domingo, 28 de setembro de 2014

Islamização do Brasil através da imigração maciça, dos refugiados e da falência da cidadania


Enquanto dormimos, o Brasil se islamiza. E como a islamização está acontecendo? Do mesmo jeito que na Europa, nos EUA, no Canadá, na Austrália ... uma mistura de imigração crescente, intimidação daqueles que têm a coragem de denunciar a Sharia, aumento do controle da produção e distribuição de alimentos através da "certificação halal", aumento da influência política (notadamente junto as setores mais à esquerda no espectro político), aumento da influência no setor econômico-financeiro através da "Sharia financeira", propaganda e doutrinação nas escolas, e construção de mesquitas (mesmo onde não existam muçulmanos) como uma forma de promover a "cultura islâmica", mostrando uma imagem água-com-açucar e omitindo os aspectos políticos e ideológicos do islão no tocante as direitos das mulheres, direitos dos homosexuais, direitos dos não muçulmanos (kafir) e dos ex-muçulmanos (apóstatas) que tenham o azar de viver sob o jugo do islão, e das prescrições relativas a conquista e dominação de territórios e populações.
E isso sem falar que a mesquita se torna um pólo de trabalho nas prisões visando "converter" os presos, "ação social" junto a populações carentes e negras com o intuito de conversão, e visar as mulheres brasileiras a se casarem com homens muçulmanos (jihad demográfica) inclusive se valendo de assédio via internet.
Este artigo trata da imigração islâmica para o Brasil, e como ações do governo brasileiro, sejam apenas coincidência ou sejam propositais, estão facilitando-a. 
E lembre-se: em 1970, antes da crise do petróleo, o número de "muçulmanos devotos" (do tipo que quer a lei islâmica Sharia implementada em todos os lugares do mundo) vivendo na Europa era insignificante. Uma imigração maciça desde então (aparentemente atendendo a pressão dos sauditas em troca de acesso ao petróleo) levou a um número estimado hoje de 50 milhões, com projeções para se tornarem majoritários em algumas décadas e poderem, através do mesmo processo democrático que a Sharia condena, tomar o poder, e transformar a Europa, de uma vez por todas, em um "paraíso islâmico." Este processo tem sido uma invasão, pois não me muda dezenas de milhões de pessoas por acidente. 
Veja aqui o que eles pensam.
(PS. Leia atualização no final deste artigo, um exemplo de crescimento do islamismo via imigração de ganeses.)

O nosso artigo Islamização da Europa, o mesmo pode acontecer no Brasil? discutiu o processo de islamização na Europa, e temos procurado apresentar neste blog iniciativas semelhantes ocorrendo no Brasil (veja lista sendo constantemente atualizada em Islamização do Brasil - Exemplos). O Brasil está na mira por ser considerado uma "país chave" na América Latina, e dentro do Brasil existem alguns lugares que têm sido centro de concentração, notadamente Foz do Iguaçu, São Paulo e diversas localidades no Rio Grande do Sul.

O grande plano do bloco de 57 países que compõe a Organização da Cooperação Islâmica é o de facilitar, por meios diplomáticos, uma imigração maciça de muçulmanos para os países ocidentais, de modo que estes imigrantes sejam o núcleo de uma população muçulmana que tenha taxas de crescimento maior do que o da população nativa que os hospeda, de modo que, em um futuro próximo, os muçulmanos tenham força política para implementar a lei islâmica (Sharia). E, não se iluda, a maioria dos muçulmanos deseja a Sharia.

O Censo do IBGE disse que existiam, em 2010, 35.167 muçulmanos no Brasil. Já o Pew Research Center dizia existirem 250 mil, enquanto que a Federação Islâmica Brasileira dizia existirem 1.5 milhões de muçulmanos.

Vamos ver o que o Censo de 2014 nos diz, e comparar com os dados do Censo de 2010. Uma das coisas que eu tenho curiosidade em ver é a origem dos imigrantes. A Figura 1 apresenta um percentual da imigração mostrando os principais países de onde imigrantes se originaram. A destacar que enquanto que os imigrantes dos EUA e de vários outros países eram brasileiros retornando ao Brasil, a maioria do imigrantes da Bolívia, por exemplo, eram bolivianos. Espero que o Censo de 2014 separe os brasileiros que retornam dos extrangeiros que vem. Será que algum país islâmico vai se destacar como um principal foco da imigração?

Figura 1 - Principais países de origem dos imigrantes (2005-2010)

Não podemos contudo, desmerecer a força do capital dos paises sauditas (Arábia Saudita, Qatar, EAU) que vem financiando a construção de mesquitas e "centros culturais" (madrassas) ao redor do mundo, inclusive no Brasil. E existe também o alinhamento do governo brasileiro, nos últimos 12 anos, com os interesses árabes, a ponto da Presidente Rousseff denunciar a "islamofobia dos países Europeus" (ver vídeo) mesmo quando se sabe que 80% dos imigrantes muçulmanos na Europa vivem de bolsas dos governos europeus (Muslim Statistics), ou seja, a maioria dos muçulmanos vive da generosidade do contribuinte europeu.

video
Dilma Rousseff critica a islamofobia durante a 3ª Cúpula América do Sul - Países Árabes, em 2 de outubro de 2012, em Lima/Peru (Leia mais sobre a peculiar visão de mundo da Presidente Rousseff)

E também devemos levar em consideração os conflitos no Oriente Médio, notadamente aqueles gerados a partir da "Primavera Árabe", que resultou em um alarmante aumento de refugiados naquela região. Isso tem levado o governo brasileiro a abrir as portas para populações oriundas desta região.

Em que pese que, em termo proporcionais, as maiores vítimas destes conflitos têm sido as minorias, por exemplo, os cristãos nativos do Oriente Médio, a imigração beneficia o grupo majoritário, ou seja, os muçulmanos, que vem para o Brasil como refugiados.

Uma notícia recente do O Dia tratou exatamente desta questão. A matéria, intitulada Brasil desponta como nova rota de refugiados, fala dos refugiados sírios que chegam às centenas todas as semanas, e que são recebidos pela mesquita da Juventude Islâmica do Brasil, no Pari, área central de São Paulo. Existem 1.378 refugiados sírios reconhecidos pelo governo federal, o que corresponde a um aumento de 60.5% com respeito ao mesmo período do ano passado. "Mas o comerciante Amer Muhamad Masarani, à frente dos sírios que ajudam os refugiados, projeta uma população bem mais numerosa."

Fonte: O Dia

Associe a isso a notícia do Estadão intitulada Brasil vai oferecer cidadania a pessoas que não tem nacionalidade. É isso mesmo que você leu.

O governo brasileiro vai oferecer cidadania a pessoas que não tenham direito a nenhuma nacionalidade, os chamados apátridas. O Brasil é um dos 65 países signatários da Convenção sobre o Estatuto dos Apátridas, aprovado pela ONU, e irá incorporar em sua legislação mecanismos para cumprir este Estatuto.

O projeto determina que o Brasil irá conceder cidadania a todas as pessoas consideradas apátridas assim que elas desejarem, direito extendido a toda a sua família. A medida exclui aqueles documentadamente criminosos.

A Agência da ONU para refugiados estima que existam 10 milhões de apátridas no mundo. Dez milhões.

E quem seriam estes apátridas? Os palestinos seriam um dos principais grupos, incluindo-se aí os refugiados que vivem no Líbano, Síria e Jordânia e que, mesmo tendo nascido nestes países, nunca tiveram cidadania reconhecida. Os palestinos são joguetes nas mãos dos ditadores do Islão, mas é possível que uma parcela acabe sendo atraída para vir para o Brasil. Outros apátridas seriam originários do Saara Ocidental, que é um território disputado desde que a Espanha se retirou em 1975. Outros apátridas seriam oriundos da parte norte do Chipre, ocupada pela Turquia desde 1974. O que estes lugares têm em comum: sao majoritáriamente islâmicos.

De modo que é de se esperar, de um modo ou de outro (ou dos dois) um aumento acentuado na imigração de muçulmanos para o Brasil.

Existe um aspecto importante, que diz respeito à cidadania. A cidadania implica o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na constituição. Um cidadão pode diferir de um outro em aspectos de tendência política, opiniões, etc, mas todos devem ter em mente o bem comum e serem brasileiros em primeiro lugar. Este conceito, contudo, se dilui no universo islâmico, pois, segundo a lei islâmica, o muçulmano deve ter fidelidade à nação do Islão, chamada de umah.  E é o desejo majoritário a implementação da lei islâmica (Sharia) (fonte):
  • 74% dos egípcios;
  • 79% dos paquistaneses; 
  • 53% dos indonésios; 
  • 76% dos marroquinos; 
  • 65% dos palestinos.
É de se esperar que a maioria dos muçulmanos no Brasil também venham a desejar a implementaçao da Sharia.

Um dos lugares mais atraentes para os muçulmanos é o Rio Grande do Sul, que é visto como uma espécia de "Escandinávia Brasileira." A cidades de Chuí, Caxias do Sul e Uruguaiana exercem um facínio especial e têm cada vez mais imigrantes, sendo que em Chuí a população maometana chega aos 3%, em Barra do Quaraí são 2%, e em Caxias do Sul, só com a imigração, já são mais de 10 mil, incluindo-se 200 ganeses recém-chegados (Sul21).

Uma das atividades econômicas que mais trás muçulmanos do exterior para morarem no Brasil é o abate halal, pois a degola dos animais só pode ser feita por muçulmanos. Este é o exemplo do Município de Dois Vizinhos, no Paraná, onde, todos os dias, "570 mil aves são abatidas em nome de Alá" (National Geographic).

Com este aumento, que tende a se acelerar, entra em jogo a estratégia da Jihad Demográfica. A taxa de fecundidade das brasileiras está despencando. No último censo ela ficou em 1.9%, algo que nos rivaliza com a Europa. A Figura 2 mostra o quando que a taxa de fecundidade caiu desde 1960. Isso é alarmente, pois diz-se que uma população é estável se ela tem uma taxa de fecundidade mínima de 2.1%.


Figura 2 - Variação da Taxa de Fecundidade do Brasil desde 1960 a 2012 (dados do Banco Mundial)

Comparando-se a média nacional com outros países pode-se ver bem a situação onde o Brasil se encontra em termos demográficos (Figura 3). Os países com mais alta taxa de fecundidade são países islâmicos, sendo que nos países ocidentais esta taxa cai tremendamente. Porém, enquanto que a média de filhos por família composta por nativos europeus é pequena, ela é maior junto a família de muçulmanos. Soma-se a isso a questão da poligamia. Mesmo sendo proibida na Europa, ela é praticada abertamente pelas populações muçulmanas. Só na Inglaterra, estima-se que existam 20 mil casais polígamos (Mail). Muitas das esposas são nativas inglesas, o que faz com que menos filhos sejam criados em famílias com cultura inglesa, e mais sob a influência da Sharia.  

Figura 3 - Taxa de Fecundidade em alguns países do mundo em 2010 (dados do IBGE e ONU)

A divisão da taxa de fecundidade por unidade da federação é mostrada na Figura 4. 

Taxa de Fecundidade no Brasil em 2010 por Unidade da Federação (dados IBGE) 

Então, os fatos indicam que vai existir um fluxo crescente de muçulmanos para o Brasil, sejam imigrantes, refugiados ou apátridas. Se a tendência de comportamento no Brasil for semelhante ao da Europa, a população muçulmana irá ter uma taxa de fecundidade maior do que a da população nativa brasileira, devido ao maior número de filhos bem como devido a prática da poligamia. Isso irá acarretar um crescimento percentual maior da população muçulmana levando ao desaparecimento das diversas culturas que formam o Brasil, e uma arabização, estilo islâmico, do Brasil. 

Eu creio que dificilmente o governo federal irá fazer algo para proteger as culturas que formam o Brasil de hoje. O que resta é a população tomar a dianteira e impor o seu padrão cultural e de comportamento, dizendo não a todas as iniciativas que já tem surgido de impor a lei islâmica (Sharia). Por exemplo, exigir que fotografia para documentos mostrem o rosto todo, não permitir segregação entre sexos nas piscinas e nas atividades escolares, não permitir que as crianças sejam doutrinadas pela propaganda islâmica, e boicotar a venda de alimentos halal. Lembrem-se, a cada concessão, a lei islâmica se torna mais forte.

(É importante também saber quem foi Maomé e o que a lei islâmica prescreve. Ensine isso para os seus filhos.) 

E quanto aos cristãos, que tomem ciência que ficar discutindo entre sí não vai levar a lugar algum e que partam para uma evangelização maciça dentro nas nossas próprias fronteiras. 

Termino com o vídeo abaixo, que versa sobre a islamização do mundo através da Jihad Demográfica.



Vídeo que discute a Jihad Demográfica


Atualização: Ganeses ocupam 80% da Mesquita Palestina de Crisciuma

De acordo com o líder, Sheikh Adil Ali Pechliye, foram os próprios imigrantes que procuraram o espaço
A Mesquita Palestina de Criciúma aumentou o público de fiéis no último mês. Este aumento é consequência da migração de dezenas de ganeses para Criciúma nas últimas semanas. Conforme o líder da Mesquita, Sheikh Adil Ali Pechliye, o espaço está pequeno para receber todos os seguidores da religião. Para Pechliye, a chegada dos estrangeiros foi algo positivo, pois reforçou a religião na região.
“Em cada encontro, percebo que a mesquita está mais cheia. Isso fortaleceu a religião e me deixou feliz. Antes, não se via essa quantidade de fileiras para fazer a reza. Eram no máximo duas. Agora, as fileiras não cabem mais aqui dentro, sendo que 80% dos fiéis são ganeses”, salienta Pechliye.
Conforme o líder, o espaço está pequeno para receber todos os seguidores da religião. “Estamos pensando em ampliar o local. Temos um espaço para as mulheres, que fica separado por uma cortina. Mas como o público feminino não se faz presente, vamos abrir para os homens”, ressalta Pechliye.
Por causa da falta de espaço, alguns fiéis fazem suas rezas na rua. Mas isso não é problema para eles. Conforme o ganês, Ahmed Adams, que mora a pouco mais de um ano no Brasil, a estrutura da mesquita e as preces da religião, são as mesmas em qualquer lugar do mundo. “Não muda nada. Se é religião islã e se o líder faz a leitura do Alcorão (livro sagrado da religião), é a mesma filosofia”.
O ganês Abass Aniadu, que chegou há um mês em Criciúma, ainda não encontrou emprego, mas está feliz por ter encontrado sua religião. “Estou procurando emprego. Quanto a mesquita, gosto de vir toda sexta-feira. No nosso país, como há muitos mulçumanos, é comum frequentar a mesquita na sexta-feira. Mas aqui eu sei que é diferente. As empresas não liberam”, comenta.
Antes dos ganeses chegarem a mesquita tinha pouco mais e 10 frequentadores, Hoje está acima de 300.
Eles moram em casas próximas, e normalmente vivendo com 7 a 10 pessoas no mesmo ambiente. O que acontece acontece na Europa em situações como essa é que eles vão querer praticar a Sharia e intimidar os moradores em torno da mesquita para se converterem ao islão ou se mudarem, de modo a que mais muçulmanos possam morar perto da mesquita.

Agradecimento ao leitor anônimo que chamou a atenção para o que se passa em Crisciuma.


13 comentários:

Anônimo disse...

Não se consegue ver os vídeos no ipad. É assim mesmo?

José Atento disse...

Eu acho que sim. Mas não tenho certeza. Se voce tiver facebook, tem um vídeo muito melhor que esse ... https://www.facebook.com/pages/Lei-Isl%C3%A2mica-em-A%C3%A7%C3%A3o/725178184175216?sk=insights

José Atento disse...

ou aqui https://www.facebook.com/video.php?v=990371764322522&set=vb.725178184175216&type=2&theater

Anônimo disse...

Me preocupa o fato de que estão vindo tudo para o RS. Este estado é o que tem o mais baixo índice de casamentos e o mais alto de divórcio, por consequência, a mais baixa fertilidade do Brasil (1,7 se não me engano, e projeções apontam em 1.2 por volta de 2050). Por isso os refugiados estão sendo mandados para o sul, para que a "conquista" se dê primeiro ali em questão de alguns anos.

Anônimo disse...

Sabem pq o governo nao faz nada a respeito? Pq o governo os ve como votos ambulantes. O governo espera q esses imigrantes sem patria expressem sua gratidao votando neles. Vao cair do cavalo quando a realidade bater a porta deles. Espero q nunca acontenca ao menos enquando eu viver. hehehe.

Anônimo disse...

Olá, gostaria de compartilhar o que tem acontecido na minha cidade (Criciúma/sc). É impressionante a quantidade de ganeses em busca de emprego e o quanto isso fortaleceu o islã. Antes a mesquita tinha pouco mais e 10 frequentadores, hoje está acima de 300.
http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2014/ganeses-ocupam-80-da-mesquita-palestina-de-criciuma/
Eles moram em casas próximas, e normalmente vivendo com 7 a 10 pessoas no mesmo ambiente. Você acha possível que eles queiram praticar a shariah e obrigar as pessoas próximas da comunidade a se converter ao islã?

Abs

José Atento disse...

Se eles forem muçulmanos de verdade, eles vão se engaijar na "Dawa" (dáua) que é a pregação islâmica.

E sim, vão tentar impor a Sharia, mesmo que em pequenas doses.

Anônimo disse...

Assalamualeikon. :sou filho de italianos, muçulmano e brasileiro patriota até a morte. Ser muçulmano não é deixar de ser brasileiro. O que gostariam que fosse feito em caso de latrocínio e tráfico de drogas,por ex? SHARIAD sim cortar a cabeça sem dó!!E com a corrupção da Petrobras? Apenas um dos porquês de um brasileiro ser muçulmano além do fato principal de orar somente para Deus( Allah)...

José Atento disse...

Anônimo muçulmano: Por favor, junte-se às centenas de milhões de muçulmanos ao redor do mundo que são contra a Sharia e desejam viver sem ela. Fazendo isso, você vai estar dando uma contribuição enorme para o progresso da humanidade sem perder a sua opção de rezar para quem você desejar.

Anônimo disse...

Ninguém disse que ser muçulmano é deixar de ser brasileiro. São vocês seguidores de Alá que querem impor a Sharia para todas as outras religiões e pessoas não muçulmanas. Se quer um lugar com lei islâmica vá você e os outros muçulmanos para países com a Sharia. Queiram lei islâmica e adorem seu Deus Alá no Irã ou qualquer outro país islâmica. Foda-se o islã, foda-se Maomé, foda-se Alá!!!

Anônimo disse...

Observem que não há refugiados provenientes de paises cristãos, somente daqueles dominados por muçulmanos/ islâmicos satânicos.
Feito formigas saúvas, esta raça espalha-se em silêncio, e seu objetivo sim é implantar suas leis.
Não vejo saída; seremos dominados.
Talvez Adolph teve esta visão, mas na época poucos entenderam.
Agora, lamentavelmente, é tarde.
Sucumbimos;
Alá o demônio na mesquita.

Anônimo disse...

A Islamização no Brasil provavelmente será inevitável, mas não por escolha dos muçulmanos e sim pela escolha dos brasileiro. Vejam só:
Se levarmos em conta que a população brasileira masculina e menor que a população brasileira feminina. Desta parte masculina subtrairmos as crianças, idosos, homossexuais, drogados, bandidos e vagabundos veremos que os muçulmanos se tornaram uma ótima opção para as mulheres brasileiras que optarem em se casar e formar uma família.

Anônimo disse...

Não sei o que é pior: A maneira desgraçada com que o sistema carcerário brasileiro ensina aos marginais a repensar o que fizeram ou a forma executória da Sharia de dar o exemplo a outros. Ambos não penetram no íntimo do ser para recuperação, só revoltam ainda mais e preparam mártires da maldade. Enquanto houver possibilidade de erro de julgamento humano haverá a possibilidade de morte de inocentes.