sábado, 8 de junho de 2013

Muçulmanos inventam crimes onde eles se fazem de vítima, de modo a que eles possam reivindicar serem vítimas de "crime de ódio"


Isso é o que se pode chamar de Jihad da Vitimização. 
Os muçulmanos ortodoxos farão de tudo para reivindicar o status de vítima. Eles fazem isso porque Maomé fez isso em seu próprio tempo, e funcionou. Eles estão apenas seguindo o exemplo de seu "profeta" e o Ocidente ingênuo parece cair neste engodo o tempo todo. Isso não é nada mais do que Takiyya, a mentira religiosamente sancionada, que pode ser usada sempre que a mentira ajudar a propagação do Islã.
Isso é uma forma de jihad sendo empreendida nos países ocidentais, no sentido de que, se fazendo de vítima, muçulmanos ortodoxos podem reinvindicar "tratamento especial" o que faz com que aspectos da lei islâmica (sharia) sejam introduzidos lentamente, tornando-se parte dos alicerces da sociedade, visando o estabelecimento da lei islâmica quando os muçulmanos tiverem números suficientes para reivindicarem isso.   
Umas das coisas mais marcantes no islamismo é acusar os outros das mazelas que ele leva os seus aderentes a cometeram. Isso vem de Maomé (que sempre culpou as suas vítimas) e continua até os dias de hoje.



Atualização em agosto de 2016

EUA: imã assassinado em disputa de cartel; muçulmanos se fazem de vítima

Um imã foi assassinado por um "hispânico" em um crime que a polícia está descrevendo como guerra entre gangues. Mas os muçulmanos gritam e se fazem de vítima (CarbnotedTV).

Atualização em julho de 2016

França: muçulmanos se dizem vítimas dos atentados jihadistas

Em vídeo, muçulmanos na França falam que eles são as verdadeiras vítimas do terror islâmico porque agora as pessoas não os abraçam mais. Eles explicam que eles se sentem como qualquer outra pessoa na França, que eles explicam isso ao falar em árabe. Ninguém, no entanto, dirigiu um caminhão contra mais de cento e cinquenta muçulmanos e ainda gritando Viva Jesus ou Vive le Frace Libre. Ou invadiram uma mesquita assassinado 50 pessoas.

Atualização em junho de 2016

Jihad do Balé, restringindo o mundo do balé em nome da "tolerância"

Leia o artigo todo no link.

Atualização em abril de 2016

Bélgica: muçulmanos acusam "extrema-direita" de ataque que eles mesmos cometeram
Um vídeo que se tornou viral com a acusação de que militantes da extrema direita européia eram os responsáveis pelo ataque a uma mulher muçulmana em Molenbeek, em Bruxelas, após os atentados terroristas islâmicos. Mas as investigações da polícia Belga e da União Européia descobriram que o agressor da mulher muçulmana era um muçulmano (Jihadwatch).

Atualização em março de 2016


Grã-Bretanha: imã morto pelos próprios muçulmanos
O imã Jalal Uddin foi assassinado e os muçulmanos logo gritaram que foi um "crime de ódio." Na verdade, o imã foi morto por muçulmanos. Ele alertava as crianças muçulmanas contra o Estado Islâmico. Ele foi morto por adeptos do mesmo (Manchester).

Atualização em janeiro de 2016

EUA: Duzentos muçulmanos tentaram intimidar o frigorífico Cargill, mas acabaram todos demitidos

A Cargill Meat Solutions, em Fort Morgan, no Colorado, demitiu 200 empregados muçulmanos. E a causa foi o tempo para a oração que eles dizem terem que fazer todos os dias, todas as horas. A empresa permitia que 2 se ausentassem por vez, para não paralizar a linha de produção. Esta política vem funcionando a mais de 10 anos. A CAIR, uma entidade que se diz de "direitos humanos" mas que na verdade segue a diretriz da Irmandade Muçulmana, convenceu os 200 a fazerem greve. Como eles estavam errados, foram todos demitidos. Mas por que a CAIR queria mudar as regras que vinham funcionando? Para enfiar a lei islâmica goela à dentro dos infiéis. Cada vez que cedemos, mais perto da Sharia ficamos. Mas o fato é que a Cargill apenas foi consistente com as suas práticas. Quem quebrou a lei foram os muçulmanos, usados como massa de manobrar por uma entidade jihadista (fonte).

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Canadá: palavra de muçulmano vale mais que palavra de negro
Toronto, Canadá. Dois amigos negros, adolescentes, entram no metrô. Uma mulher, com hijab, entra e pisa no pé de um deles. Ele reclama. Ela diz que eles parecem macacos. Opa, não se chama negro de macaco. Eles começam a discutir. Ela chama o guarda do metrô que prende os dois negros, acusados de islamofobia. A imprensa caiu de pau em cima deles (mas escondendo o fato deles serem negros), para caracterizar mais um exemplo de islamofobia do Canadá (branco). Um deles recebe ameaças de morte. Agora, a versão, e a raça, das vítimas de verdade vem à tona. (fonte)
Taquia, vitimização, e a imprensa sempre promovendo a narrativa que muçulmanos são vítimas. Uma outra coisa que me chama a atenção neste caso é que muçulmanos têm a preferência, sempre, mesmo quando em oposição a negros.

Macedônia: Migrantes que têm recusada a sua entrada costuram seus lábios em protesto contra o favorecimento do refugiado sírio
"Marroquinos, iranianos, bengaleses e paquistaneses impedidos de cruzar a fronteira Grécia-Macedônia estão protestando contra uma política de priorização de refugiados sírios sobre os migrantes de outros países. Um homem iraniano declarou uma greve de fome e teve os lábios costurados com nylon na frente da tropa de choque da polícia da Macedônia ... "
Se eles fazem isso com eles mesmos, imaginem o que não farão com os inimigos infiéis (os kufar). (Breibart)


EUA: aeromoça se recusa a servir álcool aos passageiros
Aeromoça muçulmana reclama de discriminação após ter sido suspensa de suas atividades por não querer servir bebidas alcoólicas. Foi o que a Pamela Geller disse em um post há algum tempo: Essas pessoas entram para grandes empresas sabendo das suas políticas e quando sofrem alguma sanção por parte delas, se fazem de vítima para ter o apoio dos ativistas pró-islã e do governo americano, obrigando a empresa a se adequar as suas tradições. (fonte

EUA: Aluno muçulmano finge ter uma bomba na escola para se fazer passar por "perseguido"
O Massacre de Sivas 
Um artigo no Middle East Forum, escrito por Burak Bekdil, trata to Massacre de Sivas e das suas repercussões até hoje. Este massacre ocorreu na Turquia, na cidade de Sivas, em julho de 1993. Um grupo de intelectuais turcos (escritores, artistas, poetas e músicos), a maioria alevitas (xiítas), se reuniram em no Hotel Madimak para dentro das celebrações do poeta Pir Sultan Abdal, também alevita.

No dia 2 de julho de 1993, milhares de muçulmanos devotos deixaram as orações de sexta-feira e foram direto para o Hotel Madimak. Aos gritos de Allahu Akbar eles atearam fogo no hotel, com a polícia apenas observando. O prefeito da cidade, um islamista, se negou a enviar o corpo de bombeiros. No final da história, 35 pessoas estavam mortas, além dos intelectuais alevitas, dois funcionários do hotel.

O artigo narra que do total de 190 pessoas presas, apenas 33 foram condenadas. Porém, os advogados que defenderam os agressores foram "premiados" com a nomeação a cargos no judiciário do atual governo turco, e a imprensa islamista tranformou os presos em vítimas, existindo pressão sobre o governo para terminar com a "escravidão dos muçulmanos" pedindo que o governo os liberte. Um dos jornais diz que "Madimak é o nome da opressão contra os muçulmanos."

Eu estou compartilhando este fato com o intuito de mostrar como os islamistas são capazes de alterar a narrativa, transformando criminosos em vítimas, e as vítimas em opressores. Vocês devem se acostumar com isso, porque este é o modo de operação dos islamistas.

EUA: Dois eventos de jihad da vitimização
Muçulmanos se fazem de vítima, sempre, mesmo inventando situações. Afinal, Maomé fez isso e deu certo: ele inventou desculpas para atacar e conquistar militarmente as tribos árabes vizinhas, atacando-as na surdina da noite. Dois exemplos deste fato nos EUA:
(1) uma muçulmana devota criou confusão dentro de um avião em vôo porque a aeromoça não lhe deu uma lata inteira de Coca Zero. Ela gritou "discriminação!" e acusou a aeromoça de não ter-lhe dado a lata porque a muçulmana poderia usá-la como arma. Esta história foi desmentida pelos passageiros. (fonte)
(2) uma muçulmana devota não foi escolhida para um emprego em uma loja de moda costura Abercrombie and Fitch. Ela alegou que foi por causa do véu (apesar dela ter ido a entrevista sem ele). O caso foi para a Suprema Corte dos EUA que deu ganho de causa para a muçumba. Pergunta: o que uma muçulmana devota quer fazer em uma cadeia de alta costura? (fonte)
Israel: em 15 de dezembro uma mesquita pegou fogo na Cisjordânia, e logo surgiram acusações de que o incêndio foi proposital
Lá foram muçulmanos se fazerem de vítima. Mas após investigações de Israel e da Autoridade Palestina verificou-se que a causa foi um curto-circuito no aquecedor.
http://pamelageller.com/2014/12/the-mosque-attack-that-wasnt.html/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter-%22Like

Tudo é motivo para o islão se fazer de vítima
Isso começou com Maomé, que ao ser ignorado pela sua tribo em Meca, começou a acusá-los de discriminação e perseguição por estar sendo ignorado.
O mais novo exemplo é o ataque jihadista na Austrália. Ao invés de buscarem, de modo genuíno, combaterem a teologia islâmica que leva pessoas normais a se tornarem psicopatas assassinos (como o jihadista na Austrália que era um clérigo islâmico), os apologistas começam uma campanha apresentando as mulheres que usam o hijab (o véu que deixa o rosto de fora) como vítimas de discriminação.
Ou seja, vale tudo se o objetivo é o de propagar a ideologia islâmica.
A notícia no link diz "O receio de que os muçulmanos possam ser vítimas de discriminação devido ao sequestro de Sydney produziu uma onda de solidariedade nas redes sociais."
E onde está a solidariedade para as vítimas do jihadista, que passarm por um stress violento, foram feridas, foram mortas? Alguma campanha em favor das suas famílias? (SAPO)

Alemanha: muçulmano turco confessa ter tacado fogo em mesquita
Um muçulmano que se disse a escola islâmica o tratou muito mal, confessor que foi ele quem tacou fogo na Mesquita Central de Colônia. Antes, o incidente tinha sido apresentado como um ato de "islamofobia." (Politically Incorrect)

Nova Iorque: blogueiros inventam incidente
Dois blogueiros muçulmanos filmaram sendo revistados pela polícia ... mas foram logo descobertos que tudo não passa de uma encenação. (Huffinghton Post)

Muçulmanos gostam de se fazerem de vítimas e dizerem estarem sendo perseguidos, mas a realidade mostra o contrário
Estatísticas do FBI para o ano de 2012, relacionada a crimes de ódio de procedência religiosa (http://networkedblogs.com/RP2RD). Em 2012, ocorreram 1.166 crimes de ódio motivados por preconceito religioso relatados à polícia. O detalhamento destes crimes mostra que:
59,7 por cento foram contra os judeus.
12,8 por cento foram contra os muçulmanos.
7,6 por cento foram contra os várias outras religiões e grupos.
6,8 por cento foram contra os católicos.
2,9 por cento foram contra os protestantes.
1,0 por cento foram contra os ateístas, agnísticos, etc.
9. 2 por cento foram contra outra (não especificada) religião.


Egito: Al Jazeera mostra na TV lesões e mortes falsas
A Al Jazeera já foi exposta várias vezes propagando versões pró-islâmicas – mentir é algo doutrináriamente permitido no islão através taqiyya. Agora, ela mostrou um filme no um militante « pacífico » da irmandade muçulmana jaz ferido, com a camisa ensanguentada. Só que, de repente, alguém puxa a camisa mostrando que não existe ferimento algum (no que o ferido reage levantando a perna). O vídeo está aqui (Raymond Ibrahim)

EUA : Uma 'marcha de um milhão de muçulmanos' programada para ocorrer em Washington, no dia 11 de setembro 
Aqui um exemplo típico do “se fazer de vítima.” O Comitê de Ação Política muçulmana americana está planejando uma marcha de um milhão de muçulmanos para Washington DC em 11 de setembro. O grupo afirma: “Nós, da AMPAC (Comitê de Ação Política Americana) estamos planejando um evento histórico para a 9/11/2013, onde um milhão de muçulmanos vão marchar até Washington DC e exigir que nossos direitos civis sejam protegidos por nosso governo” (Fox-Nation). Mas, não existe lei alguma diferente para os muçulmanos nos EUA, ao contrário do que acontece nos países islâmicos (tratamento diferenciado dos não-muçulmanos). Que direitos são esses que não são protegidos? E, cá entre nós, a data escolhida soa mais como uma “celebração” e “declaração política” do que qualquer outra coisa.

Áustria: muçulmanos ateiam fogo em seu próprio negócio e deixam graffiti 'racista' para enganar os investigadores
Uma pizzaria de propriedade de muçulmanos albaneses em Wörgl, Áustria, foi gravemente incendiada. Um prédio vizinho de propriedade de uma associação turca também foi incendiado. Um grafite "racista" escrito em turco foi deixado na cena, incluindo-se símbolos da suástica. Isto imediatamente provocou manifestações de turcos e "verdes" que protestavam contra a "direitista" e os "racistas". Um cartaz dizia: "O racismo não é uma opinião; o racismo é um crime". Descobriu-se agora que os dois incêndios foram criados pelo próprios muçulmanos. Eles estavam em circunstâncias financeiras terríveis e queriam o pagamento do seguro. O graffiti 'racista' foi simplesmente deixado para enganar os investigadores. Felizmente, dois dos incendiários muçulmanos ficaram feridos em seu próprio ataque quando o fogo que eles estavam ateando produziu uma explosão (fev/2013, Islam versus Europe).

Muçulmano ateia fogo em mesquita
Bruxelas, Bélgica. Um muçulmano de 34 anos de idade, de machado em punho, invadiu uma mesquita nos arredores de Bruxelas segunda-feira e começou um incêndio que resultou na morte do imã (março/2012, Voice of America).

Muçulmanos ateiam fogo em sua própria mesquita e acusam colonos israelenses
Em 3 de outubro, um relatório de AFP, publicada pelo L'Express, entre outros, e copiado por muitos meios de comunicação franceses, relatou o incêndio de uma mesquita em uma aldeia beduína no norte de Israel, Touba-Zangariyya. O L'Express atribuiu o incêndia, sem dar margens a dúvidas, aos "colonos" de Israel. A verdade é que a mesquita de  Tuba-Zanghariya foi incendiada por islamitas (jan/2012, Mtzav blog).

Um "crime de ódio" que nunca tinha sido
Uma mesquita em Marietta, Geórgia (EUA) foi incendiada criminosamente. Uma organização islâmica conhecida pela sigla CAIR (Conselho de Relações Americanas-Islâmicas, e braço da Irmandade Muçulmana nos EUA e Canadá) reclamou que o incêndio era um "crime de ódio" contra os muçulmanos (jul/2010, AJC). Na verdade, o incêndio foi provocado por Tamsir Lucien Mendy, natural da Gâmbia. Ele foi condenado a  20 anos de prisão após se declarar culpado pelo crime (jan/2012, AJC).

Outros casos de "crimes de ódio" auto-infligidos:
Extraído de "CAIR's hate crimes nonsense" por Daniel Pipes e Sharon Chadha (via Atlas Shrugs). Mais casos também em "More Muslim hate crime myth" por Daniel Pipes
  • A CAIR cita o caso do incêndio em um supermercado de propriedade de muçulmanos em Everett, Washington (EUA), ocorrido em 9 julho de 2004. Mas os investigadores rapidamente determinaram que Mirza Akram, operador da loja, encenou o incêndio para evitar o pagamento de dívidas, e para tentar ganhar o dinheiro de uma apólice de seguro. Embora este caso tenha sido exposto como uma fraude, a CAIR continua a listar este caso como um crime de ódio anti-muçulmano.
  • A CAIR também afirma que "um mercado de propriedade de muçulmano foi incendiada no Texas", em 6 de agosto de 2004. Mas já um mês depois, o dono foi preso por ter incendiado seu próprio negócio. Por que a CAIR continua mencionando este incidente como crime de ódio?
  • A CAIR relata que "uma bomba de fabricação caseira explodiu do lado de fora da Mesquita dos Campeões, no subúrbio de Houston Spring, Texas,"baseando-se em testemunhas que, em 4 de julho de 2004, dizem terem visto "dois homens brancos" colocando a bomba. Perguntamos sobre o incidente e descobriu que o departamento do xerife não conseguiu localizar todos os arquivos da polícia sobre a explosão. Novas perguntas para a mesquita e um e-mail para CAIR ficaram sem resposta. Há poucas evidências de que este crime tenha mesmo ocorrido.
  • CAIR observa que "os investigadores criminais em Massachusetts ainda estão investigando um possível incêndio criminoso de ódio motivados contra o Centro Islâmico Al-Baqi em Springfield." No entanto, o caso foi há muito tempo definido como um simples assalto, notícia que até mesmo o próprio site da CAIR postou. A Associated Press informou em 21 de janeiro de 2005, que o Ministério Público determinou que o incêndio foi provocado por garotos adolescentes "que invadiram a mesquita Al-Baqi para roubar dinheiro e doces, e em seguida colocaram fogo para cobrir seus rastros". Os meninos, foi esclarecido: "não foram motivados por ódio contra os muçulmanos."
  • CAIR descreve o que aconteceu com uma família muçulmana em Tucson, Arizona: "tiros de bala perfuraram sua casa quando eles jantavam em outubro de 2004", e dois meses depois, o caminhão deles estava quebrado e vandalizado. Mas a única evidência de que o incidente foi motivado por ódio aos muçulmanos é a própria família Dehdashti, e não a polícia. Detetive Frank Rovi de Pima County Departamento do Xerife, que lidou com a investigação, disse que, segundo os vizinhos, a área do deserto ao redor casa dos Dehdashti foi muitas vezes utilizado para praticar tiro ao alvo. Nenhum incidente foi classificado como um crime de ódio e ambos os casos foram encerrados em fevereiro de 2005, muito antes que o relatório da CAIR tivesse sido escrito.
  • De vinte "crimes de ódio anti-muçulmanos", em 2004, descritos pela CAIR, pelo menos seis são inválidos - e mais pesquisas poderiam provável encontrar problemas com os outros catorze casos.
Como um grupo com uma trajetória como essa (a CAIR) deveria ser considerado pelas autoridades?


Um comentário:

Fernando Lopes de Almeida Soares disse...

*

Angola proibe
o Islã e à também fanática
seita Universal?

Implacável ódio
mouro e crente à Cristandade
cabalam sionistas?

- FLASh

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1688077311435269&id=100006990498330
http://br.sputniknews.com/portuguese.ruvr.ru/news/2013_11_26/Angola-vira-o-primeiro-pais-do-mundo-a-proibir-o-Isla-5003/

*

Feito águas do mar
graças todas ajuntando
Deus não criou Maria?

- Luís de Montfort (byFLASh)

*

Ao haicai acima
segue outro meio a
dois sonetos,

INVEJADAS MÃES?

- Fernando L A Soares (FLAS nmh)

Javé, pousando embevecido olhar
no amor de mãe que vida garantia,
acima de anjos decidiu criar
Aquela que seu Filho hospedaria.

Divina obra-prima faz bufar
soberbo Lúcifer, contra Maria
inconfidência insiste em cabalar,
jamais Rainha humana aceitaria!

Resgata humanos seres do pecado
- não fez o diabo de Eva e Adão joguete? -
co-Redentora oferta do Crucificado.

Desesperado Judas, o alcaguete,
acaso aos pés da Virgem Mãe prostrado
perdão teria, como o herói de Goethe?

- FLASh

*

Desfibrados jovens
irlandeses aprovando
casamento gay?

- FLASh

*

ODIADA VIRGEM MARIA?

- Fernando L A Soares (FLASh)

Rainha humana segue renegando
rebelde Lúcifer e, astutas metas
sionista mídia insana executando,
acaso ainda há católicos ascetas?

Se odiar à Virgem Mãe é a voz de mando,
dizendo amar Jesus, falsos profetas
querem poder político e ao seu bando
total apoio dão forças secretas.

Dóceis currais de votos, não preparam
os "donos da verdade" em seus redutos
fanáticos sequazes que pescaram

e outrora doces almas viram brutos
cristãos que com soberba ensimesmaram?
Má árvore não pode dar bons frutos.

- FLASh

*

Ao "mecenas" Lula
maldizendo odientamente
ingratos pastores?

*

Poema
em sextilha,
trova e haicai,

CHUTADA SANTA?

- Fernando L A Soares (FLASh)

Capaz de pisar pescoço
da mãe, o Lula é um colosso
que até aos petistas espanta
ao vender sua alma ao diabo
na aliança, um menoscabo,
com os chutadores da Santa!

Ao crente gaulês herdeiro
"Paris vale uma missa", ora,
e Brasília, companheiro,
um chute em Nossa Senhora?

O Jesus do Edir
Macedo tem chifre, rabo,
e bafo de enxofre.

- FLASh

poetafernandosoares@gmail.com
facebook.com/cronipoeta
cronipoeta.blmilagros em
WhatsApp etc 319 9882 5505 Oi?

*

Em tempo,
dois alusivos haicais
à milagrosa Aparecida
e um soneto,

*

A uma negra Santa
o herdeiro de dom João VI
consagra o Brasil.

- FLASh

*

PATRIÓTICA APARECIDA?

- Fernando L A Soares (FLASh)

Envolta em limo, traz pesada rede,
ultimamente sempre em vão lançada
num rio estéril, linda imagem - vede -
de escuro barro, mas decapitada.

Peixe abundante, saciando a sede
das almas por milagre, ao ser pescada
também cabeça, sólida parede
de um templo brava gente ergue na estrada.

Brasil afora espalham devoção
à negra estatueta Aparecida
tropeiros adentrando no sertão.

E aos pés da Padroeira enternecida
farto sotaque ecoa desde então,
grandiosa Pátria fé mantendo unida.

- FLASh

*

Aos 12 de outubro
na passarela da Fé
formigueiro humano?

- FLASh

http://alexandrinadebalasar.free.fr/nossa_senhora_aparecida_1.htm

*

Fernando Lopes de Almeida Soares
IFP/RJ 2477412 cel 319 9882 5505
Rua Joanésia, 316 ap 301 Serra
30240-030 Belo Horizonte, MG

.