sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O islão no Brasil tem os negros como alvo


Veja este video, de 2010, da France 24, um canal internacional de notícias, sobre o crescimento do islamismo nas favelas de São Paulo. Ele chama a atenção a alguns fatos.

  1. A ênfase em penetrar o islão junto aos setores mais carentes da sociedade.
  2. Atenção particular em atrair os negros com fatos históricos distorcidos.
  3. O anti-semitismo permeado dentro da mensagem.  

Distorcer a história é um traço característico do islamismo. O "samba do crioulo doido" neste caso é querer insinuar que o escravos negros trazidos da África para o Brasil eram muçulmanos, quando na verdade eles eram animistas. Este fato é comprovado pelo fato do sincretismo religioso ter resultado no Candomblé e na Ubanda, onde existe um verdadeiro panteão de deuses. Outro fato a ser salientado é que os muçulmanos na África eram os escravizadores dos negros, e não os seus escravos. Porém, como discutido em outro artigo, os muçulmanos podem mentir se isto ajuda a propagação do islã, neste caso, para ganhar adeptos juntos aos negros no Brasil eles inventam histórias de luta pela liberdade contra a escravidão (mas claro, sem nunca mencionar que Maomé foi um mercador de escravos).

Um fato semelhante acontece nos EUA, onde o grupo negro A Nação do Islã também joga o mesmo jogo (algumas vezes inclusive afirmando que foram muçulmanos que descobriram as Américas).

E veja também durante o filme, a letra do "rap" dizendo que os negros são mortos pelos sionistas: o islã é anti-judeu até o talo. É quase um passa-tempo entre os muçulmanos o de culpar os judeus por toda e qualquer mazela que eles se metem, como justificativa para a própria incompetência.

video

Texto do Vídeo [em vermelho são alguns comentários]

Eles são brasileiros, e eles são negros.

O islão não faz parte das suas famílias.
Todos se converteram meses ou anos atrás.

Ao abraçar o islão, eles acreditam terem encontrado solução para os problemas das favelas, incluindo drogas.

"Nos países islâmicos, não existe problema relacionado a droga como no Brasil ou na Europa."
[esta frase me faz lembrar o presidente do Irã dizendo que "no Irã não existem gays" ... assim que descobertos, eles são logo mortos]

"Eu não digo que a comunidade muçulmana não tem problemas,"

"mas estes problemas não causam a morte de tantos adolecentes ou de afro-descendentes, de tanta população de baixa renda."
[claro que descontando os apedrejamentos, enforcamentos, e a perseguição dos não-muçulmanos que ousam rejeitar o islã e o seu profeta, conforme o Alcorão 8:39]

Nos arredores de São Paulo, afetado por desemprego e crime,

"hip-hop" apresentou-os ao islão.

"Rap" já tinha colocado aspirações afro-brasileiras na música,

agora é uma ferramenta para a conversão.

[repare como termina a letra do "rap" ... são os sionistas a matar os negros ... o islão é anti-semita até o talo ... tudo isso porque para Maomé exterminar as 5 tribos judáicas de Medina, ele precisou de "revelações de Alá" para justificar o genocídio, o que consolidou o anti-semitismo no Alcorão para sempre]

Rejeitados pela sociedade, eles aprendem sobre escravos muçulmanos rebelando-se no passado do Brasil.
[escravos muçulmanos? como se os muçulmanos eram os mercadores de escravos na África? Os escravos eram animistas]

Eles se identificam com o islão e o "rap" faz com que eles se sintam dentro de uma comunidade.

"No "rap" nós temos liberdade para usar linguajar do dia-a-dia alcançar aqueles que precisam do islão."

"Nós precisamos dizer não às drogas, não a guerra contra os "nossos irmãos",

"e ser capaz de manter sua cabeça erguida frente a polícia, sem dever nada."

Alguns como Malik sonham com o Brasil se tornando um país islâmico,

onde álcool e carne de porco são banidos,

e as pessoas não olham para as mulheres em véus.
[nos países islâmicos, os homens olham para as mulheres sem véu ... elas têm que se cobrir com véus para se protegerem do homens islâmicos]

"O islão está crescendo muito rápido no Brasil."

"Nós vemos muitas pessoas se convertendo para o islão."

"Olhando para o islão para sabedoria e conhecimento religioso."

"Eu não vejo obstáculo à nossa frente."

"Não é fantasia acreditar que o Brasil vai se tornar um país islâmico nas próximas décadas."
[Lembre-se disso: o objetivo do islão é em se propragar. Como? Através da implementação da lei islâmica (sharia) em todo o mundo. E é dever de todo muçulmano lutar (jihad) para que isto aconteça. Ou seja, é um "dever religioso" de todo o crente muçulmano lutar pela "implementação do islão político" através da sharia.]

Não existe estatística oficial sobre quantos muçulmanos vivem no Brasil,

mas o número de mesquitas e salas de oração mostram o progresso:

Em menos de uma década, elas cresceram 4 vezes.

Atualmente são mais de 100 (cem).
[mas quem está financiando a construção de tantas mesquitas no Brasil, em tão curto espaço de tempo? Doações oriundas dos países árabes que promovem a expansão do Wahabismo]

(leitura adicional: exemplos da islamização do Brasil)


9 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns pelo ótimo blog!
Espero que continue com esse grande trabalho!

José Atento disse...

Obrigado. Ajude e divulgue-o para os seus amigos.

Anônimo disse...

A parte em que diz que os islâmicos não lutaram pela liberdade é uma completa enganação. A prova disso é a Revolta dos Malês, onde esclarece muito bem a participação do negro muçulmano na história do Brasil.

José Atento disse...

Anônimo. A Revolta dos Malês é um evento minúsculo e contado de forma distorcida para atender a interesses de propaganda.

De qualquer forma, qual o conceito de liberdade do islão? É implementação da Sharia. E a liberdade da Sharia é o estabelecimento de uma hierarquia na qual o homem muçulmano está acima, e os kufar (os não-muçulmanos) estão em baixo, como cidadões de terceira-classe. Isso quando os kuffar não são mortos asim que a "paz do islão" toma conta.

Liberdade islâmica significa a subjugação de tudo e todos que não sejam muçulmanos.

Eu prefiro a liberdade proporcionada pela Civilização Ocidental, a qual, por sinal, o islão odeia.

Anônimo disse...

Os tais "malês", apesar de terem conhecimento da língua árabe, não eram exatamente muçulmanos. Caso fossem realmente muçulmanos, nunca teriam sido vendidos para não-muçulmanos.

Anônimo disse...

O islão, tal como na religião católica, tem uma parte de sua história extremamente violenta. Quem leu o velho testamwnto (católico) por exemplo, sabe perfeitamente do que estou falando.
Isso não significa, que os católicos pratiquem os mesmos atos que eram praticados naqueles tempos. Quando aqui foi dito que o objectivo do islão é se "propagar", sim é verdade, mas haverá alguma religião ou culto que não tenha esse objectivo?? Quando aqui é falado que o islão é supremacista, eu relembro que o único povo que se diz superior e que todos os outros povos (a quem chamam de gentios) existem apenas para o servir, é aquele que segue a Tora e o Talmud. O judeu.
No que concerne a religião, é preciso analisar os escritos à luz do seu contexto histórico.
É injusto olhar para qualquer religião, apenas analisando o que foi escrito à mil ou dois mil anos. Onde uma diz mata, a outra diz certamente esfola. As religiões têm que se adaptar aos tempos modernos, assim como os seus seguidores e assim serem analisadas. Tudo o resto não passam de tentativas frustradas de rotular negativamente uma ou outra religião. Para confirmar, vejamos: https://www.youtube.com/watch?v=elNAVC16VE4

José Atento disse...

Se você me permite apenas um comentário, o judaísmo não é expansionista. A verdade é que se os romandos não tivessem os expulso 2 mil anos atrás, eles estariam em Israel até hoje.

Quanto ao islão ele nasceu expansionista. O sucesso do islão foi obtido não rogando pragas sobre os infiéis, como Maomé fez em Meca, mas sim através da força da espada e ataques rápidos e traiçoeiros como Maomé fez em Medina. Isso é a Jihad Islâmica. O islão é supremacista no seu nascedouro e a lei islâmica Sharia consolidou isso como algo sagrado e um dever de todo o muçulmano.

Quanto a sua afirmação que "as religiões têm que se adaptar aos tempos modernos" eu não poderia concordar mais.

Ivani Medina disse...

O historiador Arnold J. Toynbee, ainda no século XX - nos anos 50, quando George W. Bush ainda usava calças curtas, o assunto principal era a guerra fria e o medo de uma guerra nuclear - havia previsto que a próxima guerra do século XXI seria entre o islamismo e o cristianismo (Oriente X Ocidente). Seria essa guerra que os dirigentes ocidentais estão tentando evitar ao ocultarem tal possibilidade do povo inocentando descaradamente o islã?

Se for, os governantes ocidentais não estão sendo levados a sério pelo outro lado, ainda que aquele seja minoria, a despeito de gabar-se de estrondoso crescimento. O islamismo está se infiltrando planejadamente em todo lugar do mundo e alastrando seu terror. Busca a vitória também de maneira sorrateira a despeito do óbvio, como se seu cérebro desconhecesse o que fazem ao mesmo tempo suas mãos direita e esquerda. É aí que devemos ter maior atenção, pois as governanças islâmicas posam de inocentes enquanto agem por baixo do pano com segundas intenções, contando com a democracia e a boa vontade ocidental.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7090/ira-apoderando-america-latina
https://www.youtube.com/watch?v=kv9SAmOSyWk

Anônimo disse...

Parabéns pelo Blogs!
Confesso que estou com um certo medo do futuro
pelo que percebi, a maioria dos passei da Europa que estão sendo dominados pelo islã. são governados por esquerdistas/comunistas que separam o seu próprio povo, roubam o dinheiro do povo e é exatamente igual o governo do brasil

espero que o governo atual do brasil caia o mais rápido possível, se não vai dar merda '-'

e aparentemente o povo europeu estão acordando e percebendo o q está acontecendo, difícil saber se ainda da tempo de reverter ou se é tarde de mais

Triste =(