quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

2015: Centenário do Genocídio Armênio, Grego e Assírio - Uma reflexão sobre o nosso futuro


José Atento

2015 é o ano do centenário do Genocídio Armeno, Grego e Assírio, pelos turcos maometanos. Um total estimado de 1,5 milhões de armenos, 900 mil gregos e 300 mil assírios, perderam as suas vidas nesta limpeza étnica, que muitos dizem, inspirou Hitler.

O mapa abaixo mostra o estágio do Império Bizantino (Império Romano do Oriente) a mil anos atrás. O centro do mapa mostra a Anatólia, região onde hoje se encontra a Turquia.  Há mil anos atrás não existia turco algum morando lá, mas gregos, armenos e assírios, que já moravam lá por milhares de anos. Era uma região 100% cristã.  Naquela época, os turcos eram todos nômades, já convertidos ao islão, em marcha da sua terra natal, nas estepes da Ásia, para o Oeste, pilhando, estuprando, escravizando tudo no seu caminho. Ou seja, sendo fiéis seguidores de Maomé.

Hoje, mil anos depois, não se encontra nenhum armeno, grego ou assírio por lá. Levou mil anos, mas os turcos conseguiram aniquilar a cultura nativa, o que se expressa pelo fato de 99,9% da população ser muçulmana. As culturas grega, armena e assíria da Anatólia foram aniquiladas.



Isso é importante ressaltar. Gregos, Armenos e Assírios foram erradicados da sua terra natal. A sua cultura natal e heranças foram exterminadas. Lembre-se disso. Eu não conheço nenhum outro exemplo onde uma população nativa tenha sido totalmente exterminada da sua terra natal por conquistadores.

Esta é a primeira reflexão deste ano que começa. O islão é monocultural, e não existe civilização alguma na história que tenha conseguido co-existir com ele. Se o islão não for reprimido, ele toma conta. Pode levar tempo, mas o resultado final é o aniquilamento da civilização nativa.

Não interessa se a conquista do novo território é violenta (como em geral tem sido ao longo da história islâmica) ou pacífica (através de imigração e alta taxa reprodutiva como nos dias de hoje), o fato é que onde o islão se instala, a cultura / civilização nativa desaparece.

Alp Arslan

Alp Arslan: o celebrado líder Turco Seljúcida e jihadista que, em uma tacada da sorte, conseguiu sobrepujar as forças armadas bizantinas próximo à cidade de Manzikert, em 1071, e inaugurar o modo de operação dos turcos para os séculos vindouros: matar cristãos e destruir suas propriedades, sem misericórdia, e com requinte de crueldade. 

Nós iremos escrever mais sobre este genocídio, que o governo turco nega até hoje.

PS. Quando algum islamista ou apologista islâmico reclamar da "expulsão dos mouriscos" da Espanha, peça para ele comparar este fato com o genocídio armeno, grego e assírio.



Nenhum comentário: