segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Crimes de Honra: prática sem punição na lei islâmica



Crimes de Honra: prática sem punição na lei islâmica

José Atento

Quem ama não mata

O slogan “quem ama não mata” tem sido muito usado no combate à violência contra a mulher no Brasil. Quem é mais velho sabe que ele surgiu como reação a uma série de crimes, nos quais homens das chamadas classe média e classe alta assassinaram suas esposas sob o pretexto de estarem “defendendo a sua honra.” A reação da sociedade, que se posicionou contra isso, contribuiu no combate a este crime, cuja justificativa, defesa da honra, levava o criminoso a ser considerado como inocente pela justiça. A pressão da sociedade levou ao surgimento de novas leis e preceitos constitucionais que sepultaram esta prática, e ajudaram a alterar bastante o panorama.  




O ponto onde eu quero chegar é que uma “prática cultural” no Brasil, que certamente vinha desde os tempos coloniais, foi alterada. Eu sei que a luta continua, mas existem avanços bastante importantes, sendo aquele que eu gostaria de destacar, o da alteração do padrão cultural. Acabou esta desculpa esfarrapada de matar uma mulher em defesa da honra. É possível mudar práticas culturais para melhor … desde que existam condições para tal … desde que a cultura contenha elementos que permitam a auto-avaliação … desde que a cultura tenha a coragem de admitir que existem problemas … desde que a cultura permita que os problemas sejam equacionados e enfrentados de frente … desde que a cultura tenha abertura que permita que ela melhore e avance.

Vamos agora para o “mundo islâmico,” mundo este governado pela Lei Islâmica (Sharia), tanto oficialmente (nos países islâmicos e na Inglaterra) quando oficiosamente (nos guetos islâmicos da Europa). Dentro deste universo, a “prática cultural” dos crimes de honra é perpetuada pela Lei Islâmica. E como a Lei Islâmica está baseada no Alcorão e na Sunna (exemplo e tradições de Maomé) ela é imutável. Ou seja, congela-se a cultura nos padrões praticados na Arábia, no século sétimo.

No mundo islâmico, “Crimes de Honra” são uma consequência das  mulheres serem propriedade dos homens.

O que diz a lei islâmica
A lei islâmica se refere aos crimes de honra dentro do capítulo de trata da retaliação, ou seja, quais crimes são sujeitos à punição.

Vejamos o que diz a lei islâmica. A referência é o manual de lei islâmica Umdat al-Salik, da Universidade Al-Azhar, do Cairo (Egito), a autoridade de maior prestígio no Islã sunita.

Retaliação na Lei Islâmica
o1.1 Retaliação é obrigatória contra qualquer um que mate um ser humano intencionalmente e sem direito.
o1.2 As ações abaixo não estão sujeitas a retaliação:
...
(2) um muçulmano por matar um não-muçulmano;
...
(4) um pai ou uma mãe (ou seus pais ou suas mães) por matarem seus filhos ou netos."

Repare este item (4). O problema deixa de ser cultural. A própria religião islâmica o perpetua! Os pais que matarem seus filhos não sofrem punição segundo a lei islâmica. E o entendimento acaba se extendendo às esposas por serem elas propriedade dos homens.

(Eu mencionei o item (2) de propósito. É isso mesmo o que está escrito: não existe punição para um muçulmano que matar um não-muçulmano. É a lei de Alá.)

Do Alcorão, a estória de Al-Khidr, o homem verde
O Alcorão (sura 018, versos 066-082) descreve o encontro e a viajem de Moisés com Al-Khidr, o homen verde (não existe narrativa semelhante no Velho Testamento). O Alcorão se refere a Al-Khidr como um servo a quem Alá forneceu sabedoria e misericórida. Durante a viagem, Al-Khidr mata um menino sem motivos, o que revolta Moisés. Al-Khidr explica que os pais do menino eram crentes e que ele temia que o menino iria desobedecer e ser ingrato para com os seus pais. “Alá irá substituir o menino morto com um outro mais puro, afetuoso e obediente.” Al-Khidr diz que o seu ato (o assassinato do menino) foi, deste modo, um ato de misericórdia. (Provavelmente, Al-Khidr gritou “Alá Akbar” durante o seu “ato de misericórdia”).

O que esta narrativa nos ensina é que existe uma propenção a matar, mesmo com os pretextos mais mesquinhos e a lógica mais tortuosa usada para justificar ou racionalizar os assassinatos.

Onde eles acontecem e porque acontecem

Crimes de Honra são uma epidemia no mundo islâmico

A exemplo da violência doméstica, os casos de crime de honra geralmente passam sem serem noticiados ou passam sob os olhares negligentes das autoridades, notadamente quando estes crimes ocorrem fora dos centros urbanos. Por exemplo, o site Stop Honor Killings traz algumas estatísticas. Na provincia paquistanesa de Sindh, apenas no segundo semester de 2011, dentre os quase 500 crimes de violência contra a mulher, 22% foram de mulheres mortas por honra. Estatísticas altas são também reportadas para outras províncias (SHK), sendo que os criminosos não sentem remorso algum (SHK). Na Turquia, um relatório em 2008 disse que um total de 1.985 mulheres foram mortas em dois anos, o que faz quase 3 mulheres por dia (Hurriyet), alcançando a marca de mil nos sete primeiros meses de 2009 (SHK). Na Jordânia, a jornalista, feminista, e defensora dos direitos humanos, Rana Husseini, escreveu uma série de reportagens sobre os crimes de honra na Jordânia. Resultado: ela é acusada de ser anti-família, anti-Islã e anti-Jordânia (PBS).

Riffat Hassan, um professor aposentado da Universidade de Louisville e especialista do Alcorão, escreve que “a cultura islâmica tem reduzido muitas mulheres, se não a maioria delas, da posição de marionettes a posição de criaturas escravas cujo único objetivo na vida é o de satisfazer as necessidades e prazeres dos homens.” (SHK)
“Eu prefiro morrer a perder a minha honra ... Toda a nossa vida está fundamentada em honra. Se nós perdermos a honra, nós não temos vida, nós nos tornamos como suínos. Se nós perdermos a nossa honra, nós somos como suínos. Nós não somos melhores que os animais.”
Estas foram as palavras de Sirhan, 35 anos, entrevistado em um documentário da TV ABC “A Honra Perdida de Sirhan.” Ele serviu uma sentença de 6 meses na Jordânia após ter matado a sua irmã que tinha sido vítima de estupro, em 2003. (SHK)

No Oriente Médio a palavra “honra” tem duas traduções: “namus” e “sharaf” (“seref” em turco). A honra feminina revolve em torno de conceitos negativos a passivos: estoicismo, resistência, obediência, castidade, vida em família e servidão. A honra masculina é baseada em conceitos ativos e positivos: dinamismo, generosidade, confiança, domínio e violência.  Sendo passiva, a honra feminina é estática: ela não pode ser reconquistada; se perdida uma vez, ela se perde para sempre. A honra masculina, por outro lado, aumenta ou diminui em função da sua participação na sociedade. Então, quando a mulher perde a sua honra (namus), os seus irmãos, pai e tios igualmente perdem a sua honra (sharaf), que apenas pode ser reconquistada através de um mostra de domínio (SHK).

Crimes de Honra sendo importados para o Ocidente

Um total de 2.823 ataques em defesa da hora ocorreram em 2010 na Grã-Bretanha, reporta o grupo Organização dos Direitos das Mulheres Iranianas e Curdas (IKWRO). Estes numeros incluem sequestros, mutilações, agressões e assassinatos (Telegraph). No Canadá, aumenta o número de Crimes de Honra, prevalente no mundo islâmico, um fenômeno incompreensível para as famílias canadenses (Vancouver Sun).

A blogueira americana Pamela Geller mantém um registro minucioso de casos de crime de honra: Islam's War on Muslim Mothers, Daughters, Sisters.

Porque Crimes de Honra acontecem

Os motivos são os mais diversos, mas revolvem quando filhas se recusam a obeceder os pais:
  • ao se negarem a se submeter a casamentos arranjados (o caso de Noor Al-Maleki, morta nos EUA – HuffPost),
  • ao assumirem comportamento ocidental (e anti-islâmico) (exemplo das três filhas da família Shafia, mortos no Canadá – National Post),
  • e ao se negarem a seguirem o Islão (exemplo do Saudita da  Commissão para Promoção da  Virtude e Prevenção do Vício, na Arábia Saudita, que matou sua filha por ela ter se convertido ao cristianismo – GulfNews); neste caso, ela também cometeu o crime de apostasia.

Mas existem casos também de maridos que matam as esposas (por exemplo, o caso do executivo da estação de TV Bridges, nos EUA, que decepou a cabeça de sua esposa. O curioso é que o objetivo desta estação de TV era o de combater a imagem negativa e os preconceitos contra os muçulmanos. A esposa havia pedido o divórcio dias antes – CNN).

O que dizem os muçulmanos
Muçulmanos reagem de maneiras distintas quando confrontrados com a prática islâmica dos crimes de honra. Se você discutir esta assunto com algum muçulmano, a reação será alguma delas. Faça o teste.

1.      Dizer que crime de honra não faz parte do Islão ou negar que ela seja uma prática islâmica

A frase mais comum a ser ouvida é: “o Islão não perdoa os crimes de honra.” Na verdade, já vimos acima que tanto o Alcorão quanto a Lei Islâmica oferecem as condições e justificativas para que este crime aconteça por não existir punição.

Aqui existem dois tipos de muçulmanos.

O primeiro é o muçulmano "secular", do tipo que cresceu muçulmano como tradição de família. A exemplo de muitos católicos, ele cresceu longe da religião. Para este muçulmano, que sempre ouviu que o Islão é sinônimo de algo bom, nada ruim existe no Islão. Apesar de muçulmano, ele é ignorante da religião a qual ele diz pertencer.

O segundo tipo de muçulmano que pode oferecer este tipo de resposta é um muçulmano de verdade. Ele sabe que a "crime de honra" é algo repugnante aos olhos dos não-muçulmanos. Deste modo, ele nega a sua existência, sabendo que esta negativa permite que o Islão seja visto com bons olhos, e seja aceito como religião irmã. O que este muçulmano está fazendo, na verdade, chama-se de takkyia, a enganação sagrada: um muçulmano pode mentir se a mentira ajuda a propagação do Islão.

2.      Negar, dizendo que crime de honra existe em todas as culturas

Isto é verdade, mas apenas a “cultura islâmica” é insensível a mudanças, por estar baseada no Alcorão, a imutável palavra de Alá.

Veja o que diz o professor Akhavan, da Universidade McGill, no Canadá: “crimes de honra têm as suas raízes nas sociedades tribais – antecedendo ao Islão, Cristianismo e Hinduísmo – onde fidelidade a tribo e honra eram práticas culturais importantes.” Sim, estas são as raízes, a muitos milhares de anos atrás. Muito tempo e muita luta depois, apenas o Islão permite a manutenção desta prática por não ter mecanismos legais para puní-la, ou condições internas para se modernizar.

Uma outra coisa interessante na citação do professor Akhavan. Ele se refere a “sociedades tribais.” Um fato que se observa onde quer que o Islão se instale é um fenomeno chamado de “tribalização.” Tribalização se manifesta quando os muçulmanos se agrupam em guetos, quando começam a se vestir nos padrões da Arábia (os homens com vestidos, geralmente brancos,  as mulheres se cobrindo de diversas formas) e quando os problemas da cominudade passam a ser resolvidos pelo chefe local da “tribo”, geralmente um imã ou um sheik. E a prioridade é com a Ummah (a nação do Islão) e não com o país que os acolhe.

3. Defender a prática

A defesa da prática se manifesta na falta de punição aos homens que matam as mulheres que “lhes pertence”  (como esposas ou filhas) no mundo islâmico. A punição, quando existente, é pequena, tornando-se inexistente quanto mais fundamental for o país ou a região.

E o que dizem as feministas?
Infelizmente, muitas se calam. Grupo 1, inclui as feministas de esquerda. Elas vêm o Islão como parceiro na  “cruzada contra o Capitalismo” (muito embora o Islão seja antagonico ao Socialismo ou a qualquer “ideal de esquerda”) e fazem vista grossa. Grupo 2, inclui as feministas que acham o Homem como algo supérfluo. Elas não podem sentir prazer. E se sentem incomodadas com as mulheres que podem ou querem.

Para ser justo, existem ainda feministas que se revoltam contra isso. Mas estas últimas não são consideradas como feministas de verdade pelas feministas dos Grupos 1 e 2.

Violência Familiar é outro caso
Para finalizar, repare que eu estou discutindo crimes de honra e não violência familiar. Enquanto que todas as sociedades cada vez mais consideram violência familiar como um problema a ser combatido, o Islão segue o exemplo estabelecido por Maomé e as prescrições contidas no Alcorão.

Palavras Finais
Então, reflita. Você pode ignorar ou não. A escolha é sua. Mas é melhor resistir enquanto o problema é pequeno. Mas lembre-se que esta é uma batalha contra a turma do politicamente correto, e contra a turma do "todas as culturas são iguais." Prepare-se. Você, certamente, vai ser chamado de racista.

(Um parêntesis para uma observação politicamente incorreta. Sim, as religiões são diferentes! Apenas o Islão prescreve esta prática)

De modo que quando você ouvir muçulmanos dizendo que eles querem a lei islâmica (Sharia), que isso é um direito religiosos deles, que negar este direito é contras os direitos humanos ... você já está sabendo que a lei islâmica não inclui a punição para os chamados crimes de honra.

O Brasil deveria criminalizar, preventivamente, a lei islâmica.

Se você tem dúvidas do que eu escreví, faça uma busca na internet usando palavras como “honor crime” ou “honour crime” ou “crimes de honra.”

Texto escrito em fevereiro de 2012.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Obsessão -- O Filme (2005)

Obsession: Radical Islam's War Against the West, é um documentário produzido em 2005. Ele é aqui apresentado com legendas em português através de links do YouTube. Apesar de ter sido feito em 2005, ele continua atual.

Este documentário enfoca mais a Jihad violenta. A violência, aterrorizando os kafirs (não-muçulmanos), é uma tática na estratégia final de ver a lei islâmica implementada em todo o mundo. Mas existem outros tipos de Jihad, menos violentas, mais sutis, mas igualmente ameaçadoras.

Vale a pena assistir assitir a Obsessão. Em quatro partes ... (se você preferir assistir ao filme completo, veja um link no final de tudo)

(As 4 partes estão também disponíveis, com legendas em português,  em:


ou completa e dublada em https://youtu.be/jU6CVn3mVwA).


Parte 1 (25 minutos)

Parte 2 (17 minutos)

Parte 3 (19 minutos)

Parte 4 (16 minutos)



O filme completo é pode ser visto abaixo (1hora e 17 minutos)



domingo, 5 de fevereiro de 2012

Jihad, como definida pela Lei Islâmica


José Atento

Introdução

Dentro das diversas religiões do mundo existe um código doutrinal imutável que trata da relação entre o homem e a divindade, do homem consigo próprio, e do homem com os outros homens a partir da sua espiritualidade. Deste código decorrem filosofias e normas morais, éticas e de convívio social. Estas últimas são evolutivas, com o tempo e a com a experiência histórica da sociedade. Se algumas das maiores religiões atuais postulam que a salvação ou a evolução espiritual só é possível para os “adeptos”, nenhuma delas postula a eliminação dos não-adeptos. Por exemplo, se na história das sociedades que se intitularam cristãs, no passado, houveram movimentos de “conversão” pelo uso da força, militar ou do estado, isto decorreu da compreensão e política da época, e não em decorrência da mensagem do Evangelho (distorção política da religião).

Dentre as maiores religiões da atualidade, Cristianismo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo, Judaísmo, Xintoísmo, apenas o Islamismo apresenta a espiritualidade dentro de um contexto de territorialidade, eliminação dos infiéis, e dominação política. E isto se dá através da Jihad.

Jihad

Uma análise fria do Islão leva-nos a concluir que o Islão não é uma religião, mas sim que o Islão é um regime político poderoso e autoritário. A Lei Islâmica (Sharia) define as regras a serem seguidas no dia-a-dia do muçulmanos, incluindo regras de como lidar com os não-muçulmanos que vivam sob o domínio político do Islão. Apenas este fato torna o Islão um caso único: o Islão torna ação política em atividade religiosa. E qual o objetivo final da ação política? A propagação do Islão até que a lei islâmica (sharia) seja a lei da terra. Ao contrário de outras religiões cujo objetivo é o de estabelecer  uma relação pessoal com Deus, o sucesso do Islão é medido pela quantidade de território governado pela lei islâmica (sharia). O Islão é territorialista. E é dever de todo muçulmano lutar para este objetivo final.

É curioso aprender que luta em árabe é jihad. Esta é a tradução. Se algum dia você tiver contato com um muçulmano, ou ouvir ou ler algum líder muçulmano, ou algum apologista do islão, eles vão te dizer que jihad não quer dizer “guerra santa.” Ao pé da letra, eles estão certos. Mas o que eles não vão fazer é definir jihad. Eles não vão fazer isso por ignorância ou de propósito. Ao fazer isso de propósito eles estarão usando o princípio da takkyia que diz que é permitido (halal) aos muçulmanos mentir para os não-muçulmanos se a mentira ajudar a propagação do Islão.

Com a minha experiência eu defino jihad do seguinte modo: Jihad - toda a ação que tenha como objetivo a propagação do Islão. Deste modo existem várias modalidades de Jihad (link), tais como a jihad bélica, a jihad demográfica, a Jihad financeira, a Jihad legal, etc. Jihad se aplica em três modos distintos dependendo do número de muçulmanos disponíveis (link).

Como a lei islâmica define Jihad?

Um capítulo inteiro é dedicado a Jihad. A referência é o manual de lei islâmica Umdat al-Salik, da Al-Azhar Universidade, do Cairo (Egito), a autoridade de maior prestígio no Islã sunita.

Lei islâmica o9.0: Jihad significa guerra contra não-muçulmanos, e é etimologicamente derivada da palavra mujahada que significa guerra para estabelecer a religião. Esta é a jihad menor. Quanto à jihad maior, esta é a guerra espiritual contra o eu interior (nafs) ...

Interessante. A “jihad menor” significa guerra para estabelecer a religião. E a “jihad maior” sgnifica “guerra espiritual interior.” E como nos é dito que o islão é a “religião da paz”, seria de se supor que a lei islâmica iria dar ênfase a “jihad maior” ignorando a “jihad menor”, certo? Errado. De fato, todas as menções a jihad se referem a atividades bélicas. Não existe nenhuma outra menção à tal da “jihad maior.” Em termos práticos, a jihad mais importante é a “jihad menor.”

o9.1 Jihad é uma obrigação comunitária.
o9.2 Jihad é uma obrigação pessoal para aqueles na frente de batalha.
o9.3 Jihad é obrigatória para todos quando o inimigo cerca os muçulmanos.
o9.6 É uma ofensa fazer jihad sem a permissão do Califa (Mas se não existe Califa, não é necessária permissão).

Este artigo é importante por alguns motivos. Primeiro, a falta que faz um Califa. O Califado foi extinto por Ataturk em 1924 e é um sonho de todo bom muçulmano ver o califado sendo refeito. Em segundo lugar, na falta do Califa, quem chama para a Jihad é o imã (o clérigo muçulmano), e na ausência dele qualquer um. Por isso que associado a todos os grupos terroristas existem sempre um imã (por exemplo, a Irmandade Muçulmana tem em Yusuf al-Qaradawi o seu líder espiritual)

o9.8 O califa faz guerra contra os judeus, cristãos e zoroastrianos (Primeiro, ele os convida a se tornarem muçulmanos. Se eles não aceitarem o convite, o califa os convida para para entrarem na ordem social do Islã, pagando o imposto dos não-muçulmanos (jizya). A guerra continua até que se tornem muçulmanos ou então paguem o imposto dos não-muçulmanos.).
o9.9 O califa faz guerra contra todos os outros até que eles se tornem muçulmanos.

Veja que existe um tratamento diferenciado para os cristãos, judeus e zoroastras (que eram os antigos habitantes da Pérsia, e que foram extintos pelo Islão – existem menos de 10 mil hoje) e os demais. O primeiro grupo tem três escolhas, nenhuma delas boa. A terceira parece a melhor, viver dentro a “ordem social do Islã.” Foi esta escolha que levou ao quase total extermínio do cristianismo e judaismo no Oriente Médio e norte da África. Se vocês querem saber, hoje, como é viver sob a “ordem social do Islã” veja como vivem os cristãos, por exemplo, no Egito, no Paquistão e no Iraque: sob perseguição! A idéia é fazer a vida deles tão incômoda que eles acabem achando que para ter sossego a única saída é se tornar muçulmano! (Veja também que o Iraque de Sadam Hussein era secular, por isso não existia a persseguição que vemos hoje.) É por isso também que ocorreu o Genocído Armêno em 1915. Os armênios eram cristãos que viviam sob o Império Otomano. Quando o Império Otomano começou a ruir, os armênios viram a oportunidade de se tornarem independentes, ou seja, de sairem da “ordem social do Islã.” Mas a lei islâmica apresenta a morte como a única alternativa para os cristãos que não se convertem ou não se submetem ao islão. Por isso, aconteceu a matança. As crônicas da época relatam os imãs chamando por Jihad (existem outros dois casos semelhantes sob as mesmas condições: o Genocídio Assírio e o Genocídio do Gregos Pônticos).

o9.12 Quem se tornar muçulmano antes de ser capturado não pode ser morto e nem ter suas posses confiscadas, ou ter seus filhos menores feitos prisioneiros.
o9.13 Quando uma mulher ou uma criança forem capturadas elas se tornam escravos, e o casamento prévio da mulher é automaticamente anulado.
o9.14 Quando um homem é capturado, o califa decide se ele dever ser morto, vendido como escravo ou vendido para resgate... se o prisioneiro se tornar muçulmano ele não pode ser morto, e uma das outras alternativas é escolhida.

Será que eu lí direito? Posses confiscadas? Escravidão? Resgate? Mulheres presas tem o seu casamento anulado? (com que propósito?) Que lei religiosa é essa? Que religião é essa?

Reflita comigo. Durante a história da humanidade, os seres humanos fizeram (e ainda fazem) coisas tenebrosas. Roubar. Matar. Sequestrar. Escravizar. Atos nefastos e tenebrosos da humanidade, que devem ser condenados e combatidos. Mas, o Islão os aceita e encoraja sob certas condições: quando são feitos sob as ordens de um Califa (ou na ausência deste, sob as ordens de qualquer um) e quando são feitos contra não-muçulmanos que não aceitam viver sob a “ordem social do Islã” ou se recusam a se juntar a eles (se tornarem muçulmanos).

As chamadas “eras de ouro do Islão” foram sustentadas com a taxação excessiva dos cristãos vivendo sob o Islão (jizyia) e escravidão (dos europeus brancos e principalmente dos africanos negros – a palavra negro em árabe, abd, significa escravo e também negro, como escravo e negro fossem a mesma coisa; outra palavra para negro é zanjy, de onde deriva o nome Zanzibar ). Com o passar do tempo, a taxação excessiva dos cristãos os levaram a se tornarem muçulmanos, diminuindo a base de impostos e empobrecendo os governos islâmicos, que precisaram deste jeito aumentar o tráfico de escravos (esse é o motivo que condena, com o tempo, qualquer sociedade baseada na lei islâmica ao sub-desenvolvimento: a falta de infiéis produtivos economicamente). A escravidão islâmica (quase nunca mencionada, um crime aparentemente esquecido, e politicamente incorreto de ser mencionado) apenas decresceu (mas nunca terminou, até hoje) quando a escravidão dos negros pelos europeus tornou-se ilegal e os colonizadores começaram a combater a escravidão: a escravidão islâmica decresceu na boca dos canhões dos colonizadores ingleses. Enquanto isso, os turcos Otomanos seguiram a mesma prescrição: taxação excessiva (jizyia) dos cristãos dos Balcans e escravidão. Mas eles encontraram uma forma mais criativa ao combinar taxação e escravidão. Eles desenvolveram um sistema conhecido como devshirme, que consiste em: cada família cristã era obrigada a dar um filho homem, ainda criança, para servirem na tropa de elite do Califa, os Janissários. Estas crianças eram segregadas das suas famílias, geralmente castradas, e criadas dentro de madrassas especializadas, tornando-se muçulmanos fervorosos. Totalmente doutrinadas, e sem interesse em sexo, estas crianças cresciam para se tornarem guerreiros temidos e destemidos.

Só para complementar, o número de cristãos também decresceu porque os muçulmanos podiam se casar com até quatro mulheres, e como não existiam mulheres muçulmanas suficientes, eles se casavam com mulheres cristãs (por bem ou por mal) e, segundo a lei islâmica, os filhos de muçulmanos são muçulmanos. Adeus cristianismo.

o9.16 Trégua ... segue o exemplo da trégua que Maomé fez com os Quraysh de Meca (Trégua de Hudaybiya), como relatado pelos Hadith de Bukhari e Muslim.

Um pouco de história. Quando Maomé estava em posição desvantajosa para com os árabes Quraysh de Meca, ele fez uma trégua de dois anos. Ele usou a trégua para reforçar o seu exército quebrando-a ao alcançar uma posição de força, e conquitando Meca em seguida. Esta foi a Trégua de Hudaybiya.

Somos testemunhas oculares da Jihad. Vamos ficar calados?

Nó somos testunhas oculares desta nova onda de Jihad, que alguns chamam de A Terceira Jihad (a primeira iniciada por Maomé e continuada pelos árabes; a segunda levada a cabo pelos turcos Otomanos). A Jihad atual é financiada pela Arábia Saudita, usando o dinheiro dos petro-dólares. Ela se manifesta na pulverização de organizações terroristas ao redor do mundo. Ela se manifesta na imigração maçiça de muçulmanos para os países infiéis criando getos islâmicos nestes países onde a lei islâmica é implentada de forma oficial (como na inglaterra) ou não. Ela se manifesta na construção de mesquitas mesmo quando não existe justificativa populacional para tal (por exemplo, como se manifesta em São Paulo hoje). Ela se manifesta no controle acionário de importantes órgãos de comunicação no mundo. Ela se manifesta na introdução de comida halal nas terras infiéis (muitas das vezes sem o conhecimento dos infiéis). Ela se manifesta na ação legal através de processos judiciais contra aqueles que se propõem a expor o Islão naquilo que ele é. Ela se manifesta nos bancos que adotam a Sharia Financeira, onde não existem “juros” mas existem taxas extras que financiam os imãs. Ela se manifesta na perseguição aos cristãos, judeus, hindus, Ahmenadis, Bahais. A jihad é registrada diáramente por sites como The Religion of Peace ou Jihadwatch, e em português também em sites como  De Olho na Jihad, Islão a Nú, ou Perigo Islâmico.   

Faça a sua parte e exponha o Islão e a Jihad.

O melhor modo de resistir ao Islão é criando consciência sobre o que o Islão é.

Aos companheiros de Esquerda

E se você for um companheiro de Esquerda. Atenção. O Islão foi montado por neo-cons árabes (reacionários e imperialistas) no século oitavo. Não se iluda com esta estória de simpatizar com o Islão porque ele é anti-americano. Ele também é anti-ocidental. E anti-você (a não ser que você se junte a quadrilha). Apoiar o Islão é se posicionar contra Marx. Apoiar o Islão é se posicionar a favor do imperialismo islâmico. 

Tem existido alguns erros estratégicos no que diz respeito ao posicionamento da Esquerda com relação ao Islão. Por exemplo, o multiculturalismo e o jeito suicida como ele está sendo praticado. Outro erro é o da aliança cega de alguns socialistas e comunistas com o Islão. Alguns pensam que podem “usar” o Islão  e depois jogá-lo fora ... o oposto vai ocorrer.  E cuidado! Sob a lei islâmica existem apenas três opções: morte, conversão, ou aceitar viver sob a “ordem social” do Islão. Todas elas péssimas opções.

 “Você está entrando uma Zona Controlada pela Sharia. Leis Islâmicas são impostas.”
Anúncios como este são encontrados nas ruas dos guetos islâmics na Inglaterra. A Inglaterra reconhece tribunais islâmicos onde a Sharia é aplicada, apesar da Sharia contradizer a Constituição. A Inglaterra se rende ao Islão em nome do multiculturalismo praticado por suas elites contra o interesse do povo nativo.