domingo, 27 de abril de 2014

Muçulmanos querem Sharia (lei islâmica) - Exemplos



Muçulmanos querem a implementação da Sharia (lei islâmica) onde quer que eles vivam, e é dever de todos eles lutarem por isso. Esta afirmação já foi discutida no artigo Muçulmanos querem sharia onde eles vivem, e isto é preocupante, que eu sugiro seja lido antes destes exemplos para dar o contexto. Abaixo, eu listo exemplos que demonstram a veracidade deste fato.

Lembre-se sempre da Lei dos Números do Islão:
  1. Quando em minoria, eles dizem "nós somos da religião da paz"
  2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
  3. Quando em maioria, eles exigem e impõem a Sharia

Muçulmanos querem Sharia 

Atualização em setembro de 2016

França: 25% dos muçulmanos franceses acham que as mulheres devem cobrir o rosto ... 
e 80% acham que a comida das escolas deve ser halal. É o que mostra uma pesquisa de opinião realizada pela Ifop para o Instituto Montaigue. (Express)

Estudioso muçulmano afirma não existir separação entre Estado e religião no islão
Leia sobre isso clicando aqui.

Atualização em julho de 2016

Bangladesh: ameaças de morte aos comerciantes cristãos e hindús 
As missivas de morte são oriundas de um grupo islâmico de Bangladesh. Eles exigem que os proprietários de lojas respeitem as 8 regras criadas por eles. Tais regras incluem:
ter uma cópia do Corão, servir carne em restaurantes hindús, não permitir que as mulheres trabalhem em tais estabelecimentos comerciais e eliminar as imagens sagradas cristãs dos comércios cujos proprietários são cristãos. (AsiaNews) Isso é um exemplo do que acontece com não muçulmanos vivendo sob a sombra da Sharia.

Atualização em junho de 2016

"Afeganistão possui a constituição mais islâmica do mundo"
Quem disse isso foi o embaixador do Afeganistão nos EUA, justificando que a constituição se baseia na lei islâmica (Sharia). (PJMedia)

Malásia: governo apoia implementação da Sharia
A Malásia é um país dividido entre malaios, a maioria muçulmanos, chineses e indianos. O primeiro ministro está sendo acusado de corrupção. Para conquistar o apoio eleitoral dos malaios muçulmanos ele está apoiando a introdução de mais Sharia no código penal, incluindo amputações e apedrejamento. Os muçulmanos apoiam, pois eles desejam Sharia (Reuters).

Indonésia: governo faz vistas grossas para a Sharia
O Ministro do Interior, Tjahjo Kumolo, voltou atrás no seu compromisso de abolir a regulamentação abusiva da Sharia no país. Ele disse "Nós não interferimos com as normas baseadas na Sharia islâmica." A lei da Provincia de Aceh é a Sharia. E, a Sharia é aplicada regularmente em outras partes do país. (hrw)

Na foto, duas meninas sendo detidas por usarem calças muito justas. Um policial sharia acompanha mulheres capturadas vestindo calças apertadas durante uma blitz de rua no distrito de Arongan Lambalek na província de Aceh, na Indonésia, em 26 de Maio, 2010. (Foto, Reuters)


Atualização em maio de 2016

Bélgica: 90% dos estudantes de Molenbeek consideram jihadistas como heróis
Estudantes muçulmanos (entre 17 e 18 anos de idade) dos guetos de Molenbeek e Schaerbeek, in Bruxelas, consideram que os jihadistas dos atentados em Paris e Bruxelas como heróis.  (fdesouche)

Atualização em abril de 2016

Grã-Bretanha: 23% dos muçulmanos desejam ter a Sharia como forma de governo
Pesquisa do Canal 4. Muito embora 88% digam que a Grã-Bretanha é um bom lugar para se viver como muçulmano, o significado do que "viver como muçulmano" é o problema (Sky News):
  • 23% apoiam a introdução da sharia em áreas muçulmanas da Grã-Bretanha.
  • 39% concordam que "esposas devem sempre obedecer a seus maridos" (5% para a população em geral).
  • 33% se recusam totalmente a condenar o apedrejamento de mulheres adúlteras (Gatestone)
  • 52% acham que a homossexualidade deve ser ilegal, em comparação com 5% do país como um todo. Apenas 18% dos muçulmanos concordam que deve ser legal.
  • 47% acreditam que é inaceitável para uma pessoa gay ser um professor (14% para a população em geral).
  • 35% dizem que os judeus têm demasiado poder na Grã-Bretanha (5% da população geral).
  • apenas 34% iria dizer à polícia se eles soubessem de alguém que estava se envolvendo com o terrorismo na Síria.
  • 31% acham que a poligamia deveria ser legalizada, sendo que na faixa etária entre os 18 e 24 anos, 35% pensam ser aceitável ter mais do que uma esposa (Gatestone)
Trevor Phillips  foi presidente da  Comissão de Direitos Humanos e Igualdade, que ajudou a popularizar o termo "islamofobia" no Reino Unido, em 1997. Agora, à luz desta evidência, ele re-avaliou sua posição (ClarionDaily Mail):
"Por um longo tempo, eu também achava que os muçulmanos da Europa se tornariam como as ondas anteriores de migrantes, abandonando gradualmente as suas formas ancestrais, religiosas e culturais, e se misturando gradualmente na paisagem da identidade diversa da Grã-Bretanha", ele escreveu no The Times. "Eu deveria ter me inteirado melhor." 
"A integração dos muçulmanos da Grã-Bretanha será, provavelmente, a tarefa mais difícil que já enfrentamos. Ela vai exigir o abandono do multiculturalismo água-com-açucar, ainda tão amado por muitos, e a adopção de uma abordagem muito mais muscular para a integração."
Bélgica: 90% dos adolescentes muçulmanos de Molenbeek e Shaerbeek consideram jihadistas do Estado Islâmico como heróis
Eles dizem estarem dispostos a morrerem pelos mesmos ideais que os propagados pelo Estado Islâmico (NYTimes).

O Globo faz matéria sobre a preferência dos muçulmanos pela lei islâmica no mundo islâmico
A reportagem menciona o Pew Research, cujos dados também utilizamos. A falha do artigo dizer que os mais jovens preferem a laicidade (O Globo).


Grã-Bretanha: Muçulmanos rezando no jardim da Abadia de Westminster
Provocação e afirmação da supremacia da Sharia. O britânico que fez este vídeo foi quase preso. Vídeo de 2012.
https://youtu.be/0-Zzace1pac OK

Brunei inicia segundo estágio da implantação total da Sharia
Segundo o Portas Abertas, no Brunei, o Evangelho é totalmente proibido (EVM).

Atualização em março de 2016

Enquanto que os países ocidentais, cegos pelo multiculturalismo e pela ilusão de que "se formos bonzinhos eles não irão nos matar" permitem que o islão se instale, nos países islâmicos as expressões de diversidade são destruídas. Em breve, o mesmo irá acontecer nos países Ocidentais, que se tornarão islâmicos, se os patriotas não retomarem as rédeas políticas enquanto existe tempo.


Raheel Raza discute o percentual de muçulmanos pró-Sharia ao redor do mundo e seu efeito na demografia 
Raheel Raza é uma muçulmana, ativista de Direitos Humanos.
https://youtu.be/VySgb9ecl0I OK 


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Bangladesh: islão será a religião oficial do país 
A liberdade de religião vai ser extinta em Bangladesh: islã será a religião oficial do país
Em uma decisão tomada no dia 7 de setembro, o Supremo Tribunal de Bangladesh confirmou a nomeação do islã como a religião oficial do país. Embora não haja essa opção na Constituição original de 1972, ela foi estrategicamente introduzida por um dos governantes militares em 1988.
De acordo com o comunicado de um relator especial da ONU, em visita ao Bangladesh, alertando sobre a liberdade de religião e crença: “O país pretende manter a fama de ser um Estado secular, mas até quando? Tendo o islã como religião estatal significa extinguir com a liberdade de religião e massacrar as minorias religiosas”. A decisão do tribunal destaca que os governantes são bem relacionados com o islã radical, o que torna insegura a vida dos cristãos e das minorias, em especial dos muçulmanos convertidos recentemente”. (Portas Abertas)

Gâmbia: mais um país a adotar a Sharia
O presidente da Gâmbia, Yahya Jammeh, declarou neste sábado que o seu país, anteriormente secular, é agora uma república islâmica (Sputinik News). O que acontece na Gâmbia é o que aconteceu recentemente nas Ilhas Maldivas, no Brunei e na Província de Aceh, na Indonésia: declararam-se islâmicos e adotaram a Sharia. O OPOSTO NÃO OCORRE. Aliás, ao longo dos 1400 anos de história do islão em apenas dois casos uma região governada pela Sharia deixou de sê-lo: a Península Ibérica e os Balcãs. E nestes casos, ao custo de muito sangue. Centenas de milhares de pessoas tiveram que morrer para se poder expulsar a submissão do islão e da Sharia. Trazer muçulmanos para o Brasil é ignorar a história e arrumar câncer para se tratar (não se trata de sarna para se coçar, não, é muito pior mesmo). (Fonte)

Sultão do Brunei proíbe Natal
E quem o celebrar pode pegar 5 anos de cadeia. O Sultão Hassanal Bolkiah, disse que celebrar o Natal põe em risco a fé muçulmana (fonte). Ele apenas aplica as Condições de Umar, contidas na lei islâmica Sharia. (Fonte)

Somália: Natal é banido por ser contrário à cultura islâmica
Principal imã somali diz que muçulmanos não podem se expor a celebrações de outras religiões. Esta é a tão afamada tolerância que o islão tem para com aquilo que não for considerado islâmico. Lembre-se disso. (fonte)

Tajiquistão: Celebrações natalinas banidas neste país "moderado"
A notícia diz que o governo baniu árvores de Natal, presentes, fogos de artifício, coleta de doações ... visando minimizar a influência ocidental no país. Interessante isso, pois o cristianismo é uma religião oriental. Pena de multa ou prisão. (fonte)

Dinamarca: 77% dos muçulmanos querem seguir Sharia, totalmente
Isso é o resultado de uma pesquisa de opinião. 40% dos muçulmanos entrevistados desejam a Sharia influenciando as leis dinamarquesas de algum modo. Um total de 77% concorda que as "instruções contidas no Alcorão devem ser seguidas totalmente." A mesma afirmação, em 2006, teve 66% de pesquisados condordando. (The Local)

Dinamarca: maioria muçulmana vota contra árvore de Natal
Em 2012, o Conselho da cidade de Kokkedal, composto de 9 pessoas sendo 5 muçulmanos, votou contra a cidade ter uma árvore de Natal este ano (Post). Este é um exemplo do que acontece quando muçulmanos alcançam a maioria. Além de outras coisas, eles odeiam o Natal.

Veja o que deseja Omar Ahmad, um dos fundadores da CAIR


50 muçulmanos "moderados" se manifestam contra o Estado Islâmico
Isso mesmo, 50 (cinquenta). Cinco, zero. 50 muçulmanos moderados. Isso aconteceu em Dublin. Agora, compare isso com o meio milhão de muçulmanos chechenos que se manifestaram em apoio do assassinato dos jornalistas do Charlie Hebdo, e compreende-se bem o tamanho do problema.
http://www.rte.ie/news/2015/0726/717314-is-rally/

1.5 milhões de muçulmanos britânicos apoiam o Estado Islâmico

EUA: O que deseja a comunidade da Somália nos EUA? Sharia! 
Cinegrafista Ami Horowitz foi até o bairro de Ceder-Riverside, em Mineápolis, nos EUA, onde se encontra um grande contingente de muçulmanos da Somália. Dezenas de muçulmanos sairam deste bairro para se juntarem ao grupo jihadista Al-Shabab, na Somália. Ele entrevistou muçulmanos na rua perguntando se eles desejam Sharia e se eles gostam de viver nos EUA. As respostas supreendem. Eles desejam Sharia e, apesar de reconhecerem a liberdade para serem muçulmanos nos EUA, muitos dizem que prefeririam viver na Somália, onde a Sharia se faz presente. Eles querem a Sharia nos EUA para ser um "lugar perfeito." (Desculpe, mas o vídeo não tem legendas)
Vídeo: https://youtu.be/PfmywzjdtRM

Canadá: Imã pede por califado mundial
Imã Mazin Abdul Adhim, um clérico sênior do Hizb ut-Tahrir – Canadá, diz que a nação islâmica (a umah) deve se unir e criar um estado islâmico de verdade, onde a lei islâmica sharia seja implementada literalmente (Ele disse isso no Eid al-Fitr, o final do Ramadã, em 17 de julho de 2015). Ele afirmou que os muçulmanos devem ter fidelidade apenas para o islão através do califado. A destacar: (1) o aspecto político do islão; (2) a fidelidade não ao seu país, mas ao islão; (3) a implantação da lei islâmica (sharia) de modo literal. (fonte)

Objetivo do muçulmano é total dominação pelo islão
Twiter do Anjem Choudary, o infame imã britânico que já radicalizou tanta gente mas que continua solto. Está escrito: "o objetivo de um muçulmano nesta vida é izhar Ud-Deen, ou seja, total dominação do mundo pelo islão, como Alá delcara no Alcorão 9:33."
Verso 9:33. É ele {Alá} quem enviou seu mensageiro (Maomé) com a orientação e a religião da verdade (Islã), para torná-lo superior sobre todas as religiões mesmo que o Mushrikun (politeístas, pagãos, idólatras, descrentes na unicidade de Alá) odeiem isso.


81% de muçulmanos entrevistados pela Al-Jazeera apoiam o Estado Islâmico
Pesquisa, em árabe, foi feita em um universo amostral de 38 mil muçulmanos. A pergunta foi "você é a favor das conquistas territoriais do Estado Islâmico?" Apenas 19% das respostas não apoia o Estado Islâmico (Fonte). E um comentário feito pela Mnal Hassan foi o seguinte: "Claro, todo o muçulmano é orgulhoso de suas vitórias e nós estamos todos com o exército do Califado." (Speisa) A pesquisa não é científica, mas ela se alinha a tantas outras (por exemplo, aqui).

Nigéria: Presidente eleito deseja implementar a lei islâmica (Sharia)
E agora, Nigéria? A eleição de um islamista como presidente da Nigéria será um desastre para os 50% da população não-muçulmana (animistas, ateus, cristãos e gays) da Nigéria O novo presidente, Muhammadu Buhari, deseja implementar a lei islâmica Sharia, por sinal, o mesmo objetivo do Boko Haram.
O islamista do APC Muhammadu Buhari ganhou as eleições nigerianas. Ele derrotou o então presidente Goodluck Jonathan. Muhammadu Buhari teve o apoio do presidente Obama.
Veja o que ele disse: "Eu Vou continuar a mostrar abertamente e dentro de mim o compromisso total com o movimento pela Sharia que está varrendo toda a Nigéria. Se Deus quiser, não vamos parar a agitação até a implementação total da Sharia no país."
A agitação? Seria este um indício de que o Muhammadu Buhari apoia a violência? Afinal, o objetivo final dos ataques terroristas em toda a Nigéria e África é um estado islâmico?
A Eleição Muhammadu Buhari como presidente da Nigéria será um desastre para a África. (Mas um triunfo para Obama, que pediu ao presidente derrotado que que "mostrasse contenção" ao lidar com terroristas islâmicos). (Washington Post)

Austrália: Pesquisa revela que 20% dos muçulmanos australianos simpatizam com o Estado Islâmico
Eles acham que os objetivos do grupo são legítimos. (fonte)

Austrália: Senadora ameaçada de morte
Senadora australiana recebe carta de muçulmanos ameaçando-a de decapitação, caso ela não ajude a introduzir a lei Sharia no país. Muçulmanos querem Sharia, seja por meios pacíficos ou não. (fonte)

Muçulmanos querem Sharia!
  • 27 por cento dos muçulmanos britânicos simpatizam com os jihadistas assassinos do "Charlie Hebdo" e da vendinha judáica.
  • 32% dos muçulmanos britânicos concordam que esse tipo de violência é justificável.
  • 20% dos muçulmanos britânicos disseram acreditar que a sociedade liberal ocidental nunca poderá ser compatível com o Islão.
  • 49% dos muçulmanos britânicos acreditam que os clérigos muçulmanos que pregam que a violência contra o Ocidente pode ser justificada não estão fora de contato com a opinião dominante.
Esses percentuais não não disprezíveis! (Reuters)

Um vídeo que discute de modo simples e inteligente esta questão dos "muçulmanos moderados."
http://youtu.be/quy354Fat0c

Minoria Radical não existe
Lembrem-se sempre: Muçulmanos desejam a implementação da Sharia. A Sharia significa o fim de tudo que não for islâmico.

Pesquisa de opinião mostra que 92% dos sauditas acredita que o Estado Islâmico (ISIS) está de acordo com os valores do islamismo e com a lei islâmica
Esta pesquisa foi feita por um programa chamado Campanha al Sakina (Muslim Statistics).


Lembre-se que o que o Estado Islâmico deseja, ou seja, um califado global regido pela Sharia (lei islâmica) é o desejo de todo o muçulmano devoto

Muçulmanos ao redor do mundo mostram seu apoio ao Estado Islâmico
Afinal, ele está implementando a Sharia do modo mais absoluto possível (the muslim issue).

Uma síntese interessante com estatísticas das mais variadas sobre o que pensam os muçulmanos
A compilação é de 2012 e se chama "números reveladores sobre os islâmicos."

A figura abaixo representa algo um fato interessante: ao não condenarem o radicalismo islâmico, os chamados "moderados" o endossam. 

Líder islâmico da Malásia: igualdade, liberdade e direitos humanos são ideologias "sem Deus" e "infiéis", criadas por ateus para destruir o islão
"Não existe nenhum islão liberal ou islão socialista. Ou você é um muçulmano ou é um jahilliah (um ignorante) ", disse Zaid Abdul Rahman, líder do ISNA, um partido político. Ele também disse: "O islão é o islão. Ideologias não fazem parte do islão e todas estas ideologias são do Ocidente ... liberalismo, a liberdade, a igualdade e os direitos humanos são todos agenda dos ateus. "

Depois de torpedear os ateus, Zaid Rahman atacou os cristãos e judeus.

Ele acrescentou que os judeus e cristãos estão empenhados em tornar o mundo em seu próprio molde. "Eles são os mesmos .. a inimizade não é nova. Esta rivalidade existe desde os dias do profeta Maomé. A conspiração para destruir o islão sempre esteve lá e eles usaram vários métodos para fazê-lo desviar-se de Allah. Esta é uma agenda para tornar o mundo judaico e cristão ", disse ele.

Zaid disse a ISMA, que se esforça para garantir a forma do islão "puro", foi criada para combater a ameaça contra o islão. "Nós, ISMA, promovemos moderação e eu acredito que o nosso modelo é universalmente adequado." (Malay Mail Online)

Brunei irá impor Sharia a partir desta semana, com apedrejamentos e amputações
O sultão de Brunei, um dos governantes mais ricos do mundo e um aliado próximo da Grã-Bretanha, vai esta semana supervisionar a transição de seu país para um sistema de lei islâmico com punições que incluem açoitamento, o desmembramento de membros e apedrejamento até a morte (independent).

Atualização: Agora é oficial, a sharia está implementada no Brunei, inclusive cidadãos de Brunei não podem beber fora do país, e isso vale para todo mundo: “o consumo de álcool em público por cidadãos não-muçulmanos e / ou residentes permanentes durante o seu tempo no exterior será punível sob a jurisdição extraterritorial da Syariah Código Penal Order 2013”. Mas quem vai vigiar isso? Entra aí a idéia de que um cidadão vigia o outro (e o entrega para a polícia): “aqueles que cometerem tais crimes serão processados caso uma reclamação contra eles aconteça por parte dos cidadãos do país ou residentes permanentes, no tocante ao consumo de álcool em público, em países fora do Brunei.” (Borneo Bulletin) Isso vai ser um prato cheio, uma pessoa que não gosta da outra pode acusar como uma forma de “acerto de contas.”  Fb blog

Gaza: Hamas dá mais um passo em direção a Sharia, com a introdução do açoite 
"O Hamas tem aplicado uma interpretação estrita da lei islâmica em Gaza desde que assumiu o poder violentamente lá em 2007." (Arutz Sheva) Na realidade, não existe uma interpretação não-significativa rigorosa da lei islâmica (Sharia). A lei islâmica é notavelmente semelhante em caráter onde quer que tenha sido implementada. 

EUA: Muçulmanos de Dearborn pedem ao Conselho Municipal por polícia religiosa e restrições à liberdade de expressão
Durante reunião do Conselho Municipal, foi pedido controle da literatura distribuida às crianças e patrulhamento das ruas e parques, ambos feitos seguindo padrões islâmicos.  (Arab American News). E isso nos EUA!

Líbia declara a lei Sharia absoluta
A Assembléia Nacional da Líbia declarou que a lei islâmica é a fonte da legislação na Líbia, e que todas as instituições do estado precisam obedecer isso. Toda a estrutura legal, bancária, criminal irá obedecer à Sharia (dez/2013, RT). 

Manifestação em prol do retorno do Califado na Turquia
Manifestantes portam a bandeira branca do califado, e a bandeira negra da Jihad. Veja aqui os deveres do califa


Síria: Aliança Rebelde Islâmica não deseja restorar a República Síria, mas a Sharia
Em comunicado conjunto, os vários grupos rebeldes associados à Irmandade Muçulmana e a Al-Qaeda, anunciaram o seu rompimento com o Exército Livre Sírio comandado pelo Brigadeiro-General Salim Idris. Estes grupos conclamam a todos os grupos se juntarem sob uma estrutura islâmica, fazendo da lei islâmica (Sharia) a única fonte de legislação (SISMEC). 

Em 2009, 85 tribunais islâmicos operavam ilegalmente na Grã-Bretanha
Veja bem que isto é um fenômeno recente. Em 2009, pelo menos 85 tribunais sharia islâmica estavam operando na Grã-Bretanha, segundo um estudo. Este número surpreendente é 17 vezes maior do que o número de tribunais islâmicos que se julgava estarem em operação. Os tribunais, trabalhando principalmente a partir de mesquitas, resolvem disputas financeiras e familiares de acordo com os princípios religiosos islâmicos.  (Mail online)

Alguns outros exemplos: 
- O islão é a maior religião da Malásia, com 60,4% da população praticando o islã. Esta também é a religião oficial do estado. Todos os malaios na Malásia são reconhecidos oficialmente como muçulmanos (a constituição da Malásia força todos os malaios a deixarem de serem oficialmente reconhecidos como malaios caso eles se convertam a outra religião). Apesar do Islã ser a religião oficial do estado, a constituição garante liberdade religiosa. (Wikipedia).
- Irmandade Muçulmana: apenas bêbados, drogados e adúlteros rejeitam a Sharia (Raymond IbrahimYoum7).
- Em julho de 2011, um grupo chamado Muslims Against Crusades (Muçulmanos Contra as Cruzadas) lançou uma campanha para tornar 12 cidades britânicas, incluindo o que eles chamam “Londonistão”, em estados islâmicos independentes. Estes estados, chamados de Emirados Islâmicos, funcionariam como enclaves autônomos governados pela lei islâmica Sharia, operando totalmente independentes da jurisprudência britânica.
Al-Ahram relatou em julho de 2010, que o primeiro-ministro, e líder rebelde, Mahmoud Jibril anunciou que se ganhar as eleições para a assembléia nacional da Líbia ele irá implementar uma aliança que não será liberal nem secular, mas que incluirá a lei sharia nos seus valores mais fundamentais. 
- Slogan do Primeiro Ministro da Turquia durante sua campanha: “O Alcorão é a nossa constituição. A Jihad é o nosso caminho. E morte pelo amor de Alá a nossa maior aspiração.”
- Pesquisa da Al-Jazeera diz que 49% dos muçulmanos apoiam Osama Bin Laden (Al-Jazeera, , set. 7-10, 2006, acessado em abr. 2, 2009).
- Clérigo egípcio: A reintrodução da Sharia faria Egito a 'nação mais poderosa do mundo'. (The Blaze) Isso foi dito em 2012 antes da eleição da irmandade muçulmana ao poder. Na verdade, o governo da irmandade muçulmana levou o Egito a um buraco de tal tamanho que ele foi deposto tempo depois, sob a clamor do povo egípcio. 
- Egito, ainda durante a campanha presidencial, um candidato a presidente, e ex-funcionário do CAIR (Conselho de Relação entre EUA e Islão), um braço da irmandade muçulmana nos EUA, prometeu, se eleito, "completar a implementação da lei islâmica no Egito" (PJMedia)

Tunísia: mais de 4 mil pessoas fazem manifestação em frente a Assembléia Constituinte pedindo pela implantação da Sharia como a nova Constituição
Isso aconteceu em Março de 2012. Uma petição assinada por mais de 100 associações pedem pela Sharia como a norma legal da Tunísia (Magreb Christians

Grã-Bretanha: relatório mostra a intensidade de apoio de muçulmanos britânicos à Sharia
Milhares de muçulmanos britânicos apoiam a Al-Qaeda. Um total de 34 atentados terroristas foram prevenidos desde os atentados de 7 julho de 2005. Recrutamento para a Jihad cresce (Express).

O ex-Guia Geral da Irmandade Muçulmana Mahdi 'Akef: Pro inferno com quem não aceitar o domínio islâmico

EUA: Imã de Nova Jersey, Mohammad Qatanani, solicita Sharia e Leis de Blasfêmia nos EUA
Ele faz as ameaças usuais. "Nós, como americanos, temos que colocar limites sobre a liberdade de expressão", Qatanani, líder do Centro Islâmico de Passaic County (ICPC), disse. Ele explicou que os americanos "não têm direito a conversar com muçulmanos sobre questões sagradas", pois isso irá incitar "ódio ou a guerra entre as pessoas." (set/2012, The Blaze)

EUA: Sociedade Islâmica da Grande Kansas City promove petição para o governo pedindo a implementação da Sharia e das leis de blasfêmia 
Quando os críticos do Islã advertem sobre tentativas de impor a Sharia no Ocidente, eles são chamados de "racistas", "irracionais", "negociantes de ódio", e, é claro "islamófobos". Então, o que acontece quando as organizações muçulmanas realmente chamam pela instituição da Sharia e leis de blasfêmia no Ocidente? Serão estes muçulmanos "racistas" ou "fanáticos" por eles querem impor a Sharia? (set/2012, Change.org). A petição teve 250 assinaturas, mas o objetivo é claro, e a pressão pela Sharia só irá aumentar com o aumento da população islâmica.



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