sábado, 8 de março de 2014

Terrorismo islâmico na China: a questão da “minoria” uigur, e a traíção da (auto-proclamada) "esquerda revolucionária" brasileira



Existem muito mais cristãos na China do que muçulmanos, e os cristãos chineses são tão ou mais perseguidos do que os muçulmanos chineses, no tocante a liberdade de expressar livremente a sua religião. Porém, não existem registros de cristãos matando chineses, ou explodindo bombas, ou querendo “libertar territórios” para implementar uma lei religiosa (teocracia). Apenas muçulmanos fazem isso ... seguindo o exemplo do profeta islâmico Maomé, e os ditames da lei islâmica (sharia).

Mais um ataque do terrorismo islâmico na China. Desta vez, foram 29 chineses mortos a facadas em estações de trem, em lojas, em um ataque coordenado, que a imprensa internacional bocejou e não se deu ao trabalho de dar a cobertura que um evento desta magnitude mereceria. Ficaram feridos 143 pessoas (Investor’s Business Daily):
No fim de semana, uma célula terrorista de oito islamistas - seis homens e duas mulheres - viajou centenas de quilômetros de suas casas, na província de Xinjiang, para a serena cidade de Kunming para realizar a sua jihad sangrenta contra civis inocentes.

Vestidos de preto e armados com facas e facões, os terroristas bem treinados cortaram as cabeças e gargantas de passageiros, escolhidos aleatoriamente, no que a imprensa estatal está chamando  de "o 11 de Setembro da China."

"A maioria deles atacou direto a cabeça e os ombros, as partes do corpo mais vulneráveis para matar", disse um estudante aterrorizado à Reuters.

Ao todo, os muçulmanos realizaram cerca de 200 ataques terroristas dentro da China no ano passado - e agora eles estão atingindo alvos mais fáceis, assim como neste último ataque.

Na verdade, este não foi o primeiro ataque do terrorismo islâmico na China. Têm havido diversos eventos, inclusive carros-bomba no centro histórico e cultural da China, em frente a Cidade Proibida, e muito próximo do memorial a Mao Tsé-Tung.

Estes ataques são atribuídos aos (e reclamados pelos) muçulmanos uigures, cuja intenção é a de “libertar” esta província chinesa da opressão dos kafirs (infiéis) chineses e criar mais um país governado pela lei islâmica (dentre os 57 países do mundo atual que se enquadram dentro disto ... você sabia?).

É claro que os muçulmanos uigures tentam se apresentar como as vítimas, algo que é comum no mundo islâmico, com o propósito de justificar a sua violência, como se esta violência não tivesse fundamento no exemplo de Maomé e naquilo que ele propagou, sempre sob a desculpa que os seus ensinamentos são sagrados (e aqueles que não aceitaram este fato, naquela época, foram mortos, ... e isso tornou-se o padrão nos últimos 1.400 anos).

O bom da China é que ela não foi poluída pelo “politicamente correto” e pelo “multiculturalismo cego” que tem afogado os países do ocidente em um comportamento suicída com respeito ao islão.

Enquanto que no ocidente, os capitalistas e os socialistas dão as mãos no seu apoio irrestrito a islamização, na China os socialistas não têm estes escrúpulos, porque eles enxergam o que é melhor para a China, e eles sabem que o islão é antagônico a qualquer ideal socialista.

Enquanto que no Brasil, grupos e segmentos que se auto-proclamam de “esquerda”, como o PT, o PSOL e o PCdoB, dão apoio velado ou aberto à islamização do Brasil (um fato que existe mas que parece tabú de ser tratado ... ou que aparenta ser um problema menor frente aos terríveis problemas que assolam o Brasil), os socialistas de verdade na China dizem NÃO! E dão um basta nisso.

A atitude da China, no tocante aos uigures, tem sido uma atitude de defender a China, ao invés de capitular. O governo chinês tem, ao longo dos anos, incentivado a migração interna de chineses de verdade para a região uigur, como que afirmando que a intergridade cultural e política da China não é questão aberta ou a ser negociada.

A intergridade da China não é uma questão para ser decidida por multiculturalistas pseudo-esquerdistas. A integridade da China é uma questão a ser defendida por socialistas e patriotas de verdade. E sem ter que pedir desculpas por isso!

Enquanto isso, no Brasil, e no mundo ocidental, presencia-se uma traição dos ideais progressistas.

Quem são os uigures? 

Esta tal de “minoria uigur” não passa de uma etnia turca que se converteu ao islão. Pouco se sabe sobre a origem dos povos turcos, mas o fato é que eles já povoavam a região central da Ásia, na grande área geográfica hoje contida pelo Turquimesnistão e Arzebaijão. Os turcos, que já eram um povo bárbaro antes da época de Gengis Khan, tiveram uma epifania dupla com os mongóis. Em primeiro lugar, eles tornaram-se o excendente das tropas dos exércitos mongóis, que não eram em número suficiente para invadirem a Europa e o Oriente Médio. Em segundo lugar, eles se converteram ao islão, ao reconhecerem a inspiração que o islão oferece para aqueles que saqueiam e estupram, pilham e matam (os repressores e impiedosos muçulmanos árabes foram substiuídos por uma leva ainda mais suja de terroristas turcos muçulmanos). Enquanto que uma parte dos turcos muçulmanos migraram para a Europa, invadindo a Rússia, Ucrânia e Polônia, conhecidos com o nome genérico de Tártaros, dentro do Khanado Mongól da Horda Dourada, uma outra parte invadiu o Oriente Médio, saqueando Bagdá e substituindo os árabes como os representantes do Califado. Estes turcos, conhecido como turcos seljúcidas, foram os precursores dos turcos otomanos, que saquearam a Europa Oriental por 500 anos (e que são a fonte de origem da Turquia de hoje, e de todo o problema de fragmentação étnica que os Balcãs  sofrem ainda nos dias de hoje – veja o exemplo de Kosovo). 

O imperialismo turco influenciou a islamização da região uigur. E, mais uma vez, sofre-se. O islão existe para dominar e não para ser dominado. E enquanto existirem muçulmanos na região uigur, os problemas vão permanecer, pois muçulmanos de verdade nunca aceitam serem governados por não-muçulmanos.

Como seria bom se aqueles que se auto-proclamam como socialistas no Brasil, tomassem os chineses como exemplo. Como seria bom se eles, ao invés de se curvarem à ideologia mais retrógrada que existe na face da terra (islão), ou se vendessem ao petro-dólares árabes, defendessem ideais nacionalistas e progressistas.



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