domingo, 24 de fevereiro de 2013

Apostasia - exemplos


Apostasia (ou seja, um muçulmano que deixa o islão) é um crime cuja punição é a morte

Uma das características mais marcantes do islamismo é o de considerar que aqueles que deixam de ser muçulmanos estão cometendo um crime, cuja punição é a morte.

Eu tratei deste assunto (do crime da apostasia) anteriormente em dois artigos: em Apostasia e em Organização da Cooperação Islâmica (OIC), Apostasia, Blasfêmia e Difamação do Islão.

Agora, eu apresento exemplos de assédio e até mesmo assassinato de ex-muçulmanos (atualizados à medida do possível).


Atualização em outubro de 2016


Austrália: muçulmano mata esposa por ela se tornar cristã
A cabeleireira Nasrin Abek, 35 anos, foi encontrada morta após ser esfaqueadas múltipla vezes pelo seu marido, Amir Darbanou, de 42 anos. Ambos são iranianos. (Mail)

Australia: "todas as autralianas são piranhas e devem ser estupradas pelo modo que elas se vestem"
Disse um paquistanês, motorista de taxi, expulso da empresa, depois de reclamações de passageiras. Isso vem do Alcorão e de Maomé. (Mail)


Argélia: ex-muçulmano preso por comentário no Facebook que "insultou o profeta Maomé"
Slimane Bouhafs, 49 anos, é cristão converso do islamismo. O governo o prendeu sob a alegação dele ter insultado Maomé (Times Israel)

Atualização em setembro de 2016

Estado Islâmico degola ex-muçulmano

Mais um ex-muçulmano perde o pescoço ... e a vida. E ainda tem maometano cara de pau a dizer que "não existe compulsão em religião." Muçulmanos que dizem isso são hipócritas. (Aranews)

Atualização em julho de 2016

O Aliado Mais Importante do Ocidente: Dissidentes do Islã

Nós devemos apoiá-los -- a todos os dissidentes: alguns dos mais corajosos defensores da liberdade vêm dos regimes islâmicos. A Europa deveria dar apoio financeiro, moral e político a esses amigos da civilização ocidental, enquanto a nossa desonrosa elite, educada e intelectual, está ocupada difamando-os. Leia este artigo publicado no Gatestone Institute.

Atualização em maio de 2016


Itália: mais de mil conversos temem retaliações
Eles têm que esconder que se tornaram cristãos. Na Itália! Mas, enquanto isso, cristãos que se convertem para o islamismo têm toda a liberdade, até mesmo para dar entrevista a canais de TV (Breitbart). 

Atualização em abril de 2016


Ex-muçulmano é degolado e tem corpo crucificado
Fato de julho de 2015. Ihsan Ahmad As Saker, cometeu o crime de deixar o islão. Além disso, ele disse que o islamismo é uma religião falsa. Ele cometeu "rida" (desertar do islão)  e "blasfêmia contra Alá" e foi punido conforme o Alcorão 5:33. (Before it's News)


Marrocos: ex-muçulmano salafista conta a sua trajetória
Imad Iddine Habib, marroquino, foi perseguido pela sua própria familia. Ele "não conseguia entender por que ninguém debatia ou discutia a opinião dos especialistas e dos imames – de nós era esperado que seguisse cegamente. No Marrocos, o Islã é a religião do Estado, e o Estado considera a todos como muçulmanos"  (ex-muçulmanos).

Atualização em março de 2016


Arábia Saudita: homem que abandonou a fé islâmica é condenado a 2 mil chibatadas
Este é o wahabismo em ação (DI). 

Bangladesh: Estado Islâmico mata ex-muçulmano 
O Estado Islâmico  reivindicou a responsabilidade pelo assassinato de um cristão convertido no norte do Bangladesh, Hossain Ali, 68 anos, que se converteu ao cristianismo do islamismo em 1999. Um comunicado postado no Twitter disse: "Um destacamento de segurança dos soldados do Califado foi capaz, pela graça de Alá, o Todo-Poderoso, de matar o apóstata (Ali), que mudou sua religião e se tornou um pregador do cristianismo politeísta." Nos últimos meses, o Estado Islâmico disse estar por trás de uma série de ataques contra os convertidos e minorias religiosas em Bangladesh, incluindo xiitas, sufis e Ahmadi, muçulmanos, cristãos e hindus (Al Arabiya).


Apenas países islâmicos punem apostasia (para quem deixar de ser muçulmano)
"Em 2014, APENAS países muçulmanos criminalizavam a apostasia pública, e as suas leis de apostasia apenas se preocupam com a apostasia do Islã, citando a lei islâmica como justificativa ... em todo o mundo, nenhum país com cristãos, budistas, hindus, a maioria judaica, agnóstico ou ateu possui quaisquer leis criminais ou civis proibindo ou encorajanndo a apostasia, ou tinham leis que restringem o direito de um indivíduo converter de uma religião a outra." de Wiki. E ninguém nos Altos escalões" parece se importar ou querer cuidar disso. Ao contrário, eles querem abraçar uma doutrina que diz que é ok matar os apóstatas.



Atualização em fevereiro de 2016


Tratamento de ex-muçulmanos no "tolerante" Marrocos



O vídeo discute o emprego da palavra islamofobia, mas também discorre sobre como ex-muçulmanos são tratados no Marrocos, um país que muitos consideram como tolerante e moderado. E fala também sobre as restrições a cristãos e ateus. OK.
Atualização em janeiro de 2016

Filho muçulmano mata a sua mãe também muçulmana

Ele achou que ela não estava sendo crente o bastante, por sugerir que eles deixassem a cidade de Raqa (fonte).

Atualização em dezembro de 2015

Ex-muçulmanos dizem porque eles deixaram o islão  
Depoimentos de ex-muçulmanos. Sim, mesmo sob ameaça de morte, muitos muçulmanos se dão conta do que é o islão, e caem fora. Aos montes. Leia o artigo neste link.

Atualização em novembro de 2015


Ex-muçulmana precisa de guarda-costas ... na Alemanha
A ex-muçulmana Sabatina James, e sua família, tem sido ameaçados, e ela precisa de guarda-costas para poder se movimentar na Alemanha multicultural de hoje. ... Em breve no Brasil. (fonte)


Arábia Saudita irá degolar Ashraf Fayadh, um palestino
Ashraf Fayadh, poeta palestino de 35 anos, foi condenado à morte pelo governo saudita por apostasia.
E, ainda de acordo com uma fonte do ministério da justiça saudita para o jornal Al-Riadh, ela disse que esse ministro processará a pessoa que usou o twitter para descrever que essa sentença é "similar a do ISIS." (fontefonte). Cento e cinquenta e duas pessoas foram executadas esse ano no reino saudita, o número mais alto desde o ano de 1995.

Atualização em outubro de 2015

Indonésia: moderada?
Alexander Aan é um indonésio apóstata do Islã, agora ateísta, que foi julgado por ofensa ao Islã e quase foi executado. Hoje vive em segredo no seu próprio país. (fonte)
Mirza Al-Fath, bacharel em Sharia e com mestrado em Ciências Sociais. Ele precisou fugir de seu país por ter sido ameaçado pelos fundamentalistas islâmicos sob a acusação de ter ensinado blasfêmia nas palestras que dava na universidade. Agora vive em segredo para manter-se a salvo das perseguições dos extremistas islâmicos. (fonte)
Omega Suparno, bacharel em Teologia Islâmica, com especialização em Adoração Islâmica, converteu-se ao Cristianismo, tornando-se padre. Foi queimado vivo pelos supremacistas islâmicos numa floresta nos arredores da cidade de Jepara, em dezembro de 2012, por criticar o Islã. (fonte)
(Texto do Facebook Liga de Defesa Brasileira)

Uganda: Muçulmanos aplicando a "punição da apostasia" com suas próprias mãos
E isso apesar de apenas existirem apenas 11% de muçulmanos em Uganda!  (fonte)
  • Um muçulmano em Nsinze, Namutumba Distrito, matou a sua esposa e o filho de 18 anos de idade em 11 de agosto, depois de saber que eles haviam se convertido ao cristianismo, disseram fontes da área.
  • Issa Kasoono bateu e estrangulou sua esposa, Jafalan Kadondi, mas ela sobreviveu, disse uma fonte que pediu anonimato. Ele disse que outros parentes se juntaram a Kasoono em bater nela e seus dois filhos, Ibrahim Kasoono, 18, e Ismael Feruza, 16, embora o filho mais novo conseguiu escapar apenas com hematomas no braço.
  • A esposa de um ex-xeique foi envenenada à morte, em 17 de junho, depois que ela e seu marido colocaram sua fé em Cristo, na vila Nabuli, Kibuku District. Namumbeiza Swabura era a mãe de 11 filhos, incluindo um bebê de 5 meses de idade.
Umar Mulinde, muçulmanos aplicam lei da apostasia
Maomé disse: "mate quem deixar a fé islâmica." Muçulmanos aplicam esta regra, a nível coletivo, ou a nível individual, do modo que for possível. Veja mais um ex-muçulmano. Umar Mulinde era um muçulmano, na Uganda. Ele resolveu deixar o islão e se tornou cristão. Ele poderia decidir ser o que quiser, pois ter uma religião, ou não ter religião alguma, bem como mudar de religião, são direitos humanos (artigo 18 da Declaração dos Direitos Humanos). Mas o islão é contrário aos Direitos Humanos. Umar Mulinde foi atacado por muçulmanos com ácido e teve a sua face e parte do seu corpo desfigurados. O vídeo narra a sua história.  
(saved fconst42)

Suécia: ex-muçulmano precisa provar que é cristão para obter asilo (mas muçulmanos não)
Quer dizer que, para obterem asilo, ex-muçulmanos precisam provar que são cristãos, mas os muçulmanos não precisam provar nada. Que lógica macabra é essa do governo sueco?
Vídeo do Canal Fconst42 https://youtu.be/h911WPNapNE. Visite este canal!

Paquistão: Governo prende por "blasfêmia" (contra o islão)
GOVERNO do Paquistão, não grupos terroristas, prendem e condenam pessoas à morte sob acusação de blasfêmia, quando a palavra do acusado (pertencente a um grupo minoritário) tem muito pouco valor. (fonte)

Atualização em setembro de 2015

Reino Unido: muçulmanos locais perseguem ex-muçulmanos
Família de apóstatas do Islã denuncia que está sendo perseguida pelos muçulmanos da localidade onde vivem, a ponto da perseguição ser feita na frente da sua casa. (fonte)

Atualização em junho de 2015

Egito: Bishoy Boulous, preso por ter deixado o islão
Bishoy Boulous deixou o islão, e quiz mudar a religião expressa na sua carteira de identidade. Por este motivo, ele foi preso (fonte).

Malásia: hindú tentar consertar erro em sua carteira de identidade
A carteira de identidade de uma uma hindú diz que ela é muçulmana, e ela sofre perseguição das autoridades por tentar alterá-la, pois deixar de ser muçulmano é contra a lei (fonte).

Malásia: hindú órfã foi registrada como muçulmana pelo orfanato islâmico
Agora, Lawyer Gooi Hsiao Leung said Banggarma Subramaniam, de 27 anos, quer ser reconhecida como hindú. Mas as autoridades não permitem pois deixar de ser muçulmano é contra a lei (fonte).

Turquia: um turco ateu ameaçado por deixar o islão
que deseja retirar a menção ao "islão" da sua carteira de identidade foi obrigado a fugir da sua cidade após receber várias ameaças de morte. (fonte)

Sudão: dois pastores condenados à morte
Enquanto que os muçulmanos se usam da liberdade e pluralismo no ocidente para divulgar a sua ideologia que retira a liberdade e é monocultural, os não muçulmanos são presos, perseguidos, e mesmo mortos, nos países islâmicos", quando tentam divulgar algo que vai contra a ideologia islâmica. E isso vale para pessoas com religião ou não. (petição)

Atualização em abril de 2015

Bangladesh: turba de muçulmanos ensandecidos ataca casal que resolveu deixar de ser muçulmano
Eles foram atacados após terem sido batizados, e o imã chegou a esbofetear a mulher na frente dos seus filhos. O pastor que os batizou também apanhou, sendo atacado na sua casa. (Fonte).
Se eles tivessem se tornado ateus eles teriam apanhado do mesmo jeito.
Tudo isso porque Maomé disse para matar todos aqueles que deixarem o islão.

EUA: iraniana foi assassinada em 2012 por imigrantes da Jordânia
A investigação descobriu que eles a acusaram a vítima de ter ajudado a filha deles a se casar com um homem cristão. E a filha ainda se converteu ao cristianismo. (Fonte)

Atualização em janeiro de 2015

Mauritânia: Pena de morte decretada por apostasia
Blogueiro mauritânio Mohamed Cheikh Ould Mohamed foi sentenciado à morte no dia 24 de dezembro de 2014 por um artigo online que ele publicou há um ano atrás. No artigo com o títuto “Religião, religiosidade e artesãos,” (em tradução livre) Cheikh criticou o discriminatório sistema de castas do país, ligando isso ao que ele identificou com práticas similares as da vida do profeta Maomé. Mas foi acusado de insultar o profeta. (Fonte: Global Voices)
Artigo em árabe: http://www.aafaq.org/news.aspx?id_news=8808

Uganda: imã mata filha que se tornou cristã
Imame agrediu suas duas filhas (de doze e de quinze anos) com um porrete, matando a mais velha e deixando a outra hospitalizada, por terem se convertido ao cristianismo. (morningstarnews)

Atualização em outubro de 2014

Mais dois exemplos, em partes do mundo distintas
  • Canadá: Família muçulmana de cristão convertido está a caça-lo, e promete cortar a sua garganta (The Star)
  • Estado Islâmico crucifica garoto de 17 anos de idade por ter cometido o crime de apostasia (ou seja, deixou de ser muçulmano) (Independent)
Atualização em setembro de 2014

Ativista de direitos humanos torturada e morta pelo Estado Islâmico
Estado Islâmico prende, tortura por 5 dias, e finalmente degola a advogada ativista dos direitos humanos Samira Salih al-Nuaimi, em Mosul, por ela te-los criticado no Facebook por terem destruído monumentos religiosos. Eles a acusaram de "apostasia" (Mail Online). Lembrete: Maomé também matou aqueles que o criticaram. 

Atualização em julho de 2014

ISIL/ISIS matam todos os que eles vêm como inimigos acusando-os de apostasia
Acusar seus inimigos de ex-muçulmanos (apóstatas) é um recurso muito usado para poder se livrar deles, afinal, os apóstatas devem ser mortos. As punições são cruéis, os corpos mortos deixados em praça pública, servindo de alerta para os outros: sigam quem manda ou morra. Maomé fez isso e deu certo. Ele é o exemplo. Fazer como ele fez é sunna.

Não é claro se as vítimas são mortas antes da crucificação. (Sharia Unveiled). 



Atualizações de março, abril e maio de 2014:


Sudão: Mulher grávida enfrenta a morte por deixar o islão e se casar com um não-muçulmano cristão
Meriam Yahia Ibrahim, 27 anos, é casada com um cristão, sudanês do sul, o que é proibido para os muçulmanos no Sudão. De acordo com a lei islâmica, se uma mulher muçulmana se casar com um não-muçulmano, seu casamento é ilegal: ela é considerada uma adúltera e os seus filhos são ilegítimos. E caso Ibrahim seja condenada por apostasia e adultério, ela será chicoteada e a execução será administrado logo após a ela dar à luz ao seu segundo filho. Até o seu julgamento, Ibrahim terá negada fiança, assistência médica para ela e seu filho por nascer, e não receberá nenhuma assistência da Embaixada dos EUA, apesar de seu marido ser um cidadão dos EUA. (Worthy News). Leia mais nesta reportagem da VEJA.

Atualização (26 de junho). A saga desta mulher continua. Foi noticiado que ela foi libertada. Mas, ela foi presa novamente dentro do aeroporto quando ela tentava sair do Sudão (O Globo). A vida dela está em jogo, não apenas pela ação do governo, mas também por que o seu irmão afirmou que ou ela volta a ser muçulmana ou ela deve ser morta.

Atualização (agosto/2014): sudanesa finalmente libertada, é recebida pelo Papa (Aleteia). 

Vídeo do O Globo sobre o assunto
ok

Uganda: muçulmano mata filha de 17 anos por ela deixar o islão e se tornar cristã
(Morning Star News) Maomé disse: todo aquele que deixar a sua fé islâmica, mate-o (Bukhari 9.84.57). Todas as escolas de jurisprudência islâmica seguem esta norma.

Nigéria: Pai acusado de assassinar a filha na igreja por ela ter deixado de ser muçulmana
Apologistas islâmicos no Ocidente rotineiramente alegam que o islão não tem pena de morte por apostasia. Infelizmente, “mal entendores” do islão abundam em grande número, e por algum motivo eles não podem abalar a noção de que o islão ordena a morte para aqueles que são considerados como terem deixado a fé islâmica. Por que persistem neste mal-entendido? Talvez seja porque Maomé ordenou: "Quem mudar de religião islâmica, em seguida, mate-o" (Bukhari 9.84.57). Esta ainda é a posição de todas as escolas de jurisprudência islâmica, sunitas e xiitas. Outros membros da congregação também foram atacados (Nigerian Tribune)

Uganda: Um Xeique muçulmano surra a sua filha jovem por ela ter se convertido ao cristianismo
As mulheres que deixarem o islão (as apóstatas femininas) devem ser espancadas e confinadas em suas casas até que elas revertam (voltem a ser muçulmanas) ou morram de causas naturais.  Isto está de acordo com a escola de jurisprudência islâmica Hanafi, que é a mais branda das escolas quando se trata de mulheres apóstatas. Todas as outras escolas de jurisprudência islâmica estipulam que os apóstatas deve ser executados, independentemente do sexo. (Morning Star

Atualizações em fevereito de 2014:

Menina estrangulada por não aceitar a Sharia
O grupo militante islâmico “Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS )" estrangulou uma menina na Síria. O crime dela foi ter se recusado a adotar a interpretação da lei islâmica (sharia) que o ISIS segue. No islão é assim, tem sempre um grupo mais ortodoxo tentando impor a sua versão de islão sobre os outros (muçulmanos e não-muçulmanos). Quando um muçulmano se recusa, como no caso desta menina, ele é considerado um ex-muçulmano, e punição para deixar o islão é a morte. O ato que o vídeo mostra é de uma crueldade sem fim. É triste ver isso acontecendo nos dias de hoje. Mas é esta a realidade ... que esta se espalhando pelo mundo ... inclusive no Brasil. 




Atualizações em dezembro de 2013:

Apostasia de um brasileira no exterior: Ex-muçulmana conta porque deixou o Islam

O blog Rafiq Responde ao Islam nos conta sobre uma muçulmana brasileira que resolveu sair da máfia islâmica e voltar a ser uma pessoa normal. Mas, máfia é máfia, e uma das regras dos mafiosos é que ninguém deixa a máfia impune. E essa regra também vale para o islão: o maior crime que existe é o de um muçulmano deixar de ser muçulmano (assunto discutido aqui). Ela declarou isso abertamente no seu site. O problema é que ela agora está enfrentando uma pressão terrível da família (ela cometeu o erro de se casar com um muçulmano paquistanês) e da comunidade onde ela se meteu, certamente sem saber o que estava fazendo.

Agora, em uma nova mensagem, Rafiq diz: “Queridos leitores, não quero entrar em detalhes, mas desde que a Andreza voltou para Deus e abandonou o Islam, ela vem sofrendo todo tipo de ataques. A tortura psicológica e social é muito grande. Soube a pouco tempo que o esposo dela pediu divorcio e a esta forcando a retirar o testemunho dela do seu blog.”

Isso é a máfia islâmica em ação. As regras são, primeiro, cercear a pessoa que está deixando o islão de modo a que ela desista. Caso isso não funcione, a punição é a morte. O marido dela tem o direito de matá-la (crime de honra).

Lembrete: Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 18:  Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular (referência)

Conclusão: o islamismo é contrário aos Direitos Humanos. 


Atualizações em agosto de 2013:
  • Em 13 de junho, a Al Arabiya TV entrevistou Abu Al-'Ela Abd Rabbo, que foi um dos assassinos do egípcio secular Farag Foda em 1992. Quando perguntado, "Qual foi a justificação religiosa para o assassinato de Farag Foda?" Rabbo respondeu simplesmente: "Se alguém amaldiçoar Alá ou o Profeta em público, ele deve ser punido com a morte. O castigo por apostasia é a morte." (Memri TV).
  • No início de junho na Somália, os membros do grupo Jihad Al-Shabaab mataram Hassan Hurshe, 28 anos, pelo crime de abandonar o islã para o cristianismo (Morning Star).
  • 25 de maio, no Paquistão, os membros do Taliban sequestrou um garoto de dezesseis anos de idade, que havia se convertido do islamismo para o cristianismo, ele é dado como morto (Agencia Fides).
  • O apresentador de programa de auditório Tawfiq Okasha apareceu recentemente no programa "O Egito Hoje" com um vídeo mostrando muçulmanos cortando fora a cabeça de um jovem por causa do crime de apostasia, neste caso, o crime de se converter ao cristianismo e se recusar a renunciar a conversão (junho/2013, Middle East Forum). A execução aconteceu na Tunísia.


Atualizações em julho de 2013:
·         Irã: Mostafa Bordbar, um cristão convertido, foi julgado no Tribunal Revolucionário de Teerã. Ele é um dos vários cristãos presos atualmente, detidos na ala 350 da prisão de Evin por sua fé. O tribunal anunciou suas acusações como "reunião ilegal e participaçãp de uma igreja doméstica". Cinco anos antes desse incidente, ele também havia sido preso em Rasht por converter-se ao cristianismo e participando de uma igreja doméstica. Naquela época, ele foi condenado por "apostasia". No entanto, ele foi temporariamente liberado sob fiança depois de seu caso passou por todos os processos legais. Esta condenação ainda permanece em seu registro (o documento de apoio foi recebido pelo Mohabat News). Juiz Pir-Abbas, o juiz trabalhando no caso do Sr. Bordbar, é o mesmo que condenou Saeed Abedini, o pastor iraniano-americano, a oito anos de prisão por "começar uma igreja doméstica destinada a perturbar a segurança nacional" (Mohabat News).

Atualizações em maio de 2013 :
·         Irã : Em Janeiro de 2013, o pastor cristão Saeed Abedini, um iraniano de 32, casado e pai de dois filhos e residente nos EUA, foi preso ao regressar ao Irã com o objetivo de abrir um orfanato. O governo iraniano o condenou a oito anos de prisão sob a acusação de “ameaçar a segurança nacional” do Irã. Na verdade, seu crime foi o de deixar de ser muçulmano. Deste jeito ele se tornou um apóstata do islão, merecendo deste modo a morte. Em uma carta recente enviada à sua família às escondidas, ele diz ter sido torturado com o intuito a recantar a sua conversão para o cristianismo (Fox News;   Raymond Ibrahim).

Saeed Abedini e sua família

·         Irã, 2013: Mohabet News informou que quatro muçulmanos convertidos ao cristianismo foram presos em fevereiro, durante o culto dentro de uma igreja domiciliar. Eles foram "levados para o Tribunal Revolucionário de Shiraz várias vezes em uma condição miserável, com as mãos e os pés acorrentados." Eles foram acusados de "participar nos serviços de igreja domiciliar, evangelizar e promover o cristianismo ... e perturbar a segurança nacional. " O relatório discorre sobre a “tortura mental e física óbvia” que os convertidos ao cristianismo experiênciam na prisão do Irã. (Mohabet News).
·         Irã, 2012: Outro pastor da igreja domiciliar, Benham Irani, continua atrás das grades, mesmo quando sua família expressa a preocupação de que ele pode morrer das agressões continuas que ele recebe, levando a uma hemorragia interna e outras doenças. O veredicto contra ele contém texto descrevendo-o como um apóstata, que "pode ser morto." Segundo um ativista, "Seus ‘crimes’ "são o de ser um pastor e possuir materiais cristãos." (ANS, BNL)

Benham Irani and his family

·         Irã, 2012: A pena de prisão de seis anos para o Pastor Farshid Fathi Malayeri, cujo crime foi o de se converter e pregar o cristianismo, foi confirmada no ano passado, após uma audiência de apelação mal sucedida. Uma mulher, Leila Mohammadi, que mais cedo havia se convertido ao cristianismo, foi presa quando agentes de segurança invadiram sua casa. Encarcerado por cinco meses na prisão de Evin, sem qualquer palavra sobre o seu destino, ela foi mais tarde condenada a dois anos de prisão (BNL, Barnabas.aid, ANS).
·         Iran, 2012: Um relatório de junho indicou que, cinco meses depois que cinco cristãos convertidos terem sido presos, as suas condições e destino ainda eram desconhecidas. Eles foram acusados ​​de "frequentar os cultos dentro de casas, promovendo o cristianismo, propagando contra o regime e perturbando a segurança nacional." Serem presos por 130 dias, sem comunicação "é um exemplo óbvio de abuso físico e mental dos detidos .... um dos guardas da prisão disse abertamente a um desses detentos cristãos que todas essas pressões e incertezas eram destinadas a fazê-los fugir do país depois que eles fossem liberados. " (MohabatNews)
·         EUA, 2012: Gelareh Bagherzadeh, Uma jovem iraniana que recentemente havia se convertido ao cristianismo e era um ativista aberta contra o regime islâmico e em defesa dos direitos das mulheres no Irã, foi encontrada morta, caída sobre o volante de seu carro, com um único tiro na cabeça (ASN).
 
Gelareh Bagherzadeh, morta por ser apóstata e por lutar pelos direitos das mulheres do Irã

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  • Estados Unidos: Rifqa Bary, uma adolescente do Sri Lanka que vivia com seus pais nos Estados Unidos, saiu de casa por medo de represália por parte dos seus pais por ter se convertido para o cristianismo.  A disputa foi resolvida nos tribunais e mexeu com a comunidade muçulmana nos EUA, tendo, inclusive, existido a intervenção de grupos ligados à Irmandade Muçulmana como o CAIR (Council of American-Islamic Relations). Surgiram sites no Facebook dedicados ao assunto, vários deles clamando pela morte de Rifqa (ver figura abaixo). O conflito se resolveu quando Rifqa completou 18 anos. Ela teme retornar para casa e se tornar vítima de crime de honra, e ela teme também a “religiosa” comunidade islâmica nos EUA (wikiislam).


  • Egito, Dez/2007. Estudiosos da lei islâmica defendem a aplicação do castigo para a apostasia e defendem a criação de uma lei proibindo o casamento entre pessoas de diferentes religiões. (Almasry Alyoum)
  • Marrocos, outubro 2011: Dr. Bostom relata que um muçulmano marroquino 'apóstata' ao cristianismo sobrevive a esfaqueamento e recebe asilo dos EUA. No mesmo post, ele se refere a abril de 2010, quando cerca de 7.000 líderes religiosos muçulmanos apoiaram a deportação de cristãos estrangeiros através da assinatura de um documento que descreve o seu trabalho dentro de Marrocos como "estupro moral" e "terrorismo religioso". O pronunciamento veio em meio a uma campanha nacional destinada a caluniar cristãos, no supostamente "moderado" Marrocos, em prol da punição para o "crime" de proselitismo.
  • Irã, setembro 2011: Youcef Nadarkhani, 32, um pastor no Irã, foi condenado à morte pelo 11o Tribunal Provincial de Gilan, no Irã. O Tribunal determinou que uma vez que ele tem ascendência islâmica (seus antepassados são muçulmanos ) ele deve renegar sua fé em Jesus Cristo. Nadarkhani é o mais recente clérigo cristão a ser preso no Irã por suas crenças religiosas. De acordo com a Elam Ministries, uma organização baseada no Reino Unido que serve igrejas cristãs no Irã, houve um aumento significativo no número de cristãos presos exclusivamente por praticarem a sua fé entre junho de 2010 e janeiro de 2011. Um total de 202 prisões ocorreram durante esse período de seis meses, incluindo 33 pessoas que permanecem na prisão a partir de janeiro, informou Elam (Fox).
  • Voltando a Nadarkhani, a decisão oficial da Suprema Corte do Irã deixou claro que ele foi “condenado por virar às costas para o Islã [ou seja, apostatar], deixando a maior religião e a profecia de Maomé com a idade de 19. Ele muitas vezes participou de culto cristão e serviços organizados em igrejas locais, evangelizando e tendo sido batizado e batizado outros, convertendo muçulmanos ao cristianismo. Ele foi acusado de violar a Lei Islâmica ... Durante testemunho frente ao tribunal, ele negou a profecia de Maomé e a autoridade do Islã. Ele afirmou que ele é um cristão e não muçulmano. Durante muitas sessões do tribunal, com a presença de seu advogado e um juiz, ele foi condenado à execução por enforcamento ...” (WCN, 2011)



  • EUA fevereiro 2011: Clérigo islâmico diz que o presidente Obama deve abraçar o Islã ", ou ser julgado quando os muçulmanos assumir o controle dos EUA (WND).
  • Afeganistão fevereiro 2011: Ex-muçulmano afegão Said Musa liberado após 9 meses de prisão devido à pressão internacional. Ele foi condenado à morte depois de deixar o Islã e adotar o Cristianismo (AM).
  • Itália Fev/2011: ativistas muçulmanos presos por planejar "punir" o Papa Bento XVI pela conversão de um jornalista muçulmano ao catolicismo (ME-online).
  • A Etiópia Set/2010: Três homens muçulmanos atacaram um cristão convertido com uma faca em Dufti, Etiópia. Em 13 de setembro, os muçulmanos levaram Muhammad Ali, um novo cristão convertido do islamismo, à força a uma mesquita na suspeita de que ele havia deixado o Islã. Quando Ali se recusou a entrar e orar na mesquita, eles o esfaquearam no quadril. A Constituição etíope garante a liberdade de religião, mas, infelizmente, os cristãos que vivem nas  partes do país dominadas pelos muçulmanos sofrem perseguição nas mãos dos radicais (Northly News).
  • EUA, Out/2009: Sabri Husibi, um ex-muçulmano que hoje é um ateu, diz ter sido condenado ao ostracismo e ameaçado de morte desde a publicação de um artigo no jornal Tulsa World, edição de sábado, em que ele critica o Islã e outras religiões. Um interlocutor disse que se disser algo contra a sharia (lei islâmica), ele seria morto (Tulsa World).
  • Abdul-Basser, Capelão dos Estudantes Muçulmanos de Harvard, escreveu que existe "grande sabedoria (Hikma) associada à posição estabelecida e preservada (pena capital [para os apóstatas]) e assim, mesmo que isso provoque algum incômodo no rosto do discurso hegemônico moderno dos direitos humanos, não se deve descartá-lo” (A Harvard Crimson 14 de abril de 2009).
  • Bangladesh, set/2009: cristão convertido do islamismo e sua família são ameaçados de morte. Depois das orações de sexta-feira um grupo de fanáticos atacou a casa do ativista de direitos humanos William Gomes, um jovem muçulmano que se converteu ao cristianismo. A polícia não tomou medidas para garantir a sua proteção (Asia News).
  • Afeganistão, 2006: Abdul Rahman, um cidadão afegão, foi preso em 2006 por se converter ao cristianismo. Membros de sua família pediram aos promotores a pena de morte. Rahman acabou libertado (e migrando para a Itália sob asilo) devido ao clamor internacional sobre o caso do Sr. Rahman, e o fato de que o governo afegão tinha sido instalado pela invasão dos EUA (CNN).
  • Na Grã-Bretanha, enquanto os cristãos que se voltam para o islã são celebrados, os muçulmanos 200.000 que se afastou do islamismo são confrontados com abusos, violência e até mesmo assassinato.
  • Somali cristão martirizado. Hussein, um ex-muçulmano, foi morto por extremistas islâmicos depois de dizer-lhes que ele não rezar voltados para Meca uma vez que ele acreditava que Deus é onipresente.
  • Turquia, 1843: Durante o outono de 1843, no coração de Istambul, Turquia, Sir Henry Layard, o arqueólogo britânico, escritor e diplomata, testemunhou a punição reservada para quem deixa o islã como definida pela Lei Sharia. Ele descreveu esse espetáculo abominável da seguinte forma:
- "Um armêno que tinha abraçado o islamismo, resolveu retornar à sua antiga fé. Por sua apostasia, ele foi condenado à morte de acordo com a lei maometana [islâmica]. Sua execução ocorreu junto a insultos dirigidos ao cristianismo e aos europeus em geral. O cadáver foi exposto num dos locais mais comuns e frequentados de Stamboul [Istambul], e a sua cabeça, a qual tinha sido decepada de seu corpo, foi colocada sobre ele, coberta por um chapéu de estilo europeu. "



Um comentário:

Ādhyātmika Māsṭara disse...

Esse é assunto bem polêmico e complexo, publiquei um artigo sobre intolerância religiosa no Irã, não critico o Islã em si, mas o fato de o Irã não ser um Estado laico nem democrático, o que faz com que as leis sejam baseadas na religião e haja uma ditadura teocrática.