quarta-feira, 20 de maio de 2015

BOICOTE PRODUTOS HALAL



Se você deseja lutar por um Brasil pluralista, boicote produtos halal. Existe um grupo no Facebook que trata disso: https://www.facebook.com/groups/1007479079277260/
Estou reproduzindo abaixo o texto escrito para este grupo. 
(PS. Veja uma relação de artigos relacionados a "indústria halal" e o porquê de boicotá-la)

Boicote Comida Halal
Boicote produtos de países islâmicos
BDS Islã


HALAL

O que é "halal"? 
Halal é uma palavra árabe que significa "permitido" (pronúncia, "raláu"). No islamismo e na na lei islâmica (Sharia) ela indica aquilo que muçulmanos tem permissão em fazer. E, segundo a Sharia, impedir o que é permitido é um crime contra o islão.

A palavra "haram" significa o que é probido (pronúncia, "rarãm")

O que é "comida halal"?
Comida halal é toda a comida que é preparada seguindo os preceitos da Sharia. Por exemplo, a comida não pode ser contaminada com porco, nem mesmo estar em um mesmo recinto que o de algum produto derivado de porco. A mera presença de produto derivado de porco já é suficiente para contaminar a comida.

O que é o "abate halal"?
O abate halal é o modo pelo qual todos os animais (menos o porco, que é haram, proibido) devem ser mortos. É um abate ritualístico no qual o animal é colocado de cabeça para baixo e degolado de um modo específico, e deixado sangrando até a morte. O abate ocorre aos gritos de Alá é o Maior (Allahu Akbar) e orações proferidas por um clérigo islâmico, imã, ou algum muçulmano qualificado. Apenas muçulmanos podem executar o abate halal.

Como o abate hala é algo comum onde quer que o islão se instale, muçulmanos se mantém mestres na arte de degolar animais.

O abate halal é desumano e causa sofrimento desnecessário ao animal. Mas assim, segundo a Sharia, ele não pode ser alterado, pois foi estabelecido por Alá, que é a origem de toda a legislação.

O que é a "certificação halal"?
A certificação halal é uma taxa cobrada por organizações islâmicas sobre a indústria de alimentos para que ela seja fiscalizada, certificando-se que os alimentos estejam sendo preparados conforme a Sharia. Todos aqueles que compram alimentos com o selo de certificação halal estão pagando esta taxa, independente de serem muçulmanos ou não. É como se você pagasse o "dízimo" cada vez que você comprasse alimentos, independente de você pertencer a alguma religião ou não. Entendeu o truque?

Para onde vai o dinheiro da certificação halal?
Um pequeno percentual do montante recolhido pela certificação halal serve para manter as organizações que efetuam a certificação halal. Por exemplo, no Brasil existe a CDIALHALAL (sunita) e Centro Islâmico no Brasil (xiíta). O maioria do dinheiro restante vai para as mesquitas e para as "caridades islâmicas." Este dinheiro é usado para a propagação do islamismo, seja na construção e manutenção de mesquitas e madrassas, pagamento de salário ou "pro-labore" de clérigos ou agitadores, financiamento de propaganda na imprensa em geral, promoção de encontros inter-religiosos e contatos com políticos, e  promoção centros de estudos da "cultura islâmica" em universidades. E existem indícios que a certificação halal ajuda a promoção do "terrorismo islâmico" a nível internacional (a Jihad Global).

Em resumo, a maior parte do dinheiro oriundo da certificação halal é usada para propagar o islamismo no Brasil. E os infiéis não muçulmanos estão financiando isso, sem ter a menor noção do que acontece.

Mas, isto está acontecendo no Brasil?
Sim, faz tempo, mas a "indústria halal" no Brasil era toda voltada para a exportação de carne para os países árabes. Mas isso mudou. A Organização da Cooperação Islâmica decidiu que chegou a hora de islamizar o Brasil. O que vem ocorrendo é um investimento maciço com a construção e abertura de um número sem precedentes de mesquitas e madrassas no Brasil (mesmo sem existir demanda para tal), alidado com a imigração maciça promovida pelo governo e o investimento pesado que os países islâmicos estão fazendo no Brasil para propagarem o islamismo no Brasil. Já existem produtos com o "selo de certificação halal" sendo vendidos nos mercados brasileiros. E, o pior, muitas das vezes nem se sabe que a carne sendo consumida é halal.

A "indústria halal" e o "supremacismo islâmico"
Se os muçulmanos desejam consumir os seus produtos halal, que o façam do mesmo modo que outros grupos religiosos. Porém, este não é o caso com o islão. O islão é supremacista e impõe o seu modo de pensar e agir sobre todos, muçulmanos ou não. Para o islão, a comida halal é pura, é o modo correto de comer como ordenado por Alá, e isso deve ser imposto sobre todo o mundo. Bem como toda a Sharia.

A indústria halal e o controle dos bens de produção
O controle dos bens de produção é o objetivo final, dentro da estratégia de forçar o islão goela à baixo do povo brasileiro. O investimento dos países muçulmanos tem aumentado considerávelmente no Brasil. Isso por sí só não seria problema, já que outros países também investem no Brasil. O problema no tocante ao islão é que o investimento vem com a condição de propagar o islamismo, que é uma ideologia totalmente contrária a civilização brasileira.

Um fato importantíssimo é que a Sharia especifica que apenas muçulmanos podem trabalhar na produção de alimentos halal, o que significa que não muçulmanos se tornam impossibilitados de trabalharem na indústria de alimentos. Isto é inconstitucional, restringe uma parcela importante do mercado de trabalho apenas para muçulmanos, constituindo-se em um ato de segregação baseada em religião.

E porque boicotar produtos oriundos de países islâmicos? 
O islamismo verdadeiro e fundamental, aquele praticado por Maomé e seus companheiros (os salafis) está de volta, depois de um curto período de tempo (colonialismo europeu e império soviético) durante o qual as sociedades predominantemente muçulmanas foram afetadas pelos ideais de igualdade dos Direitos Humanos ou do Socialismo. Este recrudescimento tem sido capitaneado pela Irmandade Muçulmana, pelo Wahabismo saudita e pelo komeinismo iraniano xiíta.

Com o retorno ao verdadeiro islamismo, as sociedades muçulmanas voltaram a ser refratárias a qualquer idéia de igualdade entre as pessoas, e as minorias, mesmo aquelas nativas, têm sido perseguidas de modos dos mais diversos, sejam ateus, agnósticos, bahai, cristãos, budistas, hindus, etc. Mulheres voltam a assumir o seu estatus secundário na sociedade, homosexuais são presos ou mortos e o trabalho semi-escravo não é punido quando aplicado aos não muçulmanos. A Sharia, a lei islâmica, retomou o seu papel de regulamento superior às constituições.

Alguém aí já viu uma Parada Gay em algum paraíso islâmico?

Enquanto os muçulmanos gozam de todos os direitos nos paises ocidentais, os não muçulmanos têm as suas liberdades, sejam elas de expressão, de ascenção social, culturais e de culto, restritas nos países islâmicos, a ponto de serem presos ou mesmo mortos por pensagem ou agirem diferente do que a Sharia estabelece. Sob a Sharia não existe co-existência igualitária.

Ao mesmo tempo, desde a década de 1970, o mundo testemunha a maior transfêrencia de riqueza na história da humanidade. Graças ao petróleo, os países mais retrógrados do ponto-de-vista do fundamentalismo islâmico, os países da Península Arábica, tornaram-se riquíssimos, e começaram a se utilizar das práticas capitalistas mais criticáveis para expandir a sua ideologia supremacista islâmica. Eles compram tudo e todos, e compram influência, por exemplo, eles detém um controle acionário importante das principais redes noticias internacionais, da Europa e dos EUA, e forçam a adoção da chamada "Sharia Financeira" e "Sharia Bancária" (ambos se utilizam de um recurso similar ao da certificação halal para coletar dinheiro dos infiéis para as suas causas islâmicas).

Os países ocidentais, dentre eles o Brasil, não tem estrutura e nem ideologia capaz de bloquear esta ação crescente. Muito pelo contrário, eles abrem suas portas para o "investimento islâmico", que vem sempre associado a construção de mesquitas e madrassas, bem como a uma crescente imigração de muçulmanos. Muitos políticos e empresários vêm nisso oportunidades de negócios e enriquecimento, sem compreenderem que ao fazerem negócios com o "investimento islâmico" eles estão efetivamente condenando as próximas gerações a problemas sociais nunca experimentados antes. Para ver o futuro, basta estudar o que a Sharia estabelece e o que acontece hoje nos "paraísos islâmicos."

O que é "BDS"? 
BDS é uma sigla que indica três ações que devem ser direcionadas aos países islâmicos, aos seus produtos, e a ideologia sub-medieval que eles tentam propagar pelo mundo.

B – Boicote seus produtos
D – Desenvista, ou seja, termine com todo os investimentos existentes
S – Sanções, castigar através de coação.

Enquanto os países islâmicos continuarem a tratar muçulmanos e não muçulmanos de modo diferenciado perante a lei, dando mais direitos aos primeiros, eles merecem serem boicotados, terem retirados os investimentos feitos neles, e serem sujeitos a sanções econômicas e políticas.

Essa é uma guerra desigual, pois estamos enfrentando um inimigo poderosíssimo, que utiliza sem vacilar o poder corrompedor do dinheiro, e se beneficia da tolerância do Ocidente.

Cabe à Sociedade Civil resistir a invasão da Sharia. Lembre-se, o islão busca substituir a nossa Constituição com a Sharia. A cada concessão que fizermos, este objetivo se torna mais próximo. E se você tem dúvida estude o que acontece nos países islâmicos.

Se nós não reclamarmos e boicotarmos os produtos halal nós estaremos permitindo que toda a indústria alimentícia no Brasil se torne halal, pois é muito mais eficiente em termos de custo ter toda a linha de produção de alimentos montada de uma única maneira, ou seja, se não existir resistência contra a certificação halal por parte da população brasileira (composta em sua absoluta maioria por “infiéis não muçulmanos) muito em breve todos estaremos pagando o dízimo islâmico igualmente.

Empresas brasileiras a serem boicotadas

Veja abaixo uma lista de algumas empresas brasileiras que fazem parte da Certificação Halal, e, deste modo, devem ser boicotadas pela população brasileira:

- AgroDaniele
- Agrogen
- AGROSUL
- Aurora
- AVEBOM
- Big Frango
- Bomdio Alimentos
- brf
- Céu Azul Alimentos
- COOPAVEL
- Copacol
- Copagril
- C Vale
- Doux – Frango Sul
- Frango Belo
- GELCO
- GELITA
- GELNEX
- Globoaves
- Granjeiro
- Jaguá
- Languiru
- Lar – Coop Agricultural
- Lopesco
- Mais Frango
- MARFRIG Group
- Mataboi
- Minuano
- Mister Frango
- Nicolini
- Palmali
- Pioneiro
- Purac
- Rosseulot
- Sadia
- SEARA
- Superfrigo
- Tyson
- VPR

No "abate halal" o animal é içado de cabeça para baixo ainda vivo, tendo a sua garganta cortada por um açougueiro muçulmano ao som de orações islâmicas (incluindo o infame Allahu Akbar) sendo deixado sangrando e morrendo lentamente


Um dos problemas da "indústria halal" é que apenas muçulmanos podem trabalhar nela porque os infiéis são impuros e tiram a pureza dos alimentos. Isso resulta no controle da indústria alimentícia, bem como cria-se uma reserva de mercado de empregos que apenas muçulmanos podem ocupar.
A figura mostra um exemplo, da Austrália, onde busca-se açougueiros muçulmanos.

Europa: União Européia não identifica os produtos halal
Precisamos ver o que acontece na Europa, aprender a evitar que o mesmo aconteça conosco aqui. É direito do consumidor a procedência dos produtos sendo vendidos.
"O crescente poder do lobby muçulmano europeu foi mais recentemente demonstrado pela decisão da União Europeia no meio de dezembro de quietamente abandonar uma nova medida que teria requerido que carnes halal (religiosamente aprovada para muçulmanos) carregassem um rótulo para ajudar consumidores não-muçulmanos identificar suas origens.
Com o crescimento exponencial da população muçulmana europeia, milhares de toneladas de carne abatida halal estão agora entrando na cadeia alimentar geral, onde está sendo inconscientemente consumida pela população não-muçulmana. Ao se curvar a grupos de pressão muçulmanos – tais como o World Halal Forum Europe e o Halal Monitoring Committee, e tirando o requerimento de etiquetamento halal, a UE está efetivamente estabelecendo a lei da sharia como normativa para a indústria da carne europeia. Leia o artigo neste link.
Inglaterra: pizzaria agora só serve halal em área islamizada
Islamização representa a morte de todas as demais culturas, e apenas o que for de acordo com a lei islâmica é permitido (fonte).


25 comentários:

Marcos disse...

Não se esqueça de boicotarem a empresa Oriental, ela também tem produto halal.

Anônimo disse...

Seu pedido de boicote faria muito mais sentido, se você dissesse que se trata de carne sacrificada aos ídolos, pois são feitas orações islâmicas durante o abate.

Anônimo disse...

O abate halal é o que Deus permitiu , para de ficar separando algo que não se separa , é o MESMO Deus que escreveu a bíblia e o Alcorão

Anônimo disse...

Não são sacrificadas para ídolos , são para Deus . Se nunca estudou o Islam , não fale sobre ele

José Atento disse...

"O abate halal é o que Deus permitiu"?

NÃO!!!! O abate halal é o que Maomé, um psicopata assassino do século VII, decidiu, e os seus seguidores impuseram como regra.

Nenhuma divindade bondosa iria prescrever ações que culminassem com o sofrimento de animais.

José Atento disse...

"Não são sacrificadas para ídolos"

Isso é questão de opinião. A Sharia permite que se faça mal aqueles considerados como politeístas, e neste grupo até os cristãos estão metidos. Mas quem decide quem são politeístas?

E enquanto isso vem toda a adoração a pedra negra e ao próprio Maomé, tão adorado que muçulmanos chegam a matar para proteger a sua honra (como se psicopata tivesse honra).

De modo, que, sim, para todo o resto da humanidade o islão adora ídolos. E agora?

Anônimo disse...

Halal é a comida permitida para os muçulmanos , que foi abatida sem que o animal sinta dor e que não seja sacrificada a outra coisa a não ser Deus . Nunca nós muçulmanos adoramos o profeta , adoramos a Deus mas temos TODOS os profetas como exemplos de pessoas melhores , de Adão a Maomé . Parem de achar que adoramos pedras ou objetos . ao invés de discutir , o que acha de pesquisar de verdade em uma mesquita ?

José Atento disse...

O animal não sente dor? OK. Faça o seguinte. Se pendure de cabeça para baixo e deixe que cortem a sua garganta, para ver se você não vai sentir dor.

O abate halal é barbárico!!!!

E quanto a pesquisar a verdade, eu estou pronto para explicar qualquer coisa que você quiser. Mas, eu não sendo muçulmano eu não pratico taqiyya, logo, eu falo a verdade.

Alguma dúvida? Pode perguntar. (veja bem, ficar falando algo como "você não sabe nada" não prova nada. Você vai ter que provar que eu não sei. E isso é impossível.)

Anônimo disse...

Quais as evidências de que a renda auferida financia o terrorismo? Como comprovo? Você não quis dizer "indícios" no lugar de "evidências"?
Não me leve a mal, acho bastante plausível a informação; apenas quero ter a certeza.

José Atento disse...

O seu comentário é muito bom, notadamente quanto ao significado das palavras. A coisa funciona deste jeito. O dinheiro da certificação halal é movimentado pela sharia financeira, ou seja, os bancos que seguem um regime diferente onde, teóricamente, não existe juros. Mas existem outras taxas que compensam os juros. E uma delas é direcionada a "caridades islâmicas", e aí é onde o buraco negro se encontra.

José Atento disse...

Troquei "evidências" por "indícios" ... fica mais neutro. Grato pela dica.

Fernanda Vicenzi disse...

Nunca vi tamanha ignorância, vão pesquisar o que é o abatimento halal, a comunidade muçulmana sempre sendo alvo de falta de informação, continuem sendo manipulados, é lamentável

José Atento disse...

Na minha opinião quem está sendo manipulada é você. Além do mais vir com o vitimismo de que "a comunidade muçulmana sempre sendo alvo de falta de informação" é uma retórica que não cola mais. Sinto muito.

Mas, de qualquer modo, fica o desafio de mostrar o que está errado no artigo.

Sandro Molina disse...

Oba! Vocês publicaram uma imagem criada por mim sobre o mercado halal brasileiro (essa em vermelho, que diz sobre o boicote às empresas brasileiras), quando publiquei na comunidade "Lei Islâmica em Ação" do Facebook. Fiquem à vontade em publicar TUDO o que eu postar lá, pois a maioria é criação minha!

Tem meu TOTAL apoio!

INFORMAÇÃO: a melhor arma contra o islã!!!

Abraços,

Sandro Molina

Anônimo disse...

Sr José Atento,excelente ponderação a sua.O Islamismo é realmente uma construção ideológico-política com fins expansionistas tendo em sua base de formação social tribal patriarcal-machista-sexista-misógino e racista supremacista que,ao longo dos séculos,islamizou,aculturou e por ter origens árabes,arabizou populações e diversos grupos étnicos pela força da espada.Com isso,muitos grupos étnicos com suas línguas e culturas predominantemente politeístas simplesmente desapareceram!!!
E agora os europeus são obrigados a conviver com este lixo que simplesmente trata mulher como se fosse um ser inanimado!!!

Anônimo disse...

Alguma duvida que vai haver silencio da parte dos defensores dos direitos dos animais, em razão do corporativismo de causas da esquerda?

Robert Orwell disse...

Para mim, qualquer coisa vinda de muçulmano é ruim, posto que todos vocês se aferram com unhas e dentes aos seus dogmas e crendices e que se dane todo o resto do mundo. Quantas e quantas vezes eu não li e ouvi muçulmanos defendendo ou, no mínimo, tentando justificar os atos dos terroristas na França, sem jamais mostrar a mísera compaixão pelas vítimas inocentes destas barbáries? Quantas vezes, discutindo no Facebook, majoritariamente em francês, muçulmanos imigrantes que moram na França, na Bélgica e outros da África do Norte mesmo, não foram capazes de apresentar um único contra-argumento, mas sempre me fizeram ameaças, coisa séria, dizendo que eu morreria por blasfemar contra o profeta, que nós, os «mécréants» (hereges), pagaríamos caro pela nossa afronta à única religião verdadeira, isto é, a deles. Isso mostra bem o tipo de pessoa que muçulmano é de verdade. O que os povos precisam é imitar a Polônia, país duro, onde muçulmano não se cria, porque eles não deixam. País de tradição católica forte, onde eles não aceitam insultos à religião deles. Os muçulmanos matam quem critica o Islã, ao passo que qualquer outro religioso, ao ter sua religião criticada, simplesmente deixa quieto ou, no máximo, pragueja, mas sem dano real, tudo terminando em silêncio ou, no máximo, em bate-boca. É hora de tratarmos os muçulmanos com a mesma ferocidade e intolerância com a qual eles tratam o resto do mundo. Hora de mostrarmos a essa gente bárbara qual é o lugar deles. Muçulmanos são covardes, eu conheci vários pessoalmente, eles só atacam quem está sozinho e quem é fraco, quem é forte e se une contra eles faz com que eles se borrem de medo. Hora de sermos corajosos! Hora de enfiar o «politicamente correto» no ** de quem defende isso e ir à luta. Ou somos nós ou são eles.

Márcia disse...

Porque estas pessoas não ficam fazendo confusão em seus países de origem....porque vem para o país dos outros e querem mudar os costumes....seria tão bom se este povo vivesse em seus países e deixassem o mundo em paz....respeitem o nosso Brasil já temos doidos de sobra aqui...essas pessoas so pensam em sangue em cortar gargantas... São doentes..por isso não como carne se pode comer sem sofrimento pq comer algo morto e sangrento??? O MUNDO AGRADEÇE PAZ....

Anônimo disse...

Boa! Manda boicotar todo o Halal e terás uma Brasil ainda mais fud....
Mais de 70% das exportações Brasileiras de frango e carnes se dirige ao mercado Halal.
Acorda. Deixa a inveja.

José Atento disse...

Comida halal deve ser boicotada dentro do Brasil sim. Por que devemos pagar um dízimo islâmico ao comprar comida? Você concordaria em pagar uma contribuição compulsória para alguma igreja ao comprar comida? Claro que não.

Quanto a exportação, ele pode ocorrer mas sem a contrapartida exigida pelos wahabistas e salafistas de que mesquitas tenham que ser abertas para que os contratos de exportação sejam assinados.

Amjed Alameen disse...

anjo
abate halal apenes para exportação(Arábia países)mais todos doutoras de Serviço de Inspeção Federal -SIF sabiam benéficos de sangrento porque tudo vai fora da dois veins na pescoço e carne fica mais limpo do bacteria fica saudável esse razão sangramento,e todos sangradores muçulmanos aceitamos acostumas cultura brasileira, eles temos muitos tolerância para católica também visita igreja com amigos deles a devido eles vem aqui buscamos boa vida e futuro para família la mais eles sabiam brasil amigável

José Atento disse...

Amjed Alameen, obrigado pelo seu comentário. O sangramento ocorre do mesmo jeito com o animal sendo atordoado antes do corte. Isto evita a sofrimento desnecessário do animal. Não é possível que Alá não prefira que o animal não sinta dor.

Ieso Miranda disse...

...."16 Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte,17 e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome. 18 Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Fera, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis.".....

Anônimo disse...

"Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte,
e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome.
Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Fera, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis."
Apocalipse 13:16-18

Anônimo disse...

"Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte,
e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome.
Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Fera, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis."
Apocalipse 13:16-18