sábado, 7 de abril de 2012

A história de Umm Qirfa "prova" que Maomé tinha razão: "uma nação liderada por uma mulher nunca terá sucesso."


Maomé havia dito: "uma nação liderada por uma mulher nunca terá sucesso." Maomé precisava provar que ele tinha razão. Umm Qirfa pagou o preço.

A história (do assassinato e desembramento) de Umm Qirfa é narrada pelas mais importantes fontes islâmicas: a biografia de Maomé Sirat Rasul Allah escrita por Ibn Ishaq (980) e o Hadith de Tabari (Vol. 8, pag. 96).

Contexto: após a Hégira (migração de Maomé para Medina em 622 DC), Maomé e seus seguidores, ao invés de buscarem um vida digna, tornaram-se bandoleiros, formando uma gangue que roubava, matava, saqueava, sequestrava e escravizava. Todos os que se opuseram a Maomé foram mortos, inclusive aqueles que apenas criticaram o que ele fazia. Esta sua atividade fez com que o número de seus seguidores aumentasse (ou seja, o membros da sua quadrilha aumentou) até ele se tornar o primeiro soberano da Arábia.

Umm Qirfa era uma velha árabe contemporânea a Maomé, o profeta do Islão. Ela pertencia a uma tribo pagã chamada Banu Fazara, sitiada em Wadi Al-Qurra. Esta mulher de idade, que era também uma chefe do seu clã, foi brutalmente assassinada quando Maomé e seus seguidores invadiram a sua tribo e os atacaram. O incidente ocorreu em janeiro de 628, quase seis anos após a Hégira (WikiIslam).

Umm Qirfa (Fatima bint Rabeea bin Bader AlFazarri, também soletrado Umm Kirfa) era uma mulher que se tornou a governadora da sua tribo e um símbolo de orgulho, estatus social e respeito, como indicado pelas mais de cinqüenta espadas que as foram doadas como presentes pelos líderes de tribos. Umm Qirfa teve doze filhos. Infelizmente, os seguidores de Maomé atacaram a sua tribo "escondendo-se durante o dia e rastejando durante a noite". Umm Qirfa e sua linda filha foram capturadas pelos seguidores de Maomé. Os muçulmanos eram contra a idéia de uma mulher governar uma tribo, como Maomé havia dito: “Uma nação liderada por uma mulher nunca terá êxito” (Bukhari 9:88:219).  Então, eles a torturaram amarrando as suas pernas a dois camelos diferentes fazendo-os correr  em direções opostas, rasgando Umm Qirfa em dois. Eles então retalharam o seu corpo e apresentaram a sua cabeça como um presente a Maomé em Medina. Maomé ordenou que a cabeça de Umm Qirfa fosse mostrada ao longo das ruas de Medina para ensinar as pessoas uma lição. Maomé deu a filha de Umm Qirfa para o seu tio Hoozan bin Abi Wahab para ele se divertir (Ameen).
Umm Fatima Qirfa foi feito prisioneira. Ela era uma mulher muito velha, esposa de Malik. Sua filha e Abdulla b. Mas'ada também foram tomadas. Zaid ordenou Qais al-b Musahhar para matar Umm Qirfa e ele a matou cruelmente. (Ibn Ishaq’s biography of Mohammed,  pg.980)
O que significa "ele a matou cruelmente"? O método cruel que os guerreiros santos de Maomé usaram para matar Umm Qirfa foi explicado por Tabari:
Ao amarrar uma corda em suas duas pernas e em dois camelos* e conduzi-los até que eles a tivessem partida em dois. (The History of al-Tabari, Volume 8: The Victory of Islam, translated by Michael Fishbein, Volume 8, pg.95-97)
* algumas fontes mencionam cavalos ao invés de camelos.

Consequências no mundo de hoje. Lembre-se que Maomé é o melhor exemplo de conduta para toda a humanidade. Deste modo, quanto mais islâmica uma sociedade é, menor a participação política das mulheres. E mesmo quando isso acontece, tem sempre um islamista religioso por perto para "provar" que Maomé tinha razão (por exemplo Benazir Bhutto).

PS1. O mal no mundo não é invenção de Maomé nem do islamismo. O problema é que o comportamento criminoso de Maomé é justificado pelo Alcorão e sedimentado na lei islâmica. Aí é que reside o problema.

PS2. Muçulmanos quando confrontados com histórias como estas regem de diferentes modos: (a) negar que isso aconteceu (por igonorância ou por takiyya); (b) dizer que apenas o Alcorão é importante (por igonorância ou por takiyya); (c) ameaçar quem as conta (fisicamente, moralmente ou legalmente). Eles sabem que estas histórias soam muito mal nos ouvidos dos infiéis, e que elas não podem serem conhecidas.

"Narrado por Abu Bakra: ... Quando o Profeta ouviu a notícia que o povo da Pérsia havia feito a filha de Khosrau a sua rainha (soberana), ele disse, “Nunca irá ter sucesso uma nação que faça como soberana uma mulher” - Sahih Bukhari 9:88:219.

Umm Qirfa foi amarrada entre dois camelos que foram dirigindos em direções opostas para dividir seu corpo em pedaços.

A cabeça decapitada Umm Qirfa foi desfilada nas ruas de Medina sob as ordens de Maomé, para que o povo aprendesse a lição.

A ilustração desta história (em inglês) é encontrada em FaithFreedom: The Killing of Umm Qirfa by Prophet Mohammed.

E no YouTube.



Atualização: Veja o exemplo de Maomé sendo seguido ainda nos dias de hoje

Mulher yazidi partida ao meio
Crime bárbaro cometido pelo Estado Islâmico (Califado) no Iraque. "Eles amarraram as mãos de uma mulher yazidi na parte de trás de um carro e as pernas em um outro carro e eles a separaram em dois", disse um estudante de 22 anos chamado Hassan. "Você já viu algo assim? Isso tudo é porque ela não é muçulmana e não queria se converter. Nós quase não escapamos." (Examiner)

Estado Islâmico anuncia que irá matar usando cavalos
Segundo o jornal inglês Daily Mail, o Estado Islâmico anuncia um novo método para matar as pessoas: serem pisoteadas por cavalos. (Daily Mail)

Jornalista sírio, acusado de ser espião, foi "partido em dois" pelos valorosos soldados de Alá, do Estado Islâmico
A diferença é que Maomé amarrou as pernas de Umm Qirfa em camelos, ao passo que os jihadistas de hoje amarram as pernas da vítima em carros. (fonte)

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