sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A eleição e a postura do novo governo frente à islamização do Brasil


José Atento

O segundo turno das eleições presidenciais vão ocorrer daqui a alguns dias e vale a pena uma pequena reflexão sobre o que o futuro nos espera no caso da vitória de Dilma ou de Aécio frente à crescente islamização do Brasil.

O que eu esperaria de um governo brasileiro frente à islamização? Impedi-la, é claro.

Antes de prosseguirmos, uma definição: islamização é o processo no qual as leis e costumes de uma nação são substituídos, por meios pacíficos ou não, pelos princípios da lei islâmica (Sharia).

O ideal é que exista uma atmosfera que permita uma discussão, fundamentada e aberta, sobre a lei islâmica de modo a que os seus aspectos nefastos, que são totalmente opostos à Constituição do Brasil (ou seja, ilegais), sejam conhecidos, rejeitados, e devidamente criminalizados. (Veja uma lista no final deste artigo)

Um outro passo importante é que existam critérios para imigração. Por exemplo, que seja negado visto de trabalho ou imigração para qualquer partidário da lei islâmica. Como fazer isso? Basta que no formulário junto aos consulados ou departamentos da polícia federal exista a pergunta "você é a favor da aplicação da lei islâmica (Sharia) no Brasil?" Se a pessoa responder "sim" o visto é negado; se a pessoa disser "não" mas entrando no Brasil começar a trabalhar pela implementação da Sharia no Brasil, ela/ela seria expulso. Fácil, não é? É claro que seria preciso ver como fazer isso pelo aspecto legal. Mas o importante é ressaltar que a questão não é a religiosa e nem contra os muçulmanos. A questão é política.

Neste ponto, alguém poderia contra-argumentar: "Mas José, isso é contra os direitos humanos!" A resposta: "Não, porque os direitos humanos se aplicam a pessoas e não a ideologias ou sistemas políticos." Isso é muito importante. Veja bem, todos os esforços feitos pela Organização da Cooperação Islâmica para criminalizar toda e qualquer análise crítica do islamismo à nível global junto às Nações Unidas têm sido infrutíferos exatamente por causa disso: direitos humanos se aplicam apenas a pessoas.

Outra ação seria com respeito a indústria halal. Como o Brasil exporta carne para os países islâmicos, é de se esperar que existam abatedouros específicos para isso. Contudo, os alimentos halal não devem ser usados no mercado interno, porque a certificação halal nada mais é do que um imposto extra que os consumidores brasileiros pagariam, e que iria para os cofres das mesquitas, algo como um "dízimo involuntário". Isso é totalmente desnecessário e contra-produtivo.

Qualquer governo que seja digno deve defender os interesses e a soberania nacional. Deste modo, é de se esperar que todo o investimento extrangeiro venha sem ser atrelado a conceções especiais. Por exemplo, o investimento árabe vem quase sempre atrelado a concessões ligadas à propagação do islamismo e da Sharia, (por exemplo, construção de mesquitas e "centros culturais", importação de clérigos wahabistas, etc.). Sharia? Não, muito obrigado! Mas isso deveria ser uma regra rígida, não é verdade? Todos os investimentos extrangeiros no Brasil, seja europeu, americano, chinês, turco iraniano, etc., deve vir sem que o nosso governo faça concessões.

E, para finalizar, é preciso ver o que está acontecendo na Europa hoje com muito cuidado para evitar que algo semelhante aconteça no Brasil. A analogia que eu faço seria a de uma rua cujas casas começaram a serem assaltadas à noite. Os moradores das casas que ainda não foram arrombadas têm duas opções. Eles podem não tomar providência alguma na ilusória esperança de que as suas casas irão ser poupadas, ou eles podem reforçar as trancas. A nossa situação no Brasil é a mesma do morador cuja casa ainda não foi assaltada. É preciso que olhemos para o que está acontecendo na Europa, entendermos como e porque a islamização está acontecendo, e seus processos, e tomarmos providências para que o mesmo não ocorra no Brasil.

Já temos problemas demais no Brasil para importamos mais um. Diga não à Sharia.

Aécio

Na verdade, não se pode dizer muito sobre o Aécio. No tocante à islamização do Brasil, ele é uma incógnita. Esse não é um assunto de campanha e por isso não se sabe o que o candidato pensa a respeito. Mas talvez por ser um governo novo, possa ser mais acessível.

Dilma

Sabe-se mais da Dilma, é claro, afinal ela tem sido presidente pelos últimos 4 anos, e o que eu irei refletir abaixo baseia-se nisso. E a reflexão é preocupante.

A questão passa pelo o alinhamento da política externa do Brasil, mas, principalmente, pelas ações tomadas dentro de casa. O governo Dilma, nestes últimos anos, tem tomado alguns atitudes preocupantes.

Independente do rumo que a política externa brasileira tomar, se o Brasil sob um novo governo Dilma quiser se alinhar com, digamos a Coréia do Norte, isso não significa que as fronteiras do Brasil tenham que ser abertas para imigração dos norte-coreanos para o Brasil.

Como tratamos no artigo Islamização do Brasil através da imigração maciça, dos refugiados e da falência da cidadania, o governo federal nestes últimos anos alinhou a sua política externa com o islamismo. Mas, não ficou apenas nisso. A política de imigração que foi estabelecida é a de incentivar contingentes oriundos de países muçulmanos, através de refugiados ou de cidadãos sem nacionalidade. E para piorar, existe uma diretriz do Ministério das Relações Exteriores (Circular Telegráfica n° 94443/375), emitida em 7 de maio de 2014, que suspende a consulta prévia para concessão de visto de cidadãos oriundos do Afeganistão, Irã, Iraque, Jordânia, Líbano, Líbia, Paquistão, Palestina e Síria. Isso significa que o visto é dado imediatamente.

Isso é algo MUITO SÉRIO!!! O governo federal da presidente Dilma Rousseff está implementando uma política de imigração irresponsável. Um país como o Brasil com um nível de desemprego altíssimo (considerando aí que quem recebe Bolsa Família é desempregado) deveria ser seletivo na imigração, aceitando imigrantes que complementem a força de trabalho, e não abrir para qualquer um. Principalmente proponentes e defensores da Sharia, que, em última instância, irão se agrupar e exigir que a nossa sociedade se curve às suas demandas.

Deputado Onyx Lorenzoni (Democratas-RS)

As consequências deste ato irresponsável serão semelhantes aquilo que acontece na Europa, onde 80% dos muçulmanos vivem às custas do serviço social europeu e exigem, de forma cada vez mais contundente (e às vezes violenta), que a sociedade européia se adapte à Sharia.

A pergunta que eu faria é a seguinte. O governo federal, sob uma nova administração Dilma Rousseff, vai mudar os seus rumos ou, será que ela, julgando-se mais poderosa devido ao novo mandato, irá manter o curso em questões como estas, ligadas à imigração? O que você acha?

Imigração é algo muito importante, pois ela ajuda a moldar o tecido étnico e cultural do país. Trazer pessoas que queiram alterar a Constituição, substituindo-a pela lei islâmica Sharia, é algo totalmente irresponsável. 

E aqui vem uma outra questão. A presidente Dilma Rousseff em duas oportunidades (nas Nações Unidas e durante um encontro entre países da América Latina e países árabes) mencionou o termo "islamofobia." Não é possível imaginar que ela tenha feito isso apenas para satisfazer o ouvido dos países da OIC (o que seria uma fato alarmante, porque o Brasil deve ter as suas posições definidas e independentes). O correto é considerar que aquilo que ela diz como sendo o que ela pensa. Ou seja, a presidente Dilma Rousseff acha que qualquer analise crítica ao islamismo é um ato criminoso que deve ser silenciado. Agindo assim, ela pavimenta o caminho da islamização. 



Some-se ao fato o alinhamento do partido da qual ela, como Presidente da República, é o maior expoente, o PT, bem como dos outros partidos que lhe dão apoio irrestrito e incondicional, tais como o PSol, o PCB, o PC do B e o PTSU, com entidades islâmicas das mais diversas, e forma-se um quadro bastante preocupante. Esses grupos, que compõem a chamada "esquerda revolucionária" se iludem ao considerarem o islamismo como aliado na luta contra o "imperialismo estadunidense", quando na verdade o que o islamismo deseja é a implementação da Sharia a nível global. Ou seja, os companheiros estão ajudando a substituir um imperialismo por outro pior, isso sem falar que a Sharia é anti-socialista.

Um exemplo claro disso foi o deputado Jean Willys tentar obrigar o ensino do islamismo nas escolas brasileiras. Leia mais sobre este e outros assuntos em Enquanto dormimos, o Brasil se islamiza e em Islamização do Brasil - Exemplos.

Vale lembrar que a estratégia para a islamização do Brasil é um misto de demografia, influência econômica, influência política e influência religiosa: 
  1. Demografia: Como não é possível sobrepujar com rapidez a população brasileira nativa com imigração em massa (apesar do governo federal dar indícios de desejar aumentar o contingente de imigrantes oriundos de "zonas de guerra"), a criação e consolidação de áreas com maioria muçulmana na qual a Sharia possa ser praticada é algo desejado e em andamento. Basta ver que existe sempre aglomeração em algumas cidades e bairros específicos, sempre ao redor das mesquitas. 
  2. Influência Econômica: A indústria de alimentos Halal, ou seja, do único tipo de alimentos que a shaira permite os muçulmanos de ingerir, já se encontra instalada no Brasil há várias décadas (devido à exportação de alimentos para os países muçulmanos). A exemplo do que já acontece em países europeus, o objetivo é que toda a indústria de alimentos seja Halal. Existem dois problemas quanto a isso: (a) a indústria paga uma taxa extra que vai para a "caridade islâmica" que inclui a construção de novas mesquitas, a propagação do islão buscando novos adeptos, e vai também para "instituições de caridade" como o Hamas e o Hezbollah. (b) para os cristãos existe a proibição de se comer alimentos dedicados a ídolos. E existe ainda a Sharia Financeira, na qual os bancos não cobram juros, mas uma taxa específica (fica elas por elas), taxa esta que vai para as mesquitas. Ou seja, quem comer comida halal e usar sharia financeira está ajudando a financiar a islamização - e isso acontece na maioria das vezes sem que saibamos. 
  3. Influência Política: Influenciar e penetrar nos partidos políticos. Em breve, iremos ter o um ministro de governo muçulmano, um fato que será celebrado como uma prova da pluralidade do Brasil. Aguardem. 
  4. Influência Religiosa: Se apresentar para os cristãos brasileiros como sendo "irmãos em Abraão." Fomentar o "diálogo inter-religioso" que apenas acontece nas igrejas e templos cristãos, onde o islamismo é promovido e qualquer crítica é silenciada aos gritos de "racismo" e "islamofobia." Cooptar padres e pastores para serem promotores indiretos do islão. Deve-se ressaltar que o diálogo inter-religioso com o islamismo é um engodo, pois ele só existe nos países que não sejam islâmicos: nos países islâmicos, regidos pela Lei Islâmica (Sharia), é crime promover qualquer outra religião que não seja o islão.
A coisa é séria. Como é que se combate a islamização?
  1. Em primeiro lugar, com educação, pois quando se sabe quem foi Maomé não existe conversa-mole de muçulmano capaz de convencer ninguém para se tornar muçulmano. 
    1. E quem foi Maomé? Ele foi um Senhor da Guerra e terrorista, ladrão, assassino, mandante de assassinatos, pervertido sexual, pedófilo, mercador de escravos e pirata. Maomé forjou uma ideologia, o islamismo, que, se seguida em sua totalidade, leva seus seguidores a se comportarem como ele (leia e compartilhe: Parte 1Parte 2Parte 3).
  2. Em segundo lugar, impedindo a Jihad demográfica (principalmente coibindo a imigração de muçulmanos - eu sei que esta afirmação pode "ofender" alguns, mas isso é não é brincadeira, é guerra), e combatendo a influência econômica, política e religiosa, impedindo-as de criar raizes. 
Conclusão

A conclusão é sua. No tocante ao combate à islamização do Brasil estamos entre uma incógnita (Aécio) e a certeza do crescimento da islamização (Dilma). A escolha é sua. 



 Apêndice: Lei Islâmica (resumo do que não presta)
  • Açoitamento, apedrejamento ou enforcamento, das mulheres quando são estupradas e não têm quatro testemunhas para provar que ela foi estuprada (DNA do esperma ou qualquer outra prova não vale).
  • Açoitamento, apedrejamento, ou matança de mulheres se elas cometem adultério – o homem recebe açoites.
  • A remoção do clitóris é prescrita (circuncizão feminina), e geralmente feita quando a mulher é ainda uma criança.
  • Amputação de pedações dos dedos, dos dedos da mão, da mão toda; partes dos braços, pernas; crucificação; para certos crimes como roubo, ou a distribuição de livros não-islâmicos (por exemplo, bíblias) aos muçulmanos.
  • É um crime expor os muçulmanos a qualquer outra religião.
  • Se um muçulmano deixa o islão ele / ela deve ser morto (a apostasia é um crime).
  • Punições que variam desde a arrancar a língua fora até a pena de morte para aqueles que ‘calúniam o islão’, caluniam Maomé’, ou caluniam a Sharia’ (caluniar, neste caso, significa expressar publicamente uma visão crítica). 
  • Proibição de bebida alcoólica.
  • Dependendo do nível de fundamentalismo, música, arte, canto, são proibidos.
  • As mulheres têm metade dos direitos do homem nos tribunais.
  • Filhas tem (apenas) a metade dos direitos de herança que os filhos têm, enquanto as viúvas recebem apenas um oitavo da herança.
  • As mulheres têm que se vestir com lenços ou coberturas completas – dependendo de quão fundamental forem o homem a quem elas pertencem (pai ou marido) ou o país onde elas moram.
  • As mulheres podem ser espancadas.
  • Os homens podem divorciar-se da esposa, as mulheres não podem divorciar-se do homem.
  • Os homens podem ter até quatro esposas, e ele pode divorciar-se delas como lhe convêm – então, se casar novamente para trazer o número total de mulheres até 4. Homens que viajam podem participar de "casamentos temporários".
  • Não existe limite de idade para casamento, casamentos infantis forçados são permitidos. As meninas são as maiores vítimas disto. 
  • "Crimes de honra" sobre as mulheres que tenham "desonrado" a família.
  • Uma mulher muçulmana só pode se casar com um muçulmano, ao passo que os homens muçulmanos podem se casar com mulher não-muçulmana.
  • Se uma mulher não-muçulmana se casar com um muçulmano, seus filhos ou filhas devem ser criados como muçulmanos.
  • As mulheres devem obter permissão dos maridos para as liberdades diárias;
  • Qualquer um que não for muçulmano (dhimmi) deve respeitar a lei islâmica, mas eles têm menos direitos do que uma mulher muçulmana, e vivem, basicamente, dependentes das boas graças dos muçulmanos.
  • O dhimmi deve pagar um imposto extra chamado de jizya (que significa em termos gerais ‘imposto de proteção’), que pode ser aplicado até mesmo após a sua morte.
  • O dhimmi não podem construir nem reparar seus locais de culto, e eles não pode tocar os sinos da igreja. Eles não podem mostrar bíblias ou torás, em público. Eles tem que se vestir diferente, de modo a se distinguirem como dhimmis. Eles irão executar as tarefas que os muçulmanos não querem desejam fazer. Os dhimmis não terão acesso à escada social.
  • A homossexualidade é um crime cuja punição é a morte. 
Lei dos Números

É muito importante ressaltar a lei dos números do islão :

1. Quando em minoria dizem "Nós somos da Religião da Paz"
2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
3. Quando em maioria, eles exigem a Sharia (lei islâmica)

É interessante adicionar o seguinte, quando muçulmanos devotos tomam o poder (através de golpe de estado ou mesmo através de eleições), eles tentam impor a lei islâmica – veja exemplos recentes no Mali (revolução), nas ilhas de Trinidade e Tobago (tentativa de golpe de estado), na Costa do Marfim (golpe de estado), República Centro Africana (golpe de estado), Egito (eleição), Faixa de Gaza (eleição).  Depois que grupos pró-sharia tomam o poder, eles se apoderam dele para sempre. Um exemplo é a Faixa de Gaza,  onde o Hamas foi eleito em 2007, na primeira e última eleição realizada naquele local.



2 comentários:

cRiPpLe_rOoStEr a.k.a. Kamikaze disse...

Observe-se que tanto o PT quanto o Hamas tem planos de poder, e não de governo. E ainda seguem claramente os passos de Hitler e Goebbels.

Quando Goebbels dizia que uma mentira repetida à exaustão torna-se uma verdade, é possível traçar um paralelo com o conceito islâmico de taqiia, e vale destacar que Hitler era amigo pessoal do Mufti de Jerusalém, que era tio de Yasser Arafat.

Anônimo disse...

Só pelo simples fato da "senhora presidenta" ter defendido os ataques dos EUA contra o grupo fundamentalista Estado Islâmico, já demonstra que ela ou é uma completa ignorante quanto aos muçulmanos radicais, ou ela quer que essa seita prospere por este solo cristão. E os islâmicos já afirmaram, "o Brasil será de Maomé em breve", aí vejam a demografia do país - está em 1,8 - agora com o pedido de refúgio de milhares de africanos e asiáticos (principalmente no RS onde a taxa de fertilidade beira os 1,4) o nosso destino será o mesmo do da Europa, em 40 anos (ou talvez até antes disso), já teremos aqui um pequeno esboço do Brasilistão.