terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Natal, blasfêmia contra o Islão


Esta postagem é uma tradução de "Feliz Natal, de Jihadwatch." Achei-a interessante pois retrata bem como a "versão islâmica dos fatos" implica na negação dos nossos valores,e, em muitas vezes, na negação da própria História. E mais e mais estamos sendo forçados a aceitar esta "versão islâmica" sob o risco de sermos chamados de "racistas" ou "islamófobos." Tudo em nome da tolerância, afinal, segundo a narrativa multicultural em vigor (na Europa, EUA e Canadá --> ABRE O OLHO BRASIL!) a culpa de qualquer ato de muçulmanos mais "religiosos" é sempre dos outros. Segundo esta narrativa, o motivo que leva o Islão a agir de modo tão violento e assertivo é resultado do colonialismo europeu, do imperialismo americano, da existência de Israel, ou até mesmo das cruzadas, e todas as evidências que indiquem que a origem destes atos advém dos "livros sagrados" do Islão e da lei islâmica devem ser ignoradas. Livros como o Jihad Islâmica: um legado de conversão forçada, imperialismo e escravidão, por exporem a verdade, devem ser banidos.

Feliz Natal, de Jihadwatch


O ícone bizantino acima é o trabalho do iconógrafo do século 16, Theophanes de Creta. Muitos muçulmanos em todo o mundo hoje o considerariam ofensivo e insultuoso ao Islã. Muçulmanos nos Bálcãs poucos anos atrás entraram e destruíram igrejas e ícones como este justamente por isso.

1. Ele descreve os seres humanos, o que viola a proibição islâmica tradicional representar imagens, sendo por isso  considerado idólatra e blasfemo.

2. O ícone não retrata Jesus como um profeta muçulmano. Em vez disso, ele mostra Jesus na maneira tradicional cristã, como o Filho encarnado de Deus: em sua auréola está secrito ων, Aquele que é, um título de divindade derivado do nome de Deus, que Deus deu a Moisés (em Êxodo 3:14) , em violação da injunção islâmica muitas vezes repetida do Alcorão que Alá não tem filho (4:171; 09:30; 25:2; 39:4; 72:3; etc etc).

3. Em consonância com o item 2 acima, que retrata o que os muçulmanos consideram ser idolatria, o ícone mostra a sua santa mãe se ajoelhando à frente da criança para adorá-la.


4. O feixe de luz ou lança vindo do céu até a criança no berço, retrata a atividade do Divino no mundo, assumindo a doutrina da Trindade, que é rejeitada um tanto imprecisamente no Alcorão 4:171 e 5:116.


5. O berço se assemelha a um caixão, prenunciando o núcleo e o coração do cristianismo, a morte redentora de Cristo, que é negada no Alcorão 4:157.

Agora, se você é um cristão ou não, e se você acredita ou não todas ou qualquer uma dessas coisas, a pergunta que está diante de nós com este Natal, como em todos os Natais nestes tempos, é se as pessoas devem ser autorizados a acreditar nessas coisas livremente, sem serem brutalizada ou discriminadas, se eles vivem no Iraque, no Egito ou no Paquistão, ou na Nigéria, ou na Indonésia - e se as pessoas livres de todos os credos e perspectivas devem defender seu direito de fazê-lo.

Nesses países, os cristãos de hoje estão sendo sequestrados, presos, presos 
injustamente, espancados e assassinados - não por causa de qualquer coisa que eles fizeram, mas porque eles se atreveram a acreditar em algumas das coisas que tenho esboçado acima, crenças que são consideradas blasfêmia no Islã autoritativo. E isso não é muito melhor em qualquer outro lugar no mundo islâmico: em nenhum país de maioria muçulmana de hoje as pessoas que acreditam nessas coisas desfrutam de plena igualdade de direitos com os muçulmanos.


Vemos isso no site Jihad Watch todos os dias. Vemos jihadistas atacando cristãos com fúria crescente. Também vemos o mundo em grande parte bocejante e indiferente como tudo isto que se passa. O cristianismo é uma coisa grande e multifacetada, com tantas manifestações diferentes e diversas, mas na mente dos formadores de opinião do Ocidente é o próprio ocidente, branco, suburbano, rico, confortável, quem oprime. Os cristãos são, nos dramas diários divulgados pela mídia todos os dias, relatados como ligeiramente sinistros, perigosos, egoistas, e inclusive às vezes fanaticamente xenófobos. Os cristãos nunca são vítimas. Os muçulmanos, por outro lado, são retratados diariamente na mídia ocidental como não-ocidentais, não-brancos, pobres, sábios, serenos, e oprimidos.

E assim, quando se trata do espectro de não-ocidentais, os cristãos não-brancos, sendo perseguidos pelos muçulmanos, os "circuitos" da grande da mídia entram em curto-circuito. Eles não podem lidar com isso. Eles não têm paradigmas para tal. Estes acontecimentos violam todas as regras na cartilha. Então, eles ignoram ou mascaram a identidade ou o motivos dos autores, e tentam lançar o foco em outro lugar.



E assim, lembre-se neste Natal: se você é um ser humano livre, independente de você ser ou não ser cristão, os cristãos que são perseguidos no Iraque, nas Filipinas, na Nigéria, no Egito, no Paquistão, e em outras partes do mundo islâmico, estão ocupando o seu lugar. Os jihadistas iriam igualmente atacá-lo também, e acabarão por fazer quando tiverem a chance. Lembre-se que você está na lista do programa de supremacia islâmico. Você pode não ser um cristão. Você pode não ser um judeu. Você pode não ser um hindu. Você não pode querer prestar atenção à jihad de jeito nenhum Mas a jihad é universal, e implacável. E você está na sua lista.

Então, que neste Natal, todos nós, cuja conversão, subjugação, ou morte é vislumbrada pelos adeptos da Sharia, fiquemos juntos. Vamos ficar juntos, como judeus, cristãos, hindus, budistas, ateus, secularistas, o que você seja, e nos levantar contra aqueles que nos matariam ou nos sujeitariam a discriminação institucionalizada porque consideram nossas crenças ofensivas.

Para ter certeza: se não estivermos juntos, eles vão prevalecer. E se prevalecerem, então todas as mais ricas manifestações do espírito livre humanos, desde Theophanes de Creta até os Budas de Bamiyandesde Hagia Sophia ao templo de Keshava Rai em Mathura, desde as obras de Sócrates e Aristóteles aos escritos de Moisés Maimônides e Dante Alighieri e Winston Churchill e Oriana Fallaci, serão pisada na lama, destruídos, explodidos, em ruínas, apagados. Todos nós seremos mais pobres. Nossos filhos serão mais pobres.

É hora de lutar para a nossa vida.

Feliz Natal para todos os cristãos leitores do Jihadwatch, que celebram esta festa de Natal. 




segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O islão proíbe a bebida alcoólica para todos (inclusive não-muçulmanos)



Se um muçulmano te disser que o islão é tolerante, ele tem razão, mas desde que você aceite a lei islâmica e o domínio do islão. Caso contrário, a lei islâmica será imposta sobre você. No islão ortodoxo vale a máxima: aceite o domínio politico do islão ou sofra as consequências. No islamismo não existe o conceito de “viva e deixe viver.”

Na semana passada isto pode ser observado de modo bastante claro no tocante à proibição a venda de bebida alcoólica.    

O que diz a lei islâmica

O Manual de Lei Islâmica 'Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik (Reliance of the Traveller and Tools of the Worshipper legisla sobre a proibição e punição referente ao consumo de bebida alcoólica.

Os artigos o16 versam sobre a punição relativa ao consumo de bebida alcoólica:
o16.1 – É proibido consumir qualquer bebida que intoxique.
 o16.2 – Quem deve ser punido (por exemplo, apenas quem alcançou a puberdade). 
o16.3 – A punição é de 40 chicotadas.
Os artigos p14.0 dizem porque consumir bebida alcoólica é proibido:
p14.1 – Por ser mencionado no Alcorão 2:219 e 5:90 (ou seja, Alá assim determina). 
p14.2 – Porque Maomé disse em um hadith: “Chame a atenção de quem bebe até 3 vezes, na quarta vez, mate-o.” Mais tarde, Maomé deixou de matar um bêbado, tendo este comportamento tomado o lugar do anterior (daí a punição ser de apenas 40 chicotadas).
Estas regras também afetam os cristãos e judeus vivendo sob a lei islâmica (os al-dhimma), conforme extipulado nos artigos o11.0, nisso incluido o consumo de bebida alcoólica (que deve ser escondido). (leia sobre as Condições de Umar

A “lei dos numeros” 

É sempre bom lembrar a “lei dos numeros:”
1. Quando os muçulmanos são minoria, eles insistem que o islão é a religião da paz, e que somos todos parte da grande família abrahâmica.
2. Quando ainda em minoria, mas já compondo um número considerável, eles pedem um tratamento diferenciado (o que força a sociedade que os hospeda a começarem a alterar as suas regras para satifazer as exigencies dos muçulmanos).
3. Quando em maioria, eles impõem a lei islâmica.
A lei dos numeros é a aplicação prática da Jihad Demográfica, na qual os muçulmanos suplantam os não-muçulmanos tornando-se o grupo populacional majoritário. Este conceito é algo feito pelo próprio Maomé, que mandava construir mesquitas em todas as cidades conquistadas militarmente, e comandava os seus soldados a casarem com as mulheres locais (dentro do limite de 4 esposas simultâneas). (lembre-se que Maomé é o melhor exemplo de conduta!)

Um outro aspecto importante da Jihad Demográfica é fazer com que os muçulmanos vivam uns próximos dos outros (em bairros ou getos islâmicos) sendo deste modo mais fácil controlar o comportamento e impor normas islâmicas (através da chamada “polícia da virtude”).   

Exemplo de onde os maometanos são maioria

Vejamos um exemplo na Nigéria. A Nigéria, é um país dividido. O norte, tem uma população majoritariamente muçulmana, enquanto que o seu é predominantemente cristão. A recente radicalização (custeada pelos petro-dólares dos árabes), levou o norte a exigir um certo nível de autonomia legal, o que permitiu então a introdução da lei islâmica, com tudo o que de mais nefasto existe, inclusive com a criação de uma “polícia da virtude” que impõe a Sharia à todos.

Enquanto isso, o sul, de maioria cristã, permanece aberto, e democrático.

Vejam o que aconteceu com respeito à distribuição de bebida alcoólica.
Nigéria: Polícia islâmica destruiu 240 mil garrafas de cerveja. Isso aconteceu na cidade de Kano, a principal cidade do norte da Nigéria. A polícia islâmica usou um caminhão de transporte para destruir cerca de 240.000 garrafas de cerveja apreendidas de veículos de abastecimento e de pequenas lojas cujos proprietários são cristãos. Enquanto o Xeique Aminu Daurawa, chefe do esquadrão islâmico uniformizado Hisbah, estava comemorando a operação e prometendo ampliá-la, o pequeno comércio e as lojas que dependem da venda de cerveja para sobreviver estavam vendo sua subsistência ameaçada. Enquanto que o Boko Haram mata os cristãos, os que sobram são perseguidos pela “polícia islâmica”. Lei Islâmica é assim: ele é imposta goela abaixo se você é muçulmano ou não (Reuters). 
Exemplo de onde os maometanos são uma minoria significativa

  
A população da Grã-Bretanha está pagando pelo erro dos seus dirigentes politicos e da sua elite intelectual, que não apenas permitiu, mas incentivou, a imigração maciça de maometanos (no jargão military, deixaram o inimigo estabelecer uma “cabeça de ponte”). Um dos truques dentro da Jihad Demográfica é o de se agrupar em getos. E, em Londres, o maior deles é no bairro de Tower Hamlets (bairro onde a Torre de Londres se situa). estima-se que 53% da população deste bairro seja muçulmana, ou seja, uma minoria significativa. A lei islâmica começa a ser imposta à população local.  
Na sexta-feira, 13 de dezembro, ocorreu uma marcha islâmica contra a venda e consumo de bebidas alcoólicas. Esta marcha foi feita na Brick Lane, no bairro de Tower Hamlets, protestando contras as lojas que vendem bebidas alcoólicas. A Brick Lane é famosa por seus bares e restaurantes. Os manifestantas dizem que a venda de bebidas alcólicas é anti-islâmica e que isso pode causar problemas sociais (ibt).
Na verdade, o islão é quem causa problemas sociais. 

Durante o protesto, uma carta, chamada de “Notificação Legal” foi distribuida, na qua los manifestantes avisam o comércio que “a sua licensa para a venda de bebida alcoólica foi revogada – não ignore este aviso.” (veja figura abaixo)

O protesto teve a participação de cerca de 30 manifestantes maometanos ortodoxos (muito menos do que as centenas que os organizadores aladearam) e ainda ouve ingleses patriotas contra-protestando (ibt).

Mas o ponto aqui é que a manifestação expôs com clareza a agenda islâmica de impor a lei islâmica. Como Vlad Tepes disse com muita propriedade:
Quase todos interpretam erradamente o que Choudary [o organizador da marcha] e seus companheiros estão tentando fazer. Não se trata de alguma grande marcha para mostrar que, democraticamente, a sharia substituirá a legislação comum. O que aconteceu foi o anúncio de que os muçulmanos estão prestes a começar a usar a força para se certificar de que as regras da sharia sejam a quem não obedecê-la, e quem operar em contradição com ele vai se machucar fisicamente.

Trata-se da substituição do direito democrático pela imposição da um estilo mafioso de governo. Parece que o mundo ocidental se esqueceu de como ler. Se você olhar para o aviso que foi distribuido, é perfeitamente claro o que eles pretendem fazer. Porque não houveram prisões, já que o aviso distribuido pura intimidação e extorsão?

Um aviso aos cristãos ou a outros que sejam contrários ao consumo de bebida alcoólica: o que os muçulmanos estão arquitetando irá retirar as suas liberdades no futuro.
 
Veja atualização após a imagem abaixo.


Indonésia: proibição total de cerveja entra em vigor
Quando ele tomou posse, em outubro, presidente Jokowi, apesar de ser muçulmano praticante, foi saudado como um presidente disposto a lutar por uma Indonésia mais secular e pluralista. No entanto, sua abordagem para lidar com os males sociais até agora têm sido duras, e complacentes com a Sharia. Cerveja, em geral, só é encontrada em lojas especializadas e nos locias turísticos. Agora, a lei seca vai ser total. Lembre-se disso, quanto alguém te disser que a Indonésia é um exemplo de pais islâmico tolerante e moderado. (The Economist)

Grupo muçulmano diz que alemães devem proibir bebidas alcoólicas para evitar ataques sexuais em grupo como os de Colônia
Um grupo muçulmano, MuslimStern, escandalosamente que disse que os alemães precisam banir o álcool se eles querem parar de repetições dos ataques sexuais como os ocorridos na cidade de Colônia. O que aconteceu em Colônia, bem como em outras cidades européias, chama-se taharrush em árabe (Telegraph).


domingo, 15 de dezembro de 2013

Carta aberta para o Papa Francisco, com respeito a sua exortação apostólica Evangelli Gaudium

Carta aberta a Sua Santidade o Papa Francisco

Sua Santidade,

Em sua recente exortação Evangelii Gaudium (Parágrafos 247-248) você chamou a atenção do mundo para a dívida do cristianismo para com os judeus e sua fé. A exortação também contém uma condenação veemente das terríveis perseguições que os judeus sofreram de cristãos no passado.

Suas palavras são palavras que poderiam inspirar muitas pessoas.

Infelizmente, eles estão em nítido contraste com as expressões de ódio que foram expressas em outubro passado pelo líder espiritual do islamismo sunita, Ahmad Al- Tayeb, o grande imã do Institute Al-Azhar, no Cairo. 

Grand Imam Ahmad Al-Tayeb


During uma entrevista, foi ao ar na televisão egípcia em 25 de outubro, o Grand Imam Ahmad Al-Tayeb reafirmou a relevância do verso do Alcorão 5:82, que afirma que de todas as pessoas, os cristãos são os mais próximos aos muçulmanos, enquanto que os judeus são mais fortes em inimizade para com os muçulmanos. Este verso tem inspirado séculos de ódio islâmico aos judeus.

A invocação do ódio judeu do Alcorão, que Al-Tayeb expressa, está de acordo com catorze séculos de ensinamentos islâmicos. O predecessor Grande Imam Al-Tayeb na Al -Azhar, Muhammad Sayyid Tantawi, até escreveu um livro, intitulado Os Filhos de Israel no Alcorão e da Sunna, em defesa dos ensinamento de ódio aos judeus contidos no Alcorão.

O sofrimento atualmente causado sobre os cristãos pela perseguição islâmica na Síria, Iraque, Egito, Sudão, Nigéria, Paquistão, Indonésia, e tantos outros países, indica claramente o que os cristãos têm de suportar dos seguidores do Alcorão. O que os ateus e os judeus, que são considerados os piores inimigos, têm de suportar do islamismo é ainda pior.

Em sua exortação Evangelii Gaudium (parágrafos 252-253) você afirma que o "autêntico Islã e a leitura adequada do Alcorão se opõem a todas as formas de violência".

A realidade não confirma esta afirmação.

O Alcorão está cheio de versos belicosos e de ódio contra os não-muçulmanos. Vossa Santidade será capaz de encontrá-los se ler o Alcorão, mas vou citar apenas alguns:

2:191-193: " E matai-os onde quer os encontreis, [ ...] Combata-os, até que não exista perseguição e a religião seja a de Alá".
4:89 : "Se eles viraremm as costas, capture-os e mate-os onde quer que você os encontre; não os tome para si qualquer um deles, como amigo ou ajudante."
05:33 : "Esta é a castigo para aqueles que lutam contra Alá e Seu Mensageiro, [ ...]: eles serão mortos violentamente, ou crucificados, ou suas mãos e pés devem ser decepados, alternadamente; ou serão banidos da terra."
8:60 : "Preparai para eles toda a força que você puder, em armas e cavalos de guerra,  para aterrorizar o inimigo de Alá e seu inimigo."
09:05 : “Quando os meses sagrados tiverem terminado, mate os idólatras onde quer que você os encontre, e os capture e os confine, e fique à espreita deles em cada local de emboscada."
09:29 : "Combata aqueles que não crêem em Alá."
09:30 : "Os cristãos chamam Cristo de filho de Deus. Esse é um ditado da boca deles; eles, pois, imitam  o que os incrédulos de antigamente costumavam dizer. Que a maldição de Alá esteja sobre eles."
9:123 : "Ó crentes, lute contra os incrédulos que estão perto de vocês; e deixe-os encontrar em você uma dureza; e saiba que Alá está com os tementes."
47:4 : "Quando você se encontrar com os incrédulos, golpeie os seus pescoços."
Eu espero que o Santo Padre nos ajudará a defender a civilização judaico-cristã e humanista do Ocidente, para a qual até mesmo ateus e agnósticos devem a sua liberdade e democracia.

Nada vai ser adquirido com uma recusa de encarar a realidade.

Devemos falar a verdade sobre o Islão – a maior ameaça para a humanidade na presente época.

Muito respeitosamente,

Geert Wilders

Membro do Parlamento holandês

Líder do Partido para a Liberdade (PVV )

------Tradução de texto publicado em Gates of Vienna, em 6 de dezembro de 2013


sábado, 14 de dezembro de 2013

O Bispo que não reza, e o Papa que só vê o bem em tudo


O Bispo que não reza

Neste final de semana passado eu tive uma experiência bastante interessante ao conversar com um bispo da igreja católica. Eu participei de uma festa para uma conhecida, que estava ganhando uma medalha em reconhecimento dos serviços prestados a uma paróquia católica no interior. O bispo da região estava presente e a festa toda foi bastante bonita. É sempre bom ter o reconhecimento do trabalho, principalmente quanto o trabalho é voluntário. 

Ao final da festa eu me aproximei do bispo para perguntar sobra a posição dele frente à perseguição que os cristãos sofrem ao redor do mundo. A perseguição é predominantemente islâmica, mas existe perseguição também em países do antigo bloco comunista (como Coréia do Norte, China e Cuba). A minha pergunta foi genérica. 

Ele disse que, apesar de ciente de alguns incidentes, reportados por religiosos dos países onde este problema existe, ele tinha várias outras preocupações mais urgentes. Eu concordei com ele no sentido de que o Brasil (ainda) está isento do nível de perseguição de outros países. Mas eu contra-argumentei que o problema existe, e que o mínimo que os cristãos poderiam fazer seria rezar pelos cristãos, ou rezar pelo final da perseguição. A resposta do bispo me surpreendeu. Ele me disse que se ele pedisse para as paróquias rezessem pelos cristãos sendo perseguidos, as paróquias podem resolver não rezar, pois isso seria uma decisão delas. O que? Bispo, disse eu, isso não o impede de sugerir às paróquias que rezem. No mínimo, isso ajudaria a criar consciência de que cristãos, nos dias de hoje, estão sendo mortos por causa da sua fé!

O bispo disse não. Se cada uma das paróquias desejar rezar é escolha delas.

Essa conversa com este bispo me deixou deprimido e pensativo. O que pode se esperar quando uma autoridade religiosa cristã se nega a rezar?

O Papa que só vê o bem em tudo

O Papa Francisco tem sido um fenômeno mundial (pelo menos, no mundo não-muçulmano) por demonstrar uma grande preocupação com os mais necessitados e um despojamento quanto aos bens materiais. Até aí tudo bem. 

Na última semana, porém, ele lançou uma Exortação Apostólica, a "Evangelii Gaudium" ("A Alegria do Evangelho"), na qual ele escreve que "o verdadeiro islã" rejeita a violência e, "humildemente", pediu aos países islâmicos garantirem a liberdade de culto aos cristãos. 

Eu concordo com o a segunda parte, referente a pedir aos países islâmicos a garantia de culto aos cristãos (porém, apenas isso não é suficiente). Mas o que realmente me chamou a atenção foi ele ter dito que o "verdadeiro islão" rejeita a violência. Eu me pergunto de onde ele tirou isso? 

O que é o verdadeiro islão? É aquela baseado no Alcorão (os dizeres de Maomé), nas tradições de Maomé (a Sunna), consolidados nos caminhos a serem seguidos, a Sharia, que é a própria lei islâmica. Santo Padre, este verdadeiro islão é violento até o talo! 

Um islão que não tem nenhum destes 3 elementos (Alcorão, Sunna e Sharia) não é islão! 

Sua Santidade, que islão é esse a que voce se refere?

A tradição católica diz que o Papa tem autoridade para falar sobre assuntos de doutrina cristã. Porém, a opinião dele sobre outras doutrinas religiosas é apenas isso, opinião. Neste caso, desqualificada. 

Papa Francisco, nós precisamos de um homem santo no Vaticano. Mas, por favor, ao lidar com os maometanos siga o exemplo de São Francisco de Assis, que levou a palavra de Cristo até eles sem precisar de subterfúgios. 

Que Deus o proteja. 



quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A Revolta de Zanj - A Revolta dos Escravos Negros - O islamismo e a escravidão


Um dos problemas que temos é realmente nos concentramos demais na história européia. O artigo abaixo trata de um evento que nós nunca ouviríamos em uma sala de aula. Porém, é um evento autêntico e que mostra com clareza que a escravidão da raça negra é algo que remonta de muito antes da Europa ter se formado.

O artigo também trata de um assunto considerado tabú dentro do próprio movimento negro no Brasil: o do escravagismo islâmico, segundo o autor "dificilmente analisado nos centros acadêmicos e no chamado Movimento Negro no Brasil."

O escravagismo islâmico começou com o nascimento do islão e terminou (oficialmente) em 1960 quando a Arábia Saudita o tornou ilegal. Contudo, muitos dizem que ele ainda existe (e.g., no Sudão, na Mauritânia, e na própria Arábia Saudita).

"Especialmente no tráfico feito pelo Islã pela rota através do Oceano Indico. Alguns historiadores estimam que entre 11 e 18 milhões de escravizados africanos cruzaram o Mar Vermelho, Oceano Índico e o Deserto do Saara ou mais de 9.4 a 14 milhões de africanos sequestrados para as Américas no Comércio escravista transatlântico."





Por Walter Passos - Historiador

O historiador não é um colunista que escreve para agradar os seus leitores. A função do historiador é retratar a verdade histórica independente que os agrade ou desagrade. Nós, pretos e pretas, esquecemos de uma boa parcela da nossa história porque ela não foi repassada totalmente através da tradição oral pelos nossos ancestrais ou não foi documentado por nós no sequestro que nos foi imposto, isto não quer dizer que estes fatos foram apagados, pois, as fontes primárias e secundárias estão sendo redescobertas e pesquisadas, aliadas as pesquisas arqueológicas e outras fontes de estudos como a oralidade afro-asiática e afro-americana. 
A escravização dos africanos teve como algozes nações muçulmanas, cristãs e com importante participação ativa dos judeus, sempre é bom ressaltar que os judeus ao qual nós referimos, não são os hebreus. Os judeus são europeus askenazis e sefardistas que enriqueceram com o tráfico escravagista especialmente de hebreus na África.
Há muitos estudos sobre o tráfico transatlântico que analisam a rota maldita de homens, mulheres e criança, prisioneiros de guerras feitas no continente africano por cristãos e judeus. Novas descobertas surgem a todo o momento, outrossim, sabemos que muito há ainda de ser escrito porque há casos encobertos e manipulados. Especialmente no tráfico feito pelo Islã pela rota através do Oceano Indico. Alguns historiadores estimam que entre 11 e 18 milhões de escravizados africanos cruzaram o Mar Vermelho, Oceano Índico e o Deserto do Saara ou mais de 9.4 a 14 milhões de africanos sequestrados para as Américas no Comércio escravista transatlântico.
continue lendo o restante do artigo (clique aqui) ...

(eu resolví transcrever o resto do artigo escrito por Walter Passos com o intuito de servir de mirror)
Muitos escravizados africanos foram transformados em eunucos, uma violência dos árabes muçulmanos praticando a mutilação genital contra os homens pretos, castrando-os:
Conforme Bokolo de Elikia M', abril 1998, Diplomatique do Le Monde:“O continente africano foi sangrado de seus recursos humanos através de todas as rotas possíveis. Através do Saara, através do mar Vermelho, dos portos do Oceano Índico e através do Atlântico. Pelo menos dez séculos de escravismo para o benefício dos países muçulmanos (do nono ao décimo nono séculos).“ Continua: “Quatro milhões escravos exportados através do mar Vermelho, outros quatro milhões com portos Swahili do Oceano Índico, talvez tanto como nove milhões ao longo da rota da caravana transporte transariano, e onze a vinte milhões” 

O racismo da elite muçulmana foi profundo e se agravou quando o império se tornou cada vez mais dependente do trabalho escravizado. Por exemplo, o famoso historiador muçulmano, al-Mas'udi, afirma as dez qualidades dos africanos, deste modo: "sobrancelhas finas, cabelos carapinha, nariz largo, lábios grossos, dentes afiados, pele fétida, sem inteligência, mãos e pés deformados, pênis alongado e alegria excessiva, certamente a pessoa com tez preta (al-Aswad) é esmagada pela alegria devido à imperfeição de seu cérebro e, portanto, seu intelecto é fraco"

Ibn Khaldun, um dos mais proeminentes historiadores árabes, fundador da sociologia cinco séculos antes de Auguste Conte (1840), possuía preconceito contra os pretos africanos:"Portanto, as nações de negros são, em regra, submissas à escravidão, porque [os negros] tem pouco [que é essencialmente humano] e têm atributos que são bastante semelhantes aos animais mudos.
No que tange aos prisioneiros de guerra feitos pelo islamismo as discussões são recentes e dificilmente analisada nos centros acadêmicos e no chamado Movimento Negro no Brasil. O Islã escravizou milhões de africanos especialmente hebreus na África e neste artigo iremos discorrer de uma das revoltas de africanos escravizados por muçulmanos, considerada como a maior. A rebelião Zanj, uma série de revoltas que tiveram lugar ao longo de um período de quinze anos (869-883 d.C), perto da cidade de Basra (também conhecida como Basara) na região do Iraque no dias atuais.
Em 868 d.C, o império islâmico Abássida teve a sua capital em Bagdá, durante mais de um século. Foi o momento na história islâmica, quando o Oriente Médio estava em evolução. O império abássida era o maior do mundo, indo da costa atlântica da África do Norte no Ocidente até as fronteiras da China no Oriente. Bagdá era uma metrópole de um milhão de pessoas, um centro inovador em ciências, filosofia, literatura e música.
Com todo o seu poder, o império Abássida no século IX enfrentou um problema sério para se manter economicamente: recursos humanos. Assim, os turcos são trazidos como soldados, e milhares de africanos da África Oriental são raptados para o Oriente Médio como escravizados, oriundos do Quênia, Tanzânia, Etiópia, Malawi e Zanzibar (ilha ao largo da costa da Tanzânia continental Zanj que deu o seu nome).
Historiadores são incertos sobre quando e como o Zanj chegou pela primeira vez no Oriente Médio, mas ambos os poderosos impérios islâmicos que dominaram a região durante este período, o califado Omíada (661 - 750) e do califado Abássida (750 - 1258), foram conhecidos por terem reduzidos africanos a escravidão.
Escritores árabes chamaram a estes povos de língua Bantu da África Oriental do Zanj, que significa "negro". A visão negativa sobre os africanos é exemplificada na seguinte passagem do Kitab al-wah Bad '-tarikh, vol.4 pelo escritor medieval árabe Al-Muqaddasi: - "Quanto ao Zanj, são pessoas de cor preta, nariz achatado, cabelo crespo, e pouca compreensão ou inteligência."
Al-Jahiz também afirmou em seu Kitab al-Bukhala ("avareza e dos avarentos") que: - "Nós sabemos que o Zanj (negros) são os menos inteligentes e menos exigentes da humanidade, e os menos capazes de compreender as conseqüências de suas ações."
Al-Dimashqi (Ibn al-Nafis), diplomata árabe, também descreveu os habitantes do Sudão e da costa Zanj: "... as características morais encontrados na sua mentalidade se aproximam das características instintivas encontrada naturalmente em animais." 
Outro exemplo, o historiador egípcio Al-Abshibi (1388-1446) escreveu: - "Diz-se que quando o [preto] escravo está saciado, ele fornica, quando ele está com fome, ele rouba." 
A tática dos escravistas era que o povo Zanj não conhecia a língua árabe, e esta dificuldade tinha por objetivo particularmente de se tornarem dóceis. Isso também ocorreu nas Américas com os nossos ancestrais. Os Zanj em condições de extrema miséria foram obrigados a trabalhar no sul do Iraque, limpando o solo pantanoso de uma rocha dura de camada de sal em terríveis condições úmidas, com vários metros de espessura que cobriam a terra. Os fazendeiros árabes obrigavam o trabalho extremo da retirada de toneladas de sal antes que eles pudessem cultivar a terra, desenterrado camadas de solo arável e arrastado toneladas de terra para o trabalho intensivo de plantas de culturas como a cana de açúcar.
Possuíam uma dieta alimentar pobre composta basicamente de tâmaras, semolina e pouca farinha, além da exploração do trabalho brutal e extenuante, inevitavelmente, conduziu os Zanj à rebelião, envolvendo 500.000 escravizados.
Esta Revolta não foi à primeira registrada na região do sul do Iraque: um escravizado negro, Rabah Shir Zanji (o "Leão do Zanj"), liderou uma rebelião em Basra, em 694-695 d.C. Revoltas armadas continuaram a entrar em erupção nesta parte do Golfo Pérsico, mas a rebelião Zanj do final do século nonoestava em uma escala sem precedentes.
Em toda história escrita pelos vencedores, existem relatos que precisam ser melhores investigados, de que um homem misterioso, foi aos escravizados Zanj e lhes prometeu uma vida melhor neste mundo, e no próximo. Dizendo que Deus lhe havia ordenado para liderar o Zanj na guerra. Seu nome era Ali Bin Muhammad e reivindica a linhagem do Profeta. Disse: "Uma nuvem lançou uma sombra sobre mim e um trovão ressonou nos meus ouvidos e uma voz se dirigiu a mim. "
A maior dessas revoltas durou quinze anos, 868-883, durante o qual os africanos derrotam após derrota infligida sobre os exércitos árabes enviou para reprimir a revolta. É importante ressaltar que as forças Zanj foram rapidamente aumentadas por grandes deserções em massa dos soldados negros sob o emprego do Califado Abbassida em Bagdá. Zanj infligiram derrotas severas sobre os exércitos do Califado. A revolta foi chamada de "revolta ou rebelião negros Zanj.
Durante catorze anos, os Zanj venceram as batalhas e construíram a sua própria república, que incluíam no seu auge seis cidades, chegando a 70 quilômetros de Bagdá. Os historiadores árabes lembram o que chamam do dia "infame das barcaças", quando o líder Zanj apreendeu 14 navios. Os proprietários tentaram juntar os seus barcos, de modo a formar uma espécie de ilha, mas a liderança Zanj enviou reforços para garantir uma grande vitória. Eles dominaram os barcos, mataram os homens a bordo, libertaram os escravizados, tomaram tesouros cujo valor não pode ser estimado, e a luta ocorreu três dias seguidos, ocuparam a cidade matando muitos dos seus habitantes.
O povo Zanj construiu sua própria capital, chamada Moktara, significa "Cidade Eleita” que cobria uma grande área e floresceu durante vários anos. Eles ainda cunharam sua própria moeda e realmente dominaram o sul do Iraque.
O exército Abássida estava ocupado apagando incêndios em todo o império, mas naquele momento, o Zanj se tornou o inimigo número 1. O califa de Bagdá decidiu ordenar ao chefe do exército para concentrar o seu poder de fogo contra os rebeldes Africanos, e era apenas uma questão de tempo. A rebelião Zanj só acabou sendo suprimida com a intervenção de grandes exércitos árabes, inclusive através do reforço das tropas egípcias, e a lucrativa oferta de anistia e as recompensas para qualquer rebelde que optasse por se render. Não devemos esquecer que essas informações são de historiadores árabes.
O Exército cercou a capital da República Zanj e, no assalto final, os Zanj foram dispersos, e o líder Bin Mohamed Ali, morto, com a cabeça espetada num poste e os vencedores desfilaram pelas ruas de Bagdá. A derrota final da rebelião, não resultou na reintrodução da escravidão em massa, mas na integração dos rebeldes nas forças do governo central, na verdade a maioria dos escravizados foram mortos sofrendo imensas brutalidades.
Estes eventos foram escritos por historiadores árabes, em particular al-Tabari, são relatos de vencedores que escrevem a história conforme os seus desejos. Os Zanj nunca contaram o seu lado da história. Os historiadores árabes consideram as rebeliões Zanj como subversivas, e são lembrados como “inimigos", Um dos líderes Zanj Ali bin Muhammad foi amaldiçoado e apelidado de "o abominável".
When "Negroes" dominated "Arabs" part 2 (Zanj revolt) 
O povo africano sempre se afirmou no mundo conquistando a sua dignidade básica, defendendo e exigindo seus direitos humanos inalienáveis. O povo africano em todo o planeta nunca aceitou a escravidão e nem se humilhou aos seus opressores.
https://youtu.be/t7WYJbvKixY

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Distorcendo a Bíblia para oprimir os Cristãos


Este artigo é muito importante porque mostra bem até que ponto muçulmanos ortodoxos são capazes de ir para justificar a ditadura do islão. 

O artigo íntitulado Distorcendo a Bíblia para oprimir os Cristãos foi escrito por Raymond Ibrahim (nome original do artigo: 'Muslim' Jesus demands Sharia Law and Jizyia Tribute), e traduzido por Perigo Islâmico


domingo, 8 de dezembro de 2013

"White Gold" (Ouro Branco) - livro que trata do tráfico de escravos europeus, onde os muçulmanos eram os escravagistas


Todo mundo sabe sobre os milhões de africanos subsarianos que foram enviados como escravos para o Novo Mundo, embalado em navios como sardinha. Mas o que muito poucos sabem, por ser algo que foge da narrativa, é que existiu um outro fluxo de escravos, igualmente bárbaro, no qual os europeus eram os escravos, tendo que suportar condições em muitos casos tão ruim como as sofridas pelos escravos nas Américas. E o mais incrível é que este tráfico apenas terminou no século dezenove!


Ouro Branco: a extraordinária história de Thomas Pellow e um milhão de escravos europeus do Norte de África


(White Gold: The Extraordinary Story of Thomas Pellow and North Africa's One Million European Slaves), by Giles Milton

Esta é a história esquecida dos milhões de europeus brancos, arrancados de suas casas por mercadores de escravos islâmicos, e levados acorrentados para os grandes mercados de escravos do norte da África, para serem vendidos pelo maior lance. Ignorados pelos seus próprios governos, e obrigados a suportar as mais severas condições, muito poucos deles viveram para contar a história. Giles Milton, o autor desde livro, usa o testemunho de primeira-mão de um menino de cabine, Cornish, chamado de Thomas Pellow, para reconstruir vividamente um capítulo perturbador e pouco conhecido da história. Pellow foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que estava construindo um enorme palácio imperial, em escala e grandeza, para satisfazer os “prazeres”. Este palácio estava sendo construído inteiramente por trabalho escravo cristão. Como escravo pessoal do sultão, Pellow iria testemunhar em primeira-mão o esplendor bárbaro da corte imperial, bem como experimentar o terror diário de um regime cruel. Firme na narrativa, imaculadamente pesquisado, e brilhantemente escrito, OURO BRANCO revela um capítulo explosivo da história, contado com todo o ritmo e verso de um dos nossos melhores historiadores.