sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Exemplos de como a devoção extrema leva muçulmanos a pensarem e agirem



Algo que sempre me intrigou é como a lógica islâmica é tão diferente da lógica do resto do mundo. É um erro grave projetarmos a nossa linha de pensamento e os nossos valores sobre os muçulmanos, notadamente aqueles mais influenciados pela ortodoxia islâmica. Abaixo, seguem exemplos, que têm um tema em comum: a reação de mulheres que foram tratadas pelos hospitais israelenses, e que não foram tocadas pela caridade. O ódio que elas têm entranhado nas suas mentes e nos seus corações  parece ser impossível de ser removido. A luta contra o islamismo fundamental é uma luta entre a civilização e o barbarismo. 


Mulher tenta explodir hospital que a tratou

Este é o testemunho do Dr. Arieh Eldad, cirurgião plástico do Hospital Hadassah, em Jerusalém, Israel (publicado no FrontPage). Dr. Eldad foi um dos lideres na criaçao do “Banco de Peles” no Estado de Israel, o maior do mundo. Este “Banco de Peles” armazena peles para necessidades que surgem naturalmente, bem como para tempos de guerra e conflitos. 

Certa vez, ele atendeu uma mulher árabe de Gaza, que estava hospitalizada no Hospital Soroka, em Beersheva. A sua família havia queimado-a, atrocidade comum entre famílias árabes quando se suspeita que a mulher esteja tendo um caso.

Ela foi tratada com sucesso e enviada de volta para Gaza. Ela foi convidada para consultas de acompanhamento na clínica em Beersheva.

Um dia, ela foi presa na fronteira por estar usando um cinto cheio de bombas. Ela pretendia explodir-se na clínica. A família da mulher disse que ela seria perdoada se ele fizesse isso.


Mulher diz que nada muda, mesmo após sua filha ter tido vida salva

Este é o testemunho oriundo de uma entrevista. Vale a pena assistí-la. O contexto é o seguinte.


Em uma recente operação israelense humanitária, uma criança de Gaza em estado crítico foi levada às pressas para um hospital em Israel para passar por uma cirurgia que lhe salvaria a vida, já que o mesmo tratamento não é oferecido em Gaza.

Judeus israelenses se mobilizaram para custear a remoção e a cirurgia do pequeno Muhammad, filho de uma apoiadora do Hamas que o acompanha ao hospital 'inimigo'. Lá, após a operação, a mãe da criança e o jornalista Shlomi Eldar conversam sobre o pequeno Muhammad, sobre a importância da vida e sobre os valores da mãe da criança, dos muçulmanos e dos judeus, mas para o espanto de todos, ela disse que os palestinos amam a morte e que a vida deles não vale nada!

Vídeo do YouTube. 




Mãe de homem-bomba celebra a morte do seu filho

Ela diz que pela primeira vez ela sente alegria no seu coração.






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