terça-feira, 22 de abril de 2014

Maomé, homem sem honra (Alá diz que a esposa pode apanhar, e ensina como fazê-lo)


Dois versos do Alcorão (4:34 e 38:44) permitem que marido puna a mulher de diversas maneiras, inclusive "educando-a fisicamente" (ou seja, batendo nela).

Alcorão 4:34 Alá fez os homens superiores às mulheres porque Alá preferiu alguns a outros, e porque os homens gastam a sua riqueza para mantê-las. Portanto, as mulheres virtuosas são obedientes, e elas devem guardar as suas partes escondidas do mesmo modo que Alá as guarda. Com respeito às mulheres que você receie irão se rebelar, chame a atenção delas primeiro, e depois as mande para uma cama separada, e então bata nelas. Mas se elas forem obedientes depois disso, então não faça mais nada; certamente, Alá é exaltado e grande!

Alcorão 38:44 E tome à sua mão um galho seco e bata nela com com o galho e não quebre o seu juramento. Certamente, nós o encontramos paciente, o melhor dos servos! (Alá dizendo a Jó para bater na sua esposa.)

Claro que isso é muito ruim para o Islão, e os seus mais fervorosos adeptos tentam de todos os modos fazerem "controle de dano", usando todo e qualquer artifício ao dispor. Eles sabem que esse verso cai muito mal junto a audiência kafir (como os não-muçulmanos são chamados em árabe; um termo profundamente ofensivo).

Um vídeo no YouTube mostra um imã brasileiro, Ali Achar, em algum lugar no Sul do Brasil, fazendo um exercício intelectual para justificar o que o Alcorão prescreve. Ele, claro, não nega o que o Alcorão diz. Ele inclusive apresenta a varetinha que pode ser usada para o marido bater na mulher(*). Após isso, ele se refere a um hadice (tradição de Maomé) no qual Maomé diz que "só bate na mulher o homem sem honra" (Como se isso fosse algum consolo para a mulher que apanha do marido). Ele termina o seu "sermão" concluindo que a mulher pode apanhar, mas o homem que bate não tem honra.

(*) humor: esta varetinha está à venda nas melhores Mesquitas, importada diretamente da Arábia, com selo de aprovação halal).

Existe um problema enorme com isso. O fato é que o Islão permite que o marido use de força física contra a(s) sua(s) esposas! E claro, a mulher não tem o mesmo direito.

Mas existe algo ainda mais problemático. É que existe um outro hadice (Bukhari 7:72:715 e Muslim 4:2127) no qual Aisha, a esposa-criança de Maomé, diz que Maomé bateu nela (por ela ter saído de casa sem a sua autorização). Deste modo, ao bater em uma das suas esposas, Maomé torna-se um homem sem honra, segundo as próprias palavras deste imã brasileiro.
Muslim 4:2127 - Aisha narra, "Ele me bateu no peito que me causou dor."
Outros hadices sobre o marido bater na esposa:
Muslim 9:3506 - Descreve como os sogros de Maomé (Abu Bakr e Umar) divertem-se golpeando suas filhas (e esposas de Maomé), Aisha e Hafsa, na frente de Maomé. (De acordo com o Hadice, Maomé riu ao ver isso.)
Abu Dawud 2142 - "O Profeta (que a paz esteja com ele) disse: Um homem não será questionado sobre o porquê dele bater na sua esposa."
O vídeo em questão está abaixo. Também abaixo outros vídeos que afirmam que Alá sanciona o direito do marido bater na mulher.

Isto contraria os Direitos Humanos. Isto contraria a Constituição brasileira. Mesmo assim, isto está entrando no Brasil!

(leia mais sobre como o islamismo trata as mulheres neste link externo)

video
Ali Achar, clérigo muçulmano brasileiro,
ensina muçulmanos no Brasil como bater nas suas esposas


Islã ensina como bater em mulher


video
Muçulmanos não devem ter vergonha de bater em mulheres


video
Clérigo muçulmano afirma que "Alá honrou as mulheres com a surra"


video
Como bater na mulher muçulmana


Islã: mulher deve sempre atender (sexualmente) o marido; 
sexo contra vontade da esposa não é estupro



Compilação de vídeos mostrando xeiques justificando bater nas esposas,
e mostrando eventos de violência

6 comentários:

ANA disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
caio barros disse...

maomérda assim como o resto do islã deveria ser extinto da face da terra pra sempre, mas como os USA tem interesse naquelas terras...

Samara Cunha disse...

Eu so queria saber porq diabos uma mulher que nasce fora do territorio islã se converte ao islamismo ;-;??????

Anônimo disse...

SE fosse essas mulheres EU revidaria tacava acido neles AI sim iriam ver o que e bom!to chocada de ver esse video,como podem dizer que Sao mulcumanos,São tudo filho do diabo,miseraveis!

Anônimo disse...

É lamentável que mulheres sejam submetidas a tais humilhação. O fato vai total contra a Constituição e os Direitos Humanos, pessoas que agem assim, devem responder conforme a legislação do país e se tratando do nosso, creio que deve ser incluso no Código Penal no artigo 129 e os demais que tratam disto, inclusive violência domestica, pois uma vez tendo vinculo familiar, pode ser enquadrado nos artigos que tratam deste tipo de violência. As vezes por medo a mulher não se manifesta, no entanto, um vizinho tendo conhecimento do caso, poderá realizar uma denúncia anônima.

Daniel Barreto disse...

As mulheres do islamismo não merece nenhum tipo de castigo ou preconceito , proibido a liberdade e o respeito de todas sem ter o direito à liberdade coagindo qualquer tipo de manifesto à elas.Tenho misericórdia dessas verdadeiras guerreiras;porém no Brasil a às coisas e totalmente diferente mulheres de traficantes vadias, vagabundas, arrombadas, não merece respeito nenhum merecia sim esse castigo aplicado como as mulheres do oriente médio.Doa a quem doer mais filho da puta de bandido não tem o mínimo de compreensão de um pai de família e as vadias ainda elegia esses marginais, um caso que me comoveu foi no Rio de Janeiro, um cidadão de bem um policial militar, foi abordar um traficante o cara desacatou o agente a vadia do vagabundo classificou o profissional como lixo incapacitado dispreparado covarde e vagabundo, bandido bom e bandido morto que se foda os direitos humanos, ao invés não resolve nada apenas atrapalha a verdade.mas mulheres dignas merecem espeito serem tratadas como rainhas terem seus direitos reservados, em uma sociedade onde o grito masculino soa mais forte.