quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Jihad contra o budismo: mais uma vez, o agressor (o islão) joga a culpa na vítima


O roteiro, escrito a 1.400 anos atrás por Maomé, continua sendo seguido à risca. O islamismo se apresenta como vítima, se fazendo de ofendido, acusando os outros dos seus próprios crimes, tudo com o intuito de avançar a sua causa final, que é a implementação da lei islâmica no mundo inteiro.

Este roteiro inclui o aniquilamento das culturas nativas da região sendo conquistada (leia em islão: o aniquilador de civilizações). O islamismo é mono-cultural (ao oposto de multi-cultural).

Uma das vítimas do islão é o budismo.

Você sabia que o Afeganistão e parte do Paquistão, porções do norte da Índia, as Ilhas Maldivas, a Malásia, a Indonésia, eram budistas? E que com a chegada do islamismo, o budismo foi extinto?

E que este processo ainda se manifesta, hoje, no sul da Tailandia e em Myanmar (antiga Birmânia) onde as minorias muçulmanas promovem uma jihad contra o budismo? 

(Leia mais no artigo Compreendendo o islão: o bom senso budista contra a tolice do Ocidente).

Veja o mapa abaixo [1]. Ele mostra o crescimento do budismo até o ano 600 DC, antes da “invenção do islão” e das invasões islâmicas.


O mundo do budismo no ano 600 DC (antes da “invenção do islão”)

Ilhas Maldivas: As Maldivas são um pequeno país composto por centenas de ilhas no Oceano Índico. Eram budistas. Conta-se que um comerciante árabe, com o nome de Abul Barakaathul Barbary, derrotou um demônio do mar (que aparecia todo o mês em busca de meninas virgens) apenas recitando todo o Alcorão. O rei das Maldivas ficou tão impressionado que obrigou todo o país a se converter ao islão. Mas todos sabem a verdadeira história, na qual os budistas foram massacrados pela espada islâmica. O demônio do mar é tão falso quanto o Alcorão. O governo das Maldivas diz que hoje 100% da população é composta por muçulmanos, e não permite qualquer outra religião que não o islão. A Constituição diz que todos têm que ser muçulmanos sunitas, e a apostasia é um crime. O budismo foi extinto. Os únicos traços restantes do budismo se encontram em museus, e mesmo assim, têm sido lentamente destruídos, como durante o golpe de estado que depôs o primeiro presidente democraticamente eleito (quando museus foram saqueados e artefatos pré-islâmicos destruídos). O curioso é saber o motivo para o golpe. Os golpistas acusaram o presidente de ser um infiel que estava tentando construir igrejas nas Maldivas. O movimento militante islâmico, que está no poder, diz que até mesmo os muçulmanos moderados são kafirs (infiéis).

Afeganistão: A população que residia no Afeganistão antes das invasões árabes era multi-religiosa, incluindo budistas, zoroastristas, adoradores do sol, hindus, cristãos, e judeus, entre outros. As invasões árabes, que começaram ano 642 DC, resultaram em um longo processo de guerras e expansão, que resultou na islamização da região no século 11. Quando os Mongóis conquistaram aquela parte to mundo, o islão já estava entranhado e o budismo já era. Os requícios do budismo tem sido apagados desde então, gradativamente, sendo um exemplo a recente destruição da estátua de 45 metros do Buda, em Bamiyan, pelos Talebãs, seguindo a destruiçao de várias outras estátuas menores, inclusive dentro de museus [2].


O Buda de Bamiyan, antes de depois da sua destruição pelo Talebã, em 2001.

Indonésia : Vejamos o que diz o Padre Daniel Byantoro, um apóstata do Islã. Ele fornece uma breve história de como a Indonésia tornou-se um país islâmico [3]: 

Por milhares de anos o meu país (Indonésia) era um reino hindu budista. O último rei hindu foi gentil o suficiente para dar isenção de imposto de propriedade para o primeiro muçulmano missionário, para viver e pregar a sua religião.

Lentamente, os seguidores da nova religião cresceram, tornando-se tão fortes que o reino foi atacado. Aqueles que se recusaram a se tornarem muçulmanos tiveram que fugir, para salvarem as suas vidas, para a vizinha ilha de Bali, ou para a região montanhosa do Tengger, onde eles têm sido capazes de manter a sua religião até agora.

Lentamente, de um reino unido composto por hindus e budistas, a Indonésia tornou-se o maior país islâmico do mundo.

Se há alguma lição a ser aprendida (pelos não-muçulmanos do resto do mundo), vale a pena ponderar sobre a história do meu país. Nós não somos pessoas intolerantes ou cheias de ódio, mas sim, nós somos amantes da liberdade, amantes da democracia, e amantes do que é humano. Nós apenas não queremos que essa liberdade e democracia sejam tirada de nós por causa da nossa ignorância, por causa da  implementação de um "politicamente correto " equivocado, e pela pretensão de tolerância.

(Mais informação sobre a Jihad contra o budismo e o hinduísmo em [4])

Já haviamos dito que a coisa está mesmo feita pois até os monges budistas estão protestando contra o islão. Só que eles têm sido recriminados por se defenderem!

Referências

[1 ] The Spread of Buddhism, Cornel University


[3] The Fate of Indonesia, Facing Islam, 31 de julho de 2013


2 comentários:

Alexandre Medeiros disse...

Só uma correção. Em português, o antigo nome de Mianmar não é Burma, é Birmânia. É por isso que o gentílico em português ainda é birmanês(a).

José Atento disse...

Muito obrigado. Irei corrigir!