sábado, 5 de abril de 2014

Quem sabe mais sobre o islão: um cardeal da Nigéria ou um bispo dos EUA?


Bem, é claro que a resposta depende do nível de conhecimento e experiência. No caso do bispo americano, ele, infelizmente, representa um segmento da igreja católica (bem como de outras denominações cristãs) que acha que a solução para lidar com o islão é de ser “bomzinho.” Eles acham que se não se falar nada sobre o islão, e sobre as atrocidades que ele leva as pessoas a cometerem, vai ficar tudo em paz. Bem, a História nos mostra diferente. E os acontecimentos da atualidade confirmam a História. Além do mais, o bispo vive no bem-bom, em Bostom, ele vai reclamar do que?

Agora, o Cardeal na Nigéria está vivendo o dia-a-dia da perseguição. Ele, como um bom pastor, está vendo o seu rebanho sendo perseguido e morto. Ele sabe que ficar calado apenas representa morrer em silêncio. Enquanto isso, o silêncio do bispo americano condena o seu rebanho a ser tornar carniça em um futuro próximo.

Então vejamos a comparação.

O bispo americano de Worcester, Massachusetts, Robert McManus, cancelou a apresentação do escritor católico Robert Spencer na Conferência dos Homens Católicos, programada para o dia 16 de março. Robert Spencer é autor de best-sellers tais como The Truth About Muhammad (A verdade sobre Maomé) e Inside Islam: a guide to Catholics (Dentro do islão: um guia para católicos). Em seu último livro, Not Peace, but a Sword (Não a paz, mas uma espada), Robert Spencer adverte os cristãos contra o perigo de se pensar que o islão é um aliado inofensivo.

O bispo McManus sucumbiu à pressão de um supremacista islâmico, que é amigo e apoia abertamente um terrorista jihadistia condenado. Na sua justificativa, o bispo afirma que (JW):
“a minha decisão de impedir o Sr. Spencer the falar na Conferência segue sobre o tema do islão em sua relação com o cristianismo. Minha decisão de impedir ao Sr. Spencer de  falar resultou de uma preocupação manifestada por membros da comunidade islâmica em Massachusetts, uma preocupação que eu compartilho. Essa preocupação foi a de, ao discutir sobre militantes e extremistas islâmicos e sobre as atrocidades que eles cometem globalmente, o Sr. Spencer pode minar os resultados positivos que nós, católicos, atingimos em nosso diálogo inter-religioso com os muçulmanos devotos, possivelmente, gerando desconfiança e até medo de pessoas que praticam piedosamente a religião do islão.”

Na verdade, o bispo McManus deveria estar preocupado justamente com aqueles que “praticam piedosamente a religião do islão.”

Agora, veja diferença para o Cardeal John Onaiyekan, de Abuja, Nigéria: Cardeal nigeriano critica papel da sharia, diz que os líderes muçulmanos devem 'conter os seus cachorros loucos' (Catholic Culture). 
O principal prelado da Nigéria informou a Conferência Episcopal Alemã, sobre religião e violência na Nigéria , em particular a violência cometida por membros do movimento terrorista islâmico Boko Haram. “Excetuando-se as tiradas verbais por parte de alguns pastores, até agora eu não tenho conhecimento de quaisquer grupos violentos que reivindicam inspiração cristã", disse o cardeal.

"Este fato coloca uma responsabilidade significativa na nossa comunidade islâmica de fazer mais para controlar os seus cachorros loucos", acrescentou. "Não está claro o quanto eles estão fazendo a esse respeito."

O Cardeal Onaiyekan disse também que o papel desempenhado pela sharia , que é parte do sistema legal em 12 dos 36 estados da Nigéria, vai contra o princípio de "uma nação, uma lei". "O papel e o lugar dos sharia em suas diversas formas tem sido um assunto de muito debate e controvérsia forte na Nigéria", afirmou. "Esta é uma parte importante do problema da integração nacional".

A nação de 175 milhões, a mais populosa da África, é composta de 50 % de muçulmanos , 25% protestantes e 15 % católicos.

 O que você acha? Quem está com a razão?


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