domingo, 27 de outubro de 2013

Na Malásia, a palavra “deus” somente pode ser usada pelos muçulmanos


Um fato interessante, e totalmente consistente com a lei islâmica, está acontecendo na Malásia. Reportado pela Fox News

Por um destes fatos ligados ao desenvolvimento dos idiomas e dialetos, algo de interesse dos linguistas, a palavra “Alá” foi adotada como significando “Deus” na lingua da Malásia, o malaio. Nos escritos religiosos, em malaio, das diversas religiões presentes na Malásia (budismo, hinduísmo, cristianismo e islamismo) todas elas usam Alá significando Deus.

(Observação: Eu nunca faria isso. O Alcorão chama Alá de “O Pai da Mentira” e diz que Alá pessoalmente tortura os não-muçulmanos no inferno. Segundo um amigo meu, cristão, isso classifica Alá não como Deus mas como o próprio demônio.)

O que acontece na Malásia é algo consistente com a islamização que ocorre no mundo inteiro. A Malásia é um país de maioria muçulmana, mas que viveu sob a inflência da Grã-Bretanha desde o século 18, o que a levou a adotar um sistema de leis baseado na Lei Comum britânica, sistema este mantido desde a independência em 1957, e a posterior formação da Malásia moderna, em 1963. A lei comum estabelece igualdade entre os cidadãos.

Mas a Malásia, como os demais países de maioria islâmica em geral, têm passado por um processo de retorno aos valores orginais do islão, retornando aos preceitos da lei islâmica (Sharia). Isso se vê quando a constituição destes países usam a lei islâmica como base para a resolução de conflitos e quando o governo age como “protetor da fé islâmica” (como todo o país de maioria islâmica, a Malásia tem o islamismo como religião official).

No caso em questão, o governo da Malásia proibiu que qualquer outra religião, exceto o  islamismo, usasse a palavra malaia “Alá” para designar “Deus.” Na justificativa para esta decisão, o governo disse que existiam preocupações que isso poderia confundir os muçulmanos e levá-los a deixarem o islão se convertendo para outra religião (fato este, aliás, proibido por lei).

A igreja católica da Malásia entrou na justiça contra a decisão, alegando que os cristãos que falam o idioma malaio usam “Alá” nas suas bíblias, literature e música muito antes das autoridades começarem a impor esta banição. Basicamente, os cristãos malaios teriam que retirar Deus da Bíblia.

Quatro anos atrás, uma corte, em uma instância inferior, deu ganho de causa à igreja católica, fato esse que provocou uma onde de ataques contra igrejas e outros templos de oração, vandalizados e queimados. (Nada para se assustar, reação típica do islamismo: quando contrariado, partir para a violência … isso segue do preceito corânico “conversão, subjugação ou morte.”)

O governo recorreu.

Agora, nesta segunda-feira, uma corte mais alta deu ganho ao governo. No despacho, o juiz Mohammad Apandi Ali (advinha qual a religão dele?) disse que o uso de “Alá” “não é uma parte integral da fé e prática crista.” (Interessante, um muçulmano definindo o que é ou não parte do cristianismo.)

O Reverendo Lawrence Andrew, editor do jornal católico The Herald, disse que existem planos para recorrer para a Corte Suprema da Malásia. Ele disse “nós estamos diapontados com a decisão. Este é um passo irreal e retrógrado no desenvolvimento das leis.”

Meu caro Reverendo, esta decisão seria irreal e retrógrada em um país ocidental e secular, mas não em um país cujo regulamento legal de referência é a lei islâmica. Sabendo-se a lei islâmica, sabe-se prefeitamente o que vai acontecer, porque está tudo escrito lá. Basta ler.

E, para finalizar, dois lembretes.

1. Muçulmanos querem a lei islâmica! Ver a lei islâmica implementada em todo o mundo é uma obrigação religiosa de cada muçulmano!

2. A lei dos números  do islão:

a.   Quando em minoria, eles clamam que o islão é a religião da paz e que cristianismo e judaísmo são religiões irmãs oriundas de Abraão.

b.   Quando ainda em minoria, mas já em grande número, eles pedem por uma situação especial (onde a lei da terra começa a fazer excessões para acomodar os muçulmanos)

c.   Quando em maioria, eles impõem a lei islâmica.

Pense nisso.


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