domingo, 15 de janeiro de 2012

O Islã em poucas palavras

Eu escreví este pequeno texto a pedidos, para apresentar os motivos básicos que levaram a criação do islã por Maomé, e a sua manutenção por seus seguidores.

Para começar, tenha sempre em mente que o Islã não é uma religião. O Islã é um sistema politico.


O Islã foi criado por Maomé com três objetivos:
  1. Enriquecer Maomé.
  2. Permitir que Maomé formasse um exército; e 
  3. Facilitar e legitimizar as perversões sexuais de Maomé.
Através dos séculos, a Arábia permaneceu isolada e estagnante. Nenhum império desejou conquistá-la. A Arábia foi ignorado pelos Egípcios, pelos Babilônios, pelos Gregos, pelos Romanos. Na Arábia residiam os árabes, um povo livre, pacífico e que valorizava a vida familiar e os compromissos tribais.


Em um lugar longínquo na Arábia, existia um grupamento de tendas chamado Meca. Lá, existia um templo (na verdade, uma tenda), onde havia uma coleção de pedras que representavam vários deuses. Árabes diversos visitavam esta tenda, para orar para os seus deuses prediletos, durante o “mês sagrado” fazendo uma peregrinação chamada de hajj (nome este usado até hoje). Alá era uma das pedras.


O que segue vem de narração das próprias fontes islâmicas.


Qusayy, o tretravô de Maomé, nasceu no século 5 DC (a Ka'aba tinha sido fundada 80 anos antes por Luhayy). A sua família vivia em uma outra região. Ao saber da sua mãe que eles eram da tribo dos Quraysh, que viviam perto da Ka’aba, em Meca, ele decidiu se mudar para lá. Qusayy arregimentou os Quraysh tornando-os nos “guardiões da Ka’aba.” Qusayy criou deste modo a lucrativa “Ka’aba Empreendimentos,” lucrativa até os dias de hoje.


Cinco gerações depois, Maomé nasce em um ramo dos Quraysh que não participava do lucrativo negócio da Ka’aba. Maomé vê o matrimônio como uma fuga da probreza e se casa com a viúva de um mercador, Kadija, que era quase 30 anos mais velha que ele. Depois de um tempo os dois estavam pobres.


Maomé resolve então se meter no negócio da Ka’aba, dizendo que apenas uma pedra, Alá, deveria ser adorada. O seu relacionamento com o resto da tribo se torna difícil e ele acaba sendo forçado a sair de Meca, indo para Yathrib (atual Medina), junto com um punhado de seguidores.

Em Yathrib, Maomé e seus seguidores poderiam ter encontrado trabalho e terem vivido uma vida pacífica e digna. Ao invés disso, eles se empenham em uma campanha de terror visando conquistar o controle de Yathrib e das comunidades próximas através de roubo de caravanas, sequestros, seguidos de resgate, e tráfico de escravos. O lucro destas atividades, digamos, “não tão santas”, permitiu a compra de mais armamentos, e o aumento do seu terrorismo. O número de seguidores cresceu junto com o crescimento do lucro das atividades criminosas.

Aqueles que se colocaram contra o que acontecia eram sumáriamente assassinados. E, no processo, as 5 tribos judáicas nas redondezas foram exterminadas. Maomé tentou arregimentar os judeus, contando histórias distorcidas da Biblia. Ao se recusarem se juntar ao seu bando, os judeus assinaram os seus atestados de óbito, e uma teologia anti-judáica se estabeleceu no Islã.

Para concluir a sua vida profética, Maomé, à frente de um exército de 20 mil homens, sitia Meca, que se rende. Ao entrar em Meca, Maomé promove um “acerto de contas” contra os seus parentes, no estilo islâmico.

Antes de sua morte, Maomé atacou a cidade cristã de Tabuk (nos limites do império Bizantino). Para motivar o seu exército, Maomé foi ajudado por “revelações” que definiram uma teologia anti-cristã.

Em 10 anos Maomé se tornou o primeiro Senhor da Arábia, fazendo, em média, um evento de violência a cada 7 semanas, por 9 anos (incluindo o extermínio das 5 tribos judáicas e a conquista de Meca).

Durante a sua vida como senhor da Guerra, Maomé acumulou um número de esposas (entre 11 e 24 dependendo da fonte) e escravas sexuais (a quem ele estuprava), além de fazer sexo com as “fiéis que ele desejar.” Para controlar este harém, Maomé definiu as normas de conduta para as mulheres, normas estas seguidas até hoje pelas muçulmanas mais ardias (e forçadas sobre o resto delas).

Todas as atividades de Maomé foram justificadas com “revelações”, tais como permissão para fazer sexo com quem ele quisesse (Alcorão 33:51), guerra é mandatória para você (Alcorão 2:216), é OK matar os inimigos (Alcorão 33:60), lute contra os não-muçulmanos até que toda a oposição termine e o Islã seja a única religião (Alcorão 8:39), muçulmanos, não tomem os cristãos e nem os judeus como seus amigos (Alcorão 5:51), o propósito de Alá é o de aniquilá-los por seu crime (Alcorão 5:49), mulheres devem se cobrir deixando apenas os olhos de fora (Alcorão 33:59).

O Alcorão diz que Maomé é o melhor exemplo de conduta para toda a humanidade. O Islã é 100% Maomé. Sem Maomé não existe Islã. E o que Maomé fez foi tão bem sucedido que todos os líderes islâmicos, desde os grandes califas até os pequenos líderes, o imitam.

Desde então, tem sido ladeira abaixo ... a não ser que seja OK considerar roubo, assassinato, sequestro, escravidão, perversão sexual, pedofilia, e estupro como atividades religiosamente justificáveis. 

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