sábado, 31 de maio de 2014

Um breve relato sobre a audiência pública sobre ensino de religião na ALERJ


Resistir à penetração vagarosa dos princípios islâmicos na nossa sociedade é dever de todos aqueles que amam a liberdade e os direitos humanos, independente de credo (incluíndo-se aí os ateus e agnósticos), de orientação sexual, e orientação política. A lei islâmica é muito clara  Sob o islão não existe liberdade de expressão e de culto, não existe igualdade entre muçulmanos e não muçulmanos, não existe igualdade entre os sexos, e não existe liberdade de orientação sexual. Para se comprovar isso, basta ver os países de maioria muçulmana, que aplicam a lei islâmica (sharia) em diversos níveis, basta ver os guetos islâmicos na Europa, basta ver os tribunais islâmicos em operação na Grã-Bretanha.  

(leitura adicional: exemplos da islamização do Brasil)

A audiência pública que nos referimos no artigo Mais uma tentativa de obrigar o ensino do islamismo nas escolas, deste vez no Rio de Janeiro ocorreu ontem, sexta-feira, 30 de maio.

Alguns detalhes sobre esta reunião emergem, e são listados abaixo. Aguardem mais atualizações à medida que elas surjam.

  1. Uma sala repleta de políticos, representantes de ONGs e pessoas individuais, além de jornalistas e fotógrafos. 
  2. Um grupo de bravos "lutadores da liberdade e do ensino laico" se fizeram presentes, empunhando cartazes que diziam dentre outras coisas "não queremos ensino islâmico nas escolas", "lei islâmica (Sharia) é contra os direitos das mulheres, liberdade de culto, tolerância religiosa, um não muçulmano não possui igualdade em países islâmicos". 
  3. A reação dos presentes foi positiva com respeito à presença destes "lutadores da liberdade" e tiraram fotos e vieram conversar e dar apoio, inclusive representantes de ONGs e grupos minoritários que fazem parte do Brasil e de sua história. 
  4. Este fato é muito importante, porque reforça o aspecto que a maioria é contra a intolerância intrínsica à Sharia. Isto também mostra que sim é possível resistir à Sharia e a Jihad  
  5. Apenas 3 muçulmanos puderam ser identificados e ficaram sentados, talvez intimidados pela reação expontânea positiva da audiência em prol dos "lutadores da liberdade."



A nossa sociedade pode ser imperfeita, no sentido de que temos problemas terríveis. Porém os problemas não vêm das suas fundações, baseadas na liberdade, igualdade e livre escolha. Destruir estes fundamentos, aceitando os fundamentos islâmicos de submissão e intolerância contra tudo o que não for islâmico, seria um erro terrível e não resolve nenhum dos problemas que temos. 

As lições de ontem

A melhor liçao de ontem é que NÃO ESTAMOS SÓS. Somos a maioria e não iremos nos deixar iludir e nem que nos intimidem. Precisamos ter coragem de fazer o que deve ser feito, ou seja, impor os nossos padrões, que sem dúvida são os melhores, e não aceitar padrões alienígenas retrógrados e intolerantes. Neste caso, vale a frase de Winston Churchill: 
Se você não lutar por aquilo que é o correto quando você pode vencer facilmente e sem derramamento de sangue; se você não lutar quando sua vitória é certa e não muito cara; você pode se ver defronte a um momento no qual você terá que lutar com todas as probabilidades contra você e com apenas uma chance precária de sobrevivência. Pode até haver um caso pior. Você pode ter que lutar quando não há esperança alguma de vitória, porque é melhor morrer do que viver como escravo.
O que esperar no futuro

É bom nos conscientizarmos que esta guerra é eterna, pois o islão apenas irá parar quando toda a Terra for governada pela Sharia. E existe uma rede internacional que dá apoio à tentativa de islamização do Brasil. 

O que acontece é que os maometanos que estão penetrando na nossa sociedade sabem que eles não vão ter uma avenida livre à sua frente. A reação deles, porém será a mesma que vem sendo aplicada na Europa. Se não, vejamos:
  1. Se alinhar com políticos e empresários inescrupulosos
  2. Tentar vender uma imagem de serem vítimas
  3. Tentar intimidar, seja através de acusações de racismo, islamofobia ou através de ações na justiça.
  4. Tentar propagar uma imagem falsa de tolerância e mesmo tentar obsfucar o que determina a lei islâmica.
  5. Tentar inserir normas e comportamentos islâmicos halal (permitidos) na nossa sociedade, por exemplo, a comida halal e o abate de animais seguindo o ritual islâmico halal. 
A única chance que os muçulmanos ortodoxos têm para impor a lei islâmica é aumentando o número de muçulmanos, seja por conversão, seja por imigração. Lembre-se da lei dos números do islão.

Mas lembre-se que temos a Constituição ao nosso favor e quanto mais livre o fluxo de idéias mais exposto o islamismo se torna (não é por outro motivo que a Organização da Cooperação Islâmica deseja criminalizar, à nível internacional, toda a crítica ao islão). 

E, para quem ainda tem dúvida que os muçulmanos desejam a sharia, espero que este vídeo abaixo sirva para esclarecer esta dúvida. 





6 comentários:

Karly Fernandez disse...

Que maravilha esta representação das liberdades lutando contra a opressão islâmica.

Anônimo disse...

Excelente iniciativa!!! Todos temos o dever de posicionar contra uma ideologia genocida como o islã!
Como uma religião que prega o ódio e repudio aos cristãos pode ter vez no Brasil, um país com 80% de cristãos?

Anônimo disse...

viu esse video? https://www.facebook.com/FORA.SHARIA.DO.BRASIL/posts/1501530050062893 eles estão entrando nas favelas e colocando brancos vs negros usando o rap etc... :o :o

Anônimo disse...

Somos todos Kafirs , temos que lutarmos contra o islã político,uma das medidas que o Brasil deveria tomar , seria dificultar a imigração muçulmana.

Leomar disse...

Se for para dar QUALQUER tipo de ensinamento religioso nas escolas, então tem sim que incluir o islamismo, pois já que o Brasil é um país laico, tem que falar de todas as religiões, e gostem ou não, o islamismo está crescendo mais a cada dia e em breve existirão mais islamitas que cristãos no mundo.
Ou então sejamos justos e uma ensinemos religião nenhuma nas escolas.
Li a matéria, e ela é totalmente tendenciosa. É verdade que países islâmicos não respeitam os direitos humanos (e qual respeita?) mas dizer que não existe tolerância a outras religiões POR PARTE DO ISLÃ demonstra desconhecimento sobre a história e sobre o islamismo. Sei que muitos se lerem isto (se é que as pessoas leem mesmo o que comentamos) vão falar: ah, mas os muçulmanos do país tal estão matando cristãos, ah, mas no país tal as mulheres são tratadas como animais. Sim, isto tudo é verdade, mas se formos julgar TODO o Islã e TODOS os mais de 1,9 bilhão de islamitas no mundo pelas desgraças cometidas por Talibans e Bin Ladens, não poderíamos IGUALMENTE julgar TODOS os cristãos por desgraças feitas pelos nazistas e neo-nazistas?
A afirmação da página de que: "É a única "religião" com uma teologia com regras para a conquista e subjugação dos não-muçulmanos" é uma completa mentira, fruto de nossa "educação" preconceituosa.
Quem já leu o Alcorão sabe que ele é contrário à violência e só a permite em caso de legítima defesa. Se os sheikes usam a sharia para subjugar não-islamitas é porque eles são um bando de cretinos, assim como também o são os padres, pastores, rabinos... As religiões, INCLUINDO O ISLÃ, são maravilhosas, cheias de amor. O que estraga são os religiosos. Portanto, sejamos honestos e busquemos procurar na fonte antes de falar da cultura alheia.

José Atento disse...

No meu modo de ver, este comentário é que é tendencioso, por trazer alguns afirmações infundadas. Por exemplo, seguindo o padrão supremacista do islamismo inflar o número de muçulmanos no mundo, estimados em 1,2 bilhões, ou afirmando que em breve o islamismo será a maior religião do mundo, disconsiderando o crescimento das demais e o fato de que os muçulmanos que deixam o islamismo vivem sob perseguição ou dos seus governos, famílias ou círculos de amizades (o que faz com que a maioria não exponha este fato). O islão é tão "bonzinho".

Eu sou contra ensinar religião em escola, mas se isso acontecer o islamismo não deve ser ensinado. Qualquer religião contém aspectos que levam as pessoas a serem cidadãos bons. Sinto muito ao dizer que isso não acontece com o islamismo, porque quanto mais "religiosamente islâmico" uma pessoa se torna, pior ela é. Mas por que isso? Porque no islamismo, o modelo de conduta é Maomé, que foi um pedófilo, pervertido sexual, um assassino, ladrão de caranavas, pirata, sequestrador, mercador de escravos e senhor da guerra ... e essas são características consideradas como perfeitamente normais dependendo da circunstância, como rege a Sharia. Isto tudo é como documentado e descrito nos livros sagrados do islão. Eu espero que isso seja ensinado nas escolas, a verdade sobre Maomé. Em termos relativos, Maomé foi pior do que Genghis Khan.

Sim, o islão é a ÚNICA religião com prescrições para conquista e dominação do mundo. Estas prescrições estão claramente sedimentadas na Sharia. Nenhuma religião tem algo que como a Sharia.

Concordo que existem probemas com religiosos de diversas religiões, mas o problema com eles é quando eles não seguem os preceitos. No caso do islamismo, o problema é exatamente quando os preceitos são seguidos.

Não é problema do Talibã. O Talibã é consequência do islamismo, e dos movimentos que desejam voltar as origens: Wabbismo, irmandade muçulmana, Fetula Gullen, deobandi, komeinismo ... todos eles com seus tentáculos se espalhando pelo mundo, aparentemente também no Brasil.

E mais uma coisa, o islamismo não é uma cultura. O islamismo é um sistema político que exige dos seus votários que o propaguem com zelo religioso.

PS> O Islão também não é uma raça.

PS2. Eu fui às fontes, e é isso que elas dizem.