quinta-feira, 3 de maio de 2012

Necrofilia - mais um fabuloso exemplo de Maomé


Uma notícia que está rolando na imprensa internacional e chegou ao Brasil.

"Egito deve legalizar a necrofilia matrimonial" (O Globo)

Necrofilia. O que é isso?  
Definição: [Psicopatologia] Perversão sexual que procura a sua satisfação nos cadáveres (fonte: dicionário Priberam).
 Um novo projeto de lei que corre no parlamento egípcio, controlado pela Irmandade Muçulmana e pelos Salafistas, prevê que o marido pode ter sexo com a esposa até 6 horas após a sua morte (Al Arabyia).

Este projeto de lei segue uma fatwa (édito religioso) sobre necrofilia recém editada por um renomado clérigo no Marrocos, Abdelbari Zemzami. A lógica é a seguinte: Como um bom casal muçulmano se reunirá novamente no Céu, pois a morte não altera o contrato de casamento, a morte não é um obstáculo ao desejo do marido de ter relações sexuais com o cadáver de sua mulher (recentemente) falecida (MaroccoBoard).

Mas porque o clérigo marroquino e o novo Congresso (islamista) do Egito desejam a necrofilia? Resposta: porque, segundo as própras narrativas islâmicas, Maomé foi um necrófilo.

O Hadith 26056 do livro de Musnad Ahmad, narra que Khawla bint Hakim, uma tia de Maomé, ofereceu-se sexualmente a ele. Ele, claro, nunca dizia não a estas ofertas. E as mulheres sabiam disso. Aisha, a esposa-criança de Maomé, disse “não é uma vergonha que essas mulheres ofereçam seus corpos deste jeito?” (O que passava na cabeça dos homens de Medina ao verem suas mulheres se oferecendo para o profeta sem reagirem?)

Vejamos agora o que diz o Hadith da coleção de Al-Bukhari, Livro do Casamento (70:4823). Este hadith diz:
Narrado por Ibn Abbas: "Eu (Maomé) coloquei nela a minha camisa para que ela vista as roupas do céu, e eu dormi com ela em seu caixão (sepultura) que pode diminuir o tormento da sepultura. Ela era a melhor das criaturas de Alá para mim depois Abu Talib... o profeta estava se referindo a Fátima, a mãe de Ali.
 Ou seja, Maomé achou que fazendo sexo com a sua tia morta isso iria torná-la uma criatura melhor, e por conseguinte a livraria do tormento da sepultura (o Islão considera que os mortos sofrem na sepultura enquanto aguardam o juízo final.)

Vamos ver agora o comentário do Hadith de Al-Bukhari proferido pelo Imam Al-Nawawi:
Quando a lavagem é obrigatória
Nossos companheiros têm dito que se a cabeça do pênis penetrar o ânus de uma mulher, ou ânus de um homem, ou a vagina de um animal ou o seu ânus, então, é necessário lavar independente se o que está sendo penetrado está vivo ou morto, jovem ou velho, se era feito intencionalmente ou distraidamente, se isso foi feito consensualmente ou forçadamente.
Se uma mulher inserir (na sua vagina) o pênis de um animal ela deve se lavar, e se ela inserir um pênis separado (thakaran maktu-um, “um membro cortado do sexo masculino) há duas opiniões; o mais correto é que ela deve se lavar.

Desrespeitadas e oprimidas na vida, seus corpos profanados na morte, parece que as mulheres muçulmanas não podem escapar da  teia da misoginia islâmica, nesta vida ou na próxima.

E, muito seguramente, você se conforma com a moralidade suprema (Alcorão 68:4).
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