pior é que o site do PT apresentou isso como algo glorioso! 

Outrora uma centelha de esperança, o PT se tornou em um sindicato de ladrões. E agora, cai ainda mais, tornando-se em uma central de promoção do terrorismo. 


O que a Senadora Gleisi deveria ser presa segundo ao quebrar a Lei No. 7170, de 14 de dezembro de 1983, que "define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social." 

Esta lei está no site do planalto (veja link aqui; transcrição ao final do artigo), mas aqui damos destaque a: 


TíTULO II 
Dos Crimes e das Penas
Art. 8º - Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.
Pena: reclusão, de 3 a 15 anos.
Parágrafo único - Ocorrendo a guerra ou sendo desencadeados os atos de hostilidade, a pena aumenta-se até o dobro.
Mas o que a senadora disse que é tão sério? Estamos colocando o vídeo abaixo, mas dentre as diversas coisas ela distorce a situação ao colocar o Lula como "preso político" (ele é preso comum), ela joga com o anti-americanismo (ódio aos cristãos) e anti-semitismo (ódio aos judeus) tremendamente enraizado na mente muçulmana dizendo claramente que o tudo o que está acontecendo no Brasil (o combate contra a corrupção) é uma conspiração do Departamento de Estado dos EUA (lembre-se que os EUA são o "grande satã" e Israel é o "pequeno satã" ... ambos inimigos do islamismo por não aceitarem Alá e seu único profeta). Logo, indiretamente, ela afirma que o que está acontecendo no Brasil é contra os muçulmanos! Ou seja, ela está instigando o muçulmano comum no Orienté Médio e ao redor do mundo para ficar contra o Brasil e contra os brasileiros. 

O Brasil não é notícia na imprensa internacional. Os estrangeiros sabem muito pouco sobre o que se passa no Brasil, e os muçulmanos não são diferentes. Mas agora, vem esta senhora dizendo que o governo Lula era tão amigo dos muçulmanos, o único que visitou a Palestina, o único que foi a favor da uma pátria palestina (e não de uma solução de "dois Estados"), e insinuando que o ex-presidente Lula está sendo perseguido por uma conspiração dos EUA e de Israel ... Ao fazer este joguete com a "mente muçulmana", Gleise está incitando o ódio islâmico contra o Brasil e contra os brasileiros. 

Esta senadora precisa ser presa!





Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO I
Disposições Gerais
Art. 1º - Esta Lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão:
I - a integridade territorial e a soberania nacional;
Il - o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito;
Ill - a pessoa dos chefes dos Poderes da União.
Art. 2º - Quando o fato estiver também previsto como crime no Código Penal, no Código Penal Militar ou em leis especiais, levar-se-ão em conta, para a aplicação desta Lei:
I - a motivação e os objetivos do agente;
II - a lesão real ou potencial aos bens jurídicos mencionados no artigo anterior.
Art. 3º - Pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, reduzida de um a dois terços, quando não houver expressa previsão e cominação específica para a figura tentada.
Parágrafo único - O agente que, voluntariamente, desiste de prosseguir na execução, ou impede que o resultado se produza, só responde pelos atos já praticados.
Art. 4º - São circunstâncias que sempre agravam a pena, quando não elementares do crime:
I - ser o agente reincidente;
II - ter o agente:
a) praticado o crime com o auxílio, de qualquer espécie, de governo, organização internacional ou grupos estrangeiros;
b) promovido, organizado ou dirigido a atividade dos demais, no caso do concurso de agentes.
Art. 5º - Em tempo de paz, a execução da pena privativa da liberdade, não superior a dois anos,
pode ser suspensa, por dois a seis anos, desde que:
I - o condenado não seja reincidente em crime doloso, salvo o disposto no § 1º do art. 71 do Código Penal Militar;
II - os seus antecedentes e personalidade, os motivos e as circunstâncias do crime, bem como sua
conduta posterior, autorizem a presunção de que não tornará a delinqüir.
Parágrafo único - A sentença especificará as condições a que fica subordinada a suspensão.
Art. 6º - Extingue-se a punibilidade dos crimes previstos nesta Lei:
I - pela morte do agente;
Il - pela anistia ou indulto;
III - pela retroatividade da lei que não mais considera o fato como criminoso;
IV - pela prescrição.
Art. 7º - Na aplicação desta Lei, observar-se-á, no que couber, a Parte Geral do Código Penal Militar e, subsidiariamente, a sua Parte Especial.
Parágrafo único - Os menores de dezoito anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial.
TíTULO II
Dos Crimes e das Penas
Art. 8º - Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.
Pena: reclusão, de 3 a 15 anos.
Parágrafo único - Ocorrendo a guerra ou sendo desencadeados os atos de hostilidade, a pena aumenta-se até o dobro.
Art. 9º - Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país.
Pena: reclusão, de 4 a 20 anos.
Parágrafo único - Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até um terço; se resulta morte aumenta-se até a metade.
Art. 10 - Aliciar indivíduos de outro país para invasão do território nacional.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.
Parágrafo único - Ocorrendo a invasão, a pena aumenta-se até o dobro.
Art. 11 - Tentar desmembrar parte do território nacional para constituir país independente.
Pena: reclusão, de 4 a 12 anos.
Art. 12 - Importar ou introduzir, no território nacional, por qualquer forma, sem autorização da autoridade federal competente, armamento ou material militar privativo das Forças Armadas.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.
Parágrafo único - Na mesma pena incorre quem, sem autorização legal, fabrica, vende, transporta,
recebe, oculta, mantém em depósito ou distribui o armamento ou material militar de que trata este artigo.
Art. 13 - Comunicar, entregar ou permitir a comunicação ou a entrega, a governo ou grupo
estrangeiro, ou a organização ou grupo de existência ilegal, de dados, documentos ou cópias de documentos, planos, códigos, cifras ou assuntos que, no interesse do Estado brasileiro, são classificados como sigilosos.
Pena: reclusão, de 3 a 15 anos.
Parágrafo único - Incorre na mesma pena quem:
I - com o objetivo de realizar os atos previstos neste artigo, mantém serviço de espionagem ou dele participa;
II - com o mesmo objetivo, realiza atividade aerofotográfica ou de sensoreamento remoto, em qualquer parte do território nacional;
III - oculta ou presta auxílio a espião, sabendo-o tal, para subtraí-lo à ação da autoridade pública;
IV - obtém ou revela, para fim de espionagem, desenhos, projetos, fotografias, notícias ou informações a respeito de técnicas, de tecnologias, de componentes, de equipamentos, de instalações ou de sistemas de processamento automatizado de dados, em uso ou em desenvolvimento no País, que, reputados essenciais para a sua defesa, segurança ou economia, devem permanecer em segredo.
Art. 14 - Facilitar, culposamente, a prática de qualquer dos crimes previstos nos arts. 12 e 13, e seus parágrafos.
Pena: detenção, de 1 a 5 anos.
Art. 15 - Praticar sabotagem contra instalações militares, meios de comunicações, meios e vias de transporte, estaleiros, portos, aeroportos, fábricas, usinas, barragem, depósitos e outras instalações congêneres.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.
§ 1º - Se do fato resulta:
a) lesão corporal grave, a pena aumenta-se até a metade;
b) dano, destruição ou neutralização de meios de defesa ou de segurança; paralisação, total ou parcial, de atividade ou serviços públicos reputados essenciais para a defesa, a segurança ou a economia do País, a pena aumenta-se até o dobro;
c) morte, a pena aumenta-se até o triplo.
§ 2º - Punem-se os atos preparatórios de sabotagem com a pena deste artigo reduzida de dois terços, se o fato não constitui crime mais grave.
Art. 16 - Integrar ou manter associação, partido, comitê, entidade de classe ou grupamento que tenha por objetivo a mudança do regime vigente ou do Estado de Direito, por meios violentos ou com o emprego de grave ameaça.
Pena: reclusão, de 1 a 5 anos.
Art. 17 - Tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito.
Pena: reclusão, de 3 a 15 anos.
Parágrafo único.- Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até a metade; se resulta morte, aumenta-se até o dobro.
Art. 18 - Tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos Estados.
Pena: reclusão, de 2 a 6 anos.
Art. 19 - Apoderar-se ou exercer o controle de aeronave, embarcação ou veículo de transporte coletivo, com emprego de violência ou grave ameaça à tripulação ou a passageiros.
Pena: reclusão, de 2 a 10 anos.
Parágrafo único - Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até o dobro; se resulta morte, aumenta-se até o triplo.
Art. 20 - Devastar, saquear, extorquir, roubar, seqüestrar, manter em cárcere privado, incendiar, depredar, provocar explosão, praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.
Parágrafo único - Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até o dobro; se resulta morte, aumenta-se até o triplo.
Art. 21 - Revelar segredo obtido em razão de cargo, emprego ou função pública, relativamente a planos, ações ou operações militares ou policiais contra rebeldes, insurretos ou revolucionários.
Pena: reclusão, de 2 a 10 anos.
Art. 22 - Fazer, em público, propaganda:
I - de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social;
II - de discriminação racial, de luta pela violência entre as classes sociais, de perseguição religiosa;
III - de guerra;
IV - de qualquer dos crimes previstos nesta Lei.
Pena: detenção, de 1 a 4 anos.
§ 1º - A pena é aumentada de um terço quando a propaganda for feita em local de trabalho ou por meio de rádio ou televisão.
§ 2º - Sujeita-se à mesma pena quem distribui ou redistribui:
a) fundos destinados a realizar a propaganda de que trata este artigo;
b) ostensiva ou clandestinamente boletins ou panfletos contendo a mesma propaganda.
§ 3º - Não constitui propaganda criminosa a exposição, a crítica ou o debate de quaisquer doutrinas.
Art. 23 - Incitar:
I - à subversão da ordem política ou social;
II - à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições
civis;
III - à luta com violência entre as classes sociais;
IV - à prática de qualquer dos crimes previstos nesta Lei.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.
Art. 24 - Constituir, integrar ou manter organização ilegal de tipo militar, de qualquer forma ou natureza armada ou não, com ou sem fardamento, com finalidade combativa.
Pena: reclusão, de 2 a 8 anos.
Art. 25 - Fazer funcionar, de fato, ainda que sob falso nome ou forma simulada, partido político ou associação dissolvidos por força de disposição legal ou de decisão judicial.
Pena: reclusão, de 1 a 5 anos.
Art. 26 - Caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.
Parágrafo único - Na mesma pena incorre quem, conhecendo o caráter ilícito da imputação, a propala ou divulga.
Art. 27 - Ofender a integridade corporal ou a saúde de qualquer das autoridades mencionadas no artigo anterior.
Pena: reclusão, de 1 a 3 anos.
§ 1º - Se a lesão é grave, aplica-se a pena de reclusão de 3 a 15 anos.
§ 2º - Se da lesão resulta a morte e as circunstâncias evidenciam que este resultado pode ser atribuído a título de culpa ao agente, a pena é aumentada até um terço.
Art. 28 - Atentar contra a liberdade pessoal de qualquer das autoridades referidas no art. 26.
Pena: reclusão, de 4 a 12 anos.
Art. 29 - Matar qualquer das autoridades referidas no art. 26.
Pena: reclusão, de 15 a 30 anos.
TíTULO III
Da Competência, do Processo e das normas Especiais de Procedimentos
Art. 30 - Compete à Justiça Militar processar e julgar os crimes previstos nesta Lei, com
observância das normas estabelecidas no Código de Processo Penal Militar, no que não colidirem com disposição desta Lei, ressalvada a competência originária do Supremo Tribunal Federal nos casos previstos na Constituição.
Parágrafo único - A ação penal é pública, promovendo-a o Ministério Público.
Art. 31 - Para apuração de fato que configure crime previsto nesta Lei, instaurar-se-á inquérito policial, pela Polícia Federal:
I - de ofício;
II - mediante requisição do Ministério Público;
III - mediante requisição de autoridade militar responsável pela segurança interna;
IV - mediante requisição do Ministro da Justiça.
Parágrafo único - Poderá a União delegar, mediante convênio, a Estado, ao Distrito Federal ou a Território, atribuições para a realização do inquérito referido neste artigo.
Art. 32 - Será instaurado inquérito Policial Militar se o agente for militar ou assemelhado, ou quando o crime:
I - lesar patrimônio sob administração militar;
II - for praticado em lugar diretamente sujeito à administração militar ou contra militar ou assemelhado em serviço;
III - for praticado nas regiões alcançadas pela decretação do estado de emergência ou do estado de sítio.
Art. 33 - Durante as investigações, a autoridade de que presidir o inquérito poderá manter o indiciado preso ou sob custódia, pelo prazo de quinze dias, comunicando imediatamente o fato ao juízo competente.
§ 1º - Em caso de justificada necessidade, esse prazo poderá ser dilatado por mais quinze dias, por decisão do juiz, a pedido do encarregado do inquérito, ouvido o Ministério Público.
§ 2º - A incomunicabilidade do indiciado, no período inicial das investigações, será permitida pelo prazo improrrogável de, no máximo, cinco dias.
§ 3º - O preso ou custodiado deverá ser recolhido e mantido em lugar diverso do destinado aos presos por crimes comuns, com estrita observância do disposto nos arts. 237 a 242 do Código de Processo Penal Militar.
§ 4º - Em qualquer fase do inquérito, a requerimento da defesa, do indiciado, de seu cônjuge, descendente ou ascendente, será realizado exame na pessoa do indiciado para verificação de sua integridade física e mental; uma via do laudo, elaborado por dois peritos médicos e instruída com fotografias, será juntada aos autos do inquérito.
§ 5º - Esgotado o prazo de quinze dias de prisão ou custódia ou de sua eventual prorrogação, o indiciado será imediatamente libertado, salvo se decretadas prisão preventiva, a requerimento do encarregado do inquérito ou do órgão do Ministério Público.
§ 6º - O tempo de prisão ou custódia será computado no de execução da pena privativa de liberdade.
Art. 34 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 35 - Revogam-se a Lei nº 6.620, de 17 de dezembro de 1978, e demais disposições em contrário.
Brasília, em 14 de dezembro de 1983; 162º da Independência e 95º da República.
JOãO FIGUEIREDO
Ibrahim Abi-Ackel
Danilo Venturini

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 15.12.1983

sábado, 14 de abril de 2018

O Dilema abraâmico do islão: o islamismo distorce as narrativas bíblicas para tomar posse daquilo que não lhe pertence


O islamismo distorce as narrativas bíblicas na tentativa de tomar para sí o que não lhe pertece. Por exemplo, no que diz respeito a Abraão. O Alcorão altera a narrativa bíblica de Abraão e Isac, substituindo o último por Ismael, além de ordenar a inimizade dos muçulmanos contra os infiéis não muçulmanos. 
O islamismo é uma mistura de paganismo árabe regurgitado com narrativas distorcidas da Bíblia.  

O Dilema abraâmico do islão

Artigo de Raymond Ibrahim
PJ Media, 5 de abril de 2018

Vamos supor que você tenha um avô de quem você gosta de modo muito especial. Mas, inesperadamente, um estranho te diz: "Ei, esse é o meu avô!". Então, para que você pense que esse estranho está, de alguma forma, tentando agrada-lo, ele acrescenta: "Tudo o que você pensava que sabia sobre o vovô está errado!"

Isso não seria muito estranho para você? Mas essa é a pergunta que todos que acreditam na noção das “três Fé Abraâmicas” precisam responder.

Os defensores desta opinião acreditam que, já que Abraão é uma figura importante no judaísmo, cristianismo e islamismo (especialmente no primeiro e no último), todas as três religiões compartilham um fator comum que deve preencher as lacunas existentes e fomentar o entendimento entre elas.

Esta noção está entrincheirada na linha principal da opinião americana (e também no Brasil). Por exemplo, no jornal eletrônico Huffington Post, você pode ler que “Maomé rejeitou claramente o elitismo e o racismo e exigiu que os muçulmanos vissem seus irmãos e irmãs abraâmicas como iguais perante Deus”.

Enquanto visitava a Indonésia, o ex-secretário de Estado dos EUA John Kerry bateu em um tambor de uma mesquita enquanto convocava os muçulmanos à oração: "Foi uma honra especial visitar esse lugar extraordinário de culto", ele disse. "Estamos todos ligados a um só Deus e as fés abraâmicas nos unem em amor pelo próximo e honra pelo mesmo Deus."

Depois que um muçulmano de uma mesquita de Oklahoma City decapitou uma mulher, “um funcionário do governo voou de Washington para Oklahoma para agradecer especialmente a congregação muçulmana”. Ele leu uma mensagem do ex-presidente Barack Obama: “Seu serviço é um um exemplo forte das poderosas raízes das religiões abraâmicas e de como nossas comunidades podem se unir e compartilhar de com paz com dignidade e senso de justiça. ”De fato, Obama tem falado freqüentemente sobre “as raízes abraâmicas compartilhadas de três das principais religiões do mundo”.

Mas a questão permanece: como é possível que a apropriação da herança de um povo por um outro pode ajudar os dois povos a se darem bem?

Além disso, aqueles que atribuem a teoria das “três religiões abraâmicas” nunca mencionam - ou se incomodam em aprender - o problema principal: o Islã não trata os personagens bíblicos da mesma maneira que o Cristianismo o faz.

Os cristãos aceitam a Bíblia hebraica, ou o Antigo Testamento, como ele é. Eles não acrescentam, tiram ou distorcem os relatos dos patriarcas que os judeus também confiam. Por outro lado, ao mesmo tempo em que confiam nas figuras do Antigo e do Novo Testamento - principalmente para dar à sí um senso de antiguidade e de autoridade ligados a eles, o islamismo as transforma completamente para satisfazer a sua próprias agenda.

Basta apenas olhar para o tópico em questão para provar isso: Abraão.

Judeus e cristãos focalizam diferentes aspectos de Abraão - os primeiros o vêem como seu patriarca na carne, o segundo como seu patriarca na fé ou no espírito (por exemplo, Gálatas 3: 6), mas ambos confiam no mesmo relato textual de Abraão encontrado no Gênesis.

No relato muçulmano, no entanto, Abraão não apenas deixa seu país com a promessa de Deus de torná-lo “uma grande nação” (Gênesis 12), mas exemplifica o ódio que os muçulmanos são obrigados a ter pelos não-muçulmanos: "vocês têm um bom exemplo em Abraão e naqueles que o seguiram”, Alá informa os muçulmanos no Alcorão 60:4; “Pois disseram ao seu povo: 'Nós te negamos e os ídolos que você adora além de Alá. Nós te renunciamos: inimizade e ódio devem reinar entre nós até que vocês acreditem apenas em Alá'”(ênfase adicionada).

De fato, o Alorão 60:4 é o verso fundamental de que todos os muçulmanos "radicais" - da al-Qaeda ao Estado Islâmico - citam como prova de que todos os muçulmanos "devem ser hostis aos infiéis", mesmo que eles sejam liberais e gentis para com os muçulmanos.” (Para citar o Sheikh Ibn Taymiyya, The Al-Qaeda Reader, p. 84).

Imediatamente após citar 60:4, Osama bin Laden escreveu:
Portanto, há uma inimizade, evidenciada pela hostilidade feroz e um ódio interno do coração. E essa hostilidade feroz - isto é, batalha - cessa somente se o infiél se submeter à autoridade do Islã, ou se o seu sangue for proibido de ser derramado [se ele se tornar um dhimmi], ou se os muçulmanos são [naquele momento] fracos e incapazes [de espalhar a lei islâmica para o mundo]. Mas se o ódio a qualquer momento extingue-se dos corações, isso é uma grande apostasia; aquele que faz isto [extingue o ódio de seu coração] permanecerá sem desculpas diante de Alá [p. 43].
Tal é a mutilação que Abraão sofreu no Islã. Abraão não é apenas uma fonte de comunhão entre muçulmanos, de um lado, e judeus e cristãos, de outro; ele é a figura principal para justificar a "inimizade e ódio ... entre nós até que vocês acreditem apenas em Alá".

A apropriação de Abraão pelo Islã levou a outros problemas mais concretos, do tipo que se pode esperar quando um estranho aparece e diz que o lar em que você vive foi deixado a ele como herança pelo SEU antepassado supostamente "compartilhado". Embora os judeus reivindicassem a Terra Santa como seu direito de nascimento por pelo menos um milênio antes da chegada do Islã, Jerusalém é agora especial para os muçulmanos em parte porque eles também reivindicam Abraão e outras figuras bíblicas.

Como resultado, declarações como a de grupos cristãos tradicionais, por exemplo, a Igreja Presbiteriana dos EUA, são comuns: “[PCUSA] condena veementemente a decisão do presidente dos Estados Unidos [Trump] de definir Jerusalém como a capital judáica. Jerusalém é o coração espiritual de três religiões abraâmicas … ”

A apropriação e a mutilação de figuras bíblicas por parte do islamismo é uma fonte de problemas e não de soluções. E apenas uma mentalidade secular muito rasa não é capaz de compreender além do raciocínio superficial de que se as três religiões reivindicam as mesmas figuras, então todas elas devem, eventualmente, serem “amigas”.


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Facebook baniu historiador alemão por dizer "o islamismo não faz parte da história alemã"


O islão faz parte da história da Europa no sentido que as invasões incessantes e o expansionismo islâmico levaram a Europa a se unir para se defender dele. 

Tyler O'Neal, PJ Media

No mês passado, o Facebook censurou um historiador alemão que postou uma mensagem sobre o impacto histórico do islamismo na Alemanha. O Facebook proibiu o historiador por 30 dias, apesar de 76% dos alemães concordarem que o islamismo não "pertence à Alemanha".

Michael Hesemann, jornalista e historiador do Vaticano com um doutorado honorário por seu trabalho na descoberta de documentos do genocídio armênio, publicou uma mensagem que o Facebook disse que "não corresponde aos padrões da nossa comunidade". A mensagem ofensiva era uma declaração histórica precisa - se exagerada. [Nota do Tradutor: a declaração não foi exagerada]

"O Islã sempre desempenha apenas um único papel na história de 1700 anos do Ocidente Cristão: o papel da espada de Dâmocles que pairava acima de nós, a ameaça da barbárie contra a qual era necessário se unir e lutar", escreveu Hesemann, segundo o NRW Direkt. "Nesse sentido, o Islã não faz parte da história alemã, mas a defesa contra o Islã!"

O Facebook argumentou que excluiria qualquer comentário que "atinja pessoas por causa de sua raça, etnia, origem nacional, orientação religiosa, orientação sexual, identidade sexual ou deficiência física", informou o site católico OnePeterFive.

A relação histórica entre o Islã e a Alemanha tornou-se um tema quente no último mês, com a ascensão do novo ministro do Interior, Horst Seehofer. O ex-presidente da Alemanha, Christian Wulff, declarou que "o Islã pertence à Alemanha" - e a chanceler Angela Merkel concordou.

"Não. O Islã não pertence à Alemanha", declarou Seehofer logo após assumir o cargo. "A Alemanha é caracterizada pelo cristianismo". Mesmo assim, ele acrescentou: "Os muçulmanos que vivem conosco naturalmente pertencem à Alemanha".

(leia artigo do Gatestone Institute sobre esta declaração do ministro do interior alemão)

Em uma recente pesquisa WELT-Trends, 76% dos alemães concordaram com Seehofer sobre esta questão, com 61% dizendo que "concordam fortemente". Apenas 20% dos alemães discordaram, insistindo que o Islã é fundamental para a Alemanha. Apenas quatro por cento disseram que estavam "indecisos".

O historiador lamentou o silêncio forçado da correção política nesta questão. "Isso diz muito sobre o estado deplorável de nossa democracia sob a chanceler Angela Merkel, quando um historiador pode não expressar fatos históricos simples", disse Hesemann à NRW Direkt.

"A questão de saber se o Islã pertence à Alemanha, como Merkel afirma, ou não, como Horst Seehofer afirmou, tem uma terceira resposta: sim, é parte de nossa história, embora de uma forma que pode ser desconfortável para muitos", afirma o historiador. disse.

"O Islã contribuiu significativamente para a integração européia. Sem o Islã, não teria havido Carlos Magno, cujo avô, como herói de Poitiers, cresceu além de seu papel como Hausmeier e lançou as bases para a dinastia carolíngia", disse Hesemann. Sem o Islã, não haveria "cruzadas e nenhuma transferência cultural associada, nem Renascimento - a conseqüência da queda de Constantinopla e a fuga de seus estudiosos para o Ocidente, nenhuma liga sagrada como a primeira aliança de defesa européia contra os turcos, e assim muito mais. "

O historiador estava se referindo à Batalha de Tours (732 dC), quando Charles Martel derrotou um exército muçulmano na França depois que os muçulmanos se espalharam para o norte da Espanha. Essa batalha uniu várias tribos francas, ajudando a criar a nação da França. O neto de Charles Martel, Carlos Magno ou Carlos Magno (742-814), uniu um vasto território sob seu domínio e fomentou um período de aprendizado conhecido como o "Renascimento carolíngio". Seu "Sacro Império Romano" desempenhou um papel colossal na história européia e durou cerca de 1000 anos.

Tantos momentos decisivos da história européia, da Batalha de Tours à Batalha de Lepanto (1571) e dos cercos de Viena (1529 e 1683), resultaram de conflitos diretos com a expansão islâmica.

Mesmo a descoberta das Américas por Cristóvão Colombo em 1492 teria sido incompreensível sem o Islã. O Rei Fernando e a Rainha Isabella, dos reinos unidos da Espanha, enviaram Colombo em sua viagem depois de derrotar os muçulmanos em Granada. Os portugueses iniciaram o colonialismo europeu em resposta ao controle muçulmano das rotas comerciais do leste, e os espanhóis contrataram Colombo para encontrar outra rota para o leste.

Sem a presença do Islã como uma "ameaça da barbárie", os europeus não teriam descoberto e colonizado as Américas, com todo o bem e o mal que vinham de suas expedições.

Na Alemanha em particular, o Sacro Império Romano de Carlos Magno inspirou uma identidade alemã separada, unindo eventualmente reinos díspares e estados-cidades no Império Alemão em 1871. Assim, sem o Islã, não haveria Alemanha - mas isso não significa que a Alemanha é islâmica. .

Resumindo esse tremendo impacto, o historiador vaticano Hesemann acrescentou: "Então o Islã certamente desempenhou um papel importante na história da Europa, e especialmente na Alemanha, mas não como parte de nossa cultura, na qual nunca foi integrado - mas como uma ameaça contra que se unir e superar todas as fronteiras e desacordos ".

"Diga: sem o Islã, um cristão ocidental nunca teria se definido nessa clareza", concluiu Hesemann.

O historiador disparou contra a ideia de que ele atacou pessoas por causa de sua afiliação religiosa. "Essa análise da história de nossa relação com o Islã no período entre os séculos 7 e 18 não afeta uma única pessoa viva", disse Hesemann.

"Ele não ataca o Islã, embora afirme que ele foi percebido pelo Ocidente cristão como barbarismo, um termo que, aliás, vem da Grécia antiga e significa todas as características não-gregas", explicou. "O Islã realmente não tem raízes gregas."

Hesemann explicou: "Ninguém se ressentiria quando um historiador afirma que os francos e os cruzados, por sua vez, foram entendidos por muitos muçulmanos como 'bárbaros' em alguns aspectos".

"Mas aqui, a avaliação histórica do Islã é simplesmente censurada e indigna de uma sociedade livre", brincou o historiador. "Obviamente, qualquer engajamento crítico com uma religião que se espalhou através da subjugação de outros povos e ainda hoje segue uma lei bárbara do século VII que segue a Sharia com suas brutais punições corporais e capitais, incluindo o apedrejamento e a crucificação."

"Aparentemente, cada historiador crítico deve agora calar a boca", disse Hesemann. "Eu protesto fortemente e pleiteio pelo direito de liberdade de expressão e livre discussão de fatos históricos."

De fato, eventos recentes na Alemanha sugerem que o Islã está se tornando uma espécie de religião estatal. Críticas à religião são consideradas inaceitáveis, e os imigrantes se safaram com crimes tão horríveis quanto o estupro por causa de sua herança cultural.

No mês passado, uma diretora alemã teria dito a uma garota cristã que tinha sido espancada por colegas muçulmanos que ela deveria usar uma hijab [véu islâmico] para evitar mais intimidação. No mesmo mês, um juiz alemão ordenou que a Volkswagen recontratasse um homem que era suspeito de recrutar para o Estado Islâmico (ISIS). No ano passado, um turco foi absolvido após estuprar uma alemã porque seu sexo violento forçado não era "culturalmente" considerado estupro.

Onde o Islã é ou não fundamentalmente bárbaro, a interpretação da história de Michael Hesemann está correta. Os europeus temiam o Islã e se uniam para combatê-lo, forjando uma identidade cristã em contraste com a religião de Maomé.

O Facebook não deve banir historiadores que dizem verdades difíceis. Com o Facebook banindo Hesemann por essa história, será que ele censuraria um muçulmano por dizer que os cruzados eram "bárbaros"? O Facebook consideraria um insulto para os ateus se um cristão falasse que os regimes ateus mataram centenas de milhões de pessoas no século 20? Os fatos históricos nunca devem ser censurados, e o Facebook deveria ter vergonha desse comportamento.

Nota: Infelizmente, os grupos mais poderosos de mídia social (Facebook, Twiter e Google-YouTube) vem retirando a monetização (modo de ganhar dinheiro pela Internet) e suspendendo temporáriamente ou mesmo banindo para sempre canais e contas particulares daqueles que criticam a islamização e o apoio que governos (de países tais como Alemanha, Inglaterra, Suécia e Canadá) vêm dando para isso.



sábado, 7 de abril de 2018

Bélgica: partido islâmico admite objetivo de implantar governo 100% islâmico; partidos islâmicos na Europa crescem com a imigração muçulmana


O Partido Islâmico Belga Partij Islam está pronto para concorrer a candidatos em 28 municípios nas próximas eleições municipais belgas, e declararam sua intenção de criar um Estado Islâmico no qual mulheres e homens tenham que andar em ônibus separados.

O Partij Islam provavelmente espera ter sucesso em áreas altamente povoadas por muçulmanos como Molenbeek e Anderlecht, onde o partido já tem alguma representação, relata o HLN.

O conselheiro municipal de Anderlecht, Redouane Ahrouch, o tesoureiro do partido, disse à imprensa belga: "Nosso objetivo é um estado islâmico cem por cento".

Ahrouch, que também trabalha como motorista de ônibus em Anderlecht, disse que muitas mulheres se queixaram de que os homens estavam tentando persegui-las sexualmente. Sua solução para o problema, segundo ele, é separar o transporte público por sexo, para que as mulheres tenham seus próprios ônibus.

O partido também acredita que qualquer mulher deve ter permissão para usar o lenço islâmico em qualquer lugar que quiser e que todas as escolas do país devem ser forçadas a oferecer carne halal nos cardápios escolares. No ano passado, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos confirmou a proibição belga de usar o véu facial em público.

O secretário de Estado de Asilo e Migração da Bélgica, Theo Francken, criticou as posições do partido, dizendo: “As mulheres não têm direitos em seu mundo da Sharia. E começa com transporte público separado. Estou enojado com este partido islâmico. Eles estão cuspindo na Europa.

O partido não é o primeiro partido islâmico na Europa, pois partidos semelhantes surgiram em todo o continente em países como Holanda, Áustria e Suécia.

Denk, um partido muçulmano centrado principalmente na comunidade turca na Holanda, ganhou vários lugares nas eleições nacionais do ano passado, e o partido islâmico Nida em Roterdã tentou uma aliança com partidos de esquerda este ano até que a coalizão se dividiu por causa de um tweet de o partido que comparou Israel ao Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Enquanto isso, na Suécia, o partido Jasin foi impedido de se registrar pela comissão eleitoral do país, depois que surgiram revelações de que ele havia sido tomado por extremistas islâmicos radicais.





quarta-feira, 4 de abril de 2018

Atualizações em março de 2018

Veja o que entrou de novo no blog em março de 2018, exemplificando a aplicação da lei islâmica Sharia ao redor do mundo, seja por governos de países com maioria muçulmana, grupos islâmicos ou mesmo ações individuais.



Arábia Saudita: clérigo confirma que apostasia é crime
Estudioso saudita Assim Alhakeem, que possui 108 mil segudires no Twitter, afirma:
"Simplesmente deixando o Islã"? Este é um crime que em um sistema jurídico islâmico, um apóstata é julgado e, se condenado, o governante muçulmano ordena que ele seja executado! É como qualquer outro crime, mas não é simples, exceto para hipócritas! (Twitter 1)
Claro que ele não está sozinho! 1,7 bilhão de muçulmanos aderem a isso, mas é uma questão legal e apenas o governante muçulmano e o juiz podem dar o veredicto e implementá-lo e NÃO mais ninguém! 
Esta é a LEI no Islã e se você não gosta, bananas pra você! Nós também não gostamos de suas leis! (Twitter 2)
Twitter 1

Twitter 2



Direitos das Mulheres sob o Islão: Parte 3Parte 2Parte 1
A imigração muçulmana aliada ao políticamente correto do Ocidente estão tornando as mulheres ocidentais igualmente sem defesa frente ao avanço implacável da Sharia.
Egito: dançarina de "dança do ventre" condenada a dois anos de prisão por "promover imoralidade"
Ela gravou um vídeo e colocou no YouTube. (Al Arabiya)

Grã-Bretanha: crimes de honra e estupro 
Quatro casos recentes:
  1. Bradford. Turkan Lowmani (33 anos ) esfaqueou sua esposa 21 vezes ao pegar sua esposa comversando com um outro homem sem sua permissão. Felizmente, ela sobreviveu e defendeu o marido no tribunal! (síndrome de Estocolmo). Ele foi condenado a 19 anos de prisão (Telegraph&Argus).
  2. Leeds. Imigrante ilegal afegão de 20 anos, Aryan Rashidi, foi condenado a 14 anos de prisão devido ao hábito noturno de invadir casas e tentar estuprar várias mulheres ameaçando-as com uma faca. A lista de vítimas inclui uma mulher grávida. Para reduzir sua pena, Rashidi alegou ter 15 anos de idade, mas não adiantou (Telegraph&Argus).
  3. Bradford. Zahid Younas, de 35 anos, foi preso por dois anos e três meses por espancar a sua esposa e roubar o celular de um homem. Younas já tinha oito condenações anteriores (Telegraph&Argus).
  4. Bradford. Imran Khaliq, de 38 anos, entorpeceu a sua vítima adolescente com drogas antes de estuprá-la. Ele foi condeando em duas instâncias. Como é normal no Reino Unido, quando se trata de estupros islâmicos, a polícia recusou um pedido do jornal local para emitir uma foto de Khan durante o julgamento (Telegraph&Argus).
Alemanha: dois crimes de honra islâmicos chocam o país: "Eu sinto prazer em vê-la morrer"; "Este assassinato é uma mensagem para todas as mulheres"
O "enriquecimento cultural" da Alemanha continua de "vento em proa." Leia o artigo todo no blog.

Alemanha: adolescente assassinada por requerente a asilo por se recusar a se converter ao islamismo
Ahmad G., um afegão de 18 anos, foi preso esta semana por esfaquear Mireille B., de 17 anos, que foi assassinada na noite de segunda-feira na cidade alemã de Flensburg. De acordo com um amigo da família da vítima, Ahmad G. estava irritado com ela por sua recusa em se converter ao Islã. (Bild)

Irã: governo prende 20 mulheres em manifestação contra a imposição do véu no Dia Internacional das Mulheres; condena outra a 2 anos por não usar o véu
Enquanto isso, o Aitaolá Ali Khamenei exaltava as virtudes das mulheres muçulmanas que se cobrem em contraste com as mulheres do do Ocidente, onde "o modelo feminino é a nudez" (cnsnews). Em outro caso mais antigo, uma mulher foi condenada a dois anos de prisão por "promover corrupção moral ao não vestir o véu islâmico (Daily Mail)

Uganda: clérigo muçulmano, casado com três esposas, condenado a prisão perpétua pelo estupro menina de 2 anos de idade
Musa Mulo era o Imã da Mesquita da Kibbubu. Para azar dele, o seu ato foi denunciado e a Uganda não segue a lei islâmica Sharia. Resultado, ele foi preso e agora condenado. Deve estar zangado por ter sido condenado por um tribunal infiél. (NTV)

Suécia: sírio é preso após estuprar cinco vítimas; 98% são "imigrantes"
Ele tem 30 anos e precisa de intéprete pois apenas fala árabe. Dois dos estupros ocorreram no mesmo dia. (Friatider). Estudo revela que 98% dos membros de gangues de estupradores têm "origem migratória" (Voice of Europe).

EUA: óleo quente jogado na garota muçulmana do Texas que recusou o casamento arranjado
Maarib Al Hishmawi, 16 anos, foi encontrada três meses depois de fugir de seus pais, que arranjaram um casamento para ela e supostamente a espancaram com um cabo de vassoura e derramaram óleo quente nela, segundo a Fox News. Os pais de Hishmawi - Abdulah Fahmi Al Hishmawi, 34 anos, e Hamdiyah Saha Al Hishmawi, 33 - supostamente organizaram um casamento para sua filha em troca de 20 mil dólares. O "noivo" também pode ser acusado no caso. (Clarion)


Grã-Bretanha: professor muçulmano condenado por arregimentar crianças para jihad 
Umar Raque, de 25 anos, trabalhava em uma madrassa Lanterna do Conhecimento. Ele teve acesso a 285 crianças entre 11 e 14 anos e preparava ataques contra o Big Ben, a guarda da rainha, boates gays e outros alvos (Sputinik). O interesssante é que a polícia descobriu que ele buscava o serviço de prostitutas transsexuais pela Internet. (The Times). Ele declarou à polícia que "os imãs nos criticam, mas no fundo eles ficam felizes." (Express)

Grã-Bretanha: doutrinação de Hassan causou o ferimento de 51 pessoas em Londres
Artigo do Clarion destaca o processo de radicalização de Ahmed Hassan, refugiado iraquiano, órfão, que passou desapercebida pelo sistema de assistência social britânico, sob o qual Hassan estava sob os cuidados.

Bangladesh: homem que tentou matar professor secularista se tornou "mais piedoso" ao ler "blog radical"
O escritor e professor Iqbal, da Universidade de Ciencia de Tecnologia Sahjalal, foi sériamente ferido ao ser atacado por Foyzur Rahman. Este último trabalhava no "Centro de Pesquisa Alcorão e Sunna" e era seguidor do salafismo. Ele se tornou leitor do blog Dawahilallah, mantido pelo Ansar al Islam. (thedailystar)


O profeta (a paz esteja com ele) disse: "Se encontrardes alguém fazendo como o povo de Lot fez, matai aquele que faz e aquele a quem a coisa é feita." (Hadice Abu Dawood 38:4447) -- PS. O "povo de Lot" são os homens que aparecem na Bíblia querendo fazer sexo com os homens que se hospedaram na casa de Lot (Gênese 19:4-5)
Grã-Bretanha: ativistas presos por distribuir panfleto "Alá é Gay" (mas "Jesus é Gay" pode)
ALÁ É GAY ... este panfleto foi distribuido em Londres durante uma manifestação anti-Jihad e anti-Sharia. Qual o problema nisso? É comum encontrar panfletos semelhantes dizendo que "Jesus é gay" e ninguém vai preso por isso. Mas, na "Inglaterra pró-islâmica" de hoje este panfleto é blasfêmia contra Alá.
Ou seja, o governo britânico já está impondo a lei islâmica (Sharia)! E os muçulmanos são apenas 5% da população!
A jornalista canadense Lauren Southern foi impedida de entrar na Inglaterra e banida para sempre! O motivo apresentado pela polícia britânica foi que ela ajudou a distribuir estes panfletos, cujo teor "ofendeu um grupo religioso." (Breitbart)
É isso aí. Na Inglaterra de hoje, mexeu com algo relacionado ao islã, você vai ter a visita das autoridades.
Exatamente como no Paquistão.


EUA: imã adverte que professores homossexuais podem transmitir sua doença para seu filho
Em um sermão de sexta-feira proferido em Colúmbia, Carolina do Sul, o clérigo egípcio-americano Muhammad Syed Adly advertiu sua congregação contra matricular seus filhos em escolas não-muçulmanas. Imam Adly disse que os professores gays ou lésbicas podem contagiar seus alunos. "O comportamento, a maneira como o professor caminha, o modo como eles agem, o modo como eles dão as mãos - todas essas coisas são contagiosas, e isso vai atingir o seu filho", ele avisou. O sermão foi entregue no Masjid Al-Muslimiin, que compartilha sua localização com o Centro Islâmico de Columbia, liderado por Imam Adly. O sermão foi postado no canal do Adly no YouTube em 28 de janeiro.


Indonésia: Polícia prende casal gay na província de Aceh
Os dois são estudantes universitários. (LA Herald Tribune)


Halal - Boicote Halal 

Leia este artigo "Boicote Produtos Halal" para saber o que é "comida halal" e o porquê de boicotá-la. E visite os demais links.



História (Arte e Jahiliyya)

Síria: ataques aéreos turcos destroem sítios cristãos e da antiguidade
Os ataques aéreos realizados pela Turquia na Síria destruíram importantes locais cristãos que remontam à era bizantina e outros sítios arqueológicos do primeiro milênio aC. O bombardeio informou que devastou, entre outros locais, a tumba de Marone, os restos da catedral de San Giuliano e um antigo templo neo-hitita construído pelos arameus no primeiro milênio aC em Ain Dara, conhecido por seus enormes leões de basalto. (Clarion)



Portugal: vazada lista de parlamentares na "folha de pagamento" de George Soros
Leia mais neste artigo externo, Parte 1, e Parte 2. Isso é importante porque mostra a atuação da organização Open Society Foundation no Parlamento Europeu através do documento Reliable allies in the European Parliament(2014 – 2019) que lista os deputados de diversos países que fazem o que George Soros manda fazer. A Open Society Foundation também atua no Brasil.

Portugal: presidente condecora "comunidade islâmica" com a Ordem da Liberdade   
“O Islão está na alma de Portugal”, afirmou o chefe de Estado, à entrada para esta cerimónia, na Mesquita Central de Lisboa, que contou com a presença do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, do presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, e os antigos presidentes da República António Ramalho Eanes, Jorge Sampaio e Cavaco Silva. (TSF).
"Atribuir a Ordem da Liberdade a uma religião, a qualquer religião, já seria uma ousadia, mas atribuí-la a uma Comunidade fiel ao monoteísmo que é totalitário na sua essência, e incapaz de separar o poder político do religioso, é uma ofensa aos valores da laicidade e da democracia."



Grã-Bretanha no caminho do autoritarismo pró-islâmico: líderes e repórteres expulsos e banidos por suas idéias "consevadoras" 
Em apenas dois dias, 3 jovens conservadores e anti-Jihad foram banidos da Inglaterra. Eles são o líder do Movimento Identidate da Áustria, Martin Sellner, a autora estadunidense Brittany Pettibone, e a jornalista canadense Lauren Southern. As autoridades britânicas os acusam de "promoverem racismo." (Mas, que raça é o islamismo?) O que se passa é algo bastante simples: silenciar opiniões discordantes, de modo preemptivo. De modo a "não ofender" uma determinada parcela da sociedade (e nós sabemos que parcela é esta), o governo britânico decidiu se tornar autoritário, perseguindo as vozes discordantes. O único crime que destes três é o de expressarem idéias que o governo não gosta: isso se chama "perseguição política." (Daily Mail, BreitbartEnquanto isso, os jihadistas britânicos que cometeram todas as atrocidades possíveis são recebidos de braços abertos pelo governo britânico.

Brittany Pettibone, Martin Sellner e Lauren Southern

Grã-Bretanha: líderes do partido Britain First são condenados por "assédio racial"
Jayda Frasen e Paul Goldin fizeram campanha contra quatro afegãos acusados pelo estupro em grupo de uma jovem britânica de 16 anos. (Breitbart)

Grã-Bretanha: ativista anti-Jihad agredido em plena luz do dia; polícia ignora
Tommy Robinson é um ativista anti-Jihad e atualmente trabalha como repórter para várias TVs alternativas. Ele vem sendo perseguido pela sua atuação, tendo sido processado e preso várias vezes por dizer a verdade. Mas não adianta, ele não se cala. Agora, ele vem sendo alvo de ataques físicos, como este mostrado neste vídeo. Veja que o ataque foi orquestrado, com os atacantes com os rostos cobertos ao melhor estilo da ANTIFA. E depois apareceu a polícia (um dos guardas tem todo o aspecto de um muçulmano salafita, com barba longa e bigode raspado) e eles fazem desdém da vítima.  Esta é a realidade da Inglaterra multicultural de hoje. Youtube: https://youtu.be/VEqTa7XCr6M?t=2m8s

Grã-Bretanha: pela primeira vez na história, Londres tem mais crimes que Nova York 
Esta é a Londres multicultural do prefeito islamista Sadiq Khan. Maioria dos crimes feitos com facas (The Times).

França. Perseguição a inimigos políticos: Le Pen pode ser presa por denunciar as atrocidades do Estado Islâmico (ISIS)
O movimento anti-islamização "França Primeiro", de Marine Le Pen, tinha sido acusado pela imprensa francesa de ser "exatamente como o ISIS". Para calar a boca dos acusadores, Le Pen publicou fotos de algumas das atrocidades cometidas pelo ISIS. Agora, seus inimigos políticos querem que ela seja presa em alusão da um artigo perdido no código penal francês que diz ser crime mostrar imagens violentas, pronográficas ou que denigram a condição humana. Se condenada, ela pode pegar até 3 anos de prisão. (The Verge, amigodeisrael).
Na Holanda, acusações politicamente motivadas também foram direcionadas ao deputado Geert Wilders, que chegou a ser levado a julgamento ... duas vezes.

França: O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy acusado de receber doação de Kadaki durante eleição presidencial
Sarkozy foi detido nesta terça-feira (20) para interrogatório em meio à investigação sobre suspeitas de financiamento ilícito líbio de sua campanha eleitoral em 2007. Ele, claro, nega e acusa os líbios de espalharem notícias falsas.
Isso não é novo. Existem vários relatos do ex-ditador, líbio Muamar Kadafi, ter feito doações a campanhas eleitorais em diversos países, inclusive no Brasil (doação para o PT de Lula).
Em 2011, Sarkozy foi um dos líderes que pressionou pelo bombardeio à Líbia e pelo assassinato de Kadafi. (talvez ele quisesse "queimar o arquivo"). (Jornal Argumento, UOL, DCI)

Alemanha: Merkel admite a existência de "zonas proibidas" (no-go zones)
Em entrevista, ela falou sobre a necessidade de se fazer algo nas áreas onde a lei e a ordem não são bem-vindas (Breitbart, rtl)

Alemanha: Ministro diz "Islã não pertence a Alemanha";  Merkel afirma o contrário 
Angela Merkel tomou posse de um governo de coalizão entre os Sociais-Democratas e os Socialistas (Bundestag) e a confusão já começou. Horst Seehofer, novo ministro do Interior da Alemanha disse que "O islamismo não pertence à Alemanha. A Alemanha é moldada pelo cristianismo. Esta tradição inclui domingos sem trabalho e feriados e rituais da igreja, como Páscoa, Pentecostes e Natal .... Minha mensagem é que os muçulmanos têm que viver conosco, não próximos ou contra nós." (Gatestone) A reação da Merkel foi afirmar que "o islamismo pertence a Alemanha" (Breitbart).

Alemanha:  Professores de Berlim queixam-se de "intimidação religiosa" vinda de estudantes muçulmanos
Os professores de algumas das escolas mais movimentadas de migrantes de Berlim reclamaram que estão a ver um grande aumento no bullying ao longo de linhas religiosas, principalmente de estudantes muçulmanos. Por exemplo, não querem usar produtos que não sejam halal. Não aceitam que seus colegas comam sanduíche de presunto. Insultos a judeus.
Os professores desejam a imposição da lei que proíbe a exibição de símbolos religiosos, tais como o véu islâmico hijab, pois eles receiam uma getoização das escolas em termos étnicos e religiosos. (Berliner Zeitung)

Alemanha: mais efeito do "enriquecimento cultural"
  1. Dez jovens requerentes de asilo aterrorizaram uma feira local na cidade alemã de Steinfurt, agredindo sexualmente as mulheres jovens, lutando com os adolescentes locais e ameaçando as pessoas que se divertiam nos brinquedos de um parque de diversões (Der Western).
  2. Ruas do distrito de Marxloh, perto de Duisburg, controladas por traficantes de drogas e ladrões. Metade dos 20 mil moradores deste subúrbio industrial,  que outrora já foi próspero, tem "origem estrangeira" e são "recém-chegados." Muitos são desempregados e, dependem dos benefícios estatais sem exercer atividade remunerada. Um relatório policial vazado diz que as ruas são controladas por traficantes de drogas e ladrões que “vêem o crime como sua atividade de lazer” (Ecoando a Voz dos Mártires). 
Itália: globalistas e pró-islamistas perdem as eleições
Os partidos globalistas que apoiam a imigração em massa de imigrantes, incluindo aí o poderoso Partido Democrático Italiano, foram varridos nas eleições gerais. Os vitoriosos foram o Movimento Cinco Estrelas e o Partido da Liga. Apesar de possuirem vertentes idológicas distintas,  ambos empunharam a mesma bandeira, sendo contra a política estabelecidamente pró União Européia, pró nacionalismo, e tremendamente críticos da invasão de imigrantes muçulmanos que afeta a Itália como nenhum outro país da Europa. O problema é que nenhum dos dois partidos obteve maioria no parlamento. E uma coligação entre eles é pouco provável. De modo que a situação política da Itália ainda é incerta (The Atlantic).

Itália: mesquita de Milão pede a muçulmanos que votem nos partidos de esquerda 
Os partidos de esquerda defendem dar cidadania aos filhos de muçulmanos ilegais se eles nascerem na Itália (Breitbart). Isso mostra uma das motivações da Esquerda em apoiar imigração em massa: ampliar o número de pessoas que votem neles.

Itália: migrante africano ataca funcionário público italiano porque não havia sinal de Wi-Fi
O senegalês de vinte e seis anos atacou um funcionário do centro de asilo na cidade italiana de Cassino depois de se queixar de que o lugar não tinha Wi-fi, informou o jornal italiano Ciociaria Oggi  (VoiceOfEurope). Esta notícia pode, aparentemente, não ter relação com a islamização (apesar do senegalês ser provávelmente muçulmano). Mas ela serve como mais um exemplo da realidade de grande parte dos "refugiados" que invadem os países da Europa Ocidental: eles desejam viver sustentados pelo governo.

Dinamarca: governo apresenta programa para acabar com os guetos islâmicos
"Muitos residentes dinarmaqueses de origem 'de fora do Ocidente' não têm contribuido com a sociedade e o governo não está preparado para aceitar isso", disse o primeiro-ministro Lars Løkke Rasmussen ao jornal Politiken. (The Local)

EUA: feministas endossam a Nação do Islã
Líderes da "Marcha das Mulheres" endossam o anti-semita Louis Farrakhan, líder do grupo Nação do Islã  (WIN, amigodeisrael)

EUA: Faculdade substitui seu mascote, um cruzado, para não ofender os muçulmanos
A Holy Cross é uma faculdade católica no estado de Massachusetts. O jornal estudantil, também chamado de O Cruzado, já tinha decidido alterar o seu nome pelo mesmo motivo (DownTrend)

Suécia: Tribunal de justiça resolve caso de violência doméstica usando lei islâmica
O Tribunal na cidade de Solna aceitou a argumentação que o muçulmano que espancou sua esposa era inocente porque ele veio de boa família, enquanto que a mulher não. O Tribunal também aceitou o argumento de que a esposa não deveria ter dado queixa na polícia, mas sim decidir o caso junto à sua família como é o "costume deste grupo." (SputinikNews

República Tcheca: Milos Zeman toma posse para o segundo mandato como presidente 
Um ex-esquerdista, ele se tornou conhecido por uma forte retórica anti-migrante que o uniu com a direita populista, mas divide a nação com sua posição pró-russa e apoio a laços mais estreitos com a China (ABCNews). O cargo de presidente é cerimonial.

Hungria: Primeiro-ministro "Os países que não param com a migração em massa estão perdidos: lentamente, mas certamente eles serão consumidos"
Trechos do discurso de Victor Orban:
A situação, caros amigos, é que há aqueles que querem tirar nosso país de nós. Não com o golpe de uma caneta, aconteceu há cem anos em Trianon; agora eles querem que voluntariamente entregamos nosso país para outros, ao longo de algumas décadas. Eles querem que entreguemos nosso país a estrangeiros provenientes de outros continentes, que não falam nossa língua e que não respeitam nossa cultura, nossas leis ou nosso modo de vida: pessoas que querem substituir o que é nosso com o que é deles. O que eles querem é que, doravante, não será cada vez mais nós e nossos descendentes que vivemos aqui, mas outros. Não há exagero no que acabei de dizer. Hoje em dia, vemos os grandes países e nações européias que perdem seus países: pouco a pouco, de distrito a distrito, e de cidade em cidade. A situação é que aqueles que não param a imigração nas suas fronteiras estão perdidos: lenta mas seguramente são consumidos. As forças nacionais e globalistas nunca se juntaram tão abertamente. Nós, os milhões com sentimentos nacionais, estamos de um lado; os "cidadãos do mundo" de elite estão do outro lado. Nós, que acreditamos nos estados-nação, a defesa das fronteiras, a família e o valor do trabalho são de um lado, e nos opor são aqueles que querem uma sociedade aberta, um mundo sem fronteiras ou nações, novas formas de família, trabalho desvalorizado e trabalhadores baratos - todos governados por um exército de burocratas sombrios e inexplicáveis. De um lado, forças nacionais e democráticas; e do outro lado, forças supranacionais e antidemocráticas. Forças estão aparecendo, como as que o mundo não viu há muito tempo. Na África, haverá dez vezes mais jovens do que na Europa. Se a Europa não fizer nada, eles irão dar uma saída à nossa porta. Bruxelas não está defendendo a Europa e não está impedindo a imigração, mas quer apoiá-la e organizá-la. Quer diluir a população da Europa e substituí-la, abandonar nossa cultura, nosso modo de vida e tudo o que separa e distingue os europeus dos outros povos do mundo. Será um pequeno consolo que os povos da Europa não perdoem os líderes que mudaram completamente a Europa sem primeiro lhes perguntar. A Hungria irá receber os "verdadeiros refugiados oriundos da Alemanha, França, etc, que desejarem encontrar a Europa que eles perderam em casa. (Breitbart)


Bélgica: cardial vaticano Sarah diz que Ocidente está cometendo suicídio ao esquecer suas raízes cristãs
Original da África Negra, o cardeal diz que uma árvore sem raízes não se sustenta. (Breitbart)



Alemanha: imigrante muçulmano gritando “Allahu akbar” tenta atacar Angela Merkel em frente ao Parlamento
Isso ocorreu em Berlin. Merkel colhe os frutos da Alemanha que ela criou. Mas, por que ela não foi falar com o afegão? Puxa, ela  é tão "islamofóbica." (welt)

Burkina Faso: religião da paz atinge a capital, 7 mortos
Seis jihadistas atacaram a embaixada da França e um quartel (Sahara). Eles pertencem à organização jihadista conhecida como "Grupo de Apoio Islâmico e Muçulmano" e usavam bandanas com a Shahada (africanews).

Grã-Bretanha: muçulmanos explodem prédio, 5 mortos 
Aram Kurd, 33 anos, Hawkar Hassan, 32 anos e Arkan Ali, 37 anos, foram acusados de cinco tipos de homicídio culposo e incêndio criminoso, que deixou 5 mortos e vários feridos, na cidade de Leicester (amigodeisrael via Daily Mail).

Grã-Bretanha: relatório do governo revela número recorde de prisões por terrorismo, aumento de 58% em um ano
Um total de 412 pessoas foram apreendidasem 2017, de acordo com relatório do Home Office. O aumento ocorreu durante um período em que 36 pessoas foram mortas e várias pessoas feridas em uma série de ataques fundamentalistas islâmicos. Houve ataques mortais em Westminster, Manchester, London Bridge e Finsbury Park, em grande parte cometidos por extremistas inspirados pelo Estado Islâmico, incluindo requerentes de asilo e migrantes, e um assassinato cometido por um extremista anti-muçulmano do País de Gales. A grande maioria dos suspeitos eram homens, e eles eram principalmente britânicos "asiáticos" originários do sul da Ásia. Ao longo do ano, 170 pessoas "asiáticas" foram presas em relação a ofensas terroristas, representando um aumento de 37 por cento em 2016. ("Asiático" é o modo politicamente correto de se referir a muçulmanos)

EUA: FBI prende 2 suspeitos de terror a cada semana
Um alto funcionário do FBI revelou que, em média, dois suspeitos de terrorismo são presos todas as semanas nos EUA. Ele disse que, uma vez radicalizado, um jihadista pode ser mobilizado para atacar em apenas 30 dias. A maioria nasceram nos EUA e a maior plataforma de redicalização é a internet e as mídias sociais, mirando as crianças na adolescência. Atualmente, a idade média dos suspeitos de terrorismo é entre 19 e 25 anos. (Clarion)

EUA: aluno leva bandeira do Estado Islâmico para a escola ... e uma bomba
Um aluno de escola no Utah ergeu uma bandeira do Estado Islâmico (ISIS) substuindo a bandeira americana.  Duas semanas depois ele tentou detonar uma bomba na escola (Salt Lake Tribune).

EUA: muçulmano do Alabama se declara culpado de apoiar o Estado Islâmico (ISIS)
Aziz Ihab Sayyed, 23, de Huntsville, Alabama, se declarou culpado esta semana de apoiar o ISIS. Os crimes que lhe são atribuídos incluem a distribuição da propaganda do ISIS, a pesquisa sobre a produção de materiais explosivos e o encontro com um agente secreto que se apresentou como membro do ISIS a quem ele ofereceu seus serviços (HomelandNews)

EUA: adolescente da Flórida, que tentou se juntar ao Estado Islâmico, esfaqueia três após amigo ridicularizar sua fé islâmica
Corey Johnson, 17 anos, confessou à polícia que ele cortou a garganta de um menino e esfaqueou outro menino e sua mãe, depois que uma das vítimas "se divertiu" com a fé muçulmana. O mesmo adolescente foi investigado pelas autoridades por ter tentado se juntar ao Estado islâmico (ISIS). A polícia informou que Johnson esfaqueou suas vítimas dezenas de vezes. Ele declarou que os assassinou como "defesa da sua fé muçulmana." (PJ Media)

EUA: motorista de carro-bomba contra quartel identificado como muçulmano 
Hafiz Kazi, de 51 anos, morreu na explosão seguida pela tentativa de entrar em quartel na Califórnia (ABC7News).

França: imigrante gritando Allahu Akbar mata 3 em dois ataques
Redouane Ladkim,  marroquino de 26 anos, se declarou membro do Estado Islâmico antes de ser morto, após cerco policial ao supermercado onde ele se barricoue tomou reféns. Ele exigia a libertação de Salah Abdeslam, o jihadista preso pelos ataques na França em 2015, que deixaram 130 mortos. Ladkim feriu mortalmente um guarda, na fuga roubou um carro matando um dos passageiros. No supermercado, ele feriu 16 e matou um outro. (Daily Mail)

Itália: caçada-humana em Roma, em busca de jihadista da Tunísia
Agentes de contra-terrorismo estão caçando Mathlouthi Atef, 42 anos. Embaixada italiana na Tunísia recebeu uma carta anônima dizendo que um homem estava "pronto para atacar o centro de Roma". Segundo o jornal Il Giornale Atef já era conhecido pela polícia por tráfico de drogas e "outros crimes menores." (Express)



Noruega: pesquisa revela que muçulmanos noruegueses desejam "igualdade entre os sexos" e Sharia
Em uma pesquisa recente, 97 por cento dos muçulmanos do país nórdico disseram que eram plenamente favoráveis à igualdade entre os sexos. No entanto, aproximadamente um terço dos inquiridos afirmou que era importante seguir a Sharia, deixando os analistas intrigados. A organizadora da pesquisa, deliberadamente, se absteve de abordar questões como homossexualidade, aborto, sexo pré-marital e álcool. Ou seja, o propósito da pesquisa foi o de sanitizar os muçulmanos noruegueses, retratando-os como liberais.
A vice-líder liberal, Abid Raja, acha que as respostas não refletem completamente a realidade.
Segundo ela, se as perguntas fossem mais diretas, por exemplo: "Você é a favor da liberdade sexual total para as mulheres?",  "Você aceita que sua filha escolha sua própria roupa?" ou "Está certo para ela escolher um parceiro do mesmo sexo ou que se abstenha completamente do casamento?" então o resultado teria sido diferente. (Sputinik)

Turquia: clérigo diz que palavras "islã" e "reforma" nunca devem ser usadas na mesma frase
Ali Erbas, ministro de assuntos religiosos da Turquia, afirmou que a fonte de jurisprudência é o Alcorão e a tradição de Maomé (Suna), e que o islã não precisa de reforma mas que algumas práticas podem ser adaptadas para os dias de hoje (hurriyetdailynews).


Perseguição Cristãos: Parte 1Parte 2
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Suécia "mata de fome" refugiados cristãos, mas oferece emprego a terroristas do Estado Islâmico
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EUA: faculdade alerta estudantes que desejar "Feliz Natal" é uma micro-agressão islamofóbica
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Síria: invasores turcos querem que Cristãos sírios "voltem para Alá"
Afrin, uma cidade no norte da Síria, outrora um refúgio para aqueles que fugiam dos combates ao redor deles, é agora palco de sofrimento e morte. Afrin é uma cidade curda, mas acolheu refugiados cristãos e yazidis que fugiam da guerra civil síria e dos militantes do Estado Islâmico. Agora, os rebeldes sírios que participam do ataque turco a Afrin ameaçam matar os cristãos dizendo, a menos que se convertam ao islamismo:
"Por Alá, se você se arrepender e voltar para Alá, então saiba que você é nosso irmão", disse um soldado em um vídeo. "Mas se você se recusar, então saberemos que suas cabeças estão maduras e que é hora de arrancá-las." (CBN)

Filipinas: Catedral de Marawi não terá os serviços da Semana Santa por ainda estar danificada após ataque do Estado Islâmico
O bispo Edwin dela Peña disse na sexta-feira que por a catedral estar seriamente danificada como resultado do cerco de cinco meses que não haveria serviços da Quaresma este ano. “Pela primeira vez em muitos anos, não realizaremos nenhum serviço na própria catedral. Mas em outras paróquias da prelatura, teremos nossos cultos da Semana Santa ”, disse ele. O grupo terrorista Maute, inspirado pelo Estado Islâmico, chegou a ocupar proções de Marawi, sendo preciso a intervenção do exército filipino. (Inquirer)

Turquia: compartilhar o Evangelho é terrorismo
O pastor estadunidense Andrew Brunson ficou preso por uma ano e meio sem acusação formal contra ele. Agora, o governo turco pede pela sua prisão perpétua. O processo de 62 páginas apresentado no tribunal diz que "cristianização" é um ato de terrorismo. O pastor Brunson vive na Turquia a 23 anos, servindo de pastor na Igreja da Ressurreição de Izmir (atual Smirna - cidade grega cuja população foi expulsa pelos turcos em 1919).  (ACLJ)

Veja o quanto a população cristã no Oriente Médio decresceu nos últimos 100 anos
- Genocídio Armênio, Grego e Assírio na Turquia.
- Perseguição no Iraque e na Síria decorrentes da queda do Sadam Hussein e, mais recentemente, ação direta do Estado Islâmico.
- Guerra civil no Líbano.
- Perseguição crescente no Egito.
Todos esses lugares eram predominantemente cristãos. Lembre-se disso.



Xeique de Uganda enfrenta Fatwa depois de ser cristão secreto por dez anos
Hussein, um xeique de 68 anos de idade de Uganda, enfrenta uma fatwa (sentença de morte) depois de reconhecer publicamente que ele se tornou um cristão. Ele havia mantido sua fé em segredo por dez anos. (Open Doors)

"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Gaza: Hamas organiza "manifestação pacífica" na fronteira com Israel (com fogetes, tiros e bombas)
Esta nova Jihad contra Israel está sendo chamada de A Grande Marcha do Retorno, e começou exatamente na data da páscoa judáica. O Hamas está usando de todo o seu arsenal de desinformação (propagada pela grande mídia internacional), crianças e mulheres como "escudos vivos" e usando jihadistas para tentarem destruir o muro de metal que separa Gaza com Israel com bombas, coqueteis molotov, machados, pedradas, e atirando nos israelenses do outro lado. As forças de segurança de Israel (IDF) responderam, claro, e 10 terroristas "foram enviados para Alá." (Amigo de Israel artigo 1, artigo 2, artigo 3, Ecoando a Voz dos Mártires

França: clérigo sendo expulso do país por promover ódio aos judeus ... por 37 anos
Por 37 anos, Hadi Daudi, da Argélia, vem pregando o ódio contra os judeus (ou seja, repetindo o que o Alcorão diz). Com 63 anos, o Imã preside a Mesquita de Sounna no distrito de La Belle de Mai, em Marselha, de onde repetidamente pregou o ódio e a violência contra cristãos, judeus, xiitas e adúlteras, em termos particularmente explícitos. (dreuz)

França: Sobrevivente do Holocausto de 85 anos de idade esfaqueada e queimada até à morte por vizinho muçulmano
O seu corpo incinerado de Mireille Kanol apresenta pelo menos 11 ferimentos de faca.  O vizinho muçulmano de 35 anos está sob custódia da polícia. A vítima tinha repetidamente alertado a Polícia de que estava a receber ameaças de morte desse vizinho muçulmano, mas nenhuma medida foi tomada para protegê-la ou investigar.  (AmigoDeIsrael)

Turquia: jornal do governo propõe a criação de um Exército do Islão para destruir Israel
O governo turco não desmentiu o jornal (Clarion).


Grã-Bretanha: jihadista afirma "os imãs nos criticam, mas no fundo eles ficam felizes."
Umar Raque, de 25 anos, se infiltrou no sistema de ensino e estava treinando 285 crianças entre 11 e 14 anos para ataques contra o Big Ben, a guarda da rainha, boates gays e outros alvos (Express).


Turquia celebra a Páscoa pisando na cruz
É deste modo que os turcos celebram a Pascoa: vendedo sapatos cuja sola contém o desenho de uma cruz ... para que eles possam pisar nela. Naquela parte do mundo, isso é algo tremendamente ofensivo. http://khabararmani.com/?p=10676
(Pensando bem, onde quer que eles andem, eles irão deixar a cruz marcada no chão ... ou seja, propaganda gratuita)





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