domingo, 30 de novembro de 2014

Os piores países para as mulheres são membros da Organização da Cooperaçao Islâmica


José Atento

Nenhum país do mundo eliminou com sucesso o seu hiato de gênero, de acordo com um relatório recente do Fórum Econômico Mundial (WEF). Mas, enquanto o alcance da desigualdade de gênero diminuiu em alguns países, em outros países, as mulheres continuam severamente atrás dos homens em participação econômica, nível de escolaridade, capacitação política, e até mesmo em condições básicas de saúde.

O relatório 2014 Gender Gap Global  do WEF mostra as disparidades entre homens e mulheres medido em 142 países. Nas nações com pior pontuação, oportunidades econômicas e educacionais, bem como de representação política e de acesso à saúde, eram muito piores para as mulheres que para os homens.

Os 20 piores países para se ser mulher estão listados abaixo. Com exceção de um*, TODOS SÃO MEMBROS DA ORGANIZAÇÃO DA COOPERAÇÃO ISLÂMICA.

  1. Iêmen
  2. Paquistão
  3. Chade
  4. Síria
  5. Mali
  6. Irã
  7. Costa do Marfin
  8. Líbano
  9. Jordânia
  10. Marrocos
  11. Guiné
  12. Mauritânia
  13. Arábia Saudita
  14. Egito
  15. Omã
  16. Etiópia*
  17. Argélia
  18. Turquia
  19. Bahrain
  20. Tunísia
(Existem outros estudos baseados em outros critérios, mas o resultado é sempre o mesmo: países que têm a Sharia como norma jurídica são sempre os piores para as mulheres)

Veja bem, existe abuso da mulher em todas as sociedades, em um modo ou outro. Mas apenas nas sociedades abertas, onde o debate não é reprimido e onde a legislação pode ser refinada, é que as mulheres têm obtidos direitos que as elevaram a um papel social com os mesmo direitos que os homens. A maternidade é um aspecto importante na vida das mulheres, do mesmo modo que a paternidade é um aspecto importante na vida dos homens. Mas reduzir a vida e as aspirações das pessoas para papeis definidos por ditadores beduínos do século VII é aceitar a impossibilidade de avanço social. 


A visão islâmica do papel da mulher


Essa figura é dedicada aos meus amigos e companheiros comunistas, para verem que apoiar o islamismo implica em tomar posturas contrárias ao próprio comunismo



Fonte: 





Prefeitura de São Paulo promove evento que descaracteriza o conflito na Palestina


José Atento
A prefeitura de São Paulo está promovendo o Primeiro Fórum e Semana de Solidariedade ao Povo Palestino. Bem, é de se perguntar porque o poder executivo da cidade de São Paulo estaria promovendo um evento sobre um problema que ocorre a milhares de quilometros de distância da cidade de São Paulo e que não tem ligação alguma com o seu mandato. Mas, se fosse para a prefeitura promover um evento deste tipo, tal evento deveria ter como objetivo promover um entendimento amplo do conflito, bem como servir para trazer os povos envolvidos no conflito próximos uns dos outros, e não que servisse de plataforma para que apenas um lado do conflito possa propagandear a sua visão do mesmo, vilificando a outro, neste caso, vilificando o Estado de Israel. 
É compreensível que a visão pessoal do prefeito coincida com a visão do Partido dos Trabalhadores, que, neste caso, é unilateral e tendenciosa, e, no nosso entender, contraproducente para uma solução justa do problema. Mas é inaceitável que o prefeito use a estrutura da prefeitura para impor o seu ponto-de-vista, promovendo um evento que não acrescenta nada de positivo para o conflito, muito pelo contrário, apenas alimenta o ódio de um lado para com o outro. 
A prefeitura de São Paulo, juntamente com várias entidades pró-palestinas, está promovendo o Primeiro Fórum e Semana de Solidariedade ao Povo Palestino, começando ontem, 29 de novembro, e com data para encerramento no dia 7 de dezembro. As entidades que colaboram com a prefeitura na realização deste evento são a Frente em Defesa do Povo Palestino e o Comitê pelo Estado da Palestina Já. O Instituto de Cultura Árabe (ICArabe) também está envolvido.

Na lista de palestrantes estão nomes como Maren Mantovani, da organização internacional Stop the Wall; Sara Sy, ativista sírio-palestina, Arlene Clemesha, professora de História e Cultura Árabe no curso de Língua e Literatura Árabe da Universidade de São Paulo (USP), Jamile Abdel Latif, diretora da Federação Palestina (Fepal), e outros ligados à causa palestina no Brasil.


Mas como se sabe que este evento tem o propósito de demonizar o Estado de Israel? Basta ler frases como:  “Além dessa ofensiva, as graves violações cotidianas cometidas por Israel, em especial neste momento, em Jerusalém Oriental, exigem o fortalecimento da solidariedade internacional, com campanhas unificadas nesse sentido, entre elas a por BDS (boicotes, desinvestimento e sanções) a Israel”.

Em nenhum momento faz-se mençao ao Hamas e o seu Estatuto genocida, e tão pouco menção a Irmandade Muçulmana, da qual o Hamas é um braço. A ideologia que rege o Hamas é parte integral do problema e deve ser discutida e combatida!

Vivemos um momento no qual o Hamas planeja reavivar um conflito com Israel, conflito cujo único objetivo, a exemplo do anterior, é o de angariar simpatias contra Israel mostrando o sofrimento do povo de Gaza, ou seja, o Hamas não faz cerimônia em usar a população de Gaza como joguete nos seus interesses genocidas. Um novo conflito também desviaria a atenção para a incapacidade de governança do Hamas (Gatestone). (Leia mais em Reflexão sobre o mais recente conflito entre Hamas e Israel)

O vereador Floriano Pesaro, sociólogo e deputado eleito (PSDB-SP), fez um pronunciamento muito ponderado na Câmara do Vereadores da Cidade de São Paulo. Neste pronunciamento, ele ressalva exatamente o que tratamos acima, que este evento não promove a paz nem a compreensão entre povos dentro de um conflido complicado, mas serve tão somente como plataforma de propaganda. As palavras do vereador merecem serem reproduzidas (veja vídeo abaixo).
Todos sabemos que existe uma questão séria no Oriente Médio e que ela deve ser abordada e que as necessidades do povo palestino devem ser acolhidas e encaminhadas. Longe de nós ignorarmos os anseios de um povo.
Entretanto, especificamente, no que tange aos temas, debates e aulas sugeridas para o fórum da semana em questão, o que se evidencia é a demonização do Estado de Israel, transformando este fórum numa semana de ódio e intolerância.
Nossa prefeitura está apoiando um evento que incita a intransigência, que dissemina inverdades e alardeia o ódio, descaracterizando o conflito da região.
Seria extremamente enriquecedor se nosso prefeito, imbuído de um espírito pacificador, até mesmo misericordioso, resolvesse apoiar um Fórum que abordasse verdadeiramente a questão do povo palestino.
Desde que ele tivesse a consciência de verificar seus parceiros e se certificar sobre a lisura de suas intenções.
Se os organizadores tivessem convidado interlocutores que promovessem o diálogo e a tolerância, agentes interessados em construir pontes de escuta mútua para a viabilização da um caminho de paz, de uma possibilidade de um futuro de dois estados com dois povos vivendo de suas culturas e tradições, aí sim, todos apoiaríamos.
Mas, o que veremos não é isso, e é por este motivo que tenho que expressar minha revolta hoje aqui!!!
Será que já nos tornamos tão levianos que damos a chancela de nossa cidade para qualquer? Será que não nos importa fazer o discurso do ódio? Será que aprendemos com o prefeito e sua claque o discurso da massa intolerante?
A cidade de São Paulo é majestosa e diversa demais para se limitar a ouvir um lado só de uma questão.
Sim, queremos solidariedade ao povo palestino, mas não admitimos que a questão remeta à demonização do Estado de Israel e de seus cidadãos.
Nossa cidade e, com certeza, o povo palestino e o povo israelense merecem mais. 

Verador Floriano Pesaro se manifesta na Assembléia de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2014

Veja bem, este evento é referido como sendo o primeiro, o que leva a concluir que ele irá ocorrer todo o ano. Fica aí a sugestão para que a prefeitura se preocupe com os problemas da cidade de São Paulo, ou, no caso dela desejar continuar com eventos que fogem da sua missão, dar a voz para que todos os lados do conflito se manifestem, visando uma solução que promova a paz na região, e que leve a criação de dois Estados que se reconheçam e se respeitem. 


Veja abaixo da programação do evento

29/11 – Sábado
Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino
Local: Galeria Olido, 19h (Av. São João, 473, Centro)
Lançamento de campanha humanitária a Gaza
Saudação do Embaixador palestino no Brasil, Ibrahim Al Zebem
Exibição do filme Diários (acervo ICArabe) seguida de debate

1º/12 – Segunda-feira
Debate: direitos humanos e direito internacional sobre a questão palestina
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Direitos Humanos (Rua Líbero Badaró, 119, Centro)
Horário: 19h30

2/12 – Terça-feira
Aula pública: breve história da Palestina: dos massacres à resistência
Local: Escadarias do Teatro Municipal de São Paulo, 18h – Praça Ramos de Azevedo

3/12 – Quarta-feira
Debate: mulheres árabes e a luta contra o imperialismo ontem e hoje
Local: Biblioteca Mário de Andrade, das 19h30 às 21h – Rua da Consolação esquina com a Avenida São Luís

4/12 – Quinta-feira
Recital de música e poesia.
Local: Teatro Heleny Guariba – Praça Roosevelt, 184, Centro – SP.

5/12 – Sexta-feira
A questão palestina na mídia
Local: Biblioteca Monteiro Lobato, das 19h30 às 21h30 – Rua General Jardim, 485, Vila Buarque – SP.

6/12 – Sábado
Debate: Caminhos para a libertação da Palestina na visão dos partidos políticos
Local: Biblioteca Monteiro Lobato, das 14h às 17h – Rua General Jardim, 485, Vila Buarque – SP.

7/12 – Domingo
10h - A resistência internacional da juventude
12h - O movimento sindical e a solidariedade internacional
Local: Biblioteca Monteiro Lobato, das 10h às 14h – Rua General Jardim, 485, Vila Buarque – SP.
17h - Encerramento – Apresentação de hip hop (Local: Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Rua Inácio Monteiro, 6.900)

Fontes:

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Indonésia: onde a Sharia se faz presente, cada vez mais


José Atento
É comum ouvir muçulmanos e apologistas dizerem que a Indonésia é um exemplo de tolerância do islão. Eu estou listando abaixo um pequeno número de exemplos recentes que mostram que este não é o caso. Na verdade, a Indonésia, um país que foi colonizado pela Holanda e, portante, recebeu uma influência em termos legais deste país, vem sofrendo um gradativo processo de retorno ao fundamentalismo islâmico desde que alcançou a sua independência. Esta radicalização, é claro, se acelerou com a influência saudita com os seus petro-dólares e a exportação da sua doutrina wahabista. E, para piorar, a Província de Achém adotou oficilamente a lei islâmica Sharia
(Jakarta Globe).
Governo de Achém força a aprovação da lei islâmica (Sharia) para todos, inclusive para os não-muçulmanos
A Província de Achém (Aceh em indonésio) foi onde o islamismo chegou pela primeira vez no sudeste asiático, devido a sua localização (é a parte mais ocidental da ilha de Sumatra).  Desde a independência que Achém deseja autonomia. Agora, com o estatus de Território Especial, está em processo avançado de implementação da Sharia, inclusive para não-muçulmanos, sob o pretexto se ter uma "justiça igual para todos." (Jakarta Globe) Sob a Sharia, não-muçulmanos são tratados como cidadãos de segunda-classe.

Mais notícias (em ordem cronológica)

Indonésia a caminho do caos islâmico
Grupos de direitos humanos denunciam a Indonésia pela sua adoção da Sharia. Em 2016, 339 pessoas foram açoitadas em praça pública como punicão, incluindo 37 mulheres. Em 2 de feveiro deste ano, 26 pessoas foram açoitadas, a maioria acusadas de fazerem apostas. (Jakarta Globe)

Indonésia: estudantes açoitados 100 vezes por sexo fora do casamento
Eles são solteiros. Caso contrário seriam apedrejadas. Três homens e três mulheres. (Express)

Indonésia: governador (cristão) de Jakarta acusado de blasfêmia
Basuki Tjahaja Purnama, Ahok como é mais conhecido, é o primeiro líder político em mais de meio século. Ele se elegeu governador da capital do país. Mas a lei islâmica não permite que muçulmanos sejam governados por não muçulmanos. Então, 200 mil muçulmanos de verdade sairam às ruas acusando-o de blasfêmia por ele ter citado um verso do Alcorão durante a sua campanha. A polícia acatou a acusação e o interrogou por mais de 8 horas. (Jakarta TimesJakarta Times)

Indonésia: criança morre queimada como resultado de jihad contra uma igreja
Cinco islamistas atiraram uma bomba incendiária  em uma igreja, que resultou na morte de uma criança de dois anos por queimaduras. Outras 3 crianças estão em estado grave. A jihad ocorreu na Província de Kalimantan Oriental, na Ilha de Borneo. (Voice of the PersecutedJakarta Globe).

Indonésia: mulher açoitada em praça pública por namorar
uma ofensa chamada "khalwat" Isso ocorreu na Província de Achem, em frente a mesquita Al Furqon. O namorado também foi açoitado. (Sun)
https://youtu.be/WEsYK_ObYtM OK


Indonésia: governo faz vistas grossas para a Sharia
O Ministro do Interior, Tjahjo Kumolo, voltou atrás no seu compromisso de abolir a regulamentação abusiva da Sharia no país. Ele disse "Nós não interferimos com as normas baseadas na Sharia islâmica." A lei da Provincia de Aceh é a Sharia. E, a Sharia é aplicada regularmente em outras partes do país. (hrw, junho/2016)

Indonésia: polícia prende mulheres que usam calças apertadas
Na foto, duas meninas sendo detidas por usarem calças muito justas. Um policial sharia acompanha mulheres capturadas vestindo calças apertadas durante uma blitz de rua no distrito de Arongan Lambalek na província de Achém, na Indonésia, em 26 de Maio, 2016. (hrw, Reuters)

Indonésia: proibição total de cerveja entra em vigor
Quando ele tomou posse, em outubro, presidente Jokowi, apesar de ser muçulmano praticante, foi saudado como um presidente disposto a lutar por uma Indonésia mais secular e pluralista. No entanto, sua abordagem para lidar com os males sociais até agora têm sido duras, e complacentes com a Sharia. Cerveja, em geral, só é encontrada em lojas especializadas e nos locias turísticos. Agora, a lei seca vai ser total. Lembre-se disso, quanto alguém te disser que a Indonésia é um exemplo de pais islâmico tolerante e moderado. (The Economist)

Paróquia do Sagrado Coração atacada aos gritos de Alá é o Maior
Ataques aconteceram durante o horário das missas por grupos de homens montados em motocicletas. Após décadas de co-existência pacífica, Yogyakarta tornou-se um centro da violência anti-cristã (AsiaNews).

Supremacistas islâmicos forçam o fechamento de sete igrejas
No Distrito de Cianjur, em média 40 igrejas são fechadas a cada ano (Barnabás Fund).

Polícia da Virtude funcionando a todo vapor em Achém
Aqueles que desejam externar amor em Achém, ou mulheres sem hijab, ou conversa entre homens e mulheres que não sejam da mesma família, cuidado. Isso agora é crime em Achém, e a "polícia da virtude" está de olho em você (Independent).

Mesquita dos Ahmadia fechada
Os Ahmadia são considerados como hereges pelo islão, e por isso, perseguidos ao redor do mundo islâmico (Jakarta Globe).

Ateísta preso por não crer em Alá
Sim, ele foi preso por isso. Na verdade, como os seus pais são muçulmanos ele era muçulmano automáticamente. Ao deixar de ser muçulmano ele se tornou um "apóstata." E para piorar ele se juntou a um grupo de ateus holandeses no Facebook (New York Times).

Indonésia, paraíso dos jihadistas
Todos os 36 terroristas islâmicos que detonaram as bombas islâmicas no balneário de Bali, em 2002, matando mais de 100 turistas, foram soltos. No islão, matar infiéis não é crime (Daily Telegraph).

Centenas de islamistas impedem a construção de uma igreja
Homens armados, liderados por imãs, ocuparam o terreno que pertence a um grupo cristão (Asia News).

Achém sem festa de Ano Novo
Um hotel em Achém cancelou uma festa programa para o Ano Novo devido a ameaças de islamistas (AsiaNews).

Muçulmanos fazem protestos contra o Natal
Os cristãos da Indonésia não tem paz nem para celebrar o Natal, considerado como anti-islâmico. Vários imãs proibiram os muçulmanos de desejarem "feliz natal" para os cristãos (Standard Digital).

Conselho de "doutores do islão" (Ulema) exigem que as escolas católicas ensinem o islamismo
Este é um exemplo inequívoco de "tolerância" islâmica para com os não-muçulmanos (Asia News).

Defensores da Fé Islâmica atacam igreja protestante
Centenas de homens atacaram igreja durante o culto. Os fiéis tiveram que fugir (AsiaNews).

Jihadistas da Indonésia sonham com o sangue dos cristãos
Presidente da Indonésia mandou que fosse reforçado o policiamento em torno das igrejas no Natal devido a ameaças concretas que grupos jihadistas da indonésia fizeram (Reuters).

Ataque contra as celebrações de Natal
Membros da Ulema pedem ao governo que coibam as celebrações de Natal (OnIslam).

"Jesus é um cachorro", "matem os cristãos"
Comtinuam os ataques a igrejas. Desta vez, cartazes foram colocados chamando Jesus de cachorro e ameaçando os cristãos de morte (Interntional Christian Concern).

Concurso de Miss Mundo na Indonésia é cercado por ameaças
Jihadistas chamam o concurso de "concurso das prostitutas. Protestos ocorrem aos gritos de Allahu Akbar (AFP; AP).

Última Sinagoga é destruida 
Pessoas que não foram identificadas (e nem presas) demoliram a sinagoga, que ira ser declarada com patrimônio cultural (Times of Israel).

Muçulmanos atacam grupo de estudos do Alcorão
Radicais não concordam que o Alcorão seja estudado ou interpretado de modo diferente ao deles (Jakarta Globe).

Concurso de Miss Muçulmana (oposto a Miss Universo) 
Mas para ganhar a muçulmana tem que ser pura, piedosa, ter comportamento modelar em um mundo moderno. Mesmo assim, os mais devotos querem detonar o concurso (AFP).

Miss Muçulmana

Polícia da Virtude ferida por conflito com amantes da música
Os policiais tentaram acabar com um concerto, mas foram atacados por mais de 100 ouvintes (Jakarta Globe).

Muçulmanos jogam coquetel molotov em escola católica
O cardeal pede aos carólicos que permaneçam vigilantes (Jakarta News).

Ramadã é celebrado jogando bombas em templo budista
O atentado ocorrou quando os budistas rezavam no templo (AP).

Dezessete igrejas fechadas
Todas localizadas na província de Achém. (Asia News).

Suprema Corte suspende a venda de bebidas alcoólicas
Islamização ganha mais impulso (Asia News).

Aumenta o número de casamento de meninas e poligamia  
Consistente com a lei islâmica e o exemplo de Maomé (Asia Sentinel).

Autoridades, sob pressão de "devotos", fecham igreja protestante em Java Ocidental
O grupo Frente dos Defensores Islâmicos (FPI) fechou uma igreja protestante acusando o pastor de estar propagando o Evangelho em uma área predominantemente muçulmana. No processo, os "devotos" destruiram parte da igreja e confiscaram cadeiras, instrumentos musicais mesas e automóveis. As autoridades mativeram a igreja fechada, e nunhum dos vândalos foi punido. (Fonte)

Indonésia: jihadismo em Jakarta, homem-bomba e tiroteio 
A capital, Jakarta, foi palco de atentados pela causa de Alá. Um homem bomba na entrada da cafeteria Starbucks frequentada por extrangeiros, resultando em 2 mortos e dezenas de feridos. Outros jihadistas se refugiaram no Teatro Djakarta. De um total estimado em 14 jihadistas, apenas 3 foram presos (BBC). (jan. 2016)

Indonésia: lista de alguns outros atentados anteriores

A lista não é completa, pois não inclue os atentados contra igrejas cristãs e templos hindús e budistas.
  • Julho 2009: Sete pessoas morreram e dezenas ficaram feridas quando dois mujahadin suicidas se explodiram dentro dos hotéis Marriott e Ritz Carlton, em Jacarta (fonte). 
  • Outubro 2005: Ataques suicidas em Bali deixam 20 mortos, incluindo os bombardeiros (fonte)
  • Setembro 2004: Bomba fora embaixada australiana em Jacarta mata pelo menos nove pessoas (fonte)
  • Agosto 2003: Bomba em Jakarta Marriott Hotel mata 12 e fere 150 pessoas (fonte)
  • Outubro 2002: atentados de Bali matam 202, incluindo 88 australianos (fonte)
  • 24 dezembro de 2000 - na véspera de Natal, uma série de explosões varreram a Indonésia. Elas faziam parte de ataques terroristas alta escala  da Al-Qaeda e Jemaah Islamiyah. Os ataques envolveram uma série de atentados à bomba contra 24 igrejas em Jacarta,Pekanbaru, Medan, Bandung, Batam Island, Mojokerto, e Sukabumi, resultando na morte de 19 pessoas e ferindo outras 120 (fontefonte). 
PS. Todos os 36 jihadistas que participaram dos atentados em Bali, que não foram sentenciados à morte, foram postos em liberdade em 2014 (Daily Telegraph).





terça-feira, 25 de novembro de 2014

Mesquita na Universidade Federal do Espírito Santo


José Atento
A islamização acontece uma concessão de cada vez. É preciso olhar o que acontece na Europa para ver as consequências da islamização. É ingenuidade acharmos que o mesmo que ocorre na Europa não vai acontecer no Brasil. Na Europa, veja os bairros islâmicos onde nem a polícia tem a coragem de entrar, e onde a lei islâmica é aplicada mesmo que por debaixo dos panos, o discurso de ódio contra tudo o que for considerado não-islâmico por parte dos promotores da Sharia, enquanto que os nativos europeus que têm a coragem de se manifestarem em favor da sua civilização e cultura são ameaçados, processados, presos ou têm que se esconder para não serem mortos. O governo europeu passando legislação criminalizando crítica ao islamismo. Cortes islâmicas em funcionamento na Grã-Bretanha, aplicando uma lei que contraria os princípios constitucionais milenares do Reino Unido. Estupro de mulheres européias por gangues de asiáticos (como a imprensa chama os muçulmanos para evitar que eles sejam "estigmatizados") enquanto que estes crimes não são investigados porque a polícia tem medo de ser acusada de islamofobia. E a radicalização islâmica, com "guerreiros sagrados" sendo produzidos em solo europeu. 
É isso que queremos no Brasil? Você acha que vai ser diferente aqui? Você acha que se formos bonzinhos e tolerantes vai ser diferente? Muitos europeus também pensavam deste jeito, e veja o resultado. Para os islamistas, um conceção é sinal de vitória, e de fraqueza da nossa parte, e alimenta mais exigências. É preciso dizer NÃO, mesmo sob o risco de ser chamado de racista e islamófobo.
Se alguém te chamar de racista ou islamófobo por resistir à islamização, considere isso um elogio. 
Outro dia foi noticiado que uma universidade canadense construir dois lava-pés para que muçulmanos possam lavar os pés antes das 5 orações diárias. Estas duas peças custaram 35 mil dólares canadenses, o que corresponde a quase 80 mil reais no câmbio de hoje, tudo pago pela universidade (Metro). A pergunta que tem sido feita por parte da comunidade é porque este privilégio foi condedido aos muçulmanos, e apenas aos muçulmanos? Não existe pia com água benta para os católicos, ou estátua de buda para os budistas, você entende a idéia, não é? A notícia diz que houve pressão por parte da associação de estudantes muçulmanos pela instalação destes lava-pés. Agora, imagina se a associação de alunos protestantes fizessem um pedido semelhante, você acha que a universidade daria ouvidos a eles?

Mas, espera ái, José, isso nunca vai acontecer no Brasil. Não vai acontecer? Há! Tolinho!

Muçulmanos ganham primeira mesquita no Espírito Santo

Patrik Camporez, do jornal A Gazeta, publicado no G1
Um canto agudo ecoa pelos corredores do Centro de Vivência da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Dois estudantes se aproximam e, na pequena capela do Centro, se deparam com uma cena atípica para o dia a dia do capixaba: seguidores do islã ajoelhados, curvados em direção a Meca – cidade sagrada pelos   muçulmanos  – e orando em língua árabe.
É que, há pouco mais de um mês, um grupo de   muçulmanos  fundou ali a primeira mesquita (templo muçulmano) do estado. Eles se reúnem no local todas as sextas-feiras, e têm atraído jovens universitários curiosos pela cultura árabe, além de membros de outras religiões.
Antes de conseguir o espaço na Ufes, o grupo se reunia em casas de amigos e em parques da Capital para fazer as orações. Apesar de o último censo do IBGE apontar que no estado apenas 76 pessoas se autodeclaram muçulmanas, o professor Hadi A. Khalifa, um dos fundadores do templo, acredita que esse número pode aumentar.
Lutar pela propagação do islão, e da lei islâmica, é a prioridade número um de qualquer muçulmano devoto. E com a UFES ajudando fica mais fácil.
“Não precisa ser muçulmano para participar dos cultos. A Ufes abriu esse espaço pra gente participar da construção do cenário religioso do estado. Não tem restrição de raça, cor, origem. Podem participar estudiosos, jornalistas e demais interessados por conhecer a cultura árabe e islâmica”, afirma o professor de Engenharia Eletrônica Khalifa, que é natural da Líbia, mas mudou-se para o Brasil há mais de 25 anos e, há três anos, reside em Cariacica.
Isso não é verdade. É preciso ser muçulmano para participar. Mas, como o objetivo é o de cooptar mais adeptos para a ideologia, vale tudo. Isso se chama taquia.
No grupo que se reúne na Ufes, mulheres acabam se destacando pelo uso de roupas mais comportadas, que cobrem braços, pernas e pescoço, além do véu. Os homens deixam a barca crescer, e passam a usar tarbush, um pequeno chapéu de feltro ou pano. No entanto, não é necessário o uso de vestimentas específicas para participar dos sermões.
Não nos esqueçamos, que as mulheres ficam sempre atrás dos homens, e que quando estiverem menstruadas elas não podem rezar.
Dentro da Ufes, a ideia do grupo é facilitar para que interessados em conhecer o islã tenham à religião , venham elas se tornarem muçulmanas ou não. “O espaço por enquanto é improvisado, mas a ideia é ter um tempo próprio”, avalia Thiago. Para tornar a religião mais acessível, o sermão na Ufes é feito parte em árabe e parte em português.
Quer dizer que a UFES virou plataforma para a evangelização islâmica? Outros grupos religiosos têm o mesmo apoio?

Quanto ao sermão, na maior parte das mesquitas do mundo os sermões são feitos na lingua local, pois a maioria dos muçulmanos não fala árabe. (Este detalhe é importante, porque é comum muçulmanos ou apologistas dizerem que o Alcorão só pode ser lido em árabe, o que significa que a maioria dos muçulmanos está na mão dos "ditadores do islão")
Com o funcionamento da mesquita na Ufes, a Comunidade Muçulmana Capixaba pretende realizar o mapeamento de todos os seguidores do islã que residem no estado.
Além de Vitória, há registro de muçulmanos morando em São Mateus, Guarapari, Vila Velha e Cariacica. Eles são universitários, funcionários públicos ou privados, e profissionais liberais, alguns oriundos de outros países, como Egito, Marrocos, Iraque, Síria e Palestina.
“Esse lugar é um marco histórico para a gente começar a se reunir. Com a ajuda de Alá, queremos divulgar nossa cultura para todo o estado. A gente vem para enriquecer a diversidade”, diz Hadi A. Khalifa.
"Enriquecer a diversidade."  Interessante. Muçulmanos (e apologistas) dizem isso mesmo, usam estes jargões tais como "diversidade" ou "multiculturalismo", enquanto tentam esconder o fato do islamismo ser 100% anti-diversidade e mono-cultural. Em todos os lugares onde o islamismo se instalou a cultura nativa morreu (ler mais em Aniquilador de Civilizações). A lei islâmica é muito específica em como tornar a vida dos não-muçulmanos em um tormento eterno. "Enriquecer a diversidade" aqui significa penetrar, se tornar maioria, e depois adeus diversidade e multiculturalismo.

Sob o islão, nos dias de hoje, ocorre a maior perseguição religiosa da história, seja perseguição de cristãos ou perseguição a outras religiões. Essa é a cultura islâmica que precisa ser divulgada!
De acordo com Thiago Queiroz, a Comunidade Muçulmana Capixaba também recebe seguidores do islã de diversas partes do mundo, além de recepcionar estudantes intercambistas e trabalhadores de multinacionais oriundos de países islâmicos.
Isso é um fato, bem como um número crescente de imigrantes, e ajuda financeira de diversos países islâmicos.

Se eu fosse aluno da UFES, eu iria exigir o mesmo tratamento, quer seja para grupos de outras religiões bem como para grupos ateus e agnósticos. Do contrário, é discriminação e favorecimento.

E se a UFES reclamar dizendo que ela é uma entidade laica, então ela vai ter que fechar a mesquita.





domingo, 23 de novembro de 2014

Taquia, Taqiyya (muda'rat): mentir é permitido se ajudar a propagar o islamismo


José Atento

Texto adaptado em parte de The Religion of Peace.
Um dos conceitos mais chocantes do islão é o de ser permitido mentir se a mentira ajudar a propagação do islão e da lei islâmica (Sharia). 
Nós tratamos dele em um artigo anterior e exemplos tem sido compilados. Neste artigo  apresentamos a base da taqiyya oriunda das escrituras islâmicas e o que a lei islâmica diz a respeito. 
Eu sei que é chocante mesmo pensar que um muçulmano pode estar nos enganando, mas o fato é que mentir para os não-muçulmanos não é motivo para um muçulmano temer o inferno. Ele pode mentir e ainda aguardar pelas suas 72 virgens depois da morte sem remorsos.  
Atualização: eu acrescentei a definição de outras formas de "enganação sagrada islâmica" no final do artigo.
Os muçulmanos podem mentir?

Resposta:
Os doutores do islão ensinam que os muçulmanos devem, em geral, serem verdadeiros uns para com os outros, exceto quando o propósito da mentira for o de “amaciar as diferenças.”

Existem duas formas de mentir para os não-muçulmanos (kufar) que são permitidas sob certas circunstâncias. Elas são chamadas de taqiyya e kitman. Essas circunstâncias são aquelas que avancem a causa do islão, em alguns casos para ganhar a confianca dos não-muçulmanos de modo a expor as suas vulnerabilidades e, deste modo,  derrotá-los mais facilmente.

Os muçulmanos estão autorizados a mentir para os não-muçulmanos a fim de derrotá-los. As duas formas são:

Taqiyya  (muda'rat) - dizer algo que não é verdade.

Kitman - mentira por omissão. Um exemplo seria quando apologistas muçulmanos citam apenas um fragmento do verso 5:32 (se alguém mata "seria como se tivesse matado toda a humanidade"), deixando de mencionar que o restante do versículo (e no próximo) ordena o assassinato em casos indefinidos de "corrupção" e "mal comportamento".

O que diz o Alcorão

Alcorão (16: 106) - Estabelece que há circunstâncias que podem "obrigar" um muçulmano para dizer uma mentira.

Alcorão (3:28) - Este versículo diz para muçulmanos não tomarem aqueles fora da fé islâmica como amigos, a menos que seja para "que eles se protejam."

Alcorão (9: 3) - "... Alá e Seu Mensageiro estão livres de responsabilidade para com os idólatras ..." A dissolução dos juramentos com os pagãos que permaneceram em Meca após a sua captura. Os pagãos de Meca não fizeram nada de errado, mas foram expulsos de qualquer maneira.

Alcorão (40:28) - Um homem é apresentado como um crente, mas que deve "esconder sua fé" entre aqueles que não são crentes.

Alcorão (2: 225) - "Alá não vai chamá-los para explicar leviandade em seus juramentos, mas irá julgá-lo pela intenção em seus corações." O contexto dessa observação é o casamento, o que explica por que a Sharia permite aos cônjuges mentirem uns para o outro para um bem maior.

Alcorão (66: 2) - "Alá já ordenou para você, (ó homens), a dissolução de seus juramentos."

Alcorão (3:54) - "E eles (os descrentes) planejaram, e Alá planejou (contra eles): e Alá é o melhor dos planejadores." A palavra árabe usada aqui para o planejar (ou tramar) é makara, que significa literalmente 'enganar'. Se Alá é extremamente enganador para com os incrédulos, então há pouca base para negar que os muçulmanos estão autorizados a fazerem o mesmo. (Veja também 8:30 e 10:21)

Citações do Hadice (Hadith) 

Bukhari (52: 269) - "O Profeta disse:" A guerra é enganar os outros. "O contexto deste hadice é considerado como sendo para o assassinato de Usayr ibn Zarim, e seus trinta homens desarmados, pelos homens de Maomé após ele ter "garantido" a eles uma passagem segura.

Bukhari (49: 857) - "Aquele que faz a paz entre as pessoas inventando boas informações ou dizer coisas boas, não é um mentiroso." Mentir é permitido quando o fim justifica os meios.

Bukhari (84: 64-65) - Falando de uma posição de poder na época, Ali confirma que a mentira é permitida a fim de enganar um "inimigo".

Muslim (32: 6303) - "... ele não ouviu que a isenção foi concedida em nada o que as pessoas falam como mentira, mas em três casos: na batalha, para trazer a reconciliação entre as pessoas, e as palavras do marido para sua esposa, e as palavras de uma esposa para seu marido (de forma distorcida, a fim de trazer a reconciliação entre eles)".

Bukhari (50: 369) - narra o assassinato de um poeta, Ka'b bin al-Ashraf, por insistência de Maomé. Os homens que se voluntariaram para o assassinato usaram desonestidade para ganhar a confiança de Ka'b, fingindo que tinham se voltado contra Maomé. Com isso, eles chamaram a vítima para fora de sua fortaleza, ao que ele foi brutalmente abatido apesar de ter lutado ferozmente por sua vida.

Da Lei Islâmica:

Reliance do Traveler (p 746-8,2.) -. "A fala é um meio para alcançar os objetivos  Se um objetivo louvável for alcançável através de tanto dizer a verdade ou mentir, é ilegal mentir, porque não há necessidade para isso. Quando for possível alcançar tal objetivo mentindo-se mas não dizendo a verdade, é permitido mentir se atingir a meta for permitido (N: ou seja, quando o propósito da mentira for para contornar alguém que esteja impedindo alguém de fazer algo permitido ), e é obrigatória a mentir se o objetivo for obrigatório ... é uma precaução religiosamente em todos os casos empregar palavras que dêm uma impressão enganosa ...

"Deve-se comparar as conseqüências ruins decorrentes de se mentir e de se dizer a verdade, e se as conseqüências de dizer a verdade são mais prejudiciais, tem-se o direito de mentir. "

Mas, Maomé fez isso?

Sim. Por exemplo, Maomé ludibriou Meca ao assinar uma trégua de 10 anos, quebrando-a após 2 anos quando já tinha conseguido um exército grande o suficiente para conquistar Meca. Algumas das pessoas de meca que confiaram em Maomé foram executadas.

Maomé usou de mentirar ao enganar o poeta Ka'b bin al-Ashraf (descrito acima) bem como Usayr ibn Zarim, um exilado da tribo dos Banu Nadir, que haviam sido expulsos de Medina por Maomé (descrito abaixo).

Na época, Usayr ibn Zarim estava tentando reunir uma força armada contra os muçulmanos, de entre uma tribo aliada ao Coraixitas (guerra contra o qual Maomé já havia declarado). "Emissários" de Maomé foram para ibn Zarim e o convenceram a deixar o seu porto seguro, sob o pretexto de se encontrar com o profeta do Islã em Medina para discutir a paz. Uma vez vulnerável, o líder e seus trinta companheiros foram massacrados pelos muçulmanos com facilidade, desmentindo a promessa de que eles estavam em sua maioria desarmados, tendo sido dada uma garantia de passagem segura (Ibn Ishaq 981).

Tal era a reputação dos muçulmanos por mentir e depois matar que mesmo aqueles que o "aceitaram o islão" não se sentiam totalmente seguros. O destino da Jadhima é evidência dramática para isto. Quando muçulmanos "missionários" se aproximaram de sua tribo um dos membros insistiu que eles iriam ser abatidos, mesmo aqueles que já tinham se "convertido" ao islamismo para evitar apenas como um desaparecimento. No entanto, os outros estavam convencidos de que eles poderiam confiar na promessa do líder muçulmano que eles não poderiam ser prejudicados se eles simplesmente não oferecessem resistência. (Depois de convencer o cético a depor armas, os homens desarmados da tribo foram rapidamente amarrado e decapitados - Ibn Ishaq 834 e 837).

O Alcorão diz em vários lugares que Alá é o melhor na arte de enganar as pessoas. Uma nota interessante é o versículo 7:99, que diz que as únicas pessoas têm certeza do que Alá irá fazer com elas são aquelas que perecerão no inferno. Tomada literalmente, esta passagem significaria que os muçulmanos que arrogantemente assumem que eles vão entrar no céu, poderão ter uma surpresa desagradável (estes são os perigos de se adorar um enganador todo-poderoso).

A quase ausência de versículos do Alcorão e Hadith que incentivem que a verdade de ser dita é algo surpreendente, dado que muitos muçulmanos estejam convencidos de que sua religião ensina honestidade. Na verdade, é por causa dessa crença arraigada, que muitos muçulmanos sejam ainda bastante honestos. Quando a mentira é abordada no Alcorão, é quase sempre em referência a "mentiras contra Alá" - referindo-se aos judeus e cristãos que rejeitaram a alegação de que Maomé era um profeta.

Finalmente, as circunstâncias em que Maomé permitiu um crente a mentir para um não-cônjuge são limitadas àquelas que fazer avançar a causa do Islã ou habilitam um muçulmano a evitar danos ao seu bem-estar (e provavelmente, o bem-estar de outros muçulmanos também) . Embora este deve ser mantido muito em conta quando se trata de assuntos de segurança global, tais como as intenções nucleares do Irã, ou os interesses reais daqueles que estão financiando a islamização do Brasi, isso não é motivo para se supor que todo o muçulmano que você pessoalmente encontrar na rua ou no local de trabalho seja menos honesto do que qualquer outra pessoa.

Contudo, se ele for um bom muçulmano, você sabe que ele deseja a implantação da lei islâmica (Sharia), mesmo que ele diga o contrário.

Outras formas permitidas de enganar o káfir (não-muçulmano)

Além da taqiyya (muda'rat) e kitman, existem outras formas permitidas pelo islão no tocante a mentira. Elas são:

Tawriya – enganar o kafir sendo ambíguo.

Taysir – enganar o kafir ao mostrar uma certa flexibilidade e não observar todos os princípios da Sharia.

Darura – enganar por necessidade, ou seja, fazendo algo que seja "Haram" (proibido)

Muruna – a suspensão temporária da Sharia, permitindo que imigrantes muçulmanos pareçam "moderados". Então, através do princípio da Hégira (imigração muçulmana), os primeiros muçulmanos são como uma espécie de Cavalo de Tróia. A comunidade Kafir (Não-muçulmana) fica com a falsa impressão de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tem ganhado força.

Atualização
Assista a este vídeo do Dr. Bill Warner, do Centro de Estudos do Islão Político, sobre a taqiyya:



sábado, 22 de novembro de 2014

Novo livro reacende a discussão sobre as origens do islão


José Atento
Robert Spencer, de Jihadwatch, escreveu uma revisão sobre o livro Christmas in the Koran (Natal no Alcorão), escrito por Ibn Warraq. Este livro reacende a discussão sobre as origens do islão, que não surgiu pronto e feito por Maomé, como os islamistas e apologistas tentam nos convencer, mas foi construído durante décadas como uma religião que pudesse ser usada para unir o império árabe em expansão, e que fosse diferente do judaismo e do cristianismo. 
 "Natal no Alcorão": mais um desafio para a narrativa comum sobre as origens do islão

Robert Spencer

Ao contrário do que a confiança dos estudiosos que defendem a versão de que o Islã nasceu e cresceu "em plena luz da história" (para emprestar a infeliz e incorreta a frase de Ernest Renan sobre a vida de Maomé), há uma grande parte obscura e duvidosa sobre as origens da mais controversa das religiões. Em uma série de livros inovadores, Ibn Warraq tem realizado um serviço extraordinário, reunindo as investigações históricas anteriores de estudiosos pioneiros sobre os primórdios, estranhos e sangrentos, da religião de paz, e emparelhando-os com pesquisas recentes - iluminando a continuidade e o avanço dos estudos sobre o Alcorão original, o Maomé histórico, e assuntos relacionados. A mais importante dessas coleções pode ser a mais recente: Natal no Alcorão.

Natal no Alcorão, oferece, muitas vezes pela primeira vez em Inglês, pesquisas do estudioso pioneiro Christoph Luxenberg e outros sobre o substrato siríaco subjacente ao texto árabe do Alcorão, e como substrato que pode iluminar não apenas passagens obscuras do texto do Alcorão, mas as origens obscuras do próprio Islã. E não somente passagens obscuras: este método também lança luz nova, e muitas vezes surpreendente, em seções do Alcorão que parecem ser perfeitamente claras em árabe, mas que, quando visto através do prisma siríaco, revelam-se como tendo um significado parcial ou completamente diferente daquele aceito.

A maioria dos ensaios reunidos são pelos estudiosos contemporâneos, mas alguns são bastante antigos (embora até então não tão fáceis de encontrar), como o livro de Adolf von Harnack "Islã". Foi inteleignete da parted de Ibn Warraq incluir esse material antigo, uma vez que lança luz sobre os antecedentes acadêmicos do trabalho do Alcorão revisionistas de hoje.

O mais extraordinário das muitas hipóteses notáveis apresentadas nesta coleção são as muitas indicações de que o Alcorão era originalmente um texto cristão, provavelmente um lecionário, em que se faz referência ao Natal, a Eucaristia, e outros elementos da tradição cristã - referências que no Alcorão árabe são ambíguas e obscuras, ou cobertas com interpretações islâmicas que obliteram seu caráter cristão.

Em um ensaio, Luxenberg ainda explica que as "cartas misteriosas" que começam muitos capítulos do Alcorão, sobre o qual a tradição islâmica diz que "só Alá sabe o que querem dizer," são referências a Salmos e de outros textos cristãos para uso litúrgico. Em outro, Philippe Gignoux explica que as origens da shahada não são encontrados na tradição islâmica, muito menos em um profeta que lhes foi dada como um compêndio de sua mensagem para o mundo, mas no cristianismo nestoriano.

Na própria introdução de Ibn Warraq ao trabalho de Luxenberg, ele responde de forma brilhante para muitos dos comentários negativos e depreciativos de estudiosos antes de Luxenberg. A impressão geral inevitável que se tem desses estudiosos tradicionais é que eles se sentem (lembrando de Thomas Kuhn em A Estrutura das Revoluções Científicas) seriamente ameaçada por desafios aos seus paradigmas orientadores, e determinados a preservar esses paradigmas até mesmo ao ponto de irracionalidade. Eles, portanto, geralmente não querem se envolver honestamente com os teóricos que apresentam esses desafios, e simplesmente tentam minimizar a importância do trabalho.

Mas o Natal no Alcorão demonstra que estes desafios não são tão facilmente descartáveis, e que todo o edifício do estudo contemporâneo sobre o Alcorão e Maomé, construído sobre uma aceitação acrítica da história sagrada islâmica, está em perigo iminente de colapso completo. Estes ensaios fornecem reforço para o caso de que o texto do Alcorão não veio de Maomé, mas foi compilado a partir de fontes existentes, em sua maioria cristãs, que foram drasticamente editadas e reinterpretadas a fim de proporcionarem uma escritura e uma teologia para a nova religião do Islã. Essa nova religião, é evidente na leitura do Natal no Alcorão, não brotou com as declarações de um novo profeta, mas foi desenvolvida por um número de pessoas ao longo de um período de décadas, baseada em tradições anteriores.

Os ensaios são muitas vezes bastante técnicos, e alguns podem parecer difícil ao não-especialista; como um todo, no entanto, eles são acessíveis (e, na verdade, fascinantes). Natal no Alorão representa um avanço significativo no estudo de como o Islã veio a ser, e de onde ele veio. Numa época em que até mesmo os motivos e objetivos declarados dos terroristas da jihad estão fora dos limites para discussão no discurso público principal, este livro não é apenas uma contribuição importante para o estudo do Alcorão; é também uma obra de coragem - uma dívida de gratidão que as pessoas livres devem a Ibn Warraq.


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Sam Harris explica o porquê dele não criticar (muito) Israel


José Atento

(leia o texto e assista o vídeo, vale a pena)

Sam Harris é um ateu intelectual, daqueles da estirpe de um Christopher Hitchens, que são inteligentíssimos e questionam tudo, e, claro, religiões, bem como o próprio ateísmo. Pessoas como eles permitem que uma discussão aconteça em um nível intelectual elevado. Existem, é claro, religiosos do mesmo quilate. E é extremamente gratificante e desafiador de um ponto-de-vista intelectual ouvi-los, ler seus textos, assitir debates que eles participem. A questao aqui não é concordar com tudo o que eles dizem, mas sim, em saborear a lógica dos argumentos.

Além disso, é também uma questão de festejar a liberdade de ser livre de pensar e se expressar. Curiosamente, o único grupo que ameaçou tanto Hitchens quanto Harris foram grupos islâmicos.
Recentmente (27 de julho) Sam Harris fez um podcast explicando a sua posição no conflito entre israelenses e palestinos, posição esta que o leva a ser alvo de críticas da Esquerda.

No que me toque, eu concordo muito com o que ele diz. E, claro, aprecio a sua lógica.

http://www.samharris.org/blog/item/why-dont-i-criticize-israel

ok



sábado, 8 de novembro de 2014

Emirados Árabes Unidos financia a islamização do Brasil


Não existe a menor condição que um grupo irrisóriamente minoritário cresça a não ser por inflências externas. E é exatamente isso que está acontecendo com o islamismo no Brasil. Tem existido um investimento maciço por parte de governos e entidades extrangeiras que estão promovendo a propaganda islâmica, junto a políticos e governantes, e junto à porção da sociedade mais carente e mais fácil de ser ludibriada. 
O vídeo abaixo mostra a "ação social" promovida pela Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMBRAS), entidade cujo objetivo é o de divulgar o islão e o de suprir as necessidades da comunidade muçulmana no Brasil. O vídeo mostra uma "ação comunitária" na Vila de Santa Catarina, região sul da cidade de São Paulo. Como esta "ação" é dedicada a uma população que não é muçulmana, conclui-se que ela acontece com o intuito de divulgar o islão, ao se apresentar como algo "caridoso." 

O próprio vídeo (cujo título é "islão solidário") mostra cartazes sendo distribuídos para a população com os dizeres "Islam é Vida", "Islam é Paz",  "Islam é Confraternização" e "Islam é Amor." Esta é a "ação social" islâmica,  feita para angariar simpatias e novos adeptos.  


A "população carente" da Vila de Santa Catarina mostra os cartazes que lhes foram dados pelos organizadores da "ação social"

Segundo o vídeo, as organizações que promoveram este evento foram o governo dos Emirados Árabes Unidos e a Crescente Vermelha, usando a experiência do Colégio 24 de Março, que já organizou campanhas de atendimento semelhantes anteriormente.  

O governo dos Emirados Árabes Unidos atuando no Brasil? Distribuindo cartazes dizendo "Islam é Amor"? Pergunta: o governo brasileiro teria permissão de promover atendimento aos trabalhadores extrangeiros sujeitos a condições de trabalho semi-escravo nos EAU, empunhando cartazes dizendo "Cristianismo é Amor"? A resposta a esta pergunta tem "4 sílabas": ene, á, ó, til. 

Se vocês quiserem conhecer o verdadeiro islão, vejam o que acontece nos "paraísos islâmicos", porque é lá onde a lei islâmica é aplicada. 

E o que a Crescente Vermelha (dos Emirados Árabes Unidos) está fazendo no Brasil, quando nós temos a Cruz Vermelha? Vamos rever o que é a Crescente Vermelha, como um exemplo do nível de intolerância que existe no islamismo. No final do século dezenove, começaram a surgir entidades voltadas ao atendimento de feridos durante as guerras, no que culminou na criação do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, que agregava as organizações Cruz Vermelha de diversos países. A ação se tornou global. Nos anos 1960 houve uma reação contrária ao emprego da "odiosa cruz" como um símbolo de paz e neutralidade por parte dos recém-criados países de maioria islâmicas, o que os levou a usarem a crescente islâmica, dái surgindo a Crescente Vermelha. Esse fenômeno é 100% islâmico. Todos os demais países, independente de serem budistas, hindus, ou comunistas, têm as suas Cruz Vermelha próprias. De modo que hoje existe o Comitê Internacional da Cruz Vermelha e da Crescente Vermelha. Mas nenhum país vê a cruz, neste contexto, como um símbolo religiosos, apenas os muçulmanos. 


Cruz Vermelha ao redor do mundo

A Crescente Vermelha, só para os muçulmanos


A FAMBRAS não esconde que recebe apoio extrangeiro. Este apoio internacional é estampado no site da FAMBRAS, que afirma ter construído 37 mesquitas no Brasil, com o apoio das embaixadas dos países islâmicos, visando fortalecer a prática do islão, incentivando novas conversões e desenvolvendo a cultura islâmica no território nacional.

Agora, me responda a seguinte pergunta. Qual é o "padrão cultural" que une muçulmanos da Indonésia, do Irã, da Arábia Saudita, da Inglaterra e da Suécia? São os "padrões culturais" contidos na lei islâmica (Sharia). São estes "padrões culturais" que a FAMBRAS busca desenvolver no território nacional. Ou seja, islamizar o Brasil.

O vídeo é, claro, pura propaganda. Ele mostra mulheres portando o simbolo da Crescente Vermelha, como se fossem enfermeiras, sem fazer nada, apenas distribuindo panfletos, enquanto que as alunas do Colégio 24 de Março fazem todo o trabalho. E o vídeo mostra também o depoimento de um médico (no minuto 2:47) dizendo que os 18 exames que foram disponibilizados constituem-se um serviço inédito no Brasil. Esses exames incluem pressão arterial, exame de vista, exame de tipo sanguíneo, hepatite C, e exame de câncer de mama. Quer dizer então, doutor, que graças à generosidade do governo dos Emirados Árabes Unidos, da Crescente Vermelha e da Fambras, os brasileiros finalmente podem medir a pressão arterial e fazer exame de vista?

Outra coisa que, sinceramente, me revoltou no vídeo, foi deles terem usado a população que eles dizem estarem ajudando como peça de propaganda. A população teve que fazer uma fila dentro de um galpão para ganhar presentes (minuto 3:30). Parecia o estereótipo que se faz dos colonizadores europeus dando bugigangas para os índios nús. Só que desta vez, o estereótipo era real! Eram as melhores pessoas (como o Alcorão se refere aos muçulmanos) dando as bugigangas para os nativos infiéis.

Aviso. A população brasileira não precisa de uma campanha de um dia para resolver os seus problemas de saúde. Montar uma barraquinha por um dia, fazer um exame, e depois ir embora e nunca mais voltar não resolve nada. Serve apenas como PEÇA DE PROPAGANDA. E este é o caso desta "ação comunitária", que aparenta ter a intenção de querer passar uma imagem fantasiosa, sanitizada e água-com-açucar do islamismo.

Repito: para conhecer o verdadeiro islão basta olhar como os não-muçulmanos (incluindo aí os ex-muçulmanos) são tratados nos "paraísos islâmicos."

Se o governo dos Emirados Árabes Unidos estivesse realmente interessado em fazer o bem, ao invés de fazer uma campanha mequetrefe de um dia, ele iria financiar um hospital por várias décadas. Isso sim seria uma ação efetiva e eficiente. Mas ajudar os infíéis neste nível seria ir contra o Alcorão?

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Cardeal de São Paulo e Rabino paulista caem no engodo do diálogo inter-religioso


José Atento
Apenas existe "diálogo inter-religioso" com o islão nos países onde o islão está tentando conquistar. Nos países que ele domina, tal diálogo não existe. Ao contrário, nestes países, todas as demais religiões, bem como o ateismo, são massacrados pelas regras draconianas da lei islâmica (Sharia) ao ponto de levar à extinção tudo aquilo que não for islâmico. 
Ao promoverem o diálogo inter-religioso, ou seja, legitimarem o islamismo no Brasil, o cardeal de São Paulo, Dom Odilo Scherer, e o rabino Michel Schlensinger, estão traindo os seus rebanhos e a religião que dizem defender. 
Ao participatem deste engodo, o cardeal e o rabino desonram as vítimas do islamismo, sejam cristãos ou judeus. 
O site da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil, FAMBRAS, traz a notícia do encontro inter-religioso promovido juntamente com a arquidiocese de São Paulo e com a Congregação Israelita Paulista, na data da independência do Brasil, dia 7 de setembro, na Catedral da Sé, no centro de São Paulo, "para rezar pela paz no mundo e celebrar o aniversário de independência do Brasil." Lideraram este encontro o cardeal de São Paulo, Dom Odilo Scherer, e o rabino Michel Schlensinger, e o Xeique Houssam Al Boustani.

É bom lembrar que Dom Odilo Scherer teve seu nome nas manchetes dos jornais do mundo no início deste ano, por ter sido afastado da comissão que supervisiona o Banco do Vaticano, dentro do esforço do Papa Francisco em "limpar a casa" (O Globo). Já o rabino, participou da Décima Conferência do Diálogo Inter-Religioso, promovida no Qatar (CIP). Esta conferência tem sido famosa pelos rompantes de anti-semitismo (por exemplo, ver vídeo), a tal ponto de clérigos islâmicos se recusarem a participar dela como protesto contra a presença de judeus (Doha News), ação esta que se constitui em um bom um exemplo do diálogo inter-religioso padrão islâmico.


O site da FAMBRAS diz:
O encontro teve como tema: “Em nome de Deus, juntos pela Paz: cristãos, judeus e muçulmanos”. Além da celebração na Sé, os presentes fizeram uma caminhada pelo centro da cidade, até o Páteo do Colégio, carregando uma grande faixa branca simbolizando a Paz entre as religiões.
O Páteo do Colégio é o local onde foi realizada a primeira missa da cidade, e onde se encontra a cripta de José de Anchieta.

Os 3 líderes assinaram uma declaração pela paz, repudiando o uso do nome de Deus para quaisquer ato de violência.

Dom Odilo Scherer disse:
“É um evento interessante para reafirmar nosso desejo (cristãos, muçulmanos e judeus), de buscar, conviver e promover a paz na sociedade. Também expressamos uma clara desaprovação do uso indevido da religião para promover a violência ou como instrumentalização ideológica, política em função de outros fins. A religião é pra promover a glória de Deus e a vida do homem, jamais a morte e a violência, a destruição, a guerra, portanto, em nome de Deus: Paz.” 
Eu concordo que Jesus Cristo pensava deste modo, mas Maomé pensava um pouco diferente.

O rabino Michel Schlesinger disse que judeus e muçulmanos não são inimigos, e que as motivações dos conflitos são políticas, o rabino reiterou a importância da consolidação da paz.
“Eu penso que o silêncio é bom somente para os fanáticos. Religiosos moderados de todas as religiões devem fazer esforços para reiteradamente falar da paz, sobre o caminho do diálogo, da compreensão, do respeito, como aconteceu hoje. Judeus, Muçulmanos e cristãos nunca foram inimigos. Foi um dia importante e emocionante para a consolidação da paz que existe aqui no Brasil” declarou o rabino.
O cardeal e o rabino ressaltam a paz. O que o Xeique pensa?
O Sheikh Houssam Al Boustani exaltou a importância do evento. “É uma iniciativa importante para o povo brasileiro. Vamos transmitir essa iniciativa para o oriente médio em qualquer zona de conflito. Precisamos viver e construir a paz. Com esse evento desmascaramos que os motivos dos conflitos sejam religiosos. Aqui, vimos lado a lado, líderes muçulmanos, cristãos e judeus juntos, falando a mesma linguagem. Queremos mostrar que os que usam as religiões para promover conflitos são falsos, e as religiões não tem nada há ver com isso”.
"Uma iniciativa importante para o povo brasileiro"? Eu acho que o povo brasileiro não está nem aí para esta iniciativa. Importante porque? Será que o Xeique se refere a importância no sentido de que iniciativas como estas abrem as portas para a islamização? Eu acho que é isso. E do ponto-de-vista dele, isso é importante para o povo brasileiro, no sentido que ele, como um muçulmano devoto, tem como objetivo final a implementação da lei islâmica Sharia no Brasil e no mundo.

Se eu tivesse como enviar uma mensagem ao cardeal Dom Odilio Scherer, eu diria o seguinte. Cardeal, nós precisamos de religiosos cristãos que estejam dispostos a defender e propagar o Evangelho. E isso vale para os leigos também. Ser cristão não é ser "bomzinho" e falar aquilo que os outros esperam ouvir, e nem fazer ações que o façam parecer politicamente correto. Cardeal, por favor, tenha em mente o que o arcebispo de Mosul disse recentemente: "nós seremos vítimas de perseguição em breve."  
E se palavras não o comove, cardeal Scherer, que tal as lágrimas deste Bispo? Será que nem elas os comove?


E para o rabino Michel Schlesinger, bastaria lembrar o que o mundo islâmico pensa sobre os judeus, com base no Alcorão e nas tradições de Maomé.



Vamos fazer uma comparação entre as duas fotos abaixo. A primeira, foi tomada de dentro da Catedral da Sé durante o diálogo inter-religioso no Brasil, onde o altar da igreja foi oferecido ao xeique. Compare com a segunda foto, da Catedral da Santa Virgem, no Cairo, Egito, sendo queimada durante um "diálogo inter-religioso" em um país islâmico. Cardeal Dom Scherer, é isso que você está semeando.


Catedral cristã incendiada por muçulmanos, no Cairo, Egito


E para terminar, eu compartilho a screen capture do Facebook, no qual um muçulmano devoto escreve com clareza o que ele gostaria de fazer com os cristãos, e olhe a quantidade de devotos islâmicos que gostaram do que ele escreveu.

Prefeito de Guarulhos legitimiza a penetração islâmica no seu município


José Atento
Políticos pensam que estão mostrando tolerância e sendo "inclusivos" ao receberem grupos islâmicos, quando na verdade aos receberem estão dando legitimidade aos mesmos. E é exatamente isso o que os grupo islâmicos buscam neste momento. 
A região da Grande São Paulo se tornou em um dos pontos focais no esforço de islamização do Brasil. Uma das estratégias é de buscar legitimidade junto a entidades de governo, notadamente através dos políticos que nutram simpatias com causas comuns, no caso do vídeo em questão, da causa palestina.

O vídeo mostra uma delegação islâmica visitando o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida, do PT, no dia 26 de julho de 2011. Uma séria de pequenos discursos água-com-açucar por parte dos islâmicos se apresentando como paladinos da justiça social e (contadinhos) incompreendidos pela mídia que, segundo eles, os apresenta como terroristas.

Em um momento (minuto 2:05), o prefeito de Gurarulhos diz que "estamos juntos no mesmo ideal, e no mesmo compromisso." Mais tarde, o prefeito diz (minuto 6:45) "nós somos todos irmãos e temos que buscar a integração." Ele encerra dizendo "estamos juntos e tenham toda a nossa solidariedade." Ainda durante o encontro ele diz que a missão do islão é a de reduzir a pobreza e fazer o bem. Ao final, o prefeito foi agraciado com uma kafia (aquele lenço associado aos palestinos).

Eles estão comendo a sociedade brasileira pelas beiradas e na surdina. E elementos da nossa sociedade os apoiam, visando lucro ou devido a uma visão ideológica míope. Não podemos ficar calados.

Lembre-se da Lei dos Números. Ela está sendo aplicada com perfeição.

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Agnus Dei: Uma obra prima de Mozart é uma blasfêmia contra o Islão.


José Atento

O vídeo mostra a ária e o coral "Agnus Dei", da Missa da Coroação de W. A. Mozart. Mozart, como vocês sabem, foi um dos maiores gênios da música de todos os tempos. O que poucos sabem é que por pouco não teria havido Mozart. Isso porque, a cidade de Viena foi sitiada pelas hordes islâmicas dos turcos-otomanos por duas vezes, em 1529 e em 1683. O fato é que se os turcos tivessem conquistado Viena, teriam imposto a lei islâmica Sharia, que, além de outras coisas, proíbe música. Ou seja, a música de Mozart não teria existido!

Além disso, a letra desta ária celebra o "Cordeiro de Deus", o que é uma afirmação da morte de Jesus Cristo na cruz, e sua consequente ressureição, como crêm os cristãos. Acontece que, do ponto de vista islâmico, isso é uma blasfêmia pois o Alcorão oferece uma narrativa alternativa na qual Jesus Cristo nunca morreu. Este fato transforma a crença básica do cristianismo (a morte e ressurreição de Jesus Cristo) em blasfêmia contra o islão!  

A letra diz: 

Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, dona nobis pacem.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz. 

Vamos então apreciar a música de Mozart!!!!

A ária e o coral "Agnus Dei" da Missa em Do Maior K317 "Coroação" de W. A. Mozart. Soprano Kathleen Battle, mezzo-soprano Trude Liese Schmidt, tenor Gosta Winberg e baixo Ferrucio Furlanetto. Orquestra Filarmonica de Viena e coral Viena Singverein sob a regência de Herbert von Karajan.

Esta gravação foi feira em 29 de junho de 1985, quando a Missa da Coroação de W. A. Mozart, foi executada na Basílica de São Pedro, em Roma, durante missa celebrada pelo Papa João Paulo II. Este foi um evento de grande importância, espiritual e artística. 





sábado, 1 de novembro de 2014

Mulheres iranianas lutam pelo direito de se vestirem como desejarem


No Irã, as mulheres querem ser livres para se vestirem do jeito que elas desejarem, mas o governo da República Islâmica não aceita isso e as reprime e ofende.
Quem irá defender o direito das mulheres de NÃO USAREM o véu islâmico nos países regidos pela Sharia? 
Existe uma enorme controvérsia com respeito ao direito de se usar o véu islâmico. Excetuando-se o niqab e a burca, que cobrem o rosto todo, constituindo-se deste modo um problema de segurança pública, quem poderia se opor ao hijab, que cobre apenas o cabelo e as orelhas?

Os 3 principais tipos de "véus islâmicos"

Até mesmo o presidente do Estados Unidos, Barack Hussein Obama, no seu “histórico” discurso na Universidade Al Azhar, em Cairo, Egito, em 4 de junho de 2009, disse que "Mais ainda, a liberdade nos Estados Unidos é indissociável da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado do nosso país, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos tem ido aos tribunais para proteger o direito das mulheres e das meninas a usarem o hijab e para punir aqueles que desejam negá-lo." 

Enfatizo o que Obama disse: “proteger o direito das mulheres e das meninas a usarem o hijab.”

A pergunta que deve ser feita imediatamente a frases como essa é: QUEM IRÁ DEFENDER O DIREITO DAS MULHERES E MENINAS A NÃO USAREM O HIJAB, bem como o niqab e a burca? 

Vejam bem, existem mulheres que são mutiladas ou mortas por não os usarem, por os usarem de alguma forma menos rigorosa, ou mesmo por expressarem o desejo de não usarem véu islâmico algum. E isso acontece nos países islâmicos (aqueles que têm provisão de que a constituição não pode contradizer a Sharia) e também ao redor do mundo, nas comunidades islâmicas (geralmente agrupadas em guetos de modo a facilitar a implementação da Sharia naquela comunidade), bem como pais e familiares que aplicam a Sharia dentro de casa. 

Eu tenho retratado alguns dos casos de meninas e mulheres sendo mutiladas ou mortas por não usarem o véu nos Direitos das Mulheres Parte 1 e Parte 2. O assunto foi também discutido no artigo Crimes de Honra: prática sem punição na lei islâmica

Mas as mulheres não desistem. Veja o exemplo das mulheres iranianas, que encontraram um modo de protestar contra a imposição do véu islâmico no país. 

Uma reportagem de "O Globo", em agosto deste ano, traz uma entrevista com Masih Alinejad, a iraniana que criou uma página no Facebook chamada My Stealth Freedom (A Minha Liberdade Secreta) mostrando (horrores) a sua cabeça descoberta (horrores). A página tem mais de meio milhão de seguidores, e nela, milhares de iranianas mostram fotografias com a sua cabeça descoberta. Segundo a personagem fictícia Alá elas são todas PROSTITUTAS. Esse é o moralismo islâmico! 


Em apenas 40 dias esta página chegou a 500 mil pessoas que a “curtiram.” Mulheres e homens, religiosos e não-religiosos, iranianos e não-iranianos, todos defendendo a liberdade de escolher o que vestir, algo tão básico, que é negado pelo islão e pela Sharia. E que esta liberdade não seja escondida.

A página virou coqueluxe mundial, ganhando destaque em diversos jornais, redes de TV, e mídia alternativa.




Esta página, é claro, revoltou o governo islâmico do Irã, que pediu aos "bons muçulmanos" ao redor do mundo que identifiquem as mulheres iranianas que vivem no exterior e que estejam mostrando as suas fotos, de modo que elas sejam punidas conforme a lei islâmica. Isso é "palavra-chave" indicando que os "bons muçulmanos podem lhes fazer mal", ou pior, que as famílias delas que vivem no Irã sejam "consultadas" com respeito ao “comportamento libertino das suas filhas” (por mostrar os cabelos) e punidas por isso. Tudo isso por mostrar o cabelo.  O governo iraniano ainda acusou a criadora da página de ser drogada e prostituta  (Reuters; Iranwire).

Ayatollah Seyyed Ahmad Khatami

O Irã mantém uma força policial dedicada a impor a Sharia sobre a população, a chamada Mutaween, a “Polícia da Virtude.” Ela é notória em fazer batidas policiais em assediar as mulheres iranianas que não se vestem do modo prescrito pelo governo islâmico (Fox). As punições variam de advertência, multa ou prisão. A polícia da virtude é uma consequência do que estabelece o Alcorão 9:71:

E (assim como) os fiéis e as fiéis, são os guardiões uns dos outros; eles recomendam o bem e proibem o mal, observam a oração e pagam a zakat, e obedecem a Alá e Seu Mensageiro; Pra eles, Alá vai mostrar misericórdia; porque Alá é Poderoso, Prudentíssimo.

“Guardiões uns dos outros” significa que a comunidade impõe os padrões da Sharia, uns vigiando os outros. Lembre-se disso. Esse é o motivo que leva os muçulmanos a se segregarem quando vivem em países onde são minorias.  

 Imagem de um documentário sobre a repressão às mulheres iranianas. O texto diz "Claro. A sua cabeça não está coberta. Por favor, rearrange o seu véu. O que você está usando é um sarafan. No código de vestimenta islâmico, isso não é aceitável, como uma cobertura (da cabeça) apropriada." 

Na página do Facebook "A Minha Liberdade Secreta", muitas mulheres tiram fotos de óculos, ou de costas, de modo a se manifestarem e criticarem a ditadura teocrática, evitando assim serem reconhecidas e punidas. Isso é o sigificado de liberdade sob o islão. Ou se obedece a lei islâmica Sharia 100% ou sofre-se as consequências, sempre dolorosas ou mortais.




Eu reproduzo abaixo alguns comentários feitos nesta página.

Liberdade não é apenas a remoção do lenço da cabeça. Tirar o lenço é apenas um sinal de objeção. Eu gostaria que tivéssemos liberdade de expressão e de pensamento, bem como a liberdade de rir. Esses deveriam ser nossos direitos; nenhuma diferença se somos homens ou mulheres.

Ás vezes estamos a fazer piadas deste tipo de lei: porque nós simplesmente não queremos acreditar o que está acontecendo conosco, mas a realidade é toda a operação e humilhação que nos é imposta por esta lei.

Eu estou esperando o dia quando todo nós sorrimos um para o outro  e nos comportarmos respeitosamente em direção ao outro, apesar de todas as diferenças de entre as nossas opiniões e crenças.

Na parede está escrito: mulher de véu = homem com problema cerebral

Mas infelizmente, o problema é muito sério, e a repressão contras as mulheres permanece. Recentemente, mulheres que “não vestiam o hijab de modo correto, foram atacadas com ácido. Isso aconteceu na cidade de Isfahan. As mulheres são atacadas quando dirigem, deixando a janela aberta." Um parlamentar enviou um pedido ao governo para aumentar a imposição do hijab, de modo a evitar que estes ataques continuem acontecendo (Al Arabiya). Ou seja, o parlamentar não está culpando quem jogou o ácido, mas sim as mulheres por não se vestirem de modo considerado por ele como decente.  

Em outro incidente, que também traduz o nível de repressão no Irã, vários jovens foram condenados a seis meses de prisão e a 91 chicotadas por dançarem a música 'Happy', do cantor americano Pharrell Williams (Extra).