quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ave Verum de Mozart ... blasfêmia

Eu achei no YouTube a (na minha opinião) melhor interpretação do Ave Verum, de Mozart. Esta simples, porém magnífica obra de Mozart, é, como diz um comentário, humilde porém cheia de humanidade. Mas, qual a ligação que existe entre a Lei Islâmica, o tópico central deste blog, e uma música de Mozart? É simples, a Lei Islâmica impõe restrições à música, considerada como causadora de hipocrisia, e aqueles que ouvirem música "terão as suas orelhas enchidas com chumbo no Dia do Julgamento." Não é a toa que música é proibída em todos os recantos onde a Lei Islâmica prevalece, incluindo aí os enclaves islâmicos na Europa. Além do mais, o Ave Verum possui uma letra que o Islão considera inaceitável. Islão é uma mistura de paganismo e versos distorcidos da Bíblia, sendo que ele se apropria de personalidades bíblicas, declarando que eles eram muçulmanos. Isto vale para Jesus também. Porém, o Jesus islâmico era um propagador da Lei Islâmica, um profeta que nunca morreu na cruz e nunca ressucitou. E a letra do Ave Verum diz exatamente o contrário (ela se encontra após o vídeo).

Então, vamos apreciar esta magnífica obra do período clássico, que para os cristãos soa como uma oração, para os ateus como um relaxamento, e para o Islão, bem, blasfêmia.



Ave, ave verum corpus natum de Maria virgine
Vere passum immolatum In cruce pro homine
Cujus latus perforatum fluxit aqua et sanguine
Esto nobis praegustatum in mortis examine

Salve, ó verdadeiro corpo nascido da Virgem Maria
Que verdadeiramente padeceu e foi imolado na cruz em prol do homem
De seu lado trespassado fluiu água e sangue
Sê para nós remédio na hora tremenda da morte



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