domingo, 14 de outubro de 2012

A ‘Inocência dos Muçulmanos’ ou o porquê que muçulmanos se dispõem a matar para defender a “honra” de um senhor da guerra do século sétimo



O amor a Maomé é uma parte fundamental da crença islâmica, justamente com a luta (jihad) pela propagação do islão e da lei islâmica (Sharia).

O profeta é mais valioso para os crentes do que eles próprios. (Alcorão 33: 6).

Alá disse “Maomé, diga para os crentes que eles devem amar menos os seus familiares e as sua riquezas do que Alá, o seu mensageiro e a luta em sua causa (jihad).” (Alcorão 9:24).

Maomé disse: ‘Nenhum de vocês será considerado como um crente (muçulmano) até que eu seja mais amado do que a sua família, sua riqueza e toda a humanidade.’ (Bukhari Volume 001, Livro 002, Hadith Número 014).

Adicione a isso a definição islâmica de Liberdade de Expressão e de Difamação ...

Liberdade de Expressão – É alcançada quando os muçulmanos, e apenas eles, são livres para expalhar as suas crenças, e os não-muçulmanos são proibidos de comentar ou criticar qualquer preceito islâmico.

Difamação – mencionar qualquer coisa sobre alguém que um outro disaprove (não interessa se o que foi dito é verdade ou não).

Adicione a isso o que Alá manda fazer com aqueles que espalham fitna (discórdia, contenda, agitação, fragmentação) …

"Fitna é pior do que matança" (Alcorão 2: 191)

"A punição para aqueles que fazem guerra contra Alá e Seu Profeta e fazem corrupção na terra, é de assassiná-los, de crucificá-los, ou cortar uma mão e um pé em lados opostos ... . " (Alcorão 5: 33)

E termine com a ação política da Organização da Cooperação Islâmica (OIC) que vem lutando para implementar leis internacionais que combatam a “difamação do islã,” …

e ... presto! Tornam-se claras as reações ao filmeco que retrata a vida de Maomé. 

Veja que eu chamo o trailer de filmeco apenas por causa da qualidade do video e aos efeitos especiais. Porém, o seu conteúdo é verdadeiro, narrado pelas fontes islâmicas. Os islamistas querem esconder a verdade sobre Maomé.

Neste artigo, eu discuto sobre as reações contra o trailer do filme e o julgamento duplo feito com respeito a “difamação” contra o islã e contra outras religiões, e sobre as possíveis consequências que possam resultar com respeito à perda de liberdade de expressão, no Brasil e no mundo. Em um outro artigo, eu irei comentar sobre as fontes islâmicas que sustentam os trechos do trailer, mostrando que que o que o trailer mostra é verdadeiro.

Porque Maomé é tão importante para o islão?

Em primeiro lugar é necessário termos em mente que o islão não é uma religião. O islão é uma ideologia política que exige dos seus partidários (devotos) aceite total aos preceitos e regulamentos, que não podem ser alterados. Os preceitos e regulamentos estão consolidados na lei islâmica (Sharia) e devem ser seguidos religiosamente.

Em segundo lugar, o que a lei islâmica estabelece é para ser cumprido por muçulmanos e não-muçulmanos. Então, quando a lei islâmica estabelece que o islã, Maomé e a própria lei islâmica estão acima de qualquer crítica, isto também é válido para os não-muçulmanos. É por isso que a OIC deseja a criminalização de qualquer análise crítica do islã, Maomé e da Sharia no mundo todo, inclusive no Brasil.

Em terceiro lugar, o islão é Maomé, e Maomé é o islão. Sem Maomé não existe nada. Tudo veio por Maomé, que é tomado como o padrão de conduta e o exemplo mais perfeito para toda a humanidade (ou seja, para eu e você também, que não temos nada com isso). O problema é que Maomé não foi apenas um Gengis Khan das Arábias. Ele foi feito como o modelo de conduta pelos califas que o seguiram porque era conveniente para eles ter um senhor da guerra sanguinário como modelo para justificar as suas próprias atrocidades, bem como forjar uma religião diferente do cristianismo e judaismo para consolidar o império árabe. É por isso que Maomé é tão importante e não pode ser tocado. Maomé cai como luva para sustentar os ditadores do islão, e os clérigos também ... desde o século sétimo.

Em quarto lugar, Maomé é o Tendão de Aquiles do islão. Porque? Porque Maomé, segundo os próprios relatos islâmicos (Sirat e Hadith) foi um cara muito mau: roubou caravanas, assassinou seus críticos, sequestrou para obter resgate, promoveu o genocídio das tribos que não o aceitaram (incluindo 5 tribos judáicas), foi escravagista, foi pervertido sexual e pedófilo. É claro que os ditadores do islão e os clérigos não querem que o mundo saiba a verdade.

E, finalmente, os muçulmanos sofrem uma lavagem cerebral desde o berço. Nas madrassas: as crianças aprendem a odiar tudo o que for anti-islâmico. E quem diz para eles o que é anti-islâmico? Os clérigos. As manifestações que acontecem contra a “difamação do islão” são orquestradas. Você já reparou que as manifestações (todas elas) acontecem com mais intensidada nas sexta-feiras, quando os fiéis muçulmanos saem das mesquitas? Não é coincidência.

(Querem domar o islão? Fechem as madrassas e silenciem os clérigos.)

Reações contra o trailer mostram que existem dois pesos e duas medidas quando o assunto é o islão

Uma coisa é ver os muçulmanos, após terem sido incitados pelos clérigos, sairem reclamando. Ou que a OIC, cujos objetivos são claros como o sol (basta ler o que eles escrevem) tentem curvar o mundo não-islâmico. Mas ver o mundo não-islâmico aceitar isso e se curvar por vontade própria é dose para leão!

O maior alvo da islamização organizada (me refiro aqui ao esforço e patrocínio maciço dos países árabes produtores de petróleo e da OIC) são os paises de onde surgiu a civilização ocidental: é a Europa. Existe grande esforço também com respeito aos EUA, Austrália e Canadá (para a nossa sorte, o Brasil continua sendo um país periférico; porém, existe um plano em andamento visando a islamização do Brasil. Este assunto vai ser tratado em artigo específico). A Europa é o berço da civilização ocidental, construída segundo uma ética cristã. Você não precisa ser cristão para aceitar este fato histórico. Negar este fato, porém, é um grande passo para o seu aniquilamento.

Existe dois pesos e duas medidas com respeito a crítica a religiões. O islão é mais do que uma religião, porém como ele se disfarça como sendo uma religião, vamos a nível de exercício comparar como religões são tratadas.

Enquanto que críticas ao cristianismo, judaísmo, hinduísmo, budismo, são defendidas sob a bandeira da “liberdade de expressão,” críticas ao islamismo são denunciadas como odiosas e racistas. A caricatura abaixo mostra o estado de espírito. Um alcorão dentro da privada é um crime hediondo (hate crime) enquanto que uma bíblia na privada é uma obra de arte (art). 

Uma caricatura que descreve com bastante propriedade o estágio de hipocrisia e padrão-duplo. Um Alcorão dentro da privada é considerado como um ato criminoso e odioso; uma bíblia dentro da privada é considerado como arte.

Em 1987, o fotógrafo estado-unidense Andres Serrano ganhou o prêmio de artes visuais de uma agência do governo dos EUA para fomento das artes com uma fotografia intitulada “Piss Christ” (algo como “Cristo Mijado”). Esta fotografia mostra um crucifixo de plástico submerso na urina do próprio fotógrafo. Serrano disse que o "Piss Christ" foi "feito para questionar toda a noção do que é aceitável e inaceitável". Apesar de reclamações de diversos grupos, esta “obra de arte” continua sendo mostrada em exibições no mundo inteiro até hoje. Liberdade de expressão, certo? [1, 2]


O governo dos EUA nunca fez qualquer declaração falando que o “Piss Christ” ofende a sensibilidade dos cristãos

Em 1999, o artista Chris Ofili expos a sua obra de arte chamada “Dong on the Virgin Mary” (Merda sobre a Virgem Maria), composta por esterco de elefante e imagens pornográficas salpicadas em uma imagem de uma Virgem Maria negra. Apesar das reclamações de grupos critãos, inclusive processos judiciais, esta obra de arte é exibida nos EUA e no mundo até hoje. A única reação contrária foi o então prefeito de Nova York, Mauri Giuliani, que proibiu a exibição no Museu Brooklin que recebia fundos da prefeitura (mesmo assim, o museu processou a prefeitura por “perdas e danos” e ganhou na justiça) [3].


“Dong on the Virgin Mary” (“Merda sobre a Virgem Maria”) mostra uma Nossa Senhora negra salpicada com fezes de elefante. Nenhum meio de comunicação fez “auto-censura.”

Em 2006, quando as caricaturas dinamarquesas que enfureceram os muçulmanos foram publicadas, as redes de televisão e as TV a cabo, bem como os jornais dos EUA e a maioria dos jornais do mundo, se recusaram a publicá-las. Na verdade, os principais jornais ecoaram a posição do New York Times: ele disse que era errado publicar "agressões gratuitas por motivos religiosos". Isto se chama auto censura.

Na mesma semana em que os muçulmanos começaram a arruaça e a matança contra o clipe do YouTube  “A Inocência dos Muçulmanos,” o filme  "Paradise: Faith" ganhou o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Veneza. Este filme mostra a protagonista se masturbando com um crucifixo [4]. Contrário ao “A Inocência dos Muçulmanos” este fime é uma ficção. Além disso, nenhum governo precisou fazer algum tipo de pronunciamento sobre se esse filme feria a sensibilidade de alguém.

 “Paradise: Faith” mostra uma mulher se masturbando com um crucifixo. Liberdade de expressão vale para todos ou não?

Na mesmo época, o periódico satírico Charlie Hebdo (uma espécie de Pasquim francês) publicou novas caricaturas de Maomé.  Nenhuma rede de televisão ou TV à cabo mostrou-os. Nenhum jornal os publicou. Auto-censura. O que é pior, governos de vários países se expressaram contra as caricaturas. O governo francês reforçou a segurança em embaixadas, escolas e centro culturais na sexta-feira, o dia sagrado do islã, em 20 países (interessante, que países serão esses?). De qualquer modo, é compreensível que o governo francês se manifeste, afinal o Charlie Habdo é francês. Mas, em Washington, o porta-voz Jay Carney disse que a administração Obama acredita que as imagens da revista francesa sãoprofundamente ofensivas para muitos e tem o potencial de serem inflamatórias." [5] Perguntas: (1) o que os EUA têm a ver com isso? (2) Quando um porta-voz do governo americano se expressou contra imagens ofensivas antes (a não ser ofensivas do ponto de vista islâmico)? (3) Será que o governo dos EUA têm algum interesse especial?

Nos círculos culturais das elites, arte anti-cristã é mais do que aceitável: é mandatória. O que não se pode fazer é ofender os muçulmanos.

Mas existem outros grupos que também se sentem preteridos: os hindus. No Canadá, o diretor da Advogacia Hindu Canadense, Ron Banerjee, expressou desejo de promover uma exibição completa do filme. A questão de filmes provocativos ressoa com a comunidade hindu, e Banerjee  disse que há um duplo padrão aplicado à religião hindu, no Canadá. Ele apontou para Deepa Mehta, a cineasta indiano-canadense, que é festejada ano após ano no Festival de Cinema Internacional de Toronto, apesar dos protestos dos hindus que consideram a sua trilogia cinematográficaTerra, Fogo e Água” uma representação falsa da cultura hindu.  O Sr. Banerjee disse que as reclamações hindus contra os seus filmes são ignoradas. "Como uma comunidade minoritária, somos vítimas porque somos pacíficos: nós não decapitamos pessoas, nós não explodimos embaixadas. Nós estamos cansados ​​dessa inversão moral", disse ele. "Enquanto isso, quando se trata do Islã, há essas horríveis, reações horríveis e, o que é quase pior, é a reação da sociedade - sociedades democráticas - que parecem se curvar a ele e a pedir desculpas. "A mensagem parece ser: Você ganhou porque você é violento." [6]

Um outro grupo que sofre com este tratamento duplo são os Mórmons. Um musical recentemente lançado chamado “O Livro de Mórmon” é uma sátira desbocada sobre a religião mórmom. Quando lançado em 2011, o musical foi elogiado pela imprensa como sendo “blasfemo, divertido e estranhamente cativante.” A Associated Press informou logo após a estréia de “O Livro de Mórmom” que o musical foi recebido “não por protestos, mas por comentários elogiosos e ovações da multidão, aí incluindo celebridades tão diversas como a secretária de Estado Hillary Clinton, o ator Jack Nicholson e o compositor Stephen Sondheim. " Na verdade, o show foi o maior sucesso na Broadway estas duas últimas temporadas, ganhando nove prêmios Tony ao longo do caminho. O fato é que para os mórmoms, o musical profana a sua fé. Porém, ninguém no Departamento de Estado manifestou indignação, nem o porta-voz da  Casa Branca o denunciou como "ofensivo e reprovável e repugnante", e nem foi denunciado pelo governo Obama, como feito por estes 3 departamentos do governo dos EUA com respeito ao “Inocência dos Muçulmanos.”[7]

E os exemplos continuam: a peça "Corpus Christi” de Terrence McNally’s, o filme "Life of Brian" de Monty Python", a avalanche de charges anti-semitas vomitada do mundo islâmico [8, 9], etc.,

O comportamento suspeito do governo dos EUA

Me chama a atenção o comportamento suspeito do governo dos EUA. A primeira vista, pode-se pensar que a política dos EUA é antagonica ao islã. Mas uma análise mais próxima permite questionar esta premissa. Vejamos alguns exemplos recentes. No governo Bush, o lema era que “o islã é a religião da paz.” As duas intervenções levaram a derrubar um governo secular no Iraque e uma ditadura islâmica no Afeganistão. Os governos que surgiram são ambos islâmicos no sentido que ambos têm um preceito legal que a constituição não pode contradizer a Sharia [10]. Isto é um retrocesso com respeito ao Iraque e uma mudança de seis para meia-dúzia no Afeganistão. O mesmo, diga-se de passagem, aconteceu na Líbia [11] e no Egito [12] sob a influência do governo Obama. No governo Obama, as atitudes têm sido ainda mais favoráveis ao islã. No seu discurso no Cairo, Egito, em 2009, Obama “Eu considero parte de minha responsabilidade como presidente dos Estados Unidos para lutar contra os estereótipos negativos do Islã onde quer que apareçam.” [13] Ele nunca disse o mesmo para as outras religiões. Em 2010, o administrador da NASA, Charles Bolden, recebeu três ordens do presidente Obama. Segundo Charles Bolden, a “terceira, e talvez mais importante, ele queria que eu encontrasse uma maneira de chegar ao mundo muçulmano e de envolver muito mais com as nações predominantemente muçulmanas para ajudá-los a se sentirem bem sobre a sua contribuição histórica para a ciência, engenharia, matemática" [14]. Ou seja, a NASA se tornou uma agência com a finalidade de fazer os muçulmanos se “sentirem bem.” Não é à toa que os satélites americanos são agora lançados pela Rússia. E, mas recentemente, ainda sob o calor do ataque terrorista à embaixada dos EUA em Bengazi, o presidente Obama em discurso na Assembléia Geral da ONU disse que “o futuro não deve pertencer a quem caluniar o profeta do Islã” [15] .

Pergunta ao presidente dos EUA: quem decide o que é difamação?

O governo Americano tem tomado várias atitudes que beneficiam o islã e a propagação da Sharia ...


... e o governo Obama acelerou este processo.

A falácia da “difamação da religião”: quem decide o que é calúnia?

Eu já tive a oportunidade de discutir sobre difamação da religião antes (leia aqui).

Permita-me discutir aqui apenas uma questão que é fundamental:  quem decide o que é difamatório? Quem decide o que é calunia?

Aqueles que discutem aspectos sobre a vida e a obra do profeta do Islã são pessoas que exercem o seu direito de livre expressão. Mas para o islã, qualquer discussão sobre a vida e a obra de Maomé pode ser considerado como calúnia.

Por exemplo, os cristãos de verdade não acreditam que Maomé é um profeta. Os cristãos de verdade acreditam que Cristo é o único caminho para a salvação. Acreditar nisso é difamar Maomé.  Além do mais, para o islã, Jesus nunca morreu na cruz. Aos olhos dos cristãos isso seria uma difamação.

Será agora considerado como difamação chamar o islamismo ou o mormonismo de culto, independente do fato de ambos se enquadrarem nesta definição?

E os hindus, budistas e outros? Segundo o islã, negar Alá e o seu profeta por sí só é um ato de blasfemia!

E agora?

O fato é que ou o mundo cerra fileiras e exige que o islã entre no século 21 ou o islã vai levar o mundo de volta para o século 7.

Quanto mais islâmica é um grupo ou sociedade, mais baseada na vergonha este grupo ou sociedade se torna. Bil Clinton, que não é um especialista em islã mas é uma pessoa poderada, em uma entrevista para a TV CBS [16], ele questionou que fé é esta que é tão fraca a ponto de não poder sofrer questionamentos. Ele disse ainda:

"Para preservar a liberdade, incluindo a liberdade de religião, deve-se permitir que as pessoas digam e façam coisas que você acha repugnante, e você não pode reagir a cada vez que você se sente insultado. O ponto é, se você vive em uma sociedade baseada em vergonha onde você acha que nada de bom vai acontecer, a tentação é de esperar que alguém diga algo que você ache ofensivo e então você pode lançar-se contra ele."

O fato é que o islamismo é realmente uma “religião” fraca. Não fosse isso, não seria preciso matar ou perseguir aqueles que deixam a religião (crime de apostasia).

Terrorismo recompensa: o islã exige respeito, mas não respeita ninguém

Ao final da sua vida vitoriosa como um senhor da guerra, Maomé disse:

Eu fui feito vitorioso com o terror [Bukhari, Vol. 4, Book 52, Number 220].

Parece que lançar o terror nos corações daqueles que são infiéis, atacar seus pescoços e golpear todos os seus dedos ... lançar o terror nos corações dos que rejeitarem a Verdade [ou seja, o islã], como dito no Alcorão (8:12) vale mesmo a pena e funciona.

O islã exige respeito a tudo que é ligado a Maomé, a sharia e ao próprio islã. Mas, ele não se incomoda em desrespeitar o que quer que seja, a menosprezar e insultar outras religiões livremente. Por exemplo Daniel Pipes relata uma fatwa (de número 40378) que permite o uso de páginas da bíblia como papel higiênico na ausência deste [17]. Ao mesmo tempo, ameaçam as pessoas com a ousadia de discutir, desenhar, ou mesmo fingirem desenhar o profeta do Islã.  Daniel Pipes mantém uma lista de exemplos de atores, satíricos, artistas, desenhistas, escritores, editores, publicadores, ombudsmen e outros admitindo abertamente sua intimidação sobre a discução de temas islâmicos [18].



Vejam mais esta. O site humorístico “The Onion” publicou uma charge com o título, "Ninguém foi assassinado por causa desta imagem." Ela mostra Moisés, Jesus, Ganesha, e Buda nas nuvens, empenhados em "um ato de sexo de considerável lascívia e depravação. "O The Onion reporta de modo debochado  que "apesar de alguns  judeus, cristãos, hindus e budistas terem sido ofendidos pela imagem, fontes confirmaram que ao vê-la, eles simplesmente balançaram a cabeça, desviaram os seus olhos, e continuaram com o seu dia " [19]. Claro que o The Onion pode ficar tranquilo: ele não mostra o Maomé participando da orgia.

E o Brasil se curva

O Tribunal de Justiça de São Paulo, aceitando um pedido da União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), concedeu liminar determinando que o YouTube retire os vídeos com o trailer “A Inocência dos Muçulmanos.” [20] Lamentável. Auto-censura. Será que os juízes não crêm na capacidade dos brasileiros de pensar por sí próprios e o direito de formularem a sua opinião? O pior é que muitos daqueles que lutaram contra a censura nos anos 60, 70 e 80, e hoje no governo, não estão nem aí, ou pior, nutrem simpatias com aqueles que desejam nos censurar.

Referências

[1] Piss Christ, Wikipedia.


[3] The Art of Controversy, PBS News Hour, 1999.




[11] Libya's Sharia Law: A Different Kind of Tyranny, Peter Worthington, The Huffington Post, 2011.


[13] Remarks By The President on A New Beginning, Cópia do discurso do president Obama na Cairo University, Cairo, Egito, The White House, 2009.



[16] Clinton on Muhammad Video: ‘You Cannot Live in a Shame-Based World’, Bridget Johnson, The American Thinker, 2012.

[17] Istinja' with the Torah and New Testament , Daniel Pipes, 2010.


[19] No one murdered because of this image, The Onion, 2012.







3 comentários:

Anônimo disse...

Bom trabalho.
Mas repare que quando maomé disse essas e outras coisas, ele não tinha corão, muito menos completo, muito menos a sharia.
Então o islão não é baseado nas palavras de allah ou em leis do mesmo.

Anônimo disse...

O profeta é mais valioso para os crentes do que eles próprios. (Alcorão 33: 6).
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É interessante analisar o que dizem de outro modo, de outros pontos de vista.
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Se o cara é valioso, temos que fazer tudo para o livrar das labaredas sulfurosas dos altos fornos do chifrudo.
E para isso, é necessário dizer as verdades verdadeiras sobre todo o islão.

Anônimo disse...

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