quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Propaganda islâmica no Metrô de São Paulo


"Alguma coisa acontece no meu coração
que só quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João"
Assim diz a letra da música de Caetano Veloso, "Sampa." Mas o que acontece no meu coração hoje é preocupação, ao ver a ideologia mais intolerante do mundo, ideologia travestida de religião, o islamismo, fazer dentes e começar a se instalar no Brasil.

Repito, e torno a repetir:
O islão é uma ideologia política que exige dos seus "partidários" a sua propagação com vigor religioso (e total submissão), através da implementação da lei islâmica (Sharia).
E como é que o islão está penetrando no Brasil? Do mesmo jeito que acontece no resto do mundo ocidental, através do aumento demográfico (imigração, casamentos de homens muçulmanos com mulheres brasileiras, sendo a internet uma poderosa ferramenta para este fim), trabalho com a parcela da população negra, distorcendo a história e visando a sua conversão (veja um exemplo neste vídeo), e se servindo da falta de visão (e interesses econômicos) por parte da elite governante do país.

Eu discutí este assunto em um artigo intitulado Islamização da Europa. O mesmo pode acontecer no Brasil?  (por favor, leia este artigo se você ainda não o leu).

A estratégia é sempre a mesma, e segue a chamada Lei dos Números do Islão:
  1. Quando em minoria eles dizem: "Nós somos da Religião da Paz"
  2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
  3. Quando em maioria, eles exigem e impõem a Sharia (lei islâmica)
E quem financia este esforço? Principalmente, os países do Golfo (Arábia Saudita, Qatar, Emirados), e a Irmandade Muçulmana, que propagam a forma mais virulenta do islamismo, o salafismo (que pode ser mencionado por diversos sinônimos como wahabismo, deobandi, etc.). 

O salafismo é aplicado por organizações jihadistas, como a Irmandade Muçulmana (com os seus diversos braços, como o Hamas), os diversos grupos derivados/associados com a Al Qaeda, e, agora em destaque, o Estado Islâmico (Califado). E quais os frutos do salafismo? Para as mulheres, misoginia; para os kufar (não-muçulmanos) as 3 opções: conversão, morte, ou humiliação e pagamento da jizia. E se você tem alguma dúvida basta ver o noticiário atual, porque as atrocidades têm sido tamanhas que não dá mais para esconder. 

O interesse final destes grupos, e daqueles que os financiam, é o estabelecimento de um Califado Global, regido pela Sharia. 
O Brasil aceita imigrantes de todas as partes do mundo. Ao chegarem no Brasil, eles trabalham duro para melhorar as suas vidas e a contribuem positivamente com o país. 
Mas os muçulmanos ortodoxos, aqueles que desejam a Sharia, vêm para o Brasil com o intuito de mudar o nosso país, de mudar a nossa cultura, de destruir a nossa civilização, para substituí-la pela Sharia. 
NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL !!! 
Esta semana, no metrô de São Paulo, me deparei com uma exposição intitulada "Por Trás do Véu."



Qual o problema desta exposição? Propaganda. A exposição apresenta o "véu islâmico" como algo "cultural", algo que pertence aos costumes locais, quando na verdade, o uso do véu é uma imposiçao política, porque o seu uso faz parte da lei islâmica. É por isso que nos paraísos islâmicos as mulheres apanham da polícia, ou da sua família, por não usá-lo. E existe um outro aspecto político que é o da segregação. Ao usarem o véu, qualquer um que seja, as muçulmanas se distinguem das mulheres não-muçulmanas, o que torna mais fácil o seu agrupamento social distinto, ou seja, a criação de guetos islâmicos (como acontece na Europa hoje, e já começa a acontecer no Brasil).

E o véu não é cultural como alguns dizem. Vejam bem. As mulheres do Norte da África, no Egito, na Síria, na Pérsia, no Afeganistão, etc., nunca usaram o véu islâmico. O véu islâmico nunca fez parte da cultura destas terras. Apenas após as conquistas militares das hordes islâmicas, e a consequente ocupação e imposição da Sharia, é que as mulheres passaram a usá-lo, por obrigação legal. Elas não tinham escolha, pois escolha é algo inerentemente anti-islâmico (lembre-se, islão significa "submissão" à lei de Alá, a Sharia).

Reflita comigo. O véu islâmico é obrigatório. Se a mulher usá-lo por sua livre vontade: ela está dentro da lei e não vai ter problemas. Se a mulher não quiser usá-lo: ela não tem escolha, ela tem que usá-lo, ou vai ficar fora da lei. Esse é um exemplo de "liberdade islâmica."

A exposição é da revista super-interessante. Sinceramente, eles poderiam ter feito uma pesquisa melhor. Ou será que eles perguntaram a algum xeique, dando-lhe oportunidade de praticar taquia?

Vejamos.

Imagem da burca, dizendo que ela não tem origem islâmica. Deixe-me pensar aqui. Foram os metodistas que inventaram a burca? E as datas apresentadas (século 18-19) representam o que? Afinal, existem pinturas de mulheres usando burcas que antecedem esta data, bem como cobrir-se com "tendas" é um mandamento de Alá, segundo o Alcorão (33:59). E, só mais uma pergunta: as mulheres teriam liberdade de NÃO USAREM a burca?


Imagem do niqab, a mais islâmica de todas as vestimentas. E o texto diz uma coisa certa. Todo o corpo da mulher é a sua genitália, deste modo, todo ele deve ser coberto. (Me desculpem, mas apenas uma pessoa com tremendos problemas sexuais como Maomé, poderia imaginar o cotovelo de uma mulher como genitália feminina).


O chador é a versão da "tenda" no mundo xiíta. O triste no texto é que diz que o chador foi proibido no Irã durante o "processo de ocidentalização forçada" mas que tornou-se obrigatório com a revolução iraniana. Ou seja, as pobres das mulheres não têm o direito de escolherem como irão se vestir.

Eu sou contra determinar como a mulher vai se vestir. Com exceção da burca e do niqab, que escondem o rosto e por conseguinte são perigosos no ponto-de-vista da segurança pública, eu acho que a mulher deve ter o mesmo direito que o homem em escolher como se vestir.

Outro motivo pelo qual eu sou favorável à proibição do niqab e e da burca é o "motivo religioso" por detrás desta vestimenta: o corpo da mulher, todo ele, é considerado como genitália!!! Me desculpe, mas aceitar este argumento é reduzir a mulher, em sua totalidade, a uma vagina, bem como aceitar argumento de pedófilos e tarados sexuais, pessoas pervertidas, essas sim, dos pés à cabeça. As pessoas que defendem o niqab e a burca é que deveriam ser trancafiadas em tendas, vendo o "sol nascer quadrado."


Agora, vem as variações do hijab (al-Amira e Shaila). O curioso é que o texto diz que eles vieram como consequência dos "protestos feministas nos países árabes." Que protestos foram esses? Quando? O que eu sei é que com o Colonialismo, várias práticas islâmicas deixaram de existir, como a da polícia religiosa islâmica e a da cobrança da taxa da humilhação que os não-muçulmanos tinham que pagar (jizia), e houve uma influência muito grande da cultura ocidental. Isso fez com que uma grande parte das mulheres muçulmanas, notadamente as mais educadas, deixassem de usar a burca e o niqab e começassem a mostrar os seus cabelos. Adicione-se a isso o esforço por parte do governo turco de Ataturk (partir de 1926) e do governo persa de Reza Pahlavi (a partir de 1936) em abolirem o véu islâmico. Veja abaixo foto de mulheres persas (esquerda), e egípcias (direita) durante esta época.

 

O uso do hijab faz parte de uma revolução, conhecida como o Despertar Islâmico, notadamente após a revolução iraniana, que influenciou o mundo islâmico, e que continua até hoje. Este Despertar Islâmico é manifesto pela crescente radicalização do mundo islâmico que presenciamos hoje em dia. As mulheres começaram a usar o hijab como uma declaração política de que elas apoiam a lei islâmica, que elas defendem a Sharia. E isso é facil de constatar. Converse com uma mulher de hijab e pergunte se ela está de acordo com a Sharia. Ela irá dizer que sim. Pergunte então sobre os aspectos mais nefastos da Sharia para as mulheres, tais como o testemunho da mulher valer metade do de um homem, a parte da herança da mulher ser metade da de um homem, no caso de estupro a mulher precisar da testemunha de quatro homens, etc (leia mais em Direito das Mulheres sob o Islão). Você vai se assustar quando ela te disser que isto tudo é a lei de Alá e quem é ela para ir contra.


Abaixo, um trecho que uma conversa minha com uma muçulmana no Facebook, no qual ela afirma que a Sharia é a lei de Alá e deve ser cumprida e nunca questionada.


A agora, o toque final da exposição, onde a taquia se faz mais presente. A foto de uma mulher normal, sem usar véu algum. Veja a foto e os meus comentários após a foto. 


O Líbano é um país dividido quase que meio-a-meio entre cristãos e muçulmanos. As cristãs não usam o véu. As muçulmanas irão usar qualquer um dos véus vistos acima. Então, o texto é tendencioso (ou apenas errado) ao indicar que as muçulmanas não cobrem a cabeça. O problema do Líbano é que o cristinanismo está sendo esmagado. O Líbano era majoritáriamento cristão 100 anos atrás. Ele vem passando por um tremendo processo de islamização, o que tem levado os cristãos a deixarem o Líbano (a maioria dos libaneses que a gente conhece Brasil são cristãos). Apenas recentemente, é que a migração de libaneses muçulmanos para o Brasil tem se acentuado (e promovida pelo governo). 

Nesta exposição, a falta de uma discussão mais aprofundada sobre o véu, e o que ele representa em termos políticos, é lamentável. E é isso que me deixa perplexo e preocupado com esta exposição, em pleno metrô paulista. As pessoas ficam expostas a propaganda, ou a falsas-verdades. E não existem indagações que as façam pensar.





O mundo atual está se tornando muito diferente do mundo dos nosssos pais, e do mundo no qual crescemos. O espalhamento do islamismo ortodoxo ao redor do mundo têm trazido para países ocidentais, chamados pelo islão de Dar al-Harb (a Casa da Guerra, aqueles contra quem se deve fazer guerra santa jihad até que sejam submetidos ou mortos) problemas que apenas ouvíamos falar. E a coisa apenas tende a piorar. 

Lembre-se de uma coisa. Com exceção de Portugal e Espanha, que derrotaram os invasores islâmicos militarmente, nenhuma outra civilização conseguiu resistir ao islamismo. Não é a toa que o islão é o aniquilador de civilizações. A escolha é nossa, se nós preferimos a nossa civilização (ainda que ela tenha os seus problemas) baseada na liberdade e livre escolha, ou se iremos aceitar uma civilização (totalmente oposta) baseada na submissão total a leis medievais e imutáveis (Sharia). 

Pense nisso. Faça a sua escolha. Lute por ela. Neste caso, omissão rima com submissão. E não existe outra escolha. 


25 comentários:

Anônimo disse...

Gostei do assunto. Muito bem explicado e esclarecido. Obrigada pela qualidade da matéria. Felicidades hoje e sempre!

Anônimo disse...

Sua explicação é muito coerente e verdadeira, gostei bastante. Clara e objetiva. Parabéns!

Anônimo disse...

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Mariana Mazzi disse...

A musica SAMPA é do Caetano Veloso.

José Atento disse...

Obrigado. Erro corrigido.

Anônimo disse...

meus paragens pela sua ignorancia

José Atento disse...

"meus paragens pela sua ignorancia"

Muito obrigado.

Agora, voce vai ter que ser específico e apontar o que está errado, se não, o ignorante fica sendo você.

Anônimo disse...

Colocar todo o islamismo no mesmo balaio é meio temerário e coisa de sionista. Concordo que o extremismo islâmico, principalmente a vertente sunita, seja um problema para o mundo, que eles estejam trazendo muitos problemas na Europa e no Oriente Médio, etc, etc. É nosso dever lutar contra a islamização do mundo ocidental, porque os islâmicos, principalmente sunitas, não têm muito respeito pela religião alheia.

Por outro lado, existem sim formas mais brandas de islamismo que existem em diversos países do mundo, como a Bósnia, a Turquia, o Líbano e até mesmo o Irã e a Síria. Usar ou não o hijab é problema da mulher, ela faz se quiser, pelo na Bósnia, na Turquia e no Líbano, nas regiões mais urbanizadas, tenho certeza absoluta de que é assim.

ps.: um adendo, o Líbano já deixou de ser 50% cristão há muito tempo. Havia 50% de cristãos na década de 30, quando foi feito o último censo demográfico no país. Hoje em dia, após os cruéis bombardeios israelenses e da perseguição de alguns muçulmanos, o país se for 20% cristão é muito - muito embora politicamente, para fins eleitorais, ainda se considere o antigo censo.

Anônimo disse...

Esse foi o texto mais tendencioso e paranóico que já li. Essa defecada pelos dedos se enquadra facilmente em intolerância religiosa, meu caro. Fontes confiáveis sequer são citadas, apenas o seu achismo barato e esquizofrênico.

José Atento disse...

Obrigado pelo comentário.

alguns comentários meus sobre os seus:

"Colocar todo o islamismo no mesmo balaio é meio temerário e coisa de sionista."

Se você teme generalização, você deve evitar cometer este erro, principalmente vir com rótulos.

"Concordo que o extremismo islâmico, principalmente a vertente sunita, seja um problema para o mundo, que eles estejam trazendo muitos problemas na Europa e no Oriente Médio, etc, etc. É nosso dever lutar contra a islamização do mundo ocidental, porque os islâmicos, principalmente sunitas, não têm muito respeito pela religião alheia."

Nisso concordamos.

"Por outro lado, existem sim formas mais brandas de islamismo que existem em diversos países do mundo, como a Bósnia, a Turquia, o Líbano e até mesmo o Irã e a Síria."

Todos esses países conseguiram minimizar as influência do islão por motivos diversos. A Bósnia era comunista, a Turquia kemalista, a Síria (e o Iraque) sob regimes "semi-socialistas", o Líbano dividido entre islão e cristianismo.

Agora, o Irã desde 1979 é uma ditadura religiosa nada branda.

"Usar ou não o hijab é problema da mulher, ela faz se quiser, pelo na Bósnia, na Turquia e no Líbano, nas regiões mais urbanizadas, tenho certeza absoluta de que é assim."

Isso é verdade. Contudo, o que deve ser enfatizado é que a lei islâmica é bastante específica neste assunto, e que com o retorno do fundamentalismo, mesmo em regiões outroras "liberais" a coisa está se radicalizando, por pressão de governos locais, por pressão das mesquitas, por pressão familiar.

"ps.: um adendo, o Líbano já deixou de ser 50% cristão há muito tempo. Havia 50% de cristãos na década de 30, quando foi feito o último censo demográfico no país."

O Líbano ainda é dividido. O número de cristãos, um pouco menos da metade, ainda permite uma influência positiva na sociedade, já que sunitas e xiítas se sub-dividem.

"Hoje em dia, após os cruéis bombardeios israelenses e da perseguição de alguns muçulmanos, o país se for 20% cristão é muito - muito embora politicamente, para fins eleitorais, ainda se considere o antigo censo."

As informações que eu tenho de libaneses é a população cristã ainda é pouco menos de 50%.

Algo que deve ser destacado é que ateus/agnósticos não contam no censo ;-).

Abraços

José Atento disse...

"Esse foi o texto mais tendencioso e paranóico que já li. Essa defecada pelos dedos se enquadra facilmente em intolerância religiosa, meu caro. Fontes confiáveis sequer são citadas, apenas o seu achismo barato e esquizofrênico."

O seu comentário é muito engraçado. A propósito, o artigo trata do islão político, que é algo profundamente retrógrado. Quanto a fontes confiáveis, siga os links.

Deus é amor e não impozição disse...

Quem defende os seguidores do islamismo porque não os adotas. Atualize-se. Tem vistos quantos missionários independente de religiões que vão voluntariamente as regiões dominadas pelo islamismo ajudar doentes, pobres etc, e terminam esquartejados, violentadas e mortos? Se eles pregam o amor, que não acredito. Por que fuzilam pessoas se não adotarem suas práticas, leis e religião. Se você chega no Brasil e grita " sou seguidor do islamismo ninguém vai nem ligar, mas chega na região deles e grita que és cristão. Se você voltar vivo de lá me avisa.

Anônimo disse...

Adorei o poster....muito bem explicado.
Bjus José Atento.

Anônimo disse...

melhor blog, encontrei ele agora pouco e comecei a ler varios posts, muito bom.

Anônimo disse...

É um alerta, o seu texto, quanto à Super (des)Interessante é bem próprio dessa revista distorcer a verdade, mas acho que no fim o bem vencerá o mal, em Lepanto as forças do maligno sob a bandeira do islã superavam os cristãos em 400 navios e mesmo assim foram derrotados.

Anônimo disse...

Adorei seu texto! Ngm percebe mas estamos correndo um perigo iminente. Td mundo soh sabe atacar o estado de israel dizendo q matam criancas palestinas inocentes.mas ngm fala ou abre mao de usar tecnologia israelense. E o mundo islamico o que nos da alem do terror??!!

Cleiton Serafim disse...

Amigo, muito obrigado por fazer este blog! Eu não sabia 1/3 sobre o Islão e se não fosse pelo seu excelente trabalho e dedicação certamente eu continuaria achando que Islão é a religião de paz.
Estou enviando varios links do seu blog para meus contatos.
Voltarei aqui com frequencia para buscar novidades sobre essa seita que trará o armagedon ao mundo.

Anônimo disse...

eu ja sabia que o islamismo nao prestava, sempre soube , mas tem muita gente que finge nao enxergar que o inimigo ja chegou e esta do nosso lado, daqui a pouco vai rugir como um leao e nos devorar, !

Anônimo disse...

obrigada pela informaçao.. so vamos vencer essa praga do islam, com informaçao ao povo!!

Sara disse...

é nojento como muçulmanos tratam suas mulheres, na realidade a mulher não tem direito algum dentro dessa religião dos infernos, são escravas usadas como parideiras de mais gerações de outras escravas e de dementes assassinos e misóginos, mais nada.

Osvaldo Aires Bade disse...

Documentos do Wikileaks mostram preocupação com fundamentalismo islâmico no Brasil http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2015/07/documentos-do-wikileaks-mostram.html

Anônimo disse...

Parabéns!! Estou nessa com vc, a reportagem da super sobre o maomé pra mim, foi no minimo suspeita. O islã deve ser estinto, e certas culturas são dispensaveis.

Nóz da Índia disse...

Seita de Satanas!!! Desde quando Deus agrada em humilhar as pessoas, como fazem com as mulheres em todos os aspectos? Desde quando Deus tem prazer em ver seus filhos serem assassinados só porque não creem em uma seita? Onde está o livre arbitrio? por isso é uma seita do diabo. O diabo é que veio para oprimir e destruir as pessoas, a criatura.

Anônimo disse...

O COMENTÁRIO É SEGUINTE ; TODA RELIGIÃO COMEÇA ASSIM COM MUITA PROPAGANDA AMISTOSA MAS O MAIOR PROBLEMA DO ISLAMISMO E QUE O FUNDAMENTO E TERRORISMO PORQUE SEU PROFETA ENSINOU ASSIM E NÃO EXISTE TÔLERÃNCIA PRA ESSES RADICAIS EXISTE IMPOSIÇÃO E PONTO,, OLHA O QUE ESTA ACONTECENDO COM A SÍRIA E O MUNDO NA EUROPA INCLUSIVE NA INGLATERRA TEM MAIS RADICAIS DO QUE EM OUTRA
PARTE DA EUROPA PORQUE ???SIM PORQUE HOUVE UM TERRENO FERTIL E PACIFICO AGORA , JA ERA
































Anônimo disse...

Islãm nao é uma religião de paz - se é que aquilo é religião. Me diz um crime que é justificado por Jesus ? Me diz qual crime NAO é justificavel atravez do alcorão. A filosofia do mundo ocidental é totalmente o oposto da sharia. Acreditem de uma vez por todas vcs ai que comentam besteira, mulçumano normal é aquele que nao comete atrocidades mas que aplaude quem tem coragem de comete-la, leiam o alcorão como um livro normal pagina por pagina.