quinta-feira, 18 de julho de 2013

"Como você se atreve?" A natureza supremacista das 'queixas' dos muçulmanos


Nós tratamos do fenômeno islâmico de se comportar como tendo sido ofendido por qualquer pretexto, a maioria deles exdrúxulos, no artigo 
Religião do Ultraje Eterno, onde são apresentados alguns exemplos. Estas "queixas" ou “agravos” não são baseadas em padrões universais de igualdade e justiça. Na verdade, elas advém de uma visão supremacista do mundo.

Abaixo segue um artigo escrito por Raymond Ibrahim, que discute esta visão supremacista, e que leva a este ultraje eterno.

Raymond Ibrahim, 12 de julho de 2013

Originalmente publicado no The Jerusalem Post

Em 2012, no Paquistão, enquanto que crianças cristãs estavam cantando canções de natal dentro de sua igreja, homens muçulmanos de uma mesquita nas proximidades invadiram o local com machados, destruindo os móveis, profanando o altar, e batendo nas crianças. A justificativa para tal violência? "Vocês estão perturbando nossas orações .... Como vocês se atrevem a usar o microfone e os alto-falantes? "

Bem-vindo à verdadeira face da "queixa dos muçulmanos", que eu chamo de fenômeno do "Como Você se Atreve?" Lembre-se disso na próxima vez que a imprensa "progressista" e os políticos te disserem que o terrorismo islâmico, passando pelo ataques de 11 de setembro, o massacre de Fort Hood, as explosões da Maratona de Boston, ou a recente decapitação em Londres, são produtos de queixas dos muçulmanos contra o Ocidente. O que falta nas análises é a natureza supremacista das queixas dos muçulmanos.

As 
Condições de Omar, um texto muçulmano medieval fundacional, ordena este sentimento de superioridade sobre os não-muçulmanos. Entre outras determinações, as Condições de Omar comanda os cristãos conquistados a não levantarem as suas "vozes durante a oração ou leituras nas igrejas em qualquer lugar perto de muçulmanos" (daí o ataque à base de machados no Paquistão). Ele também ordena-lhes para não apresentarem quaisquer sinais visíveis do  cristianismo,  especificamente bíblias e cruzes, não para construirem igrejas, e não criticarem o profeta.

Se a natureza supremacista da lei islâmica ainda não está clara o suficiente, as Condições de Omar ordenam, literalmente, que os cristãos deixem seus assentos quando demandado pelos muçulmanos.

Por analogia, considere quando a negra Rosa Parks se recusou a ceder o seu assento em um ônibus para passageiros brancos em um ambiente de supremacia branca. Queixas sinceras surgiram: como ela se atreve a se consideram igual à nós?

Mas,  essas queixas eram legítimas? Será que elas deveriam ser acomodadas?

Em meu novo livro, 
Crucificado novamente: expondo a nova guerra do islã sobre os cristãos, eu documento centenas de ataques contra cristãos. Na maioria dos casos, os agressores muçulmanos estavam verdadeiramente queixosos.

Por exemplo, em 2007, na Turquia, uma editora que distribuia Bíblias foi invadida e três de seus empregados cristãos 
torturados, estripados e, finalmente, assassinados. Um dos suspeito disse mais tarde: "Nós não fizemos isso por nós mesmos, mas pela nossa religião [islã] .... Nossa religião está sendo destruída. "

Da mesma forma, em 2011, no Egito, após um estudante cristão de 17 anos ter-se recusado a obedecer às ordens de seu professor muçulmano para cobrir a sua cruz, o professor e alguns estudantes muçulmanos atacaram, espancaram e, finalmente, 
mataram o adolescente cristão.

Estes assassinos turcos e egípcios estavam verdadeiramente queixosos: as Condições de Omar especificam claramente que os cristãos não devem "exibir uma cruz ou a Bíblia" em torno de muçulmanos. Como este estudante egípcio e estes editores turcos se recusam a não seguir as Condições de Omar?

Na Indonésia, onde está se tornando quase impossível para os cristãos construirem igrejas, os cristãos se reuniram para celebrar o Natal de 2012 em um terreno vazio onde eles desejavam construir uma igreja. Os cristãos foram atacados por muçulmanos que atiraram 
estrume de vaca e sacos de urina nos cristãos enquanto eles rezavam.

Esses muçulmanos também estavam sinceramente queixosos: como esses cristãos se atrevem a pensar que eles podem construir uma igreja quando as Condições de Omar explicitamente os proíbem? (Veja 
Crucificado Novamente para uma nova tradução das Condições de Omar).

Semanas atrás, no Paquistão, depois de um homem cristão ter sido acusado de insultar o profeta muçulmano Maomé, outra grande proíbição de acordo com as Condições, 3.000 muçulmanos incendiaram duas igrejas e cerca de 200 casas de cristãos.

Dê uma olhada 
em suas fotos; eles são, sem dúvida, pessoas com uma "queixa".

Mais recentemente, no Paquistão, quando um muçulmano esbofeteou um cristão e este retribuiu, o muçulmano exclamou: "
Como este cristão se atreve a me bater?" A violência contra os cristãos começou imediatamente.

Em suma, a qualquer hora que os não-muçulmanos se atrevem a ultrapassar a sua condição de  "inferior", como designada pela lei islâmica Sharia, muçulmanos supremacistas se tornam violentamente queixosos.

A partir daqui, pode-se começar a entender a derradeira queixa muçulmana: Israel.

Porque, se os cristãos "infiéis" são considerados inferiores e atacados por muçulmanos ofendidos por exercerem os seus direitos humanos básicos, como a liberdade de culto, como os muçulmanos devem se sentir com respeito aos judeus, os descendentes de porcos e macacos de acordo com o Alcorão, exercendo poder e autoridade sobre colegas muçulmanos em uma área entendida como terra muçulmana?

Como se atrevem?!

Claro que, se queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça e palestinos deslocados, os muçulmanos, bem como os seus  apaziguadores ocidentais – ficariam agravados e queixosos pelo fato de que 
milhões de cristãos estão sendo deslocados pelos invasores muçulmanos.

Não é preciso dizer que eles não estão queixosos com isso.

Então, da próxima vez que você ouvir dizer que o furor dos muçulmanos e o terrorismo são produtos de queixas, lembre-se que isso é absolutamente verdadeiro. Mas essas "queixas" não são baseadas em padrões universais de igualdade e justiça, mas apenas em uma visão supremacista do mundo.


3 comentários:

Anônimo disse...

Agora. e parta calar a maometanagem, as pessoas podem dizer que são super supra hiper e ultra muçulmanas.
Testemunham o mesmo que os maometanos.
-allah existe.
-maomé foi seu mensageiro.

Mas testemunhma mais e muito mais.
-o allah maometano existe, é a inspiração do mal.
-maomé foi o seu mensageiro, trapaceiro, carniceiro...
- o islam, é o lado negor do animal humano.
- o islam é a pior porcaria( sem qq ofensa aos verdaeeiros suínos)

Mas se alguém tiver alguma dúvida, que convoque o maometa mais erudito, rico, importante famoso, podroso, ronhoso ou ignorante, para invalidar o super supra hiper e ultra-islam e muitas outras verdades verdadeiras sobre o enganador e maléfico maometanismo.

Anônimo disse...

Qualquer semelhança com o nazismo seria mera coincidência?

cRiPpLe_rOoStEr a.k.a. Kamikaze disse...

Qualquer semelhança com o nazismo NÃO é mera coincidência. O mufti de Jerusalém à época do nazismo era um amigo pessoal de Hitler, e tio de Yasser Arafat, além de terem existido tropas de muçulmanos bósnios nas SchutzStaffel. Convém lembrar também dos askari, mercenários africanos que lutaram ao lado das tropas fascistas.