sábado, 28 de fevereiro de 2015

Sociedade Beneficente Muçulmana do RJ promove poligamia


José Atento

No artigo Jesuítas promovem o islamismo no Rio de Janeiro (?) eu havia mencionado que a Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM) é apenas uma organização de fachada para promover o islamismo, e não uma sociedade realmente beneficente. Este fato torna-se evidente se consultarmos os Boletins que a SBM publicava, e os mantém no seu site.

De modo que o Centro Loyola, se está fazendo papel de tolo, ou de idiota útil não vem ao caso. Mas, com certeza, o Centro Loyola deveria verificar para quem ele abre as suas portas. O Centro Loyola é responsável por quem eles convidam.



O último Boletim do SBM (disponível online) promove a poligamia, em um artigo intitulado "A poligamia tupiniquim", de autoria de Hassan Cavalcanti (o fato que recém-conversos passem a adotar nomes árabes é uma evidência do colonialismo que vem à reboque da islamização - e isso é parte do aniquilamento cultural das terras islamizadas). O artigo se utiliza de uma novela da TV Globo na qual existia um casal polígamo. A crítica implícita à poligamia na novela é usada como munição para defendê-la, em todos os seus aspectos mais repugnantes. Eu vou ressaltar os três trechos mais importantes.

Logo no início, o artigo diz:
Porque se deveria proibir o que Deus [Alá] permitiu? Não há nada no Qur'an [Alcorão] ou ahadith [Hadices, tradição de Maomé] que possa embasar a negação do homem desposar mais de uma mulher. Essa afirmação ainda causa polêmica e motivo de ataque ao costume que é lícito para os muçulmanos. 
O artigo não poderia começar mostrando mais claramente o aspecto supremacista do islamismo, e a sua lógica tortuosa de que "se está escrito no Alcorão está correto, pois está escrito no Alcorão."

O pior é que existe um conceito na Sharia que argumenta que não se pode proibir o que é permitido. A poligamia é permitida. A lei brasileira a proíbe. De modo que a lei brasileira é contrária a lei de Alá, ou seja, é contra a Sharia. Dentro de um ponto-de-vista estritamente islâmico, isso já caracteriza "opressão" e "perseguição." Lembre-se o que Maomé disse neste Hadice autêntico (Sahih): "
Foi narrado sob a autoridade de Abdullah b. 'Umar que o Mensageiro de Alá disse: Eu tenho sido ordenado a lutar contra as pessoas até que elas atestem que não há outro deus senão Alá, que Maomé é o mensageiro de Alá, e eles rezem, e paguem a Zakat, e se eles fizerem isso, o seu sangue e propriedade terão proteção garantida em meu nome, exceto quando tal se justifique por lei, e seus assuntos descansam com Allah. (Muslim, Livro 1, Número 33)
Opressão (por exemplo, se opor aquilo que é lícito no islão, tal como a poligamia) é um crime seríssimo segundo a lei islâmica.


O segundo trecho que quero chamar a atenção é o mostrado abaixo. Nele, a ótica tortuosa e a misoginista que fazem parte da poligamia são mostrados em toda a sua clareza. Diz-se que a mulher deve abrir mão do sentimento de união, pois "a misericórdia no casamento com mais de uma mulher deve ser mútua" (entre quem?). Como a mulher é "beneficiada pelo seu marido" ela deve fazer um monte de coisas (dentro de um texto cheio de palavras de efeito). Pergunta: o que o marido deve fazer? Nada. Apenas a mulher deve abrir mão e se adaptar.


Neste mesmo artigo, o autor ainda usa o lugar-comum de que a poligamia foi uma consequência de homens que morriam em guerra e que existiam muitas viuvas. Na verdade, a poligamia acontece com homens que envelhecem se casando com mulheres jovens, de modo que as mulheres mais velhas (viúvas) ficam na mão, ou passíveis de se envolverem com casamentos temporários.

Na verdade, a poligamia tem sido, desde os primórdios do islão, uma arma usada com fins demográficos, a Jihad Demográfica. Os homens muçulmanos podem se casar com mulheres que não sejam muçulmanas ao passo que as mulheres muçulmanas podem apenas se casar com muçulmanos. Isso faz com que os homens muçulmanos, em todas as terras conquistadas e ocupadas militarmente (que foi o status-quo da islamização) e agora, as terras para onde eles têm imigrado (um fenômeno recente das últimas décadas), busquem se casar com (várias) mulheres não-muçulmanas jovens e em idade de procriação (muitas vezes sem dizer que eles têm outras esposas no seu lugar de origem). Enquanto isso, os homens não-muçulmanos, que só podem se casar com uma mulher, têm uma população de mulheres de onde eles podem escolher a sua esposa cada vez mais reduzida.

Isto faz com que o número de muçulmanos aumente, ao passo que o número de não-muçulmanos fique estagnado ou diminua. Basta uma ou duas gerações para que os muçulmanos estejam em número suficiente para impor a lei islâmica Sharia sobre os não-muçulmanos, tornando estes últimos cidadãos de segunda-classe, os dhimis.

E é gente com esta mentalidade que os jesuitas do Centro Loyola estão sendo anfitriões.

Lamentável.

O artigo completo segue abaixo.


Existem grupos muçulmanos contra a poligamia, por entenderem o quanto esta prática nulifica a mulher dentro de relação, tornando-a um mero joguete. Mas o Brasil está permitindo que a pior espécie de islamismo venha para cá, exatamente o tipo que mais deseja Sharia, os salafistas, wahabistas, irmandade muçulmana e komeinistas. Precisamos dar um basta a isso! 

NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL

Entendeu, Centro Loyola. Vou repetir: Não queremos Sharia no Brasil !!!!






7 comentários:

Andre navarro disse...

SEu mongo. voce eh mangina beta otario.
brasil deve ser conquistado pelos mulçumanos eh melhor do que ter retardas como voce

José Atento disse...

Hahahahaha. Adoro comentários "inteligentes e qualificados" como este. Principalmente quando o "filósofo" assina em baixo.

Se você gosta tanto do islamismo, sugiro fazer um estágio na fronteira do Paquistão com o Afeganistão. E para testar a tolerância islâmica, leve uma crucifixo.

Douglas Sulzbach disse...

Jose Atento, esta já é a segunda etapa da islamização, quando os maometanos começam a atacar quem critique as crenças deles.
No Brasil já há vários deles, e eles não escondem seus objetivos satânicos, em algumas cidade já estão começando a exigir direitos especiais, e em outras, há relatos de pastores que já foram ameaçados. Infelizmente eles já estão em número suficiente para dar dor de cabeça.
Mas a situação do nosso vizinho Uruguai é pior ainda: muçulmanas sírias estão sendo espancadas pelos maridos, eles continuam vivendo sua cultura machista e retrógrada em país livre e democrático, segundo eles, são os uruguaios quem devem se adaptar à lei deles, e não ao contrário, pois um dia eles serão maioria no Uruguai. Mas a bomba mesmo é: querem trazer muçulmanos presos do Guantánamo para o país.
Lá vai uma sugestão: porque não faz um post dedicado à islamização do Uruguai?
Abraços.

Adriana Lovalho disse...

Meu comentário vai pra André Navarro:
André, com sua gramática sofrível, vai ser difícil vc ser polígamo. Mulher não gosta de homem analfabeto não.

Aline Caetano disse...

Eu frequento semanalmente a Masjid El Nur (Mesquita da Luz) e sinceramente não vejo nada do que foi publicado aqui acontecer por lá. Muito pelo contrário, eu vejo um respeito enorme de todos os irmãos mulçumanos pelas irmãs mulçumana.
Sobre a poligamia, amigo se você não sabe ou não quis publicar não é problema nosso, de uma pesquisada, pois existe estritas regras para que se tenha um casamento poligâmico.
Claro, existe aqueles que não seguem o verdadeiro Islam, assim como em todas as religiões. O Islam é uma religião de amor e submissão a vontade de Deus e não o que esses extremistas estão fazendo por ai.
Eu acho muito importante que as pessoas procurem conhecer pessoalmente sobre o que é o Islam ao invés de sair lendo qualquer artigo.

José Atento disse...

Aqui vai um desafio para você: que o boletim da mesquita escreva um artigo CONTRA a prática da poligamia.

A questão não é das regras do casamento poligâmico (que eu as conheço) mas sim o casamento poligâmico em sí, que é algo que reduz a mulher à situação inferior e sob o controle do marido. Poligamia é um desrespeito à mulher. Você sabia que nas regras do casamento islâmico, o homem decide se casar de novo e pronto? A(s) esposa(s) não tem direito a se oporem, e isso não é motivo para divórcio! Isso é a lei islâmica. Estude, não vá nas ondas do seu imã.

Aliás, uma lista dos "direitos" da mulher sob o islão estão listadas aqui: http://infielatento.blogspot.ca/2009/09/o-manual-de-lei-islamica-reliance-of.html

Se você concorda com isso, você além de submissa, perdeu o cérebro e o amor-próprio.

José Atento disse...

E só mais uma outra coisa, Aline Caetano. O que o Estado Islâmico faz é 100% consistente com o Alcorão, com as Tradições de Maomé, com a Sharia, e vários outros países islâmicos fazem o mesmo.

Algumas referências para você poder se instruir ...

http://infielatento.blogspot.ca/2015/06/o-estado-islamico-e-islamico.html

https://www.youtube.com/watch?v=jNHGi0UTINo

PS> Junte-se às centenas de milhões de muçulmanos que lutam contra a Sharia!