quinta-feira, 20 de março de 2014

Escravidão e Tratamento Desumano - Exemplos


Escravidão Islâmica: eis aí uma parte da História que tentam nos esconder! 
Uma característica do islão (e dos muçulmanos em geral) é de negar os eventos que nós, não-muçulmanos, consideramos como nefastos e cruéis. Mas, na verdade, entre eles, eles celebram tais eventos.
Documentário (trecho) sobre o Escravo Negreiro Islâmico
Este vídeo é um trecho de um documentário sobre a escravidão praticada por muçulmanos, seguindo o exemplo de Maomé que era um escravocrata. Maomé foi um profeta branco com escravos negros. Os africanos negros precisam saber que eles vêm sendo escravizados em nome de Alá desde que o islão surgiu. Nunca existiu movimento abolicionaista no mundo islâmico, apenas a negação que a escravidão dos negros africanos tenha ocorrido. Esta negação permite que o comércio negreiro continue até os dias de hoje. Os negros ou se convertiam ou eram feitos escravos e eram levados sob grilhões para os mercados, enfrentando longas jornadas à pé, muitas vezes cruzando zonas desérticas. Os negros que resistiam (apenas um quinto daqueles que começavam a jornada) tinham como destino: mulheres eram escravas sexuais; os homens eram castrados. Isso explica a falta de negros no Oriente Médio: os negros não reproduziam.
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Documentário (completo) sobre o Escravo Negreiro Islâmico



A maior revolta de escravos da História não aconteceu no Brasil ou nos EUA, mas sim na Mesopotâmia, durante a Idade de Ouro do Islão. Este evento é conhecido como a Revolta de Zanj, e ocorreu no século IX próximo de Baçorá (Basra, atual Iraque). Os escravos oriundos da África Leste, meio-milhão, se revoltaram contra os seus senhores muçulmanos, e por 15 anos resistiram aos ataques dos exércitos do califa islâmico. A revolta acabou sendo obiterada no melhor estilo islâmico, em meio a um banho de sangue de proporções apocalipticas.


Escravidão Islâmica, o Genocídio Velado
 Livros e referências sobre a escravidão islâmica






A conexão islâmica do "Black Lives Matter"
Leia o artigo todo neste link.

As escravas do século XXI ... mais uma contribuição do islão para o mundo

Documentário da TV portuguesa sobre a escravidão sexual islâmica de mulheres cristãs e iázides. O repórter Henrique Cymerman esteve no norte do Iraque com escravas sexuais libertadas recentemente, que apresentam um testemunho do terror (SCI Notícias). Lembre-se que, devido ao seu comportamento, Maomé consolidou a escravidão sexual no islamismo.

Qatar tenta dissimular sobre o escravagismo rampante
A Anistia Internacional disse que os trabalhadores migrantes enfrentam "galopante" e "grave" exploração, incluindo a violência física e sexual, no âmbito do sistema de Qatar, a "KAFALA", que vincula os trabalhadores migrantes ao seu empregador, independentemente do trabalho que implica. Se o trabalhador opta por não fazer o trabalho, ele ou ela é muitas vezes é retido no país sem uma "autorização de saída" que permitiria que ele ou ela pudessem buscar outro trabalho.
Nicholas McGeehan, um pesquisador Qatar da Human Rights Watch, também disse que os trabalhadores frequentemente perdem o passaporte para o seu empregador "imediatamente após a chegada ao país," deixando-os com nenhuma maneira de sair ou ganhar dinheiro no Qatar. (Fonte)

Mauritânia: O país onde é um crime a ser resgatado da escravidão
Essa é a realidade aparente na Mauritânia, o país com maior incidência do mundo de escravidão moderna. Localizado na África Ocidental, na beira do deserto do Saara, estima-se que 4% a 20% das pessoas que lá permanecem são escravizados. Foi o último país do mundo a abolir a prática, em 1981, porém legislação criminalizando-a veio apenas em 2007 [...] Mbeirika Mint M'bareck, uma menina de 15 anos de idade, foi resgatado da escravidão, para ser posteriormente acusada de ter relações sexuais fora do casamento, de acordo com uma carta escrita por ativistas. (Não está claro quem é o pai da criança). Esse crime é potencialmente punível com a morte por apedrejamentoi. Os ativistas planejam enviar a carta ao Ministério da Justiça do país nesta segunda-feira. (CNN)

Mauritânia: dois homens condenados por escravizarem
Este páis pratica a escravidão, apesar de legislação contrária. A última vez que alguém foi condenado pela prática da escravidão foi em 2007. Estima-se que até 600 mil dos 3,5 milhões de pessoas que vivem na Mauritânia são escravos. Muitos são propriedade de tribos nômades que estão frequentemente em movimento. (Frontpage)

Um africano faz considerações sobre o escravismo islâmico infligido aos africanos

Jovens muçulmanos surdos-mudos são mantidos acorrentados no interior de Bengala: Relatório.
Rana Ray de Krishnanagar (04 de dezembro de 2013): É obviamente desumano e absoluta injustiça acorrentar pessoas. Mas, em uma aldeia muçulmana de Sahebdanga perto Shantipur (em Nadia, Bengala Ocidental, Índia) é uma moda islâmica acorrentar jovens surdos-mudos, ou mentalmente incapacitados, como se eles fossem simplesmente incontroláveis ou portadores de algum mal. (islamaroundus

Saudita vende escravo negro africano castrado no Facebook
Escravidão é um prática islâmica, que segue o exemplo de Maomé, que foi um mercador de escravos. Por isso é que é muito diffícil de erradicar esta prática. Agora, ela se moderniza, e até mesmo o Facebook é usado para se vender escravos. No caso em questão, o anúncio diz (Tundra Tabloids): 
1 - pele preta. 172 cm de altura. Peso 60 quilos.
2 - Castrado (excelente para trabalhar com uma família), você pode verificar com um médico você mesmo - temos experiência no assunto.
3 - [Sua] saúde é boa e não tem imperfeições.
4 - Idade 26 anos.
5 - Muçulmano e obediente, e não vai desobedecê-lo exceto no que desagrada Alá. Por favor, o assunto é muito sério e não é uma piada. 




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