segunda-feira, 26 de maio de 2014

Imposição do Ensino Obrigatório do islamismo no Brasil


Uma tentativa de impor a propaganda (travestida de ensino) do islamismo nas escolas primárias e secundárias no Brasil é consistente com o esforço de islamização que acontece em diversos outros países. É assustador verficarmos que deputados federais, que se dizem defensores dos direitos dos homosexuais, contrários à religião, e promotores de um estado laico, sugeriram uma legislação que, se aprovada, irá promover uma religião em detrimento das demais, e justamente sobre a parcela da sociedade mais indefesa, as crianças.

(leitura adicional: exemplos da islamização do Brasil)

O que o deputado federal Jean Willys, um auto-proclamado defensor dos direitos dos homosexuais, tem a ganhar ao promover uma ideologia que é totalmente anti-homosexual?

O que o deputado federal Jean Willys, um auto-proclamado ateísta e crítico de religião, tem a ganhar  ao promover uma religião particular em detrimento das demais?

E, porque deputados que defendem um ESTADO LAICO desejam quebrá-lo ao dar tratemento preferencial a uma religião em particular?

Estas perguntas, que retratam claramente contradições internas, passam pela minha cabeça ao deparar com o Projeto de Lei (PL) No. 1780/2011, que propõe a obrigatoriedade do ensino do islamismo na rede de ensino fundamental e médio no Brasil.

Sobre o PL No. 1780/2011

O texto deste PL pode ser encontrado no site do Congresso (aqui e aqui). Ele foi proposto, em 2011, pelo deputado Miguel Correia (PT) e Carlos Alberto (PMN) e subscritos pelos deputados Jean Willys (PSOL), Luiz Tibê (PT do B), Edson Santos (PT) e Reginaldo Lopes (PT).

Em sua essência, este PL tornaria OBRIGATÓRIO o ensino do islamismo na rede de ensino fundamental e médio no Brasil. Se este PL for aprovado, o Estado passaria a ser promotor de uma religião em detrimento de todas as demais, pois não existe obrigatoriedade alguma em se ensinar religião, qualquer que seja, nas escolas do ensino público.

Se aprovado, esta lei irá quebrar o secularismo que o Estado deve promover.

Mas, porque estes deputados defendem a quebra do secularismo do Estado brasileiro?

O arrazoado do PL é um festival de sandice, pois nele se misturam fatos mal-contados e ideologia tortuosa. Menciona-se o Jihadista de Realengo como um exemplo de falta de entendimento do islamismo, quando ele mesmo afirmou sua motivação antes da chacina. Menciona-se a necessidade de promover a inclusão racial, quando o fato é que o islão não é uma raça. Menciona-se que o PL é consequência da consulta com minorias, quando na verdade se mistura demandas históricas com algo inexistente na história do Brasil.

Porque este projeto é um ERRO

Este Projeto de Lei (PL) quebra o carácter secular do ensino fundamental e médio no Brasil ao tornar obrigatório o ensino da “cultura árabe e tradição islâmica.” A fazer isso, o Estado brasileiro, com o intuito de evitar um problema que não existe no Brasil, passaria a ser promotor de uma religião ao mesmo tempo em que não existe promoção similar para nenhuma outra religião. O Ensino de uma religião no ensino fundamental e médio, qualquer que seja, quebra o secularismo que o Estado deve defender, e se contrapõe ao espírito da Constituição do Brasil.

No arrazoado do projeto, os proponentes do mesmo justificam o ensino obrigatório do islamismo nas escolas como uma forma de prevenir “bullying” e homofobia. Na verdade, prevenir “bullying” e homofobia pode ser feito sem a necessidade de se promover uma religião em particular, como é a intenção desta PL.

No arrazoado do projeto, os proponentes do mesmo justificam um tratamento preferencial à “história árabe” como uma forma de reconhecer eventuais contribuições da mesma. Na verdade, o ensino de história deve pertencer a disciplina História, e que a mesma deve cobrir todas as contribuições oriundas das diversas civilizações, por exemplo, da chinesa, da japonesa, da indú, da budista, da ocidental, da africana negra, da judáica, e sim, também da árabe, mas para tal não existe a necessidade de um tratamento preferencial ou obrigatório para nenhuma delas, como é a intenção desta PL.  

O Brasil é oficialmente um Estado laico, pois a Constituição Brasileira e outras legislações preveem a liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além de proteção e respeito às manifestações religiosas.
No artigo 5º da Constituição Brasileira (1988) está escrito:
“VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”
Veja o Art. 19:
É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I- estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;

A laicidade do Estado pressupõe a não intervenção da Igreja no Estado, e um aspecto que contraria essa postura é o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras. Não existe nenhum princípio maior que justifique o ensino de uma religião e não o de outra. Não existe direito indisponivel, função social, soberania nacional ou qualquer outro desses princípios que possam abarcar esse PL.

O estágio atual deste PL

Aparentemente, este PL foi arquivado. Consultando o site do Congresso pode-se ver isso aqui.

Contudo, o precedente existe. Sabemos agora que existem deputados dispostos a destruir o estado laico brasileiro. Sabemos que existem deputados dispostos a favorecer um grupo religiosos em detrimento dos outros. Sabemos que existem deputados que, ao invés de defendê-la, estão dispostos a rasgar a nossa Constituição.

Porque?

E como enquadrar esta iniciativa com o que se passa no resto do mundo?

Ao redor do mundo, verifica-se uma tentiva semelhante, a de grupos islâmicos de se infiltrarem nas escolas e distritos de educação para empurrar uma narrativa falsa e propagandista to islão. Enquanto que outras religiões são criticadas, o islamismo é glorificado. Não-muçulmanos apoiam estas iniciativa por vários motivos:
(a) ódio a sua civilização: isso é mais prominente no Ocidente, pois existe uma propaganda negativa com respeito à civilização ocidental, inclusive nas escolas.
(b) ódio ao cristianismo: existem pessoas que odeiam tanto o cristianismo que acham que promovendo uma religião/ideologia antagônica eles estão avançando a sua causa, quando na verdade, estão trocando um buraco de rua por um precipício.
(c) por ideologia: neste caso, se inclui a chamada “esquerda revolucionária” que acha que promover o islamismo é pagar uma dívida histórica para com uma “minoria” reprimida e explorada (sem sequer se darem ao trabalho de verificar que o islamismo é repressor, expansionista e imperialista, bem como anti-socialista).
(d) por interesses econômicos:  neste caso se inclui os capitalistas que são capazes de vender a própria mãe se isso trouxer lucro para eles.  

Agora, vejamos alguns exemplos:

Infiltração no Currículo Comum dos EUA
Os Estados Unidos possuem um currículo comum dos assuntos básicos (commom core) que os alunos das escolas públicas têm que serem expostos.  E existem diversos registros de exageros e propaganda islâmica sendo introduzida neste currículo comum. Esta infiltração inclui a introdução e uso compulsório de livros-textos totalmente tendenciosos, pois eles contém narrativas falsas e meias-verdade. Nestes livros-textos encontram-se coisas como:
(a) crítica incansável ao cristianismo e judaísmo, e glorificação do islamismo;
(b) quantidade de texto excessivamente maior para tratar do islamismo do que qualquer outra religião (isso se alguma menção a outras religiões existem);
(c) afirmações do tipo “Maomé recebeu as revelações do anjo Gabriel” ao invés de “muçulmanos acreditam que Maomé recebeu as revelações do anjo Gabriel”, que implicam na aceitação da narrativa islâmica. O mesmo tratamento não existe para as demais religiões.
(d) referências à chamada da “Casa da Sabedoria” do islão, quando na verdade foram os persas sassânidas quem criaram esta Casa da Sabedoria, séculos antes das invasões jihadistas islâmicas árabes que conquistaram a Pérsia, sendo que a Casa da Sabedoria foi destruída quando da codificação do Alcorão e dos Hadices, e da própria sharia, com a consequente morte do princípio científico da “causa e consequência” em prol do princípio “dualista” anti-científico do islão. 
(e) glorificação do islamismo como inventor de coisas que já existiam descobertas por gregos, romanos, indús, chineses, ... (por exemplo, o zero, que é uma invenção da Índia; o compasso, que veio da China; a álgebra, original dos gregos e hindús).
(f) a exposição da “Idade de Ouro” do islamismo em contra-partida ao “obscurantismo cristão” na Idade Média, quando na verdade a civilização greco-romana clássica foi preservada pelo Império Romano do Oriente (Império Bizantino) e a Idade Média na Europa foi uma época de intensa atividade intelectual.
(g) propaganda da narrativa islâmica de que o islamismo é sempre vítima, sem mencionar os 1400 anos de jihad islâmica.
(h) propaganda da narrativa islâmica de que as cruzadas foram um ataque europeu sem provocação, sem se mencionar os 400 anos de jihad islâmica e imperialismo árabe que predeceram as cruzadas.
(i) propaganda da narrativa islâmica de que o islamismo promove "justiça racial e social" sem discussão sobre o escravagismo islâmico (que acontece ainda hoje) e sobre o status de cidadões de segunda-class dos não-muçulmanos que vivem sob a lei islâmica (dhimitude). 

O problema é muito sério e associações de pais e escritores dos mais diversos têm reclamado e denunciado o Common Core, bem como a pressão de grupos islâmicos para a adoção de comida halal nas escolas (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui). Mas a política oficial do governo do presidente Obama parece mesmo ser a de enfiar o islão goela abaixo da população (lei mais sobre isso adiante).

"Trabalho Escolar" das crianças americanas: aprender a rezar estilo islâmico. É o governo estadounidense rasgando a sua própria constituição

Operação “Cavalo de Tróia” na Grã-Bretanha
O governo Britânico está investigando uma denúncia de que existe um esforço concentrado por parte de organizações islâmicas de tormarem conta das escolas, trocando os diretores e professores de escolas públicas em bairros de concentração de muçulmanos por diretores e professores que administrem as escolas seguindo regras estritamente islâmicas, criando deste modo um sistem duplo de ensino. Este plano tem um nome: Operação Cavalo de Tróia (Gatestone institute).

Adoção da comida halal
Os pais de filhos não-muçulmanos já a algum tempo têm reclamado dos distritos educacionais por adotarem comida halal, muitas vezes sem o consentimento dos pais ou mesmo sem que ninguém soubesse disso (Daily Mail).

Negar o Holocausto e distorcer a História para não ofender os muçulmanos
Tem sido comum nos países da Europa Ocidental de se deixar de mencionar o Holocausto nas aulas de História porque a menção a este fato histórico “ofende” os muçulmanos. E também o ensino de eventos da história, como as cruzadas, são evitados porque as lições nas salas de aula contradizem o que as crianças muçulmanas aprendem nas mesquitas (Daily Mail). 

Denúncia na Alemanha
Pelo menos 25 escolas na cidade alemã de Hamburgo foram infiltradas por salafistas, e por outros grupos fundamentalistas, mas o Partido Social-Democrata, que governa a região e que é comprometido com o multiculturalismo, se recusa a tomar providências. O resultado é que mais alunos estão abraçando o islamismo radical e tomando como ídolos os jihadistas na Síria (Gatestone Institute).

Oração nas escolas, sendo usadas como mesquitas; visitas a mesquitas; "seja muçulmano por um dia"
O trabalho de islamização é tamanho que escolas têm sido usadas como mesquitas, ou seja, espaço têm sido dado para as orações islâmicas (mas apenas para elas). Isso tem acontecido, por exemplo, no Canadá (Ottawa Sun).  Existem também as visitas a mesquitas e os trabalhos escolares, ambos que obrigam os estudantes a rezarem e se comportarem como muçulmanos (Daily Mail, Daily Mail, American Thinker, Examiner). Se as crianças não participarem destas atividades elas são chamadas de racistas (Daily Mail), ou recebem zero se os seus trabalhos escolares não glorificarem o islão (CP).


Formação de getos no sistema escolar da França
Um documento confidencial da inteligência, que vazou para o jornal francês Le Figaro, diz que uma forma de guetização muçulmano está a ganhar terreno dentro do sistema escolar francês. O relatório diz que os estudantes muçulmanos estão, efetivamente, estabelecendo uma sociedade paralela islâmica completamente desligada de estudantes não- muçulmanos. O documento de 15 páginas, datada de 28 de novembro de 2013, inclui 70 exemplos do véu em playgrounds escolares, refeições halal nas cantinas, absenteísmo crônico durante os festivais religiosos muçulmanos, orações clandestinas em ginásios ou corredores - da tendência em islamizar as escolas em toda a França. O documento diz que os muçulmanos estão engajados em uma "guerra de atrito", destinada a "desestabilizar o corpo docente." Acrescenta que os fundamentalistas islâmicos estão a evadir a lei que proíbe símbolos religiosos nas escolas, e que os auto-proclamados "jovens guardiões da ortodoxia" em muitas escolas estão exercendo pressão sobre as meninas muçulmanas. "Durante os feriados muçulmanos , especialmente durante o Eid-el-Kebir [ Eid el-Adha ], as aulas são abandonados pelos estudantes", com o absentismo beirando 90% em certas partes do Nîmes e Toulouse. Um diretor de escola em um bairro do norte de Marselha disse que alguns de seus alunos oram com tal zelo que suas testas ficam lesionadas.

Noruega
Na Noruega, o Ministério da Educação aprovou um plano controverso para lançar a primeira escola primária do país 100% muçulmana, em Oslo. A escola será gerida pela Associação de Mães Muçulmanas, que querem ensinar seus alunos valores árabes e islâmicos, bem como os temas padrão no currículo. Um curso padrão em Religião, Filosofia e Ética seria substituído pelo Islã, Religião e Filosofia. A escola pretende ter 200 alunos, e será instalada na zona leste de Oslo, o lar de muitos "imigrantes." Tanto a oposição do Partido Trabalhista da Noruega e do Partido do Progresso, que fazem parte da coalizão governamental, manifestaram oposição ao plano (The Local).

Porque se preocupar

Mas José, porque esta preocupação toda? Em primeiro lugar, por causa da lei dos números do islão*. Em segundo lugar, por que dentre os novos conversos, a maioria deles se torna um radical fanático fundamentalista (alguns deles inclusive tornam-se jihadistas na Somália e na Síria) (Gatestone Institute), ou seja, passa a ter como objetivo primordial a implementação da lei islâmica, quer por meios pacíficos ou não. 

* Lei dos Números:
(a) Quando em minoria dizem "Nós somos da Religião da Paz"
(b) Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
(c) Quando em maioria, eles exigem a Sharia (lei islâmica)

Mas José, porque você se procupa tanto com a Esquerda. Resposta: porque eu sou de Esquerda, e eu acho um tremendo erro da Esquerda apoioar uma ideologia anti-socialista e anti-democrática como o islamismo.

De mãos dadas com o “imperialismo estado-unidense”?

O mais irônico é que estes deputados, que em sua maioria se auto-intitulam como “de Esquerda” e se dizem combaterem o “imperialismo americano” se aliam a ele, porque os EUA vêm financiando o ensino do islamismo ao redor do mundo e promovendo redes entre muçulmanos. Ou seja, os EUA estão promovendo a islamização. Curioso ver então a “esquerda revolucionária” aliada com aqueles contra os quais ela se diz ser contra.

Vejamos alguns exemplos que indicam o nível de esforço dos EUA promoção da islamização a nível escolar.

NASA
Você sabia que o presidente Obama deu instruções para a NASA fazer um trabalho para aumentar a auto-estima dos muçulmanos?  (Telegraph; Fox) Mas, e os budistas? E os hindús? E os cristãos? E os judeus? E os ateístas? E os agnóstics? Não, apenas a auto-estima dos muçulmanos.

EUA promovem o islão na Europa
A embaixada americana em Praga está a financiar um novo projeto que visa promover o islão nas escolas públicas primárias e secundárias em toda a República Tcheca (Gatestone). Além disso, os EUA vem promovendo seminários e atividades das mais diversas em vários outros países europeus, a tal ponto da França reclamar que os EUA estão se metendo em assuntos internos franceses (Gatestone). Além disso, os EUA estão também financiando a reparação de mesquitas ao redor do mundo (IslamToday; Washington Times).   

Ateístas e gays também são kafirs, as piores das criaturas

Estes deputados, teóricamente ateus e gays, precisam compreender que eles são infiéis do mesmo jeito que todos os demais ateus e gays, além dos cristãos e heterosexuais. Todos os não-muçulmanos são kafir, um termo terrívelmente ofensivo porque o Alcorão explicitamente diz que os kufar (plural de kafir) são as mais desprezíveis das criaturas. Segundo o livro sagrado do islão, nada existe neste mundo pior do que um kafir.

Na verdade, todos os kafir deveriam se unir, porque estamos todos na mira-de-tiro do islão.



Um vídeo de Pat Condel, um ateu que reconhece o perigo islâmico

Já que estamos de certo modo tratando de postura contraditória de deputados ateistas e homosexuais, um comentário. Eu acho intrigante quando eu encontro um ateista ou um homosexual que defende o islão. Seria algo similar a uma feminista que defenda o islão. Como é possível um ateu e um homosexual (e uma feminista também) defender uma ideologia que os quer mortos ou subjugados? Felizmente, pelo menos do meu ponto-de-vista pessoal, a maioria dos ateus e homosexuais sabem discernir bem os seus alidados e os seus adversários e se opõem ao islão. Vamos torcer para que mais ateus a homosexuais abram os seus olhos frente ao perigo que o islão representa para eles (e para todos nós, kafirs).

Para terminar, um vídeo de um ateísta inglês, Pat Condel. Ele é consistente ao ser crítico a todas as religiões. Mas ele compreende que o islão está em uma categoria particular devido a sua intolerância e ódio mortal a tudo e a todos que não forem islâmicos.



O que fazer?

Faça a sua parte: repasse este artigo. Converse com os seus parentes e amigos. Alerte os seus representantes políticos. Quanto mais tivermos consciência dos perigos que temos à nossa frente, menor a chance de sermos vítimas deles.

Leituras complementares




28 comentários:

Anônimo disse...
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Luana Sil disse...

existe alguma reportagem de tv sobre isso (ensino do isla nas escolas americanas)?

José Atento disse...

Não sei se existe reportagem de TV, talvez exista. Mas existe muito coisa sendo escrita sobre isso. Você quer mais referências?

Rosangela disse...

Será que as demais religiões não devem ter os mesmos direitos? Pois acredito que assim como querem impor o Islamismo, deveriam pensar nas demais religiões para que não haja discriminação.

Anônimo disse...

Eu mesmo tenho um exemplo de 01 Brasileira que ía entrar para alfabetização no Brasil, foi prá EUA e voltou alfabetizada, sabida, mas nunca mais alcançou interesse nem a capacidade que foi, Ela já quase lia.Ouvi dizer que se é como se passasse por regressão, hipnose, algo assim, assim, entre outros Brasileiros mesmo não tendo ido prá lá. Ouvi ser: transferências de QI, sequelas e até uma tal de broca por corpos cavernosos. Esses falecidos relataram não ser somente de religiosos, pois estão em todo lugar e hoje não é diferente, até Eu tô Viva prá contar a história lá com esses mortos entre outros abaixo de Deus. Sempre Digo: Deus é o Deus do Livre Arbítreo, Fazemos Nossas Escolhas, principalmente a Religião e não é com força nem com poder, nem diabético, câncer, aids, tuberculose,... pode ser obrigado a tratar, ressalva: torporoso, coma assim mesmo se for acudido, socorrido. Desmaiado que é desmaiado volta, sacode o pó e segue, bem como embriagados(dizem que um café amargo e banho frio resolve )

Anônimo disse...

Há um projeto na página da Assembléia Legislativa. Está em enquete, entre lá e vota não.

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/200205-PROJETO-TORNA-OBRIGATORIO-ENSINO-DE-CULTURA-ARABE-E-ISLAMICA-NAS-ESCOLAS.html

cRiPpLe_rOoStEr a.k.a. Kamikaze disse...

Um comentário sobre a questão da "justiça racial" proposta pelos muçulmanos para atrair negros que se dizem iludidos pelo Cristianismo:

O que os apologistas islâmicos omitem é o caso da África do Sul, onde a palavra considerada mais ofensiva pelos negros é "kaffir", ou simplesmente "the K-word" como se diz por lá, a exemplo do que ocorre com "nigger" nos Estados Unidos (apesar de ser usada em algumas músicas). Retomando à observação sobre a África do Sul: quando os navegadores portugueses e holandeses tiveram os primeiros contatos com muçulmanos que se dedicavam ao tráfico de escravos na África Meridional, o "produto" (ou seja, os negros subjugados) era apresentado com a designação "kaffir", tanto que a primeira palavra da Língua Portuguesa usada para se referir aos africanos subsaarianos foi "cafre".

Aliás, a palavra "kaffir" tem como tradução "aquele que esconde ou dissimula a verdade", sendo que quem realmente esconde e dissimula a verdade são os próprios muçulmanos e apologistas.

Anônimo disse...

A lógica me parece bem simples. Esses políticos esquerdopatas pretendem abater as igrejas cristãs, e para isso pensam que podem USAR o islamismo. São burros, estão brincando com uma força que, uma vez desencadeada, nunca poderão controlar. Estão brincando com fogo e serão os primeiros a ser queimados. Irresponsáveis, loucos, psicopatas na política.

Anônimo disse...

Pertinente esse artigo, nos alerta sobre um perigo chamado fundamentalismo. Fundamentalismo presente nas religiões. Temos que ficar atentos para que esta praga não nos contamine. Sejamos fortes em nossa convicções , idéias e ideais.

Anônimo disse...

Ridículo isso!

Anônimo disse...

Mesmo o Islã sendo uma tosqueira, tem um lado positivo nessa lei é uma questão de lógica: colégios vão continuar ensinando cristianismo, eles estão nem ai pra estado laico, se eles forem obrigados a ensinar também outras religiões,perde o impacto da lavagem cerebral do cristianismo, pq passa a ser encarada como mais uma religião, pior e ser apresentada como A RELIGIÃO entendem? Eu estudei em escolas diferentes, sempre tive que aturar aulas a cerca da bíblia, era a mesma ladainha, apresentada não como uma religião e sim como a verdade, a bíblia mesmo sendo um amontoado de absurdos, quando só s estuda ela na escola, abre bem mais espaço pra manipulação do que se ensinar religiões diferentes.
P.S: o ideal é lógico que seria não ter porra nenhuma de religião, mais isso é utópico, pq religião é ferramenta de manipulação de massas, então a questão é aprender só a porcaria do cristianismo ou aprender outras porcarias junto?

José Atento disse...

Discordo de você. Eu não vejo lado positivo algúm nesta lei. Escola é pra se aprender História. Então, que se ensine sobre Maomé como uma personagem histórica, ao nível de Átila, o Huno, e Genghis Khan. Mas nada de blá blá blá religioso em escola.

Pablo disse...

O Brasil é um país laico ou não afinal de contas? Das duas uma se eles quiserem ate pode ensinar desde ensine todos as outras religiões da qual fazem parte da população brasileira, porque só o Islamismo e as outras deverião ser deixadas de fora? Resumindo ou ensinam sobre todas ou não ensinam nenhuma delas.

Willhame Carvalho disse...

Eu não sou nenhum eleitor do Jean Wyllys, nem concordo com tudo o que ele defende, mas temos que trabalhar com a verdade, ele não defende e nunca defendeu ensino islâmico nas escolas

Por ser contra a discriminação religiosa e cultural, o deputado se posicionou a favor do projeto de lei 1780/2011, de autoria de outro parlamentar, que estabelece que a CULTURA ÁRABE e TRADIÇÃO ISLÂMICA também deveriam fazer parte da grade curricular do ensino básico, tendo em vista que somos um povo formado por diferentes culturas e etnias. Apesar do texto do projeto ser claro em afirmar que versa sobre a cultura daqueles povos, várias pessoas passaram a divulgar o projeto como uma tentativa de implantar o ensino de uma religião não-cristã em nossas escolas, uma interpretação errada e movida pela má-fé.

Somos um povo formado por diferentes culturas e etnias. Pessoas de diferentes locais do mundo fizeram parte da construção da nossa identidade cultural, e entre estes estão os povos islâmicos, como os iraquianos, egípcios, marroquinos, palestinos, sauditas, turcos, iranianos, afegãos, entre muitos outros povos que constituem uma grande parte da população mundial. Portanto, quando o deputado Jean Wyllys assinou em apoio ao projeto de lei 1780/2011, isto nada tem a ver com o ensino do Islamismo, ou seja, a religião islâmica, mas com a inclusão nos conteúdos da grade curricular da literatura, a arte, a história e outras informações a respeito desses povos, inclusive sobre a religião muçulmana, da mesma forma que podemos estudar a respeito do judaísmo, do cristianismo ortodoxo russo, do budismo ou de qualquer outra crença, e podemos estudar a literatura russa, os costumes judaicos ou a arte dos povos que praticam o budismo. Que os alunos aprendam que existem diferentes religiões não é a mesma coisa que ensinar a eles UMA religião. Os povos de cultura islâmica são discriminados em todo o ocidente após ataques terroristas de fundamentalistas religiosos, uma pequena parte dos seguidores do islamismo que defendem o conflito contra os que entendem como "infiéis" a partir de uma leitura irrefletida do livro sagrado, o Alcorão. Por ser contra a discriminação religiosa e cultural, o deputado Jean Wyllys se posicionou a favor do projeto, da mesma forma como continua favorável até hoje, mesmo este tendo saído de tramitação.

http://jeanwyllys.com.br/verdadeoumentira/

José Atento disse...

Olha só. Vamos supor por um momento que o que você está dizendo esteja correto. Contudo, o que se vê na Europa, EUA, Canadá, Austrália é o islão, dentro da sua totalidade política, usando as escolas como fonte de divulgação. É muita ingenuidade do deputado achar que o mesmo não vai acontecer no Brasil. Quem vai controlar o currículo? Qual a narrativa a ser dada? Que o islão é a maior máquina mortífera da história? Que Maomé foi um Senhor da Guerra? Não, isso vai ser omitido. Quem vai controlar o currículo vão ser os imãs, que por sinal, não deveriam nem estar no Brasil. Se queremos um país manter o nosso país como pluralista e diverso será preciso estancar o avanço do islão, pois ele é não celebra a diversidade, mas a pune. Basta ver o que acontece nos "países islâmicos."

Me dá arrepios quando eu vejo pessoas da Esquerda que não enxergam isso.

Anônimo disse...

Tem que ser assim mesmo , em um estado como o nosso não poderia ensinar nada mas como tem cristianismo por que não o islamismo tbm ? Vivemos em uma sociedade madura o suficiente para tirar as próprias conclusões sem depender da nossa pobre mídia . Eu realmente espero que esse projeto seja aprovado para que os cristãos pelo menos na escola tenham aulas sobre alguma verdade e amor .

Anônimo disse...

Eu espero que essas aulas ajudem nossas futuras gerações a aprenderem que somos todos IGUAIS e HUMANOS . Minorias e gente usando de ma fé tem em qualquer religião e em qualquer profissão . Não devemos generalizar . Já vi casos de massacres brutais , um inclusive na cidade que morei nos EUA de um jovem atirando dentro de uma escola DO NADA e o islamismo estava bem longe . Chega dessa patifaria de achar que o outro é ruim , comparando a sua realidade com a dele como se a sua vida fosse igual a dele . Um soldado americano que morre no oriente tem cerimônia , os soldados espartanos que se suicidaram contra os persas viraram heróis e ganharam filme e até quadrinho , os pilotos Kamikaze eram usados a rodo , essas coisas aconteceram por causa do islamismo ? ou é pq não aconteceu que não são heróis tbm ? Todos lutaram pelos seus ideais , bons ou maus , todos são iguais . Parem de dizer que só pq o cara é islamismo e se mata é "errado" enquanto ir uma americano comedor de rosquinha ou um drone e explodir tudo é "certo" .

Anônimo disse...

Pra início de conversa , não deveria ter ensino nenhum de religião , pq creio que isso se aprende em casa ou no local específico , numa igreja , sinagoga ou mesquita . Mas como tem um , deveria ter pelo menos um estudo sobre todas as religiões e não só o cristianismo . Não que ensinar que a criação de adão e eva estejam certas mas uma visão de cima , estudando cada uma das religiões principais pelo menos por cima para que os alunos tirem suas próprias conclusões depois .

Anônimo disse...

Eu como muçulmano tenho medo do islã chegar ao Brasil , assim como no oriente médio , um bando de otários distorceram tudo e deu no que deu . Imagina quando juntarem os políticos e mais uma religião dominante . O Islamismo é ultima palavra de Deus na terra para nós e ainda assim nós ignoramos ou deixamos nos manipular pelas grandes mídias.Grande desperdício. Eu acho que só aquelas religiões africanas em que vc faz um trabalho para prejudicar o casamento ou a outra pessoa é errado . Fora isso , TODAS as religiões querem um mundo melhor .

Bruna Bordim disse...

Na mesquita que frequento , quase toda a semana tem alguma escola indo para conhecer um pouco e aparentemente a resposta das crianças ao aprenderem algo diferente foi positiva como pode ver na foto :

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154458677085512&set=pb.813990511.-2207520000.1434365730.&type=3&theater

é um pensamento primitivo ficar provocando uns aos outros . No começo da humanidade , o ser humano aprendeu que se juntar e desumanizar o outro , é uma chance de sobreviver mas passamos do tempo das cavernas e não tem mais a necessidade de juntar bandos e ir contra os outros .Todos nós precisamos continuar evoluindo e convivendo , O alcorão confirma a bíblia assim como ela confirma a torá antes dela , são 3 mensagens em locais diferentes e épocas diferentes . Não tem certo ou errado , apenas um veio para continuar a mensagem de Deus e corrigir certos pontos . Mas no fundo todos ensinam a mesma coisa : la ilaha illa allah ( Não tem nenhuma divindade a não ser Deus ) e devemos todos amar uns aos outros e acabar com a desigualdade de guerras sem sentido .

José Atento disse...

Bruda Bordim.

"é um pensamento primitivo ficar provocando uns aos outros" Esta sua frase caracteriza Maomé como um primitivo. Maomé, a exemplo de Genghis Khan alguns séculos mais tarde, usou o terror como forma de conquista. Maomé assaltou caravanas provocando conflitos. Não satisfeito atacou todas as tribos alcançavel com camelo, atacando-as na surdina, pilhando, seus correligionários jogavam uma loteria para decidir que mulheres eles iriam estuprar. Ele degolava os prisioneiros, chegando a degolar 900 prisioneiros em uma única noite. Ele mandou assassinar todos aqueles que criticavam os crimes que ele cometia. (e aqui eu não vou falar sobre as perversões sexuais de Maomé)

Vocês ensinam isso para as crianças que vocês cooptam para visitar a sua mesquita? Claro que não. Vocês mentem.

Você tenta fazer uma colocação tentando dar um âmbito religioso. Religião é aquilo que uma pessoa faz a nível individual para se relacionar com a divindade que ela acredita. Mas o islão não é isso. O islão é político. O islão impõe o seu modo de pensar e erradica todos que não o aceitam. Por exemplo, você diz "la ilaha illa allah" isso é islâmico, não é cristão e nem judeu. Você diz que o alcorão confirma a bíblia e a torah, mas apenas naquilo que não contradiz o alcorão (e as contradições entre eles são FUNDAMENTAIS). Isso é uma visão islâmica. Voce sabe como os cristãos e judeus (e todos os demais nao muçulmanos) que não concordam com a versão islâmica dos fatos são chamados? São chamados de káfir, que é um palavrão extremamente ofensivo em árabe! Segundo o Alcorão, o káfir pode ser roubado, estuprado, escravizado, discriminado e morto.

Antes da atacar a tribo judáica exilada pelo próprio Maomé em Kaybar, Maomé disse que era a sua tarefa (e das gerações vindouras) lutar na jihad até que apenas Alá fosse adorado e que ele, Maomé fosse recohecido como o profeta da Alá. Isso é um motivo torpe para promover violência, ou como voce mesmo disse, "guerras sem sentido."

José Atento disse...

Anônimo de 20 de abril. Não se deve ensinar religião em escola não. Deve-se ensinar história. Deve-se ensinar como ser um bom cidadão, com consciência social e patriotismo. Apenas isso. Acho que concordamos nisso.

José Atento disse...

"Eu espero que essas aulas ajudem nossas futuras gerações a aprenderem que somos todos IGUAIS e HUMANOS ..."

Anônimo, o seu comentário é interessante mas cá entre nós não é motivo para se ensinar religião em escola. Basta o princípio básico da chamada "regra de ouro": faça ao outro aquilo que você deseja que seja feito a você. Basta isso. Basta ensinar ÉTICA.

Se isso for feito, compreende-se perfeitamente o que é certo e o que é errado, seja um louco que sai atirando em escola nos EUA, seja o drone do Hussein Obama, seja um ato de louvor de um jihadista.

José Atento disse...

"Eu como muçulmano tenho medo do islã chegar ao Brasil"

Eu o congratulo pela sua honestidade.

José Atento disse...

"Tem que ser assim mesmo , em um estado como o nosso não poderia ensinar nada mas como tem cristianismo por que não o islamismo tbm ? Vivemos em uma sociedade madura o suficiente para tirar as próprias conclusões sem depender da nossa pobre mídia . Eu realmente espero que esse projeto seja aprovado para que os cristãos pelo menos na escola tenham aulas sobre alguma verdade e amor."

Isso é cômico. Em primeiro lugar, quem disse que o cristianismo é ensinado nas escolas públicas.

Em segundo lugar, você quer que o islamismo seja ensinado para que "os cristãos pelo menos na escola tenham aulas sobre alguma verdade e amor." Olha só. Quer dizer que a mensagem de Jesus cristo, que viveu acampanhando com os seus amigos, bebendo vinho e dizendo para virar o rosto e ajudar os mais necessitados é uma mensagem do que, ódio? Imagino que você creia que a mensagem de Maomé, aprovada pelo seu alter-ego Alá, que chamava de hipócrita quem se recusava a lutar por ele na Jihad, que assaltou caravanas, que atacou as tribos ao seu redor pelo motivo mais torpe (se recusavam a reconhece-lo como profeta), que permitia o estupro de mulheres conquistadas, ele próprio estuprou, que torturou Kinana até a morte para saber onde ele escondia um tesouro, que degolou 900 prisioneiros em uma única noite, que mandou assassinar aqueles que denunciavam estes seus crimes, você está insinuando que esta é uma mensagem de verdade e amor???

Você está delirando, meu caro.

Anônimo disse...

Meu amigo, antes de tudo , mostre me fonte acadêmicas confiáveis sobre o seu discurso político religioso, pois assim como poderemos crer em suas palavras, se não são apenas recalques , ou que atua como sionista, ou que atua como religioso que não assume sua agremiação, como esses grupos que se dizem apartidários!!!
Quero fontes dignas, que são isentas o máximo possível, que não tenha um pensamento contaminado pelo ódio como o Sr , ou Sra ....

José Atento disse...

Releia o artigo. O texto sublinhado, e que aparece na cor abóbora, são links ativos para as referências do mesmo. Consulte-as. Depois você me pergunta especificamente sobre qualquer uma delas. OK? Abraços.

Tim Tones disse...

Muito bom seu artigo man, muitas fontes que verifiquei estão ativas, parabéns!
Só discordo a maneira que interpretaste a promoção do islã pelo EUA, queira ou não essa população tem aumentado no mundo todo, seria perigoso deixa-Los isolados, à margem da sociedade, então a estratégia mais eficiente seria converte-los gradativamente, que é, como interpretei em seus links, a estratégia do governo Obama. Não sei, penso que seria mais logico.
Quanto à PL, foi arquivada ainda bem, só as escolas cumprirem a constituição: Religião se aprende em casa e na igreja!