sábado, 26 de setembro de 2015

Petição: o Brasil só deve receber como refugidado ou imigrante aqueles que não desejam alterar as nossas leis e costumes



Assine e compartilhe esta petição, endereça ao Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, solicitando que sejam apenas acolhidos refugiados ou imigrantes, cristãos, homossexuais e apóstatas do Islã, condenados à morte pela lei Sharia. Estes são os reais necessitados pois são perseguidos pelo islão. Além disso, estes grupos se integram mais facilmente nas nossas leis e costumes, ao passo que os muçulmanos lutam pela implementação da Sharia onde quer que eles vivam.

O link para a petição é: http://www.citizengo.org/en/30051-refugiados-acolha-apenas-os-reais-necessitados-cristaos-homossexuais-e-apostatas-do-isla?tc=ty&tcid=16296744

A petição solicita:
  1. Que o governo brasileiro estabeleça uma cota limite para imigrantes e exilados.
  2. Que esta cota seja preenchida pelos mais necessitados, perseguidos e dispostos a se integrar na sociedade brasileira sem querer modificá-la, a saber, os cristãos, os homossexuais e os apóstatas do Islã.
  3. Que o governo federal institua um consulado extraordinário e itinerante que trabalhe junto com indivíduos, organizações de caridades e igrejas para atender a demanda dos cristãos, homossexuais e apóstatas do Islã, permitindo acesso a estes grupos, que são os mais perseguidos e necessitados.
  4. Que o governo federal, junto ao Congresso Nacional, desenvolva uma legislação específica contra o terrorismo, em geral, e contra o terrorismo islâmico em particular.
A justificativa da petição:

O governo brasileiro decidiu prorrogar, por dois anos, a medida que flexibiliza o ingresso de refugiados no Brasil, facilitando a concessão de visto e pedido de refúgio ao entrar no território nacional. A medida foi justificada em função da crise migratória que se agravou na Europa. A princípio, a medida visa os refugiados sírios, sendo que o Brasil acolhe mais sírios que países na rota européia de refugiados. Mas não existe impedimento que outros, além de sírios, se beneficiem com tal medida, como vem acontecendo.  O número aumenta exponencialmente a cada ano.

A vontade de ajudar os mais necessitados é louvável, em que pese não ser função de governo algum fazer caridade com o dinheiro do contribuinte. É dever sim do governo governar em prol dos cidadãos do país que o elegeu. E neste caso, a prioridade do governo deveria ser em ajudar os brasileiros que passam por necessidades, situação que se agrava progressiva e diariamente com a crise econômica e política. Como se diz, a verdadeira caridade começa em casa.

Mas, se for para ajudar, que se ajude primeiro os mais necessitados. E se for para abrigar exilados, que venham aqueles que se adaptem mais facilmente à cultura e às leis do Brasil, sem o desejo de as alterarem. E no caso da situação do Oriente Médio, os mais necessitados, bem como aqueles mais facilmente adaptáveis à nossa cultura, são os cristãos, os homossexuais e os apóstatas (ex-muçulmanos, e condenados à morte pela Lei Islâmica Sharia).

Os cristãos da Síria e do Iraque são os mais perseguidos, maltrados e esquecidos dentre todos. Eles são vítimas de uma perseguição sistemática, que visa não apenas os expurgar de onde eles moram, mas, principalmente, eliminar a sua cultura milenar ao destruir todo o vestígio do que resta de cristianismo no local. Eles são vítimas de um genocídio étnico e religioso, acontecendo sob os nossos olhos.

Os cristãos são perseguidos, simplesmente, por serem cristãos. Como amplamente noticiado na mídia internacional, eles têm sido expulsos de suas casas, com a roupa do corpo, além de seus pertences roubados e seu modo de subsistência dilacerado. Aqueles que ficaram são obrigados a pagar o imposto islâmico da extorsão (Jizya) e, aqueles que não possuem as vultosas somas em dinheiro para pagar a Jizya, a eles só lhes resta 2 opções: serem torturados para deixar a sua fé e se tornarem muçulmanos ou a morte. As mulheres e meninas que não conseguiram escapar ou que são sequestradas, estão sujeitas a estupro e são vendidas com escravas sexuais. Mas o pior é que a perseguição aos cristãos continua mesmo dentro dos acampamentos de refugiados, através de grupos islamistas que operam dentro dos acampamentos. Isso leva-os a buscarem refúgio em prédios de igrejas e na caridade anônima.

Estes cristãos, os autênticos refugiados, por serem obrigados a fugir inclusive dos campos de refugiados, não têm acesso ao serviços da União Européia, ou dos EUA, e nem aos serviços consulares do Brasil. O pior é que quando os cristãos conseguem este acesso, os seus processos são indeferidos ou postergados sob a ingerência de funcionários muçulmanos sunitas, como relatado nesta notícia, bem como denunciado anteriormente pela Irmã Hatune. O Brasil precisa estabelecer um consulado extraordinário e itinerante, e trabalhar junto com indivíduos, caridades e igrejas para atender a demanda dos cristãos, esquecidos e ignorados.

O Brasil não deve fazer como a Inglaterra, a França e os EUA que vem discriminando refugiados cristãos, exatamente o grupo que mais necessita de acolhimento.

Os homossexuais e ex-muçulmanos são perseguidos de forma sistemática dentro de um contexto mais amplo nas sociedades islâmicas. A título de ilustração, a punição para o homossexualismo varia entre  atirar o homossexual do alto de um prédio, apedrejá-lo em praça pública até a morte, ou o queimá-lo vivo.  Quanto aos ex-muçulmanos, a punição prevista pela Lei Islâmica para quem deixa de ser muçulmano é a morte. Quando isso não ocorre, eles são condenados ao ostracismo pela família e amigos, são banidos do convívio social.

Outro fator a ser considerado é o sexo de quem pede asilo. Assiste-se hoje ao escândalo de que 75% dos “refugiados” são homens. Em geral, durante conflitos, os homens lutam enquanto que as mulheres, crianças e idosos fogem. Nesta crise no Oriente Médio, são os homens fogem, deixando as mulheres, crianças e idosos para trás. Os homens fogem para a Europa para viverem às custas dos serviços de bem-estar social e buscarem novas esposas. A coisa é tão escancarada, que um Imã chegou a pedir aos muçulmanos do sexo masculino que gerem filhos com as européias de modo a conquistarem a Europa.  O Brasil não pode se deixar cair neste engodo.

Mas, e quanto a se adaptar à cultura e as leis do Brasil? Isso é fácil de explicar. O Brasil, apesar de ser um país laico, tem suas bases culturais e legais construídas sob uma base cristã. Deste modo, refugiados cristãos, ateus e homossexuais teriam mais facilidade de adaptação. O mesmo não ocorre com os muçulmanos. Muçulmanos desejam a implantação da Lei Islâmica Sharia onde quer que eles se estabeleçam, como demonstrado por diversas pesquisas de opinião. Eles querem que as sociedades onde eles moram se curvem aos ditames da Sharia. E o que isso pode trazer de pernicioso para a nossa sociedade? Basta olhar o que a Lei Islâmica legisla, e como ela se choca com as nossas leis e costumes, bem como com a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Ranu Stoenescu, filósofo francês especialista em islamismo, resumiu a questão em duas frases: "Não importa quantos eles sejam. O problema é que as pessoas que seguem o Islã, de uma maneira ou de outra, fazem parte de algo semelhante a um partido político que possui uma agenda política, que significa, basicamente, implementar a Sharia e construir um Estado Islâmico."

Isso já se vê acontecendo no Brasil. A página do Facebook da Mesquita Brasil, de autoria declarada de Antônio Ahmed Andrade, disse que Brasil será governado pela Sharia em 50 anos. Eles deletaram esta declaração feita , mas não rápido o suficiente pois tal declaração foi copiada. Porém, em discurso recente, um líder da mesma mesquita confirmou este objetivo. O que é mais sério é que reuniões para discutir a estratégia da islamização do Brasil têm sido feitas no exterior, e existem indícios que dinheiro estrangeiro tem sido usado na construção de mesquitas.

Trabalhar para substituir a Constituição pela Lei Sharia similar a crime de sedição.

De modo que o problema passa a ser mais sério: quanto maior o número de muçulmanos maior a chance de que existam demandas para que a sociedade brasileira se curve às normas da Sharia. Na Europa o que se vê é que junto com a imigração islâmica começam a existir casos de casamentos de crianças, poligamia, mutilação do clítoris das mulheres (EUA, Inglaterra), abuso de mulheres islâmicas dentro de suas comunidades não são mais relatados para a polícia e aumento do número de estupros de nativas (Inglaterra, Suécia, Alemanha), estabelecimento de “patrulhas da virtude” para impedir, por exemplo, a venda de bebidas alcoólicas, e a criação de tribunais da Sharia (tribunais paralelos ao sistema judiciário oficial do país), dentre outros.

A  presidente Dilma recentemente disse desejar combater a xenofobia,a homofobia,o racismo e a violência contra as mulheres. Mas como este combate pode ser feito importando-se pessoas adeptas a uma ideologia político-religiosa que defende e pratica todos esses crimes?

Na Europa, os muçulmanos mais perigosos e mais radicais se segregam da sociedade, se agrupando em guetos, em torno de mesquitas construídas e mantidas com financiamento saudita, que esposa a mais perniciosa vertente do islamismo, o wahabismo e o salafismo, a mesma vertente que rege grupos notórios como a Irmandade Muçulmana e o Hamas. Fenômeno semelhante começa a ocorrer no Brasil, é preciso evitar isso.

Recentemente, reportagens da imprensa brasileira relataram que a Polícia Federal descobriu as garras do terrorismo islâmico no Brasil.

Na Europa, o tsunami de refugiados que presenciamos (apenas 20% deles são sírios), traz consigo milhares de jihadistas do Estado Islâmico. Seria ingenuidade acreditar que o mesmo não acontecerá no Brasil.

Um bom exemplo disso, é o famoso caso da repórter húngara que desequilibrou um refugiado. O refugiado em questão obteve refúgio na Espanha e, recentemente, foi reconhecido como um membro do grupo jihadista Nusra Front.

É preciso monitorar quem pede asilo. É preciso processar os pedidos de asilo feitos. Não se deve permitir a entrada no Brasil sem visto, pois isso favorece que os imigrantes peçam asilo ao chegar, fato que torna a negação de asilo mais difícil. Não devemos ter uma política de “portas escancaradas.” É importante lembrar que não existe legislação contra terrorismo no Brasil, e ignorar o terrorismo islâmico que está a todo vapor ao redor do mundo é ingenuidade e irresponsabilidade.

Como o Brasil pode impedir que refugiados muçulmanos sejam manipulados pelos islamistas que já se encontram ao nosso redor?

E existe ainda a questão dos alimentos halal. A exemplo do judaísmo, o Islã exige que animais sejam abatidos de modo ritualístico (e desumano). Porém, apenas muçulmanos podem fazer este abate. Contudo, diferentemente dos judeus, os muçulmanos querem que todo o abate seja halal (ou seja, impor a Sharia) e que toda a população coma carne deste tipo. Não só isso. Segundo eles, toda a indústria de alimentos deve ser halal, e grande parte da indústria de alimentos do Brasil está se certificando como halal e começando a vender alimentos halal no mercado interno, sem o conhecimento da população. O grande problema é que apenas muçulmanos podem trabalhar com alimentos halal, criando-se uma reserva de mercado apenas para muçulmanos. Isto é discriminação baseada em religião, um crime segundo a nossa Constituição. Leia mais sobre a industria halal aqui.

É aceitável que refugiados de qualquer nação e crença venham para o Brasil, mas o ponto é que isto é imigração em massa e em um curto período de tempo, e as consequências desta “crise migratória” é a interferência nos valores da sociedade que acolhe os imigrados, pois estes tentarão impor o seu estilo de vida, transformando lentamente a cultura da localidade. Basta ver o que aconteceu (e continua a acontecer) na Europa. Há lugares na Europa, onde um governo islâmico paralelo foi estabelecido, com jurisdição e legislação próprios, e que age de acordo com a Lei Islâmica Sharia, fazendo “concorrência” com o governo oficial e democraticamente eleito do país. Estas localidades se tornaram guetos islâmicos (“no-go zones”), de onde os europeus nativos foram expulsos pelas comunidades islâmicas, tornando os cidadãos nativos europeus reféns dentro de seu próprio país, completamente acuados.

É preciso também notar o modo escandaloso com o qual o mundo islâmico trata a crise de refugiados. Muitos países islâmicos, muitos deles riquíssimos, como a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait, se recusam a receber refugiados e imigrantes muçulmanos (apenas como mão-de-obra temporária). Inclusive, um funcionário do governo do Kuwait teve a audácia de dizer que estes países não poderiam aceitar refugiados sírios por que eles são “ diferentes “. Porém, estes países não medem esforços e nem recursos para subsidiar a migração islâmica para outros países não muçulmanos, exportando  deste modo o wahabismo e o salafismo. Um bom exemplo disso, é a oferta da Arábia Saudita de construir 200 mesquitas para os novos “refugiados sírios” na Europa (Alemanha).

Outros países islâmicos que também poderiam ajudar, como a Indonésia, o Marrocos e o Paquistão, nada fazem. O Brasil daria uma grande contribuição ao mundo se advogasse junto a estes países islâmicos para que abrissem as suas portas para os seus “irmãos muçulmanos.”

Por que o Brasil precisa receber os excedentes populacionais islâmicos quando os próprios países islâmicos os rejeitam?

Deixe que os países islâmicos cuidem dos seus “irmãos muçulmanos.” É mais salutar da nossa parte ajudar quem realmente precisa de ajuda, ou seja, cristãos, ex-muçulmanos e homossexuais.

Leitura complementar:

Islamização da Europa. Pode o mesmo acontecer no Brasil?

Por que as nações ocidentais devem aceitar somente refugiados cristãos

Bispo do Iraque adverte que o Ocidente será logo outra vítima do islamismo


Expulsos das suas casas e dos acampamentos de refugiados por militantes islâmicos, os cristãos do Oriente Médio se aglutinam em igrejas e dependem da caridade anônima. Por não poderem ficar nos campos de refugiados eles não tem acesso ao centros de captação de refugiados dos diversos países, inclusive do Brasil.


Muçulmanos refugiados estão indo para cidades do interior, notadamente no Paraná, onde já começam a exigir tratamento diferenciado, inclusive tendo acesso exclusivo a empregos na indústria alimentícia. 


Xeique Muhammad Ayed prega na Mesquita Al-Aqsa (Jerusalém) dizendo que os muçulmanos do sexo masculino irão gerar filhos com as européias de modo a conquistarem a Europa. (Conquistar a Europa? Mas o islão não a religião da paz e tolerância?)


2 comentários:

José Atento disse...

Bem, o link é este: http://citizengo.org/en/30051-refugiados-acolha-apenas-os-reais-necessitados-cristaos-homossexuais-e-apostatas-do-isla

Mas obrigado por compartilhar!

Gian Victor disse...

Cara oque a gente faz numa situação dessas? Vai pra rua? Caimos em conflito com eles e ficamos a mercê de sermos taxados de racistas e xenofóbicos?

Petiçoes infelizmente n ajudam em muita coisa e os governos parecem nao estar nem aí pra isso que está acontecendo.

Depois que a Europa estiver sido destruída de dentro pra fora será a vez das américas e qualquer outro lugar que ainda não tenha sido ocupado por essa religião de barbáros.