sábado, 26 de novembro de 2011

Islão: O Aniquilador de Civilizações


Este artigo apresenta um fato histórico indiscutível: onde quer que o Islão se instale, ele sufoca e aniquila a cultura nativa. Isto aconteceu no passado, e está acontecendo hoje em dia. Quando você ouvir dizer que o Islão é a ‘religião que mais cresce no mundo’, isso significa que, nos países onde ele cresce, destroi-se a cultura nativa. O seu padrão de vida (ou o padrão de vida dos seus filhos e netos) está em jogo se você não se instruir e resistir.

(Após ler este artigo leia também Islão, A Maior Máquina Assassina da HistóriaInvasão Islâmica da Índia: O Maior Genocídio da História.) 

Acerca da morte de Maomé, no ano 632 DC, o Islão havia usado de persuação e jihad para subjugar a Arábia. O aniquilamento da cultura nativa da Arábia é Sunna, ou seja, um ato praticado por Maomé, e deste modo, um exemplo perfeito para todos os tempos e para todos os muçulmanos. Dizendo de outro modo, a teoria política do Islão consiste no aniquilamento da civilização do kafir (palavra em árabe que indica todos os não-muçulmanos). Como esta teoria política funcionou no passado histórico? Como esta teoria de aniquilamento funciona hoje?

Existem registros da última jihad de Maomé contra os cristãos que habitavam o norte da Arábia. Depois da morte de Maomé, Umar, o Segundo Califa, tomou para sí a jihad contra os cristãos e a desenvolveu em uma guerra total, que resultou na conquista da metade do mundo cristão da época. Mas esta conquista foi apenas o começo da transformação política. A lei islâmica (Sharia) foi colocada em prática e os cristãos kafirs se tornaram dhimis (cidadãos de terceira-classe). Mas Umar não conseguiu conquistar a Anatólia, um lugar conhecido hoje como Turquia. Por séculos, o Islão atacou a Anatólia até finalmente conquistar Constantinopla, hoje Istanbul, Turquia.  

A figura abaixo mostra a história de aniquilação da civilização cristã grega (e armena) da Anatólia. 


Esta figura, que mostra o crescimento demográfico do Islão, nos ensina muitas coisas. A primeira lição é que o processo de aniquilamento levou vários séculos. Algumas pessoas pensam que quando o Islão invadiu, os kafirs tiveram a escolha entre conversão ou morte. Não, absolutamente não. A lei islâmica (Sharia) foi colocada em prática e os cristãos dhimis continuaram a ter status de “protegidos” por serem o Povo do Livro, vivendo sob a Sharia. Os dhimis pagavam impostos muito altos, não podiam ser testemunhas em tribunais, não podiam ter nenhuma posição de autoridade sobre os muçulmanos, e eram humilhados socialmente. Um dhimi tinha que dar passagem a um muçulmano, oferecer o seu assento, não podia carregar arma e tinha que se submeter aos muçulmanos de todos os modos. Ao longo dos séculos, a degradação, a falta de direitos e os impostos cobrados aos dhimis causaram os cristãos a se converterem para o Islão. Foi a Sharia que destriui os dhimis.

Repare para onde a curva está direcionada—100% Islão, exatamente como na Arábia. Hoje, a Turquia é 99,7% muçulmana. As civilizações cristã e grega da Anatólia se foram. Elas foram aniquiladas.

O que é tragico é que parece que ninguém sabe ou não se interessa. O movimento Fethullah Gülen (a versão turca da Irmandade Muçulmana) de hoje paga para ministros e pastores cristãos irem à Turquia verem um país islâmico tolerante, onde cristãos vivem em plena harmonia com o Islão. E esses ministros e pastores retornam falando sobre como a sociedade turca é maravilhosa e como os cristãos são bem tratados por lá. Afinal, 0,3% da população turca é composta de cristãos que ainda estão lá, na maravilhosa Turquia.

Olhe para duas outras terras cristãs—Líbano e Kosovo. Os dados apresentados nas figuras abaixo cobrem apenas os tempos modernos e não se vê o começo, como feito com respeito à Turquia. Veja para onde estas áreas estão indo. Daqui a algumas algumas décadas, tanto o Líbano quanto Kosovo serão 100% islâmicos e mais duas civilizações kafir terão sido aniquiladas. 



É uma terrível ironia que alguns cristãos olhem para a destruição do cristianismo dizendo que “aqueles” não eram verdadeiros cristãos. De fato, esta foi a primeira reação para conquista islâmica dos primeiros cristãos, condenando-se “aqueles outros” cristãos como heréticos e dizendo que a jihad  estava apenas limpando o jardim de falsas doutrinas.

Abaixo são apresentadas duas novas figuras demográficas: 



Tanto o Paquistão quanto Bangladesh eram culturas Hindus. Agora, estes países são islâmicos e os poucos hindus e cristãos restantes são perseguidos todos os dias. Enquanto que os não-muçulmanos não fazem distinção grande entre religiões, o Islão as vê todas como kafirs. Cristãos ortodoxos são kafirs, cristãos evangélicos são kafirs, hindus são kafirs, ateístas são kafirs. Todas as civilizações kafirs devem ser aniquiladas. Isto é Sunna (sunna significa um comportamento que vem do exemplo de Maomé; Maomé é o perfeito exemplo de conduta, para todos os tempos).

Uma análise de todas estas figuras permite vislumbrar uma feição interessante. Uma vez que se tenha iniciado, a islamização nunca reverte. O Islão nunca bate em retirada. Vagarosamente, ano a ano, século a século, a civilização nativa dos kafirs desaparece e nunca consegue voltar, nunca consegue reverter os ganhos do Islão.

Existe apenas uma exceção para esta regra—força e aceitação da guerra. Por duas vezes na história o Islão foi expulso, da Espanha e da Europa Oriental.

Hoje, nós vemos uma abordagem diferente com respeito ao Islão do aniquilamento. Nós ignoramos a história de aniquilação e dizemos que tudo o que precisamos fazer é amar os muçulmanos e eles viverão em harmonia, em uma maravilhosa civilização multicultural. Estamos diante de um padrão histórico de 1400 anos, sem uma única exceção à regra de aniquilamento, e nós vamos repeli-la com um sorriso e um abraço. “Tudo o que você precisa é amor; amor é o que você precisa; tudo o que você precisa é amor; amor é o que você precisa,” diz a letra da música. Vamos repetir isso várias vezes, e isso fará com que a doutrina de aniquilamento vá embora. Na verdade, do jeito que isso funciona é que a história nunca é conhecida. É um cliché dizer que aqueles que ignoram a história estão condenados a repeti-la. Isso é um cliché mas é verdade. Nós temos os nossos pés, enquanto civilização, no caminho do aniquilamento, hoje, porque nós nos recusamos de conhecer a história.

Qual é a lição? É que o Islão, o mesmo Islão que tentam nos convençer como algo pacífico, é na verdade destinado a destruir todas as civilizações dos kafir. Apenas se os kafirs compreenderem que o objetivo do Islão é a aniquilação da sua cultura, este processo pode ser parado. O Islão está em guerra contra os kafirs e os kafirs estão tentando serem bonzinhos sob pena da sua destruição. O Islão está em guerra, e nós somos bonzinhos. Maomé teve um sonho, que está se realizando enquanto nós dormimos.

Fontes
Líbano: Tomass Mark, Game theory with instrumentally irrational players: A Case Study of Civil War and Sectarian Cleansing, Journal of Economic Issues, Lincoln; June 1997.

Traduzido por Calatrava Bansharia, Nov/2011.