quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Casamento Temporário: A Prostituição Religiosa do Islão (mut'ah, sighe, misyar)


José Atento
Além de poder se casar com até quatro mulheres ao mesmo tempo e poder se deliciar com "escravas sexuais" (a mulher que sua mão direita possuir - geralmente mulheres infiéis), conforme o Alcorão 4:3, o homem muçulmano pode ainda usufruir de "esposas temporárias", que recebem dinheiro em troca de sexo. (Lembre-se que prostituição é a troca consciente de favores sexuais por dinheiro). Este esquema funciona através dos casamentos temporários (chamados de mut'ah, sighe ou misyar). 
A hipocrisia deste comércio é talvez o seu aspecto mais vil. É melhor uma prostituição francamente reconhecida do que casamentos falsos e religiosamente aprovados, pois enquanto que o primeiro é visto como um vício, o segundo é desfraldado como uma virtude.
Mulheres. Abram o olho. Os predadores islâmicos estão em ação. Já tem existido casos de propostas de casamentos temporários feitos para mulheres brasileiras! Queridas: não se prostituam! 
Casamento temporário

É um contrato feito entre um homem (casado ou solteiro) e uma mulher (solteira), sob a benção de um clérigo islâmico. O tempo de duração do casamento pode ser um hora, várias horas, um dia, alguns dias, sempre algo curto de modo a se caracterizar como temporário. Muito conveniente para o muçulmano que viaja (os sauditas e os iranianos são quem mais usam isso). O homem paga uma taxa (mahr), sendo que uma porção dela vai para o clérigo e outra porção para a mulher (isso nada mais é do que prostituição religiosamente aprovada, na qual o clérigo assume o papel de cafetão).

Essa prática chama-se de mut'ah (em árabe) e de sighe (no idioma persa farsi). No Egito, isso também é chamado de urfi. 

Mut'ah (متعة) é uma palavra árabe que significa, literalmente, diversão, prazer, ou gratificação.

A palavra mais comumente empregado para o casamento é nikah, que significa literalmente "relação sexual".

De modo que o casamento temporário também pode ser chamado de Nikah Mut'ah.

Base Corânica e Sharia
"Portanto, para aquelas [mulheres] com as quais você tem prazer, dê-lhes a remuneração devida" (Alcorão 4:24).
Interpretação deste verso: "Não há dúvida alguma de que a palavra, al-istimta '(= lit., para desfrutar) usada neste versículo significa casamento Mutah. O verso é de Medina, e uma parte do capítulo "As Mulheres", que foi revelado no primeiro semestre de vida do Profeta em Medina, como a maioria dos seus versos indicam; e nesse período este tipo de casamento, ou seja, Mutah, foi, sem qualquer dúvida, uma prática comum, um costume prevalente entre os muçulmanos - e as tradições aceitam por unanimidade este fato. Não faz diferença se foi ou não foi no Islã que teve origem este sistema; o que é importante é o fato de que esses casamentos estava em voga dentro da visão e da audição do Profeta; e tinha isso um nome, Mutah; nenhuma outra palavra era usada para designar esse tipo de casamento." [2]
Jabir b. 'Abdullah e Salama b. al-Akwa disse: veio até nós o proclamador do Mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) e disse: O Mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) concedeu-lhes permissão para beneficiar a si mesmos, isto é, a contrair casamento temporário com as mulheres. (Hadice de Muslim, Livro 008, Número 3426.
Existem vários outros Hadices na tradição xiíta. 
A Tradição de Maomé indica que a prática do casamento temporário existiu durante a vida de Maomé, que o teria recomendado a seus companheiros e soldados. Mais tarde, o segundo califa, Umar, o declarou como sendo ilegítimo, fato este que pode ser considerado como uma "inovação" contrária àquilo que Maomé fez. Além do mais, os xiítas não aceitam Umar como um califa legítimo, pois ele não era da família de Maomé (para os xiítas, o califa deveria ser Ali, o cunhado de Maomé).

A jurisprudência islâmica xiíta é unânime em aprovar o casamento temporário [3]. Já na jurisprudência sunita, não existe unânimidade. Por exemplo, o manual de lei islâmica 'Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik, artigo m6.12 diz que o mut'ah é legalmente inválido, defendendo o ponto-de-vista da Escola Shafí. As outras escolas sunitas são ambíguas.

Mas o fato é que existe um truque. Os sunitas usam uma outra palavra para designar o casamento temporário: misyar, ou o "casamento do viajante."

E agora, um enorme saco-de-gatos está aberto, afetando tanto os sunitas como os xiítas.

Registro de Casamentos Temporários em Teerã, Irã.

(Comentário incluído em 13 de junho de 2016: O website Islam Perguntas e Respostas discute o casamento temporário, sob o contexto da "poligamia e justiça entre as esposas") 

Desculpas apresentadas para justificar o Casamento Temporário

As desculpas para justificar o Casamento Temporário sãos as mais diversas. Em uma entrevista em sua casa em Qom, o aiatolá  Sayyid Reza Borghei Mudaris ofereceu uma lista de quem pode se beneficiar com o casamento temporário: uma viúva falida; um viúva jovem: "O Casamento Temporário atende as suas necessidades, porque se ela não o fizer, ela terá problemas psicológicos"; um homem que não tem condições econômicas para um casamento permanente; e um homem casado com problemas de relacionamento que precisa de "um tipo de medicina" fora de casa. [4]

As críticas vem de mulheres dentro do próprio mundo islâmico. Ziba Mir-Hosseini, uma antropóloga legal que escreveu um estudo do direito da família islâmica, disse "As mulheres que entram neste tipo de casamento nunca falam sobre isso. É por isso que eu chamo de um casamento socialmente defeituoso." Ela continua: "É em grande parte a prerrogativa de homens ricos e casados, e a maioria das mulheres nos casamentos temporários (sighe) são divorciadas, viúvas, ou pobres. Apenas o homem tem o direito de renovar a sighe quando o tempo do contrato expira, seja para pagar nova quantia, seja para terminá-lo cedo. Enquanto as mulheres podem ter apenas um marido de cada vez, os homens podem ter quatro esposas e esposas temporárias são permitidas em número ilimitado. Rezvan Moghadam, o diretor da organização sem fins lucrativos de saúde da mulher, coloca sem rodeios: "Os homens fazem isso por diversão. As mulheres fazem isso por dinheiro. Elas não sentem prazer com isso de modo algum." [4]

Implicação para as mulheres brasileiras

Queridas. Abram o olho. Os predadores islâmicos estão em ação. (leia o meu artigo "Mulheres brasileiras enganadas por muçulmanos através de "namoro pela internet"). Já tem existido casos de propostas de casamentos temporários para as mulheres brasileiras! Queridas: não se prostituam!

No que interessa às mulheres infiéis, a escola xiíta diz que as mulheres infiéis só podem se casar com um muçulmano através de um contrato de casamento temporário:
Um homem muçulmano xiíta pode se casar [...] com uma mulher judia ou cristã apenas em um contrato de mut'ah.
Os sunitas não dizem nada. Apenas agem.

Sala de Chat para se arrumar parceiras para um casamento temporário: 
os predadores sexuais islâmicos estão à solta no mundo da Internet!


"Sexo lícito" segundo a lei islâmica

Parêntesis: o que seria "sexo lícito" segundo a lei islâmica?

Para o homem:
  • Sexo com uma das suas 4 esposas.
  • Sexo com uma mulher “que a sua mão direita possuir” (escrava sexual = mulher não-muçulmana … e existem regras para isso também que inclusive justificam o estupro de mulheres não-muçulmanas - é por isso que Mohammed é o nome mais comum dentre os estupradores na Inglaterra).
  • Independente do seu estado civil, o homen pode ter sexo com uma esposa temporária. O homem pode ter várias esposas temporárias simultaneamente. 
Para mulher:
  • Sexo com o seu marido.
  • Sexo com um "marido" dentro de um contrato de casamento temporário (apenas se ela for solteira, divorciada ou viúva - uma mulher casada não pode arranjar um casamento provisório: isso seria adultério). 
O islão favorece a luxúra masculina. 

Evidências da sua prática

"Law of Desire: Temporary Marriage in Shi'i Iran", um livro que explora o tema do casamento temporário no mundo xiíta. [5]

O filme Prostitution Behind the Veil (Prostituição Atrás do Véu, 2005), da cineasta iraniana Nahid Persson, retrata a história de duas jovens mães, toxico-dependentes de heroína, tentando sobreviver em uma sociedade macho-dominante, e que seja as prescrições de Alá. O mundo está cheio de histórias de prostitutas que não podem vir para fora do círculo de dependência, e estão presas no inferno da prostituição. Qual é a diferença aqui, então? Bem, nem o governo, nem Alá estão se opondo ao que está acontecendo com as meninas, cuja exploração é indescritível. 

Um documentário mais recente, chamado In the Bazaar of Sexes (No Bazar do Sexo) explora este fenômeno no Irã. 

Daniel Pipes descreve o turismo sexual saudita, composto por homens ricos, de meia-idade, movidos a Viagra,  que viajam até Haiderabade, na Índia, em busca de noivas virgens adolescentes. Os árabes geralmente "casam" com as meninas por períodos curtos, às vezes apenas uma única noite. As formalidades de casamento e divórcio são frequentemente preparadas ao mesmo tempo. As meninas recebem 5 mil rúpias, algo em torno de 100 dólares. [6]

Uma narrativa relativa ao turismo sexual saudita na Índia. No dia primeiro de agosto, o xeique dos Emirados Árabes Unidos Al Rahman Ismail Mirza Abdul Jabbar, de quarenta e cinco anos de idade, aproximou-se de um "corretor" (cafetão) Zainab Bi, de setenta anos de idade, perto da histórica Charminar, em Haiderabade. O corretor contratou Farheen Sultana e Hina Sultana, com idades entre treze e quinze anos, por 20 mil rúpias [aproximadamente 450 dólares]. Em seguida, ele contratou um juiz islâmic (qadi) para a celebração do casamento. Após a noite de núpcias com as meninas, o árabe partiu de madrugada. E ainda se tem a audácia de chamar isso de casamento. [6]

2006: A Assembleia de Jurisprudência Islâmica, uma organização de Meca, em 12 de abril, emitiu uma fatwa que aprova os casamentos misyar, dando ao costume uma imprimatur Wahhabi. A Assembléia considera válido "um contrato de casamento em que a mulher abandona [o seu direito de] habitação e suporte econômico ... e aceita que o homem a visite em sua casa quando quiser, de dia ou de noite." [7]

2006: O misyar torna-se popular na Arábia Saudita, com anúncios nos jornais. "Eu sou um homem saudita de 33 anos de idade, com aparência aceitável que procura se casar com uma saudita, virgem ou divorciada." [8]

2006: Suhaila Zein al-Abideen, pesquisador  da União Internacional de Acadêmicos muçulmanos em Medina, descobriu que quase 80 por cento dos casamentos misyar terminam em divórcio. [8]

Estudo feito por Aluma Dankowitz revela que [9]: 
Uma veterana agente matrimonial da Arábia Saudita disse ao diário londrino Al-Sharq Al-Awsat que, desde a publicação da fatwa permitindo casamentos misyar, ela havia recebido pelo menos de 15 a 20 solicitações por dia a partir de homens de várias idades para tais casamentos, de homens com menos de 20 anos que não se opõem a mulheres com mais de 40, até homens na casa dos 70 anos. Ela disse que os jovens que se casam com mulheres com idade entre 40 e 50 anos permanecem com elas até que terminem seus estudos. Os casamentos são mantidos em segredo para os pais do homem, e quando ele completa seus estudos universitários, ele se casa com outra mulher escolhida para ele por sua família. Ela disse que metade dos pedidos de casamentos misyar são de homens jovens na faixa dos 20 anos. ...
[...] muitos homens definem condições para a mulher, como "se o conhecimento de que o casamento se tornar público, você é divorciada", ou "se você engravidar, você é divorciada"; Muitos dos homens divorciam quando ele suspeita de que a notícia do casamento chegou às famílias; muitos estudantes de fora da cidade procuram casamento misyar; e a maioria dos casamentos misyar terminam em divórcio.
Questionado sobre este arranjo (misyar), Xeique Fahmi Jaradat, juiz no tribunal islâmico (em Ramallah, na Cisjordânia) responde [10]:
São, acima de tudo, os homens ricos de negócios que gostam de assinar um contrato misyar, diz ele: "Para os homens, mysiar é uma forma barata de fazer sexo legalmente sem ter de assumir obrigações para com a parceira e sem violar os preceitos do Islão, que proíbe o sexo fora do casamento". Ele considera o fato de que o casamento, desde o início, suposto ser apenas temporário, como uma desgraça. No entanto, mesmo com relutância, ele ainda reconhece mysiar como um casamento completo. Ele humilha a mulher, diz ele, transformando-a em escrava do homem. E, em última análise, que seja aceitável para as mulheres divorciadas ou viúvas, o  Xeique diz, mas não é, contudo, para mulheres virgens ou que tenham sido bem educadas.
Mulheres fazem a vida com o casamento temporário mysiar [11]:
uma proporção cada vez maior de mulheres passaram a usar o misyar como um negócio. Essas mulheres nunca pretendem ficar casadas com o mesmo homem por mais de alguns meses; a causa disso é o dote lucrativo que elas recebem em cada casamento. E durante os poucos meses de casamento elas tentam extrair o máximo de dinheiro possível. Se o marido se recusa a divorciar-se em qualquer ponto do casamento, então elas usam o que elas dizem ser uma maneira muito eficaz de fazê-lo obedecer: elas ameaçam informar a primeira esposa dele sobre o casamento secreto.
Em 2006, o vice-presidente da Indonésia, Jusuf Kalla, disse que não via nada de errado com os homens árabes pagando mulheres locais para se casar e, as divorciando dias depois. E ele sugeriu a prática - considerado pelos críticos como prostituição legalizada - poderia impulsionar o turismo. [12] 

Em 2008, foi reportado sobre o fenômeno dos casamentos temporários de homens árabes com meninas da Indonésia, resultando em diversas mães solteiras abandonadas. Algumas se contentam com 500 dólares para silenciar o caso. [13]

Em 2009, Khaled Al-Arrak, diretor de assuntos sauditas na embaixada saudita em Jacarta, admitiu que os misyar (casamentos temporários) entre turistas sexuais da Arábia turistas e mulheres indonésias são comuns. [14]

"Não é só no Egito, que tal problema crescente existe. Há um número significativo de mulheres e filhos abandonados por viajantes sauditas em muitos países. No Marrocos, há relatos de mais de 5.000 mulheres e como muitas crianças que tinham sido deixadas abandonadas por seus maridos turísticas sem honra ou gratificação. Na Síria, Iêmen, Índia, Indonésia e Filipinas, números semelhantes existem tornando-se uma preocupação crescente para o governo saudita, que está começando a tornar obrigatório para esses pais errantes de possuirem a responsabilidade da paternidade." [15]

Os homens consideram o misyar como uma "vida paralela" [16]:
Veja o exemplo de Abu Fadi, de 45 anos, que viajou muitas vezes para o Sudeste Asiático para recrutar empregadas domésticas. Foi durante uma dessas viagens que ele se casou com uma mulher por um prazo curto "para evitar cometer adultério." "Nós tivemos momentos memoráveis em conjunto, especialmente desde que eu pensei que meu casamento era legal segundo a Sharia. Eu, no entanto, lamento a decisão porque a minha ex-mulher (temporária) enviou um e-mail com as fotografias do casamento para a minha esposa Arábia", disse ele. "Foi uma experiência terrível."
Casamentos temporários são usados na Jihad [17]:
Relatos sobre uma fatwa pedindo meninas para viajarem para a Síria para fornecerem serviços sexuais para os rebeldes jihadistas estão causando polêmica na Tunísia, ao mesmo tempo, chamanado a atenção para o conceito islâmico - pouco conhecido no Ocidente - de "casamento temporário." 
Casamentos misyar (e mut'a) atingiram o Reino Unido. Estudiosos islâmicos entrevistados pela BBC dizem que a prática é generalizada, e as evidências sugerem que é especialmente popular entre a geração mais jovem de muçulmanos na Inglaterra e no País de Gales. "A proliferação de casamentos temporários, combinado com o aumento nos casamentos polígamos, mostra como os muçulmanos na Grã-Bretanha estão usando a lei islâmica Sharia com impunidade para estabelecer formas paralelas de "casamento" que são de outra maneira ilegal para os não-muçulmanos no país." [18]

Enquanto isso, no Brasil, já temos a propaganda, por um lado os xiítas promovendo o mut'ah, por outro lado os sunitas os condenando de boca prá fora (porém fazendo propostas descaradas para as brasileiras). 

Bibliografia

[1] Muta', Temporary Marriage in Islamic Law, Sachiko Murata, Ansariyan Publications, Qom, Irã.

[2] Al-Mizan - An Exegesis Of The Qur'an; Author: al-'Allamah as-Sayyid Muhammad Husayn at-Tabataba'i; Translator: Sayyid Saeed Akhtar Rizvi. "Mutah no Alcorão. Alcorão: Sura an-Nisa (Capítulo A Mulher), versículos 23-28", página 105.

[3] Islamic Laws, English Version of TAwdheehil-Masaae'l According to the Verdict of His Eminence Ayatul-Lah Al-U'dhma. Irã.

[4] Married for a Minute, Nadya Labi, Mother Jones, 2010.

[5] Law of Desire: Temporary Marriage in Shi'i Iran (Contemporary Issues in the Middle East), Shahla Haeri, Syracuse University Press, 2002.

[6] Arabian Sex Tourism, Daniel Pipes, 2005.


[8] Misyar opens happiness door to Saudis, Middle East Online, 2006.

[9] Pleasure Marriages in Sunni and Shi'ite Islam, A. Dankowitz, The Middle East Media Research Institute, 2006.

[10] Sex in Ramallah: Between Islam and Globalization, Pierre Heumann (translation by John Rosenthal), World Politics Review, 2007.



[13] Summer ‘tourist marriages’, Saudi Gazette, 2008.

[14] Temporary marriages with Indonesian women on rise, Saudi Gazette, 2009.

[15] Misery of marriages of convenience, Gulf News, 2010.

[16] Scholars condemn fixed-term matrimony, Arab News, 2010.

[17] ‘Sexual Jihad’ Fatwa Urges ‘Temporary Marriages’ for Syrian Rebels, CNSNews, 2013.

[18] Britain: Islamic Temporary Marriages on the Rise, Soeren Kern, Gatestone Institute, 2013.



19 comentários:

Ahmed Harmut disse...

Desde quando isso é verdade ? Os casamentos dessa forma acontecem com os XIÍTAS e não os sunis que são mais ou menos 90% de todos os 1,5 BILHÕES de muçulmanos ... "A mensagem que quero deixar é que voce que liga o terrorismo ao Islam, PARE e PENSE, é justo rotular mais de um bilhão e meio de muçulmanos pelos atos cometidos por uma centenas de pessoas que se dizem muçulmanos? Forme sua opinião com BASE, NÃO seja uma pessoa que forma sua opinião através da MÍDIA , por que a mídia já provou mais de uma vez que passar informações corretar e verdadeiras já não é o objetivo dela a muito tempo."

José Atento disse...

Isso é verdade desde o tempo de Maomé. Basta ler os Hadices. E como o artigo diz, setores sunitas também aplicam este conceito da prostituição religiosamente sancionada (não todos, e isso deve ser registrado).

Quando a esta conversa de maria-vai-com-as-outras que todos os muçulmanos são terroristas. Se você acha isso, é problema seu.

Eu trabalho com muçulmanos que são contra a Sharia. Juste-se você a eles!!! E torne-se um ser humano.

Cassama Sara disse...

Isso tudo que está falar aqui é mentira porq muçulmano não faz isso, o nosso Islam é bonito e vocês so querem desviar as pessoas da verdade. Desde quando é que se faz isso no Islam? Eevitem de falar atoa, cada um é livre de pensar o quer mas ninguém é livre de falar aquilo que está fora do seu conhecimento. Querem trazer inovação no Islam?? Mas ALLAH nao dorme ele é justiceiro.

José Atento disse...

Cassama Sara. O que é mentira? Casamento temporário? Isso é mais do que documentado e tem raiz na Sunna do seu profeta e faz parte da Sharia. Isso não é inovação. Isso faz parte do islão desde o início. Ao invés que ficar tentando esconder o que acontece você deveria se juntar aos milhões de muçulmanos que lutam contra a Sharia, por saberem que existe preceitos que são contra a humanidade.

Eu sei que lavaram o seu cérebro que o islão é perfeito e que toda a análise crítica, mesmo verdadeira, que você desgoste você precisa contestar. O problema disso são dois: (1) O islão, nem Maomé, são perfeitos; (2) problemas apenas são resolvidos quando equacionados e encarados de frente. A sua atitude apenas ajuda a propragar estes problemas.

Eu sinto muito.

Anônimo disse...

Por favor eu queria saber pq conheci o islâmico no fece eu 39 e ele 28 ele disse que idade não importa no começo agente se falava todos dias mais ele somi e passa de semana sem falar comigo ai ele diz a web fraca e no trabalho e ele mi pediu muitas ft íntima e diz que vem pro Brasil e só mi chama de esposa e q mi ama e amor verdadeiro e outra as vezes eu desistir dele mandei msg terminando e não aceita e na minha linha escrever q mi ama e pedi perdão mais eu gosto dele kk eu acho que não da certo ah ele disse q e viuvo e as vezes entra no fece e não fala comigo pq ainda não tenho Skype

Anônimo disse...

Cassama, é pergunta. Que é BAYDA
É possível homem Árabe casar com mulher mais velha por amor ? Sem ser como escrava do sexo ? Vc pode responder ? Whtsapp jo.nalin62, agradeço

Anônimo disse...

Ele quer comer seu bumbumzinho fofinho... Beijo pra você sua linda!

juliobrasil999 disse...

Devemos ter uma posição de respeito e tolerancia com o Islã. Évacreligiao e povo que mais cresce no mundo.
Enquanto povos euro descensdentes estamos envelhecendo e nos extinguindo o Islã cresce inevitavelmente.
2O% dos soldados russos são do Islã.
Sabe porquê. Eles tem 8/9 filhos, em média. Os povos europeus homo tendentes só tem 1,49 filhos por familia.
Parece que já não gostam mais de mulher.
Com tanto homo....

juliobrasil999 disse...

Aqui não querem casar nem com as novas...
É bom para ela que acha um garotão inteiro, potente e que gosta da coisa.
Cavalo velho quer capim novo e Egua velha gosta é de estaca nova

juliobrasil999 disse...

Deve ter notado seus erros de ortografia. Rsrsrs

juliobrasil999 disse...

Com tanta propaganda sobre a sexualidade brasileira, sobre a liberalidade da mulher aqui e com tantas prostitutas brasileiras em Portugal e França ao ponto de reportagem dacIsto é relatarcque o cachê caiu de 200 a 20 dolares em Lisboa...
Não é de se admirar que eles achem o Brasil um bom celeiro de prostitutas.
Aliás, não é?
Quantas meninas de classe média saiam daqui aos Eua e voltavam comprando aptos etc dizendp que era com gorgetas de garçonete.
Garconete de casas de strip tease.
Uma brasileira que veip dos Eua retrucou uma pergunta de um americano de porque a maioria das brasileiras iam aos EUA trabalhar como Strippers.
Ela disse que nao! Perguntei então o que ela faxia lá. Respondeu: Stripper. ??????

Anônimo disse...

Não caia neste papo dele,basta você ler o blog infiel talento que você terá a resposta para seu comentário,,,

Anônimo disse...

Acorda mulher,,sonhei mas antes de terminar o sonho eu acordei.ANTES DO SONHO VIRAR PESADELO se liga fofa

JULIETE GAWAIN disse...

Estou bem horrorizada com estes textos que acabei de ler...essas leis dizem respeito apenas aos benefícios dos homens, nojo!!!

Anônimo disse...

Ja havia lido o corao a uns anos atras e busquei mais informaçoes em outras fontes como depoimentos de ex muçulmanos, li sobre a vida do "profeta" e o que e verdade e que o isla nao e sinonimo de paz. Nunca foi e nunca sera. E uma ameaça a tudo aquilo que mais prezamos : liberdade de expressao, democracia,IGUALDADE ENTRE OS SEXOS Poder ter suas escolhas sem ter medo de ser apedrejado , enforcado ou decaptado por ter uma religiao diferente, orientaçao sexual diferente. Poder QUESTIONAR a religiao e seus ensinamentos. Respetar seu semelhante independente de credo so existe numa DEMOCRACIA. COISA que e desconhecido nos paises musdulmanos. No Brasil eles podem professar sua ideologia graças a DEMOCRACIA. Ja quaquer pessoa que professe sua religiao ou OUSE pregar para um mussulmano NUM PAIS MUSSULMANO e proibido de faze lo se nao morto.

Joelma calazans Bueno disse...

"Cassama Sara disse...
Isso tudo que está falar aqui é mentira porq muçulmano não faz isso, o nosso Islam é bonito(...)"
cassamara, filha acorda paraa realidade, onde os ensinamentos do Alcorão são bons para com o ser humano?

VEJAMOS:

Malignidades do deus do Alcorão

2 (sura ou surata):191 (capítulo) - Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo aos incrédulos.

3:151 - Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso.

4:24 - Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as (prisioneiras e escravas) que tendes à mão. Tal é a lei que Deus vos impõe.

35:14 - Não clameis, hoje, por uma só destruição; clamai, outrossim, por muitas destruições!


E O QUE JESUS ENSINOU: DAR A OUTRA FACE PARA BATER.. AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO.. ME POUPE NE SARA

Anônimo disse...

Não creio que todos os muçulmanos ajam dessa forma. Gente pervertida existem em todos os paises.

Anônimo disse...

Não sigo religião nenhuma. Minha religião chama-se Deus. Deus está no meu coração e minha mente guiando minhas atitudes. Toda religião é uma instituição fundada pelo homem, o homem não é perfeito, consequentemente a religião, sendo uma criação do homem, não pode ser perfeita, possuindo muitos erros.
Sou totalmente contra a poligamia, tanto para o homem como para a mulher. Acho a poligamia um retrocesso, uma volta aos primórdios, um atraso...
Somos seres humanos, possuímos inteligência e consciência, não podemos agir como animais irracionais. Quando alguém nos chama de "animal" ficamos ofendidos, já vi casos de pessoas que foram processadas por isso, então como podemos aceitar uma imundície como esta.
Se queremos ser tratados como seres humanos devemos agir como tal. Caso contrário, seria um paradoxo.

Anônimo disse...

Casamento temporário???? e o q mais tem. Explosao de arabes apaixonados por brasileiras, no geral mais velhas. Infelizmente nao é amor, e interesse. Eles querem casar no segundo dia q falam com voce, porem sera um casamento de horas ou dias. Homem arabe nao gosta de mulher mais velha, se liguem ...nao caiam nessa de que o amor fala mais alto. Aceitem q doi menos. So querem sexo virtual ou dinheiro.