domingo, 20 de setembro de 2015

EUA: Aluno muçulmano finge ter uma bomba na escola para se fazer passar por "perseguido"



Esta história mostra bem o nível de manipulação que existe na grande imprensa dos EUA, e como o próprio Obama é um manipulador (será que ele pratica taqiyya?). Crianças nas escolas americanas são detidas ou expulsas das escolas por motivos diversos, por exemplo, usar uma camisa com a bandeira dos EUA, ter uma Bíblia na bolsa, um menino beijar a mão de uma menina. A grande imprensa não está nem aí (veja mais exemplos abaixo). O Obama não convidou nenhuma destas crianças para visitá-lo na Casa Branca. Contudo, quando um incidente FORJADO acontece, tanto a imprensa como o Obama fazem um estardalhaço por que ele pode ser usado para promover a mantra de que os muçulmanos são perseguidos.

E o que foi este incidente? Um menino de 14 anos, Ahmed Mohamed, desmontou um relógio digital, e o remontou dentro de uma valise (ele disse que ele inventou este relógio, mas isso não é verdade).  Olhando para o "relógio", ele parece mesmo uma bomba. Na aula de inglês, a valise começou a fazer barulho e, na ausência de explicação por parte de Ahmed, a professora chamou a segurança e o menino acabou detido. Porém, bastava ele explicar que era um relógio. Ele não fez isso. Queria era criar uma comoção para ser explorada.

Outra coisa importante é que este relógio não fez parte de nunhum projeto escolar. Ele disse ter feito isso para impressionar positivamente o seu professor de física ... mostrando um relógio que ele não fez, como se fosse dele.

Foto do relógio inventado por Ahmed. O site Artvoice fez uma engenharia inversa e
mostrou que ele não inventou este relógio, e que ele nem o construiu

Abaixo, eu transcrevo um resumo do que aconteceu, passo a passo, compilado por Alexandre Borges:
"Menino muçulmano preso por criar um relógio e levar para a escola". Vamos aos fatos que a imprensa não vai te contar e que tornam a história toda mal contada e estranha:

- Ahmed Mohamed, 14 anos, muçulmano filho de sudaneses e morador da cidade de Irving, no Texas, apareceu na escola, sem avisar ninguém, com uma mala preta. Dentro da mala, uma placa-mãe, fios e outras peças eletrônicas que, para um não-especialista, poderiam perfeitamente ser confundidos com uma bomba.

- O adolescente leva a mala para o professor de eletrônica, que pede para ele não ficar circulando com a mala pela escola. Ele desobedece o professor e leva a mala-relógio para a aula de inglês. O trabalho não foi solicitado por ninguém, o aluno fez o relógio sem avisar o professor ou pedir qualquer assistência, não era feira de ciências, nada.

- Durante a aula de inglês, a mala começa a fazer sons e a professora se assusta, quer entender o que está acontecendo mas o rapaz não esclarece. A professora então chama a segurança da escola, que aciona a polícia.

- Ao interrogar o estudante, a polícia relata que ele estava agressivo e não esclareceu que a mala era um relógio, o motivo de ter levado a mala para a escola ou que já havia mostrado ao professor de eletrônica. Os policiais disseram que conversaram com Ahmed e que ele se recusou a dar qualquer explicação sobre o que seriam os dispositivos dentro da mala. O rapaz acabou sendo levado para a delegacia.

- No Texas, fingir que está carregando uma bomba é crime previsto em lei. Qualquer cidadão que causar medo, constrangimento ou pânico ao portar uma bomba falsa está cometendo um crime. A única desconfiança dos policiais, o tempo todo, era que o rapaz estivesse querendo fazer uma pegadinha ou causar pânico com uma bomba falsa. Na delegacia, simplesmente liberaram o rapaz, que acabou não sendo acusado de nada.

- Barack Obama adorou a história e publicamente convidou o jovem muçulmano para fazer uma visita à Casa Branca. Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, publicou um texto dando apoio ao rapaz, assim como a NASA e Hillary Clinton. O Twitter ofereceu um estágio para ele. Sua resposta foi que estava surpreendido por não acreditar que as pessoas se importassem com um jovem muçulmano. Certo.

- A imprensa e a esquerda estão fazendo um carnaval sobre a suposta "islamofobia". Nesse caso, todos os elementos de uma ação publicitária de marketing de guerrilha estão lá: o menino inofensivo, com jeito de nerd e amante das ciências e do saber, contra os texanos brancos, racistas, broncos, cristãos e inimigos da ciência e do conhecimento, junto com a polícia truculenta e preconceituosa.

- Alguns fanáticos por eletrônica resolveram olhar a foto do interior da tal mala e há uma desconfiança que nem seja um relógio feito por ele. Tudo indica que é um kit pré-fabricado, dos anos 70, que se compra com facilidade pelo eBay. Nada de genial ou revolucionário. Veja mais detalhes aqui: http://bit.ly/1iXpY53

- O pai de Ahmed, Mohamed Elhassan Mohamed, é um imigrante sudanês que fez o sonho americano. Chegou na América sem nada e hoje é um próspero empresário, dono de vários negócios, inclusive uma assistência técnica de computadores. A imprensa resolveu, por motivos ainda não perfeitamente esclarecidos, não falar praticamente nada dele, mas ele é um elemento-chave na história.

- Mohamed Elhassan Mohamed é um ativista muçulmano que está sempre tentando chamar a atenção da imprensa sobre supostos casos de islamofobia, já tendo até participado de debates públicos sobre o assunto. Ele se candidatou duas vezes à presidente no Sudão, se auto-intituta um “sheik” e diz ter milhares de seguidores no seu país de origem, o que fontes locais negam. Ele também se diz um líder espiritual da sua região no Texas, o que as próprias autoridades muçulmanas dos EUA não reconhecem.

- O pai de Ahmed é também ligado à CAIR (Council on American–Islamic Relations), principal grupo de lobby muçulmano nos EUA, cuja função é exatamente influenciar a opinião pública sobre temas relativos à comunidade islâmica. O CAIR tem ligações com a Irmandade Muçulmana e com o Hamas. Seus críticos dizem que a especialidade do CAIR é “vitimologia”, fabricar casos de “islamofobia” para sensibilizar a imprensa e os formadores de opinião.

Tudo é muito nebuloso e é inegável que a possibilidade de ter sido uma ação de marketing de guerrilha não pode ser descartada no momento. No tempo em que havia imprensa, é provável que a história fosse devidamente investigada, mas infelizmente hoje só a versão oficial será repetida pelos palhaços que lêem o NYT de manhã e acham que seus resumos na TV são qualquer coisa parecida com jornalismo.

O pai de Ahmed, Mohamed Elhassan Mohamed, foi candidato a 
presidente do Sudão em 2010 e é um ativista islâmico 

CAIR
Nesta foto, Ahmed posa junto com funcionários da CAIR, uma organização islamista dos EUA,
que protege, defende e promove os interesses da jihad global nos EUA 

The case against Ahmed has been closed and dropped but he remains suspended from the school
A CAIR e grupos de esquerda, incluindo o presidente Obama, 
usam o inciente forjado para promover a causa islâmica nos EUA


Agora, vejam exemplos de estudantes nos EUA presos injustamente. Nenhum destes casos ganhou espaço na imprensa. 
  1. Uma aluna do jardim de infância da Pensilvânia foi suspenso por falar sobre dar um tiro com a sua arma bolhinha de sabão Hello Kitty enquanto esperava na fila para o ônibus em janeiro de 2013. De acordo com relatos, a arma da bolha não estava com ele no momento. Quando pressionado para explicar por que ela trouxe a arma, a menina disse a um conselheiro profissional que um de seus amigos gosta de Hello Kitty. Devido à sua tenra idade, a suspensão da menina foi reduzido para dois dias. 
  2. Em setembro de 2014, um menino de 11 anos foi suspenso da sua escola na Virginia por 364 dias depois de ter uma folha que se assemelhava a maconha em sua mochila. Como o Daily Signal informou anteriormente, a escola sabia que a folha não era de maconha, mas ainda suspedeu o menino. Ele foi acusado de posse de maconha em um tribunal juvenil. Meses após o fato, as acusações foram retiradas depois que três testes provaram não ser folha maconha. 
  3. Um garoto de 15 anos de idade, foi condenado por conduta desordeira, um passo próximo a uma acusações de crime de escuta telefônica, após a gravação de sete minutos de áudio em seu iPad em 2014, durante uma aula de matemática. Ele queria usar a gravação como prova de que ele estava sendo intimidado na escola. Os supostos agressores (bullies) não foram investigados, enquanto o menino foi expulso de sua aula de matemática. 
  4. Dezoito anos de idade, Jordan Wiser passou 13 dias na cadeia e enfrentou acusações criminais por posse de uma arma por transportar uma faca de bolso em um colete EMT que foi armazenado em um carro estacionado na propriedade da escola em Ohio. A faca foi dita estar em violação da política da escola. Um socorrista e operador certificado veículo de emergência, Wiser tinha a faca em seu colete no caso de que ele precisasse para cortar os cintos de segurança no cumprimento do dever.
  5. Estudante da décima séria Da'von Shaw de Ohio tinha planejado conduzir uma demonstração de café da manhã saudável para sua classe colocando uvas, uma maçã e uma faca para cortar a maçã em seu saco de escola. Mas ao ver a faca, o professor de Shaw imediatamente confiscou o utensílio. Shaw foi suspenso da escola por cinco dias e recebeu uma carta de suspensão que lhe acusou de levar uma arma para a escola.
  6. No Texas, menino de nove anos de idade, Aiden Steward foi suspenso acusado de  fazer uma ameaça terrorista ao levar um anel na aula dizendo a um outro menino que o anel "mágico" pode fazê-lo desaparecer. Como se viu, o garoto tinha acabado de ver o filme "O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos"
  7. Alex Evans,de sete anos de idade, do Colorado, foi suspenso da escola depois de atirar uma granada em uma sandbox imaginário fingindo estarem cheias com as forças do mal. O aluno disse que ele estava tentando ser um herói para "salvar o mundo" de bandidos de faz de conta .
  8. Em Maryland, uma criança de sete anos de idade, da segunda série, foi suspensa depois de comer um pastel na forma de uma arma. Foi relatado que ele havia dito: "Olha, eu fiz uma arma."
  9. Menino de treze anos Kyle Bradford enfrentou detenção por compartilhar seu almoço na escola na Califórnia. Depois de ver um amigo infeliz com o seu próprio sanduíche de queijo, Bradford deu o seu colega seu burrito de frango. A escola tinha uma política no lugar para evitar que os alunos troquem as refeições. "Eu só queria dar o meu para ele, porque eu não estava realmente com fome e o dele estava indo para ir para o lixo", disse Bradford ao notíciário local da KRCR-TV.


The Real Story of #IStandwithAhmed, Ben Shapiro, Breibart's Big Government

Reverse Engineering, Ahmed Mohammed Clock's ... and ourselves, Anthony, Artvoice

Ahmed Mohamed Wasn’t the First: 9 Other Times Schools Treated Students Like Criminals, Leah Jessen, The Daily Signal

O apresentador Bill Maher discute o assunto e expõe a fraude (em inglês)


Veja como Ahmed "inventou" o relógio


E mais explicação sobre como ele montou o relógio




O Capitão Picard pergunta: qual o idiota que constrói um relógio dentro de uma valise?




3 comentários:

Anônimo disse...

Criar e espalhar teorias ridículas até vai, mas falar que um garoto gênio é um terrorista é meio que passar dos limites, na idade dele vc estava fazendo o que? Eu nem controlar uma pipa direito conseguia e ele tem essa capacidade toda. Logo logo veremos notícias do tipo "lembra aquele garoto confundido com terrorista? ele ganhou tal premio ou inventou tal coisa " e muito provavelmente, vc será grato a essa invenção. O que tem o pai do menino a ver na história? Isso é o sinal que chegou o fim, se fosse um garoto branco, ninguém falaria nada.

José Atento disse...

Você não entendeu o que está escrito ou não quer entender. Talvez você não tenha nem lido. Volta no texto e veja os exemplos de diversos casos, muito mais ridículos que esse, no qual meninos foram presos mas nem a grande imprensa e nem o presidente Obama fizeram estardalhaço. E quem está dizendo que o relógio é um frauda é um físico. E qual a base que você tem para dizer que o garoto é um gênio? E ainda vem querer jogar o joguinho barato que "isso é porque ele não é branco"?

E a presença da CAIR e o fato do pai do garoto ser um islamista é sim muito importante.

Melhore o seu argumento da próxima vez.

Vasco disse...

É evidente que foi de propósito. O dito relógio está disposto de um modo que faz lembrar uma bomba. A intenção mascarada é o vitimismo. Quando li a notícia pela primeira vez também achei estranho e pensei que a polícia americana tinha exagerado, mas bastou uma pequena pesquisa para ver que afinal a polícia agiu correctamente. A imprensa infelizmente esconde isso.