segunda-feira, 23 de abril de 2012

Pedofilia, a “bela tradição” Shiíta: o que pode-se aprender com o caso do diplomata iraniano pedófilo?


A “bela tradição” do islamismo Shiíta, que inclui pérolas como o “casamento temporário” (prostituição disfarçada) chamada de sigeh (ou mutah no islamismo sunita – assunto tratado aqui), inclúi o abuso sexual de menores.

O que podemos aprender sobre o Islão a partir do caso do diplomata iraniano pedófilo, que tinha como seu passatempo preferido tocar nas partes íntimas de garotas, com idade entre 9 e 15 anos, nas piscinas de Brasília?

Vamos rever os fatos ocorridos em Brasília semana passada (Abril/2012; O Globo, UOL , O Globo), intercalados com comentários:

1. O diplomata iraniano Hekmatollah Ghorbani foi acusado de abusar de dez menores, garotas entre 9 e 15 anos, na piscina do clube Vizinhaça1, na Asa Sul de Brasília. Ao nadar, ele se aproximava para tocar suas partes íntimas.
 2. O salva-vidas do clube, alertado por uma das vítimas, ordenou o fechamento da piscina. O pai de uma das meninas foi até a piscina e tentou agredir o pedófilo, digo, o diplomata.

Eu diria que a reação do pai da menina seguiu o padrão cultural do Brasil. O que você faria se a sua filha fosse molestada?

3. Após a ação dos seguranças do clube, o diplomata pedófilo, as vítimas e seus pais foram à 1a. DP. Ele seria preso em flagrante e responderia pelo artigo 217 A por estupro de vulnerável, com pena de 8 a 17 anos de prisão. Mas foi liberado por ter imunidade diplomática.
 4. A esposa do diplomata pedófilo foi à delegracia durante o registro de ocorrência, e tentou convencer as mães das meninas a amenizarem as denúncias nos depoimentos.

A esposa do diplomata estava fazendo seu papel. Ela sabe que a ação de Ghorbani não é um crime sob a lei islâmica. Por que prendê-lo, se ele estava usufruindo dos seus direitos como muçulmano?

5. Enquanto o diplomata pedófilo fugia do Brasil, a Embaixada do Irã divulgava uma nota de esclarecimento dizendo que tudo não passava de um mal-entendido devido a “diferenças culturais.” Na mesma nota, a Embaixada reclama de um suposto tratamento intencional da imprensa que estaria divulgando “inverdades” sobre o caso.

Vejam que a Embaixada do Irã não pediu desculpas, apenas “esclareceu o caso.”

Alegar que o ocorrido foi devido a “diferenças culturais” faz parte de um jogo que vem funcionando na Europa, onde o multiculturalismo exarcebado impõe que todas as culturas são iguais (e quem discordar disso é taxado de racista). Os iranianos tentam fazer o mesmo jogo no Brasil. Não seria de se estranhar se eles sugerissem que os brasileiros se submetessem a um processo de “treinamento de sensibilidade” para se tornarem mais sensíveis às diferenças culturais, deste modo aceitando o Islão mais facilmente. Em inglês isto se chama de sensitivity training, e este processo tem sido bastante utilizado para infiltrar o Islão após cada crise oriunda de “mal entendidos” como este na Europa.

Ainda quanto às “diferenças culturais” os países islâmicos exigem que os infiéis os respeitem (por exemplo, fazendo com que as mulheres ocidentais que os visitem vistam os véus islâmicos). E, quando no ocidente, eles exigem que as suas “culturas” sejam respeitadas. Ou seja, o Islão exige respeito, sem oferecer respeito algum.

Finalmente, vejam como eles gostam de fazer o papel de vítima. Esta é uma tática bastante conhecida, de se isentarem de culpa ao culpar as verdadeiras vítimas no processo. Esta estratégia vem do exemplo de Maomé, que após deixar Meca começou a acusar os seus habitantes de tê-lo perseguido, justificando assim seus atos criminosos que o levaram a montar um exército e conquistar Meca.

Mas vamos ver de onde vem esta “diferença cultural”?

Vamos voltar ao passado.
a) Século sétimo (circa 620), Maomé se casa com Aisha, uma criança de 6 anos de idade, consumindo o casamento quando ela tinha 9 anos de idade (Maomé tinha 54). Por ser o “melhor exemplo de conduta para toda a humanidade” este exemplo de Maomé sedimenta de forma irrevogável o casamento precoce (em português claro, o "estupro religiosamente aprovado" de crianças).
b) Trinta anos depois (circa 650), a horda islâmica conquista e ocupa a Pérsia, pondo um fim violento ao Império Sassânida, o auge da civilização persa. Este fato se constitui uma das maiores catástrofes da história: uma civilização culta e avançada para a época foi substituida por uma ideologia atrasada e retrógrada. A população nativa persa foi obrigada a adotar o islamismo sob a ponta da espada.
c) Alguns anos mais tarde, acontece a cisão entre sunnis e shíias. Os dois grupos concordam 100% no tratamento dos não-muçulmanos, mulheres e homosexuais, discordando apenas sobre quem deve ser o legítimo representante do profeta Maomé, o califa.

De modo que quando se fala sobre a divisão entre shiítas e sunitas, isto é apenas um detalhe. No que interessa para nós, não-muçulmanos, bem como para as mulheres, as regras são as mesmas.

Aiatolá Khomeini, o líder-supremo do islamismo shiíta e lider da revolução de 1979, resumiu bem a questão quando disse:

"Um homem pode ter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. No entanto, ele não deve penetrar na vagina, mas sodomizar a criança é aceitável. Se um homem penetrar e danificar a criança, então, ele deve ser responsável pela sua subsistência por toda a sua vida. Esta garota não vai contar como uma das suas quatro esposas permanentes e que o homem não será elegível para se casar com a irmã da garota. É melhor para uma garota se casar quando ela começar a menstruação na casa de seu marido, ao invés de casa de seu pai. Qualquer pai que casar a sua filha tão jovem terá um lugar permanente no céu. ["Tahrirolvasyleh", quarta edição, Qom, Irã, 1990] "

Eu acho que não é preciso dizer mais nada.
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