sábado, 30 de agosto de 2014

Islamização acontece aos poucos. Um exemplo em São Bernardo do Campo


Minha avó (e certamente a avó de muitos de vocês) dizia que "sopa quente se come pelas beirinhas." Esta frase tem servido como analogia a muitas situações da vida, bem como a estratégia de ação. Vejamos um exemplo. 
No dia 8 de agosto houve uma pequena manifestação contra o "Genocídio em Gaza." Apenas mais uma, alguém diria, com a diferença desta ter sido realizada em São Bernardo do Campo. Vamos apenas mencionar fatos relacionados a esta manifestação, sem fazermos (muitos) comentários, deixando que você "ligue os pontos."

Esta manifestação foi organizada por um conjunto de entidades, tais como a CDIAL (Centro de Divulgação do Islam para América Latina), a mesquita Abu Bakr, de São Bernardo do Campo (veja foto abaixo), sindicatos de servidores municipais, CMP (Central de Movimentos Populares), MSTL (Movimento Sem Terra de Luta), MST (Movimento dos Sem-Terra), partidos políticos (PCR, PT), o "Movimento Negro-Muçulmanos-Católicos-Evangélicos" (eu não sei bem o que vem a ser isso), a Campanha para a libertação de Ahmad Saadat (um ex-líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina, sob custódia em Israel) e pelo grupo ZUMALUMA Embú das Artes.


Cartaz convocando para a manifestação, sendo que o local de encontro e aglomeração dos manifestantes foi dentro de em uma mesquita

Mesquita Abu Bakr, em São Bernardo do Campo. Abu Bakr foi um dos principais companheiros de Maomé, tendo-o sucedido após a sua morte, tornando-se o primeiro califa. Ele era o pai de Aisha, a esposa-criança de Maomé. O atual califa do Estado Islâmico tem como nome de guerra Abu Bakr Al-Bagadadi.

Antes de continuarmos, um pequeno desvio no assunto do artigo, para falar sobre este grupo ZUMALUMA Embú das Artes. Segundo o site, a Fundação Zumaluma foi fundada pelo rapper Kaab Al-Qadir (presidente da Fundação), de um desejo de prover aos moradores do Inferninho sua própria noção histórica. Ainda segundo o site, "as influências do Hip-Hop e da cultura negra, assim como o espírito de resistência, deram nome à Associação ZUMALUMA, formado pelas iniciais de ZUmbi dos Palmares, MAlcolm X, Martin LUther King e Nelson MAndela." Malcolm X verdadeiro nome era Al Hajj Malik Al-Habazz. (Lembrem-se que o islão no Brasil tem os negros como alvo)

Segundo uma entrevista ao Diário de São Paulo, Kaab Al Qadir (cujo nome de batismo deve ser diferente, pois ele é brasileiro) participou de alguns grupos de rap  desde o final dos anos 80 como o Tribunal Negro, Organização Xiita, Diagnóstico e Jihad Brasil, Ele criou projetos sociais, festivais de música, uma biblioteca comunitária e um espaço para orações e divulgação da religião islâmica chamada Mussalah Rahmah (Casa da Misericórdia).

Cartaz da Zumaluma

Agora, voltemos a manifestação. Conforme visto, diversas organizações se fizeram presente. Nas fotos abaixo vemos bandeiras dos movimentos dos sem-terra (MST e MSTL). Pode-se ver também bandeira do PSTU.


 Bandeiras dos movimentos dos sem-terra e do PSTU

A manifestação ocupou a entrada principal da Igreja Matriz de São Bernardo do Campo. Fazer presença junto a templos religiosos das outras religiões é uma das maiores expressões de supremacia do islão político. (a Igreja Matriz daria uma bela mesquita, não é?)

Manifestantes islâmicos ocupam a entrada da Igreja Matriz

Para juntar ultraje à ofensa, um padre, vestido como se fosse celebrar alguma cerimônia religiosa, não só apenas participa da manifestação, mas se manifesta dando apoio aos manifestantes. Será este o pároco Giuseppe Bortolato (CS)? Talvez com a melhor das intenções, o que este padre fez foi legitimizar a manifestação e a presença do islão como um interlocutor.

Ou talvez este padre, com a melhor das boas intenções, está caindo no "conto do diálogo inter-religioso", que só existe nos países que não sejam islâmicos, pois nos países islâmicos, regidos pela Lei Islâmica (Sharia), é crime promover qualquer outra religião que não seja o islão.

(o islamismo é mono-cultural)

Padre participa da manifestação, dando legitimidade à mesma

É de se notar também a presença da bandeira do Hamas na foto da ocupação da entrada da Igreja Matriz (acima), bem como na foto mostrada abaixo. Veja qual o simbolismo por detrás da Bandeira do Hamas (ADL):
Descrição: Um círculo de marfim preto-aparado é ajustado contra um fundo retangular verde. A [mesquita] Al Aksa está no centro do círculo em segundo plano. Em primeiro plano, um homem, com a cabeça coberta por uma lenço (chamado de kafiya), possui um rifle M-16 na mão direita e um Alcorão em sua mão-esquerda. Uma bandeira esvoaçante verde acima de sua volta diz que "não há outro Deus além de Alá." As letras vermelho em torno do diâmetro do círculo dizem: "Izzedine al-Qassam Brigadas dos Mártires". As letras verdes abaixo é um verso do Alcorão: "Lo, você não os está matando, mas foi Alá que os matou."
Explicação: O imaginário islâmico neste emblema é codificado no uso do verde, que é a cor do Islão, assim como na bandeira e no Alcorão sendo segurado pela mão da figura. O verso do Alcorão na parte inferior refere-se ao papel dos fiéis muçulmanos na luta dentro da guerra santa (Jihad). A Al Aksa evoca tanto o Islã, assim como o nacionalismo palestino. O rifle M-16 significa militância do grupo e sua prontidão para usar a violência .
Lema do Hamas: Alá é a finalidade, o Profeta o modelo a ser seguido, o Alcorão a Constituição, a Jihad é o caminho, e a morte por Alá é a sublime aspiração. 

A bandeira do Hamas sendo empunhada durante a manifestação (esquerda) e uma figura da bandeira do Hamas por completo (direita)

Parece “bonitinho” para a “esquerda revolucionária” apoiar o Hamas, afinal, eles “são revolucionários.” Só que a revolução do Hamas, como de qualquer grupo islâmico, tem como o objetivo a implementação da lei islâmica (Sharia). Precisamos saber o que a lei islâmica tem reservado para nós, kafirs (não-muçulmanos). 

Outro fato que merece menção é esta foto, que mostra muçulmanos brasileiros levantando o dedo indicador, um gesto sunita que representa a "unicidade de Alá." Este sinal identifica e une os sunitas de todo o mundo.

Muçulmanos brasileiros levantam o dedo indicador, afirmando que apenas Alá é deus, em frente a Igreja Matriz de São Bernardo do Campo (o rapper Kaab Al-Qadir é o segundo a partir da esquerda)

Muçulmanos extrangeiros, "participando de um acampamento", também levantam o dedo indicador: apenas Alá é deus.

Lembre-se sempre, o objetivo político de todo o muçulmano é lutar pela implementação da lei islâmica (Sharia) em todo o mundo, diferindo apenas o modo de operação, seja ele violento e rápido, ou pacífico e vagaroso.

Lembre-se também da Lei dos Números do Islão.

Agora vejamos um pouco da ação política e entender como a islamização se desenvolve. Membros do CDIAL (Centro de Divulgação do Islam para América Latina) foram até a Assembléia Legislativa de São Bernardo do Campo, promovendo a manifestação, e também solicitando que a Assembleia Legislativa aprovasse uma moção de repúdio contra o governo de Israel acusando-o de promover um genocídio na Palestina.

Visita à Assembléia Legislativa de São Bernardo do Campo

O Vereador Toninho da Lanchonete (PT) foi aparentemente um dos mais ativos em prol da aprovação da moção, a tal ponto de colocar na sua website a imagem e o texto abaixo. Nesta mesma website não encontrei menção alguma as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico.

Vereador Toninho da Lanchonete (PT) durante a manifestação. Ele é o terceiro a partir da direita.

Mulheres muçulmanas posando para uma foto de fronte ao símbolo da CDIAL

É interessante notar que este é um dos modos (não apenas o único*) de como acontece a islamização na Europa: através de ligações de grupos de ativistas islâmicos com setores políticos da Esquerda. E esta aliança dá dividendos: em 2012, 93% dos muçulmanos franceses votaram no Partido Socialista de François Hollande, no segundo turno das eleições, um fator importante na vitória socialista (Business Insider).

O Brasil segue este rumo? Eu torço para que a Esquerda acorde.

(*que fique registrado que existem outros fatores que permitem a islamização, como interesses econômicos ligados a Sharia financeira, conquista de mercados no Oriente Médio, etc.)

Enquanto isso, nenhuma menção sobre as atrocidades de verdade. Os dois grupos, a "esquerda revolucionária" e os grupo islâmicos, parecem só se interessar em algum conflito quando ele envolve judeus, de modo a demonizá-los.

Os dois desenhos abaixo retratam isso muito bem.





Vejam bem, nada do que foi descrito neste artigo é ilegal. O direito à associação é garantido na Constituição, bem como o direito a representação política. Se setores da Esquerda e os islamistas se aliam, isso é um direito deles.

Contudo, é nosso direito, e nosso dever, de defender a nossa Constituição de modo que ela não seja, no futuro, corrompida com aspectos da Sharia, ou mesmo, substituida por ela.

Caso contrário, o nosso futuro será o mesmo da Europa.


23 comentários:

Cláudio Salum disse...

Esse país, e principalmente a Igreja, estão cegos e surdos a essa ameaça chamada Islã. A fantasia conciliar e pacifista do diálogo inter-religioso cegou a todos. Qual será o tamanho do estrago quando acordarmos?

Trafle Drakel disse...

O Hamas usa a própria população como escudos-humanos, e Israel leva a culpa pelo grande número de mortes que isso causa. Até o Egito vem reclamando dessa tática de fazer o mundo odiar Israel, pois segundo o governo egípcio está causando mortes demais.

Motta disse...

Expulsar esses terroristas do Brasil! Urgente! Essa religião islâmica, um horror! Profeta Maomé, imbecil, saiam todos do país, embora pra terra imunda lá deles!

Anônimo disse...

De acordo com Motta, eles que vao se matar no país deles. Aqui nao tem nada pra eles, somos da PAZ e assim seremos SEMPRE!!! Que va procurar a sua turma em um lugar bem longe daqui!!!!

Anônimo disse...

Somos Brasileiros, filhos servos de Jesus Cristo, esse País pertence a um Deus de amor e verdadeiro, a paz vai reinar aqui, não iremos se prostar a nenhuma idolatria e nenhuma ideologia e principalmente aos fanaticos de cultura, e deixo claro aqui ao Islã, que se no seu alcorão não aceita outros povos, que peguem seus petroleo e abastecem varios foquetes e vão se mudar para Marte, lá podem se matar, mas deixe as crianças e as mulheres para que vivam em paz.

Anônimo disse...

Quanta idiotice junta em um só blog

José Atento disse...

"Quanta idiotice junta em um só blog"

Você poderia apontar onde estão as idiotices? Caso contrário quem faz papel de idiota é você.

Anônimo disse...

O ALCORÃO É UM LIVRO DO BEM. COMO TODOS OS LOUCOS, EXTREMISTAS, DEVEM ESTAR LENDO E PROPAGANDO O Q QUEREM E COMO QUEREM. SE TRADUZ A BIBLIA COMO SE QUER , É O Q ACONTECE COM O ALCORÃO.USAM O NOME DE DEUS E DAS RELIGIÕES PRA BENEFÍCIO PRÓPRIO
CHRIS

José Atento disse...

Anônimo. Desculpe discordar, mas o Alcorão é um manual de guerra e subjugação. Recomendo a leitura deste artigo que sumariza a lei islâmica para se compreender bem os "frutos do Alcorão."

http://infielatento.blogspot.ca/2011/06/lei-islamica-sharia-para-os-nao.html

Gladiador disse...

Eu não confio em mulcumano. Depois que eu soube que eles mentem.

Ju disse...

Os muçulmanos estabelecidos no país trazem quem eles querem para cá...Eu tinha como 'amigo' desde o Orkut, um egípcio cuja família se estabeleceu em São Paulo e estão podres de ricos...Então ele traz quem ele quiser e penso que, por se passarem por religiosos, não é necessário o visto para entrada no Brasil...

Certa vez, o dito cujo me mandou um recado me oferendo casamento com um amigo que estava chegando. Vejam só! eles se estabelecem e criam vínculos familiares, assim, vivem tranquilos e lutando pela 'causa' sem serem molestados!



Anônimo disse...

Cara não adianta... esses porcos mulçumanos só sabem a lingua da espada... qualquer discussão é mera perda de tempo!

Anônimo disse...

Repito: Jesus = se crucificar por amor ao próximo, mesmo que seja um bandido ou um muçulmano. Maomé = crucificar os outros por amor aos muçulmanos, só aos muçulmanos, em Alá. Por isso eles atacam os cristãos, atacam ovelhas. Gostaria de ver eles atacarem os lobos, os ateus, na Coréia do Norte, na China; iriam receber bala na mesma moeda, e morrer mais ainda do que são mortos pelos que se defendem como Israel, etc. Para arrematar, as cruzadas católicas foram uma reação às cruzadas Islâmicas, como de Saladino, que eram uma versão antiga do Estado Islâmico. Entendeu anônimo? Muçulmano = violência. Cristão = paz. Neutro = nada. Melhor nada ou paz que a violência. Muçulmanos, leiam mais atentamente o Alcoorâo e o comparem com a Bíblia. Se acham que um anjo apareceu a Maomé, compare o que esse "anjo" falou a ele com o que os "anjos" falaram a Maria, a Jesus e a seus apóstolos. Vejam que o "anjo" de Maomé provavelmente já previa tanta violência aos cristãos e aos ateus. Então perceba quais "anjos" eram anjos bons e quais anjos eram anjos maus. Quais eram de paz e quais eram de guerra. Anjos maus podem se fingir de anjo de luz para iludir. Use a fé, mas seja inteligente. Deus é um só mesmo, Alá, Jeová, Jw (Javé ou Jeová), o Pai Nosso, etc, mas os profetas devem ser provados. Muitos homens falaram de Jesus, testemunharam de Jesus. Maomé falou de Maomé no Alcoorão. O que vale mais? Um testemunho de um homem sobre si mesmo ou o testemunho de MULTIDÕES sobre um homem? Leia, estude esses livros (Alcoorão e a Bíblia), para escolher com consciência. Jesus morreu POR VOCÊ inclusive, muçulmano. JESUS AMOU VOCÊ, MUÇULMANO. Ele já pagou na cruz pelos pecados que você iria pagar. Ele já se sacrificou por você, você não precisa mais se sacrificar, o sacrifício dele foi suficiente. Tome sua cruz e siga-o. E então será um filho do amor, não um filho da violência, da guerra. Leia o Evangelho de João e a Primeira Carta de João. Um abraço fraterno.

Anônimo disse...

Anonimo Chris viajou. José Atento tem razão. Se fosse de paz o Alcoorão e a Sharia não haveria tanta morte promovida pelo Estado Islâmico e pelos Islâmicos. Eles não são de paz. São de guerra. Guerra aos cristãos, aos ateus, aos homossexuais, subjugação da mulher, e o pior é que o próprio Alcoorão não tem lógica. O Alcoorão diz que Jesus foi um profeta. Pelo Alcoorão ser profeta significa falar por Deus, e nisso o profeta é infalível, fala em nome de Deus. Jesus, infalível, portanto, disse que ele era o Filho de Deus, o Cristo, o Salvador, e o Alcoorão entra em contradição, dizendo que é "impossível que Deus tenha tido um filho", Maomé (Muhamad) disse isso. E o próprio Maomé disse que Jesus era um profeta. Cadê a lógica? A bem da verdade, islâmicos não lêem bem o Alcoorão, pois se lessem veriam que a negativa de Jesus como o Cristo, o Salvador, não tem lógica, se o consideraram um profeta. E a parte em que esse profeta mandou dar a outra face se alguém lhe bater? Só teria lógica se o considerassem um falso profeta, e não o fazem. Portanto, islâmicos precisam LER MAIS ATENTAMENTE O ALCOORÃO, e então o compare com a Bíblia. Verão que a Bíblia é de paz, gera paz, permite, no máximo, o martírio de um evangelista (morrer pelo evangelho), nunca de um evangelizado (matar pelo evangelho). Ao contrário do alcoorão, que prega a MORTE DE UM EVANGELIZADO se ele não se converter ao ISLAMISMO. Portanto, é uma religião de guerra, sim, um engano. Maomé teve suas virtudes, reconheço, mas suas declarações em relação a Jesus Cristo são contraditórias e, portanto, não podem ser aceitas. Um seguidor fiel de Jesus Cristo morre pelos outros, mas JAMAIS MATA PELOS OUTROS. Um seguidor do Alcoorão e da Sharia MATA. Aqui está o motivo pelo qual o islamismo é MUITO VIOLENTO. Só se filia a esse sistema quem é violento, e não da paz, e também se não leu atentamente a Bíblia e o Alcoorão. Se ler os dois vai ver que o Alcoorão e a Sharia são escritos fruto de um árabe (Maomé) que não concordou que Deus tivesse escolhido um Judeu, Jesus Cristo, (descendência de Abraão, em Sara, mãe de Isac e de Jaco, Israel) e não um Árabe (Ismael, descendência de Abraão, em Agar, a escrava). Como parece que fez Maomé, talvez por inveja e vaidade. Talvez se eu fosse árabe, descendente de Ismael, no tempo de Maomé, de expansão do Cristianismo sobre o império árabe, eu também tivesse feito um livro como o Alcoorão, especialmente se eu fosse violento, ainda mais nas circunstâncias de Meca e Medina

roger disse...

O islã é a mentira aprovada pela ideologia, não se deve confiar em muçulmanos, assim como no comunismo.

edison costa disse...

A quem tentar mudar as coisas por aqui a lei! E se a lei não adiantar a bala!!! Se eles quiserem guerra é o que terão! !!!!!!

Vitor Pompeo disse...

Xenofobia, intolerância religiosa e um monte de comentários sem o menor embasamento (ou sentido). Essa é a bela postura cristã? Sinceramente, se é assim, tenho muito mais medo da crescente influência dos grupos evangélicos no congresso -- que é real -- do que dessa lenda.
Afinal, se o grande temor é que escolhas pessoais não sejam respeitadas, sendo todos obrigados a obedecer à lei religiosa muçulmana, por que seria correto aceitar que a moral religiosa cristã servisse de parâmetro para confecção de leis em um país laico, como o nosso, e em que há uma imensa diversidade religiosa, além de um número crescente de ateus.
Diversas passagens preconceituosas do texto, assim como grande parte dos comentários aqui presentes, demonstram tão somente a ignorância de quem os escreveu. Por total desconhecimento do tema, ou por falta de argumentos, são promovidos ataques grosseiros a uma representação ideológica diversa.
Este tipo de atitude é extremamente deselegante, para dizer o mínimo.

José Atento disse...

Vitor Pompeo

As nossas leis têm uma forte influência da cultura greco-romana, judáico-cristã porque esta é a nossa civilização. A nossa civilização é onde a tolerância religiosa surgui, após muito sangue e sofrimento. A nossa cilização é onde os movimentos humanistas, feminista e homossexual surgiu e floresce. Já faz mais de um século quando se deu a separação entre Estado e Igreja no Brasil. De modo que você parece estar, permita-me dizer, cometendo um erro por não olhar o problema de modo mais abrangente.

O problema não é religioso, mas político. Ninguém deseja viver sob uma teocracia, acho que você concorda. Mas o único movimento político que tenta impor teocracias é o islamismo. Inclusive, existe uma organização internacional com esta propósito, a saber, a Organização para a Cooperação Islâmica. Repito: o problema é político.

Eu não subscrevo comentário de ninguém, inclusive o seu, mas algo que me chamou a atenção foi você ter dito que "Diversas passagens preconceituosas do texto ... demonstram tão somente a ignorância de quem os escreveu." Bem, fica aqui o DESAFIO para você indicar claramente que passagens você se refere, e eu terei o máximo prazer de esclarecer para você. Afinal, esta é a finalidade do blog.

Algumas leituras de referência para você, se me permite sugerir.

1. sobre a lei islâmica http://infielatento.blogspot.com/2011/06/lei-islamica-sharia-para-os-nao.html

2. Sobre o direito das mulheres sob o islão http://infielatento.blogspot.ca/2009/09/o-manual-de-lei-islamica-reliance-of.html

3. Sobre a Organização da Cooperação Islâmica http://infielatento.blogspot.ca/2012/03/organizacao-da-cooperacao-islamica-oic.html

Boas leituras



Sérgio disse...

Quanto alarmismo. Morei em SBC a minha vida inteira e essa comunidade islâmica que temos aqui é minúscula e inofensiva, a maioria de seus representantes sendo pessoas de classe média, incluindo médicos, empresários e advogados. A mesquita da cidade fica a uns 15 minutos da minha casa. Isso aí não passa de manifestaçãozinha desses grupelhos pelegos do PT que querem usar qualquer "minoria" que puderem para empurrar sua agenda populista. É com esses, sim, que devemos nos preocupar, pois estão afundando o Brasil na lama do socialismo. Mas pelo visto, você se declara de esquerda então só me resta lamentar, pois você compactua justamente com aquilo que diz ser contra...

Com relação à Europa, o que acontece lá é totalmente diferente. Enquanto aqui temos uma minoria quase desprezível e de classe média (tal qual os judeus brasileiros), lá eles têm uma minoria muito numerosa (mais de 10%) e que é frequentemente pobre e marginalizada. NÃO, eu não estou justificando atentados terroristas e sugerindo que eles são causados exclusivamente pela pobreza, só explicando que o tipo de muçulmanos que se tem por lá são jovens sem tem nada a perder, pessoas que vem de famílias esfaceladas e sem perspectiva de emprego ou integração. Não existe um esforço por parte desses governos para integrar essa população e eles acabam confinados a guetos onde o radicalismo tende a florescer.

No fim das contas, terroristas islâmicos não tem qualquer motivo ideológico ou logístico para agir no Brasil no curto ou médio prazo. Ataques terroristas exigem meses de planejamento e dinheiro para armamentos e inteligência. Historicamente, o Brasil é um nanico na diplomacia e não teve envolvimento nas guerras do Oriente Médio dos séculos XIX e XX. Um ataque aqui seria só perda de tempo e recursos.

José Atento disse...

Existem algumas coisas importantes para serem esclarecidas

1. Em primeiro lugar não se deve julgar o islão pelos muçulmanos que se conhece. A maioria dos muçulmanos, principalmente os recém-conversos não sabem árabe e nada sobre a vida de Maomé (se conhecessem não se tornariam muçulmanos), além de muito pouco sobre a Sharia, apenas o que o seu imã diz, que a Sharia é o "caminho correto." Além do mais, existem muçulmanos que são contra a Sharia (e eu trabalho com alguns deles!).

2. Em segundo lugar, o problema não são os muçulmanos, mas sim a Sharia e aquilo que ela comanda para as mulheres, ex-muçulmanos, homossexuais e não muçulmanos (os kufar). Este livro contém um bom resumo sobre isso: http://infielatento.blogspot.ca/2011/06/lei-islamica-sharia-para-os-nao.html. E, aos poucos, mesmo os recém-conversos passam a defender a Sharia (por influência dos imãs e xeiques) mesmo sem saber bem o que estão fazendo, por uma questão de "solidariedade com a ummah."

3. A História nos mostra que onde o islão instalou a Sharia, a civilização nativa morreu. A única exceção foram uma parte dos Balcãs e a Península Ibérica. Nestes dois casos, a Sharia foi expulsa por conta de muito sangue, e claro não queremos isso. Leia sobre isso em: http://infielatento.blogspot.ca/2011/11/islao-o-aniquilador-de-civilizacoes.html

4. De modo que o problema não é terrorismo. Terrorismo é apenas uma tática. Penetração silenciosa é outra, e é esta que está sendo usada no Brasil. O objetivo final é substitur a nossa constituição, baseada na liberdade e direitos humanos, pela Sharia. E existem imãs e xeiques que já dizem abertamente que em 50 anos o Brasil será islâmico.

Junte-se nesta luta contra a Sharia.

PS. Não sou partidário do PT.



ZULIERVAS ZULIERVAS disse...

" Nós Brasileiros Cristãos nunca iremos nos submeter ao islã ! "

Anônimo disse...

Que Allah te cure deste ódio e preconceito doentio! Que te traga para o melhor dos caminhos como muitos brasileiros têm aceito. Que lhe transforme em um fiel atento.

José Atento disse...

Interessante. Eu tenho ódio e preconceito. Mas Alá não. Alá é tãoooooo misericordioso ...

Os descrentes entre o Povo do Livro e os pagãos irão queimar eternamente no fogo do inferno. Eles são as criaturas mais desprezíveis (Alcorão, 98:51)

Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos (Alcorão, 5:51)

Sabei que aqueles que contrariam Alá e seu mensageiro¹ serão exterminados, como o foram os seus antepassados; por isso Nós lhes enviamos lúcidos versículos e, aqueles que os negarem, sofrerão um afrontoso castigo." Alcorão, 58:5

E Maomé foi tãoooooo pacífico e amoroso ...

"Maomé é um bom apóstolo. Aqueles que o seguem são cruéis com os não-muçulmanos mas gentis entre sí." Alcorão 48:29

"Nosso Profeta, o Mensageiro de Alá, ordenou-nos a lutar contra você [descrente em Alá] até que você adore apenas Alá ou nos pague o imposto de tributo jizyah, em submissão. O nosso profeta nos informou que nosso Senhor diz: "Quem entre nós for morto como um mártir irá para o Paraíso para levar uma vida tão luxuosa como ele nunca viu, e quem sobreviver deve se tornar o seu mestre [mestre dos descrentes]." Bukhari V4B53N386

E tem muito mais, mas isso é só uma amostra. Amigo, cai fora desta canoa furada enquanto é tempo. Aproveita que você está no Brasil e a lei de protege, pois quem deixa o islã nos "paraísos islâmicos" é preso ou morto.