quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Discussão sobre a frase “a maioria dos muçulmanos são pessoas amantes da paz”


Eu considero que a asserção “a maioria dos muçulmanos são pessoas amantes da paz” é errônea e pode ser facilmente refutada.

O ponto principal é como definir o que é um “muçulmano amante da paz”?

Se esta definição for feita baseada no número de muçulmanos que estejam participando ativamente na jihad armada, então podemos considerar que os “extremistas” são uma minoria, contudo uma minoria com uma influência enorme, e apenas isto já é algo preocupantemente.

Mas como considerar os “muçulmanos amantes da paz” que, em inúmeras pesquisas de opinião, apoiam os homens-bomba (e mulheres-bomba) suicídas e que apoiam a jihad?

Veja as estatísticas e evidências sobre o apoio dos muçulmanos à jihad em Muçulmanos querem Sharia e em Exemplos

Pela própria definição, os muçulmanos que desejam sharia não são “amantes da paz.” Adicione, então, ao número de extremistas, estes “muçulmanos amantes da paz” que advogam o apedrejamento de mulheres adúlteras, a execução de apóstatas e homosexuais, e a mutilação dos ladrões.

Abaixo segue um trecho retirado de WikiIslam:
Uma pesquisa de opinião da agência Pew, publicada em dezembro de 2012, revelou que mesmo hoje a maioria dos muçulmanos é favorável a mudanças nas leis dos seus países de modo a permitir o apedrejamento como punição por adultério, a amputação da mão como punição a assalto, e a morte para aqueles que deixam de ter o islão como sua religião.

Para dar uma idéia dos numeros de pessoas que estamos lidando, vamos usar o Paquistão como exemplo. A pesquisa de 2010 descobriu que 76% dos paquistaneses concordam que os apóstatas (aqueles que deixam de ser muçulmanos) devem ser mortos. Em um país com uma população de 173 milhões de pessoas[12], na qual 96% da população é muçulmana [13], isto resulta em 126 milhões de indivíduos em apenas um país. Do outro lado, apenas 13% dos muçulmanos se opõem a matar os apóstatas. Se nós formos assumir a postura politicamente correta de que os muçulmanos que abraçam estas idéias são extremistas que não entendem os ensinamentos “pacíficos” do islão, então nós devemos conceder ao fato que a maioria dos muçulmanos no mundo são extremistas, e que os extremistas não são apenas um ‘grupo periférico’.

Isto precisa ser discutido. Discutir isso não é “ódio” porque isso é um fato. Porém, ignorar os fatos é uma burrice total. Onde você se enquadra? Você deseja discutir os fatos, mesmo sob o risco de ser ofendido por muçulmanos ou por apologistas do islão*, ou você vai preferir enterrar a sua cabeça na areia, condenado as próximas gerações a um futuro de conflitos e incerteza?

* as “ofensas” incluem ser chamado de racista, disseminador de ódio, ou de ser um islamófobo ou disseminador de islamofobia (este termo foi inventado pela Organização da Cooperação Islâmica extamente para silenciar aqueles que se valem de análise crítica para discutir o islamismo).

Para mim, ser chamado de “islamófobo” é um elogio, pois no meu entender, um “islamófobo” é um “cidadão consciente.”  E “islamofobia” é um estágio no qual cidadãos conscientes se atrevem a discutir a ideologia islamo-facista.


PS. E algo bastante curioso é saber que os EUA apoiam a OIC. E que vários segmentos da Esquerda também apoiam a OIC. Deste modo, existem hoje segmentos de esquerda que se alinham a política imperialista dos EUA, captaneada pelo presidente Obama. Eu acho isso frustrante e triste.  


Um comentário:

Anônimo disse...

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