terça-feira, 27 de outubro de 2015

A "Jihad das Facadas" e a instigação ao assassinato de judeus (até mesmo por agência da ONU)


Não é de hoje que existe um incitamento à violência contra os israelenses (notadamente, aqueles identificados como judeus) por parte das autoridades palestinos, clérigos islâmicos e grupos terroristas islâmicos, e até mesmo por parte da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA). E isso se manifesta através de programas na TV, até mesmo programas infantis, incitamento nas escolas, até mesmo nas mantidas pela ONU, e, claro, nas mesquitas e madrassas. Para que este ódio acumulado transborde, basta algum incidente, mesmo fabricado. 
Se você quiser ver isto pelos seus próprios olhos o nível de incitamente e doutrinação por parte dos clérigos da "religião da paz", bem como por parte das autoridades palestinas, visite o Canal Palestina Livre, no YouTube. 
Quem semeia vento, colhe tempestade.
Incitamento

Nas últimas duas semanas, somos testemunhas de mais uma destas explosões do ódio cultivado e acumulado no coração dos palestinos. E o motivo, é claro, tem a ver com o supremacismo islâmico.

Uma das coisas que caracteriza o islamismo são os sermões que os clérigos fazem dos seus púlpitos. Algo único, pois eles empunham espadas, facas, AK-47, etc, e incitam os fiéis a cometeram atrocidades contra os não muçulmanos.

O exemplo mais recente é o do Xeique Abu Rajab, que puxou uma faca e exortou os palestinos a materem judeus em nome do islão, e pelo amor de Alá (conforme dita o seu livro sagrado, o Alcorão)
(saved)
Vídeo do Xeique Abu Rajab no qual ele puxou uma faca e 
exortou os palestinos para materem judeus em nome do islão. 

O blog do MEMRI TV faz uma sinopse do nível de incitamento utilizado na mídia social, conclamando muçulmanos a matarem judeus, e ensinando diversos modos para este propósito, incluindo o uso de facas, utensilhos domésticos e veneno (MEMRI).

É mesmo difícil lidar com aqueles que amam mais a morte do que a vida


Funcionários da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA) incitam o assassinato no Facebook

A ONG "UN Watch" descobriu que pelo menos 10 funcionários da agência UNRWA usaram da mídia social para incitar palestinos a atacarem judeus. A agência não tomaram nenhuma providência, ignorando este fato.

Abaixo, é apresentado alguns trechos do relatório completo publicado pela ONG.

Hani Al Ramahi, que se diz Assistente de Projetos de Apoio da UNRWA”, compartilhou a imagem abaixo, com a legenda "Esfaqueie o Cão Sionista."


Ibrahim Ali, que vive em Hebron e se diz funcionário da UNRWA compartilhou no seu FAcebook um vídeo que glorifica ataques terroristas, incluindo atirar e esfaquear judeus.


Hiba Miari, professora da UNRWA, celebrou os esfaqueamentos com um desenho que mostra um palestino "tocando" uma faca gigante.


Um Karam, professor da UNRWA, compartilhou o vídeo do Xeique Abu Rajab no qual ele puxou uma faca e exortou os palestinos para materem judeus em nome do islão.


 Mohammed Assaf, um embaixador da juventude do UNRWA, vencedor do “Arab Idol” e organizador de campanhas para recolher doações, vem glorificando violência no seu Facebook. Seu novo vídeo encoraja a onde atual de ataques, esfaqueamentos, motins, e ataques a mão armada, cantando "Lute e retribua até que o agressor seja derrotado."



E os palestinos celebram a matança em um vídeo que faz a reprodução do ataque a um ônibus que resultou na morte de 2 pessoas. https://www.youtube.com/watch?v=NkqgR0_4E74

E também celebram nas ruas, uma celebração macabra. Um amigo meu chamou isso de satanismo. Para mim, é psicopatia em grupo.




O resultado do incitamento até o momento

Alguns dos ataques listados abaixo:

1. Dias atrás, Naama e Eitam Henkin foram mortos, baleados dentro do seu carro por jihadistas do Hamas, na frente dos seus quatro filhos pequenos. (fonte)
2. Aharon Banita foi esfaqueado até a morte à caminho do Muro Ocidental para rezar. O seu filho de colo ficou ferido. E um rabino, Nehemia Lavi, que correu para ajudar acabou sendo morto. A esposa de Aharon, que também foi esfaqueada no ombro, disse que os transeuntes árabes riram e aplaudiam ao assistirem ao ataque. (fonte; video)
3. Esfaqueamento em ponto de ônibus em Raanana (video).
4. Palestino se fingindo de jornalista esfaqueia soldado israelense (video).
5. Estação de ônibus atacada, um assassinado, seis feridos (video).
6. Muçulmana ferida ao tentar esfaquear quem passava (video).
7. Ataque em ônibus resulta em 16 feridos (vídeo).
8. Palestino doutrinado para ser psicopata esfaqueia uma mulher de 70 anos (video).
9. Adolecentes palestinos esfaqueiam menino de 13 anos (video).
10. Palestino atropela pessoas no ponto de ônibus e sai do carro atacando-as, quando deitadas, com facão de açougueiro (video) .
11. Palestina é presa após esfaquear um policial (video).
12. Palestino esfaqueia policial e é morto (video).

Vídeo capturado por câmera de segurança mostra uma adoradora de Alá tentando apunhalar um israelense em Beitar Illit, na Cisjordânia (fonte).



domingo, 25 de outubro de 2015

Jerusalém, Al Aqsa, e o supremacismo islâmico



José Atento
Este artigo discute um exemplo do supremacismo islâmico. O raciocínio sobre o qual o supremacismo islâmico se baseia é que o islão existe para dominar e não para ser dominado (Alcorão 9:33), e que os muçulmanos são as melhores criaturas (Alcorão 3:111) ao passo que os kufar (os não muçulmanos) são as criaturas mais perversas (Alcorão 98:6, 8:55). E para fazer valer estes versos, os muçulmanos, ao longo dos tempos, tem se valido de subterfúgios ou alterado a história. 
A mesquita de Al Aqsa e a afirmação de Jerusalém ser a terceira cidade sagrada do islamismo são consequência desta mentalidade. Por que um lugar ignorado pelo Alcorão se tornou uma cidade tão importante? Afinal, Jerusalém não é mencionada no Alcorão uma única vez, não é o lugar para onde muçulmanos oram, não é mencionada uma vez por nome nas orações, e não esteve ligada a nenhum evento da vida de Maomé. A cidade nunca serviu como capital de um estado soberano muçulmano, e nunca se tornou um centro cultural ou acadêmico. Jerusalém nunca teve importância política para os muçulmanos, que preferiram centros como Damasco, Bagdá ou Cairo. 
A resposta é a imposição da superioridade do islamismo sobre o judaísmo e o cristianismo, já que Jerusalém é sagrada para estes duas religiões. Ao te-la conquistado e ocupado militarmente, durante a campanha de expansão do Califado Rashudin, no ano de 638 (seis anos após a morte de Maomé), os líderes muçulmanos tinham que mostrar a superioridade do islão, e para isso, inventaram história, construindo uma mesquita exatamente onde o Templo Judáico havia existido, e afirmando que Maomé esteve naquela mesquita, usando como base a alucinógena viagem de Maomé até o paraíso islâmico montado em um jumento alado, chamado Burack (sim, o som é o mesmo).
Hoje em dia, muitas pessoas matam e morrem por causa desta história inventada. Matam e morrem por causa de uma mentira.
Jerusalém apenas assume importância para o islamismo quando ela fica sob o controle de não muçulmanos. Isto pode ser visto em diversos eventos históricos, a saber, no final do século VII, nas cruzadas do século XII e século XIII, durante a ocupação britânica (1917 a 1948) e desde que o Estado de Israel conquistou a cidade em 1967. Entre estes períodos, Jerusalém foi um lugar sem importância, esquecido e poeirento. Isso é devido à máxima islâmica de que "um lugar conquistado pela jihad islâmica torna-se islâmico para sempre" e quando re-conquistado pelos seus antigos donos, os muçulmanos devem acusá-los dizendo que as terras foram-lhes roubadas (sem nunca mencionar que foram eles que as roubaram).
Isso é uma condição mental conhecida como inveja patológica, que leva a quem sofre dela desejar o que outros desejam, porém perdendo o interesse ao possuir o que foi desejado pelos outros.   
O texto abaixo foi construído baseado em parte no artigo The Muslim claim to Jerusalem, escrito por Daniel Pipes, e publicado no Middle East Quarterly, em setembro de 2001, com a inclusão de diversas inserções, comentários, textos e referências adicionais. 
A Bíblia judáica menciona Jerusalém 669 vezes. Os judeus vem rezando "ano que vem, em Jerusalém" a milhares de anos. O Novo Testamento menciona Jerusalém tantas vezes (154), a tal ponto de a espiritualiza-la como a "Jerusalém Celeste".  Seria então lógico de se pensar que tamanho barulho feito pelos muçulmanos fosse justificado. Porém, para a surpresa de todos, o Alcorão não menciona Jerusalém um única vez!

O colunista Moshe Kohn observa que Jerusalém e Sião aparecem com tanta freqüência no Alcorão "como no livro hindu Bhagavad-Gita, no livro taoísta Tao-Te Ching, no livro budista Dhamapada e no livro Zend Avesta do Zoroastriano", ou seja, nenhuma vez.

Históricamente, mesmo se desconsiderarmos a narrativa bíblica do primeiro templo judeu, destruído pelos babilônios, existe o fato histórico da existência de um grande templo judáico (o segundo templo) erguido em Jerusalém, através dos registros históricos dos persas, gregos e romanos. A ligação cristã tem em Jerusalém o local onde o cristianismo começou. Mas a única ligação histórica que os muçulmanos têm com Jerusalém foi quando os jihadistas muçulmanos conquistaram militarmente a cidade, seis anos após a morte de Maomé. Maomé nunca pôs os seus pés em Jerusalém.

Arco de Tito, em Roma, celebra a destruição do templo judeu, no ano 70 d.C. 

No ano de 638, as tropas muçulmanas cercaram Jerusalém, na época parte do Império Romano do Oriente (Império Bizantino). O particarca da cidade, Sofrônio, negociou a rendição da cidade ao califa Umar temendo que a cidade tivesse a mesma sorte que outras cidades conquistadas pelo islão (estupro, pilhagem e execuções em massa). Ele também impôs a condição de que os muçulmanos poupassem os lugares sagrados. Mas esta condição não foi cumprida, e Sofrônio morreu de tristeza alguns meses depois, devido a profanação dos lugares sagrados cristãos. Ele ainda conseguiu contrabandear a Cruz Verdadeira e outras relíquias para Constantinopla, salvando-as.

Após ser conquistada, Jerusalém caiu no esquecimento. Ela apenas ganharia importância quase 70 anos depois, durante a segunda guerra civil (segunda fitna) muçulmana. Na época, o califa omíada Abdul Malik pensou em fazer de Jerusalém a sua capital, planejando uma séria de obras, sendo a mais famosa de todas o Domo da Rocha, exatamente no local do Templo judáico, para deixar claro a sua superioridade sobre o judaísmo e o cristianismo. A construção começo em 688 e terminou em 691.

O Domo da Rocha

O que aconteceu após isso, faz parte de uma conspiração. Para compreendê-la, é preciso consultar o verso 17:1 do Alcorão:

 Glória a Ele que tomou Seu servo à noite da Mesquita Sagrada até a mesquita mais distante.
 (Subhana allathina asra bi-'abdihi laylatan min al-masjidi al-harami ila al-masjidi al-aqsa.)

Este verso se refere a viagem de Maomé até o paraíso islâmico montado em um jumento alado, um evento conhecido dentro da mitologia islâmica como a Jornada Noturna (isra).

Este evento mitológico teria ocorrido no ano 621, e teria envolvido uma Mesquita Sagrada, que já existia em Meca, e uma "mesquita mais distante" que significaria, de fato, uma metáfora ou um lugar no paraíso. 14 Não existia fisicamente "mesquita mais distante" alguma em lugar algum.

Além disso, se uma "mesquita mais distante" existisse, ela não estaria na Palestina por dois motivos. Primeiro, a Palestina é referida pelo Alcorão 30:1 como a "terra próxima" (adna al-ard). Segundo, a Palestina só seria conquistada 17 anos mais tarde.

Os primeiros relatos muçulmanos de Jerusalém, como a descrição da visita relatada por um dos mais próximos companheiros de Maomé, o Califa Umar, logo após a conquista da cidade pelos jihadistas islâmicos, em 638, em momento algum mencionam o Monte do Templo com a "mesquita distante" do Alcorão. Era de se esperar que um evento de tal magnitude não tivesse passado despercebido por Umar.

Além do mais, Muhammad ibn al-Hanafiya (638-700), um parente próximo do profeta Maomé, é citado denegrindo a noção de que o profeta teria posto os pés sobre a rocha em Jerusalém. Ele teria dito que  "estes sírios, malditos", referindos-se aos omíadas, "fingem que Deus colocou o pé sobre a rocha em Jerusalém, muito embora apenas uma pessoa tenha posto o seu pé sobre a rocha, ou seja, Abraão." 17

Mas, para os califas omíadas a propaganda valia mais. Em 715, os califa omíada al Walid abriu uma segunda mesquita em Jerusalém, novamente no Monte do Templo, chamando-a de a Mesquita mais Distante (al-Masjid al-aqsa, Al-Aqsa). Com isso, os omíadas, retroativamente, deram à cidade um papel na vida de Maomé (mesmo sem Maomé nuncar ter posto o seu pé nela). Esta associação de Jerusalém com a Al-Masjid al-aqsa se encaixa dentro da tendência muçulmana, em geral, de tentar identificar nomes de lugares encontrados no Alcorão: "onde quer que o Alcorão mencione o nome de um evento, histórias foram inventadas para dar a impressão de que de alguma forma, em algum lugar, alguém sabia o que se passava". 18 

Mesquita Al Aqsa

Dentro do Domo da Rocha existes inscrições semelhantes às compialdas mais tarde no Alcorão, compondo um mosaico de 240 metros. Curiosamente, estas inscrições não incluem o verso do Alcorão 17:1 relativo a Jornada Noturna, sugerindo que ao ser construído, em 692, ainda não existia a idéia de associar Jerusalém com o decolagem do jumento alado para a Jornada Noturna (de fato, o primeiro comentário do Alcorão 17:1 referindo a Jerusalém data do século XI).

O mais interessante de tudo é que dentro do Domo da Rocha (e não dentro da Al Aqsa) existe uma estrutura rochosa que muçulmanos passaram a dizer ter sido o lugar onde o jumento alado de Maomé descansou antes de levar Maomé aos céus na sua Jornada Noturna. Mas esta narrativa começou apenas no século XI.

Uma curiosidade: ao afirmar que Maomé foi para o céu a partir de Jerusalém, o islamismo concede não ser possível ir para o céu a partir de Meca.

Jerusalém caiu no esquecimento com a dissolução do califado omíada. A capital do novo califado (abássida) era em Bagdá e não existia interesse naquele canto remoto do califado. A situação da cidade se tormou tão lamentávem que o próprio domo do Domo da Rocha ruiu no ano 1016. A cidade deteriorou tanto que se tornou um caos. O nível educacional era precário, e os cristãos eram numerosos. 27 

Veio então a Primeira Cruzada e a conquista de Jerusalém em 1099. A reação nas crônicas islâmicas na época foram poucas e levou mais de cinco décadas para que um sentimento de Jihad fosse acendido em 1150. Hadices (tradições de Maomé) foram inventados contendo narrativas que relacionavam Maomé com Jerusalém, para ajudar a convencer os muçulmanos a participarem de uma Jihad para re-conquistar Jerusalém, algo que apenas aconteceria em 1187.

Após esta conquista, os governadores muçulmanos, descendentes de Saladin, construiram novos prédios para impor um caráter mais islâmico a cidade. Pela primeira vez, prédios islâmicos foram construídos fora da cidade. É desta época, segundo Oleg Grabar, do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, que o Domo da Rocha veio a ser definido como o local de onde a ascenção de Maomé ao paraíso dentro da Jornada Noturna (miraj) teria ocorrido. 36

Mas, com Jerusalém na mão dos muçulmanos, o interessa pela cidade decresceu e ela, novamente, se viu relegada a um plano secundário.

O pouco valor de Jerusalém para o islão torna-se visível na negociata feita pelo governador do Egito, al-Kamil, um neto de Saladin. Ele entregou Jerusalém para o controle do emperador alemão Frederico II, em troca do seu apoio contra al-Mu'azam, rival de al-Kamil. 39 Ou seja, o neto de Saladin usou a cidade que o seu avô havia conquistado com tanto esforço como barganha de comércio.

Jerusalém seria novamente conquistada, desta vez por outro governador egípcio, an-Nasir Da'ud, em 1239, que mais uma vez negociou a cidade com os cruzados em troca de apoio contra alguns de seus parentes. Jerusalém virou peça de barganha, o que seria inadimissível se fosse realmente um lugar tão sagrado pelos muçulmanos da época.

Contudo, nesta época, algo interessante aconteceu. Como os cristãos vieram, por várias vezes de milhares de quilômetros de distância, buscando tornar Jerusalém na sua capital, isso teve um efeito psicológico sobre os muçulmanos: se esta cidade era tão cobiçada pelos infiéis cristãos, então ela também deveria ser importante para os muçulmanos. 43  Este comportamento é conhecido como inveja patológica, que é o desejo doentio de tomar para sí aquilo que o outro possui ou almeja, ou desejo de destruir aquilo que o outro deseja. [3]

Isso explica bem o motivo de Jerusalém só ganhar proeminência no islão quando ela é governada por não muçulmanos. Quando isso não ocorre, ela é abandonada.

"A inveja patológica demonstra o desejo de posse de algo, só existente pelo sentido de ausência, de perda, em que o bom é projectado para o que é do outro, sendo o mau posto por inteiro no próprio. A inveja pressupõe então um desejo de posse para a aniquilação ou destruição do que é invejado e, segundo interpretações da psicologia clássica, pode ser lida como uma forma de expressão da pulsão de morte, uma vez que a sua existência em larga escala não amplia, não transforma, não elabora nada da própria pessoa ou dos outros: apenas se apropria e extingue." [4]

Inveja patológica

A cidade voltaria às mãos muçulmanas em 1244, permanecendo deste modo por quase 7 séculos, sob o controle dos mamelucos egípcios e depois dos otomanos turcos.

Durante os mamelucos (1250-1516) a cidade foi abandonada, tornando-se o lugar ideal para o exílio de presos políticos. Como a cidade não tinha muralhas (elas foram destruídas em 1219) ela era presa fácil para saqueadores, o que provocou um exodo da sua população, que caiu para cerca de 4 mil pessoas.

Durante os otomanos (1516-1917) exitiu um interesse inicial por parte de Solimão I, o Magnífico (califa de 1520 a 1566), que reconstruiu os muros da cidade (1541) e proveu água para a cidade. Mas logo tudo voltou à normalidade e Jerusalém caiu no esquecimento. Em 1806, a população de Jerusalém era de 9 mil habitantes.

A abandono de Jerusalém foi registrado por diversos peregrinos e  turistas ocidentais. Constantin Volney, um dos observadores mais detalhados, observou, em 1784, "paredes destruídas, seu fosso cheio de detritos, seu circuito de cidade engasgado com ruínas." Chateaubriand escreveu "que desolação e miséria!". Gustav Flaubert, de Madame Bovary, visitou em 1850 e encontrou "ruínas em todos os lugares e em todos os lugares o odor de sepulturas. Parece que a maldição do Senhor paira sobre a cidade. A Cidade Santa de três religiões está apodrecendo longe do tédio, deserção, e negligência." Herman Melville, em 1857, comentou "infelizes são os favoritos do Céu.Mark Twain, em 1867, descobriu que Jerusalém "perdeu toda a sua grandeza antiga, e se tornou uma aldeia pobre."

Mark Twain visitou a Terra Santa em 1867 e ficou chocado com a sua desolação e abandono

O Domo da Rocha em 1875: abandono e desinteresse total por parte dos muçulmanos

Durante a Primeira Guerra Mundial, os ingleses relataram que os árabes não tinham interesse em nada que ficasse ao sul de Damasco, indicando, deste modo, a falta de interesse árabe por Jerusalém. Quanto aos otomanos, ao se retirarem da cidade, em 1917, eles planejaram detonar a cidade caso os britânicos entrassem nela. 47 

Jerusalém apenas voltou a ser importante para os muçulmanos com a ocupação da cidade pelo Império Britânico, de 1917 até 1948, por dois motivos. Os britânicos eram vistos como cristãos governando sobre uma "terra islâmica".  E, para piorar, os judeus começaram a reinvidicar o estabelecimento de um país na Palestina. Políticos árabes começaram a visitar a cidade e discursos inflamados começaram a ser ouvidos na Mesquita de Al Aqsa. O mais notável de todos foi o Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husayni (1985-1974), que fez do Templo do Monte um quartel general do anti-semitismo e contra o movimento sionista. Seus esforços incluiram a promoção de um encontro de estudiosos em 1931, arragimentar recursos para a reconstrução do Domo da Rocha e da Mesquita Al Aqsa no mundo árabe (mostrando desenhos que mostravam o Templo do Monte com uma estrela de David sobreposta), bom como em instigar vários pogroms contra os judeus (e isso sem mencionar a sua colaboração com o nazismo e com Hitler).

Algo muito importante a destacar é que foi nesta época que uma nova narrativa para justificar a supremacia do islão sobre o judáismo emergiu, após os distúrbios entre muçulmanos e judeus em 1929: a de que Maomé amarrou o seu jumento alado Burack no Muro das Lamentações. 49  Mais uma vez, a fé islâmica foi manipulada para atender aos interesses políticos do momento.

Judeus rezam à frente do Muro das Lamentações (Kotel), foto de 1927. 
Este muro fez parte do complexo do Templo de Herodes.  

Entre 1948 e 1967, a cidade de Jerusalém esteve sob o controle da Jordânia, ou seja, do islão. Mais uma vez, a cidade perdeu um pouco do seu interesse. As instituições islâmicas que existiam em Jerusalém foram transferidas para Amã, e Jerusalém tornou-se menos importante que Nablus. A oração da sexta-feira, a mais importante dos muçulmanos, era transmitida da mesquita de Amã, e não da Al Aqsa. E até mesmo a Organização para Libertação da Palestina, fundada durante este período na Jordânia, não menciona Jerusalém na sua Carta de Fundação de 1964. Neste período, os judeus não eram permitidos de rezar no Muro das Lamentações.

Com a Guerra em 1967, Jerusalém caiu sobre o controle de Israel, mantendo, contudo, o controle do Templo do Monte com os muçulmanos. Mas, do mesmo jeito que durante as cruzadas, o fato de Jerusalém estar sob o controle dos kufar, os descrentes não muçulmanos, fez com que, de repente, Jerusalém voltasse a ser valorizada, servindo como uma peça de propaganda usada para instigar o mundo islâmico a uma jihad. Países e organizações islâmicas se servem disso. A Organização da Cooperação Islâmica foi fundada a partir deste ímpeto. E Jerusalém foi re-erguida ao estatus de terceiro lugar mais sagrado do mundo islâmico.

O que se vê hoje são várias peças de propaganda sendo usadas para promover a reivindicação a Jerusalém por parte dos supremacistas islâmicos:
  • O islão tem uma conexão com Jerusalém que antecede aquela dos judeus.
Como fica difícil fazer isso com Maomé, os muçulmanos usam Abraão, Moisés, David e Jesus, como profetas do islão. 66  Em outras palavras, os muçulmanos se usam de figuras centrais do judaísmo e do cristianismo como se eles tivessem sido proto-muçulmanos. A tal ponto de palestinos afirmarem que "Jerusalém é islâmica desde a criação do mundo." 67
  • O Alcorão menciona Jerusalém.
O que tem sido feito para resolver esta ausência e cometer a blasfêmia de inserir texto no Alcorão. Diversas versões do Alcorão tem a palavra Jerusalém seguindo, ou mesmo substituindo, Al Aqsa
  • Maomé visitou Jerusalém.
O revisionismo é feito de diversas maneiras, incluindo-se aí apologistas modernos, tais como Karen Armstrong, que sustentam que a visita de Maomé a Jerusalém (e ao paraíso islâmico) foi espiritual. 75  O interessante é que doutores do islão a criticam, pois, para eles, Maomé foi para os céus fisicamente. 76
  • Jerusalém não tem importância alguma para os judeus
Muçulmanos negam toda e qualquer ligação judáica a Jerusalém, negando inclusive as ligações comprovadamente históricas, como o Segundo Templo e a sua destruição pelos romanos. Atualmente, existe um esforço para que o Muro das Lamentações seja declarado como islâmico (inclusive, tentativas recentes para que a UNESCO declare isso). Existe também um esforço em andamento sobre a imprensa internacional, governos de outros países, bem como sobre a ONU, para que ela adote os nomes islâmicos ao invés dos nomes judáico-cristãos. 

Uma tentativa mais recente para negar qualquer tipo de ligação judáica com a cidade, sob a alegação que Jerusalém é 100% árabe, palestina e sagrada para o islão. 94

Apesar de tudo isso, tem existido muçulmanos honestos e com clareza de raciocínio. Citando alguns abaixo:
  • Ibn Taymiya (1263-1328), influente pensador do islamismo ortodoxo, disse que a sacralidade de Jerusalém é uma noção que vem dos cristãos e judeus, e também da rivalidade dos omíadas com Meca.
  • Ibn Qayyim al-Jawziya (1292-1350) rejeitou os hadices (tradições de Maomé) sobre Jerusalém, criados na época das cruzadas, como falsos. 
  • Muhammad Abu Zayd escreveu um livro, no Egito, em 1930 (retirado de circulação) dizendo que a Jornada Noturna não tem relação alguma com Jerusalém, mas com Meca e Medina. 102
  • Em uma reunião de cúpula de líderes árabes em março de 2001, Muammar al-Qadhafi fez piada com a obsessão dos seus colegas com Al-Aqsa. "Pro inferno com isso", delegados, citou-o dizendo: "você resolve ou não, é apenas uma mesquita, e eu posso rezar em qualquer lugar."103
  • O próprio Alcorão (2: 145) reconhece que os muçulmanos têm uma qibla (direção para oração) e "o povo do Livro" outra.
  • Abdul Hadi Palazzi, diretor do Instituto Cultural do Community, escreveu que "Jerusalém tem para o povo judeu o mesmo papel que tem Meca tem para os muçulmanos." 107
  • Palazzi diz ainda que "não há qualquer razão teológica para negar o mesmo direito dos judeus sobre Jerusalém. 110
  • Palazzi ainda se refere a passagens do Alcorão, negligenciadas por conveniência política, que cita Moisés instruindo os judeus a "entrem na Terra Santa que Alá atribuiu a vocês" (5:22-23). Em outra passagem, Alá diz:  "Nós dissemos aos Filhos de Israel: 'Residam em segurança na sua Terra" (17:104).  E o verso 2:145 que declara que os judeus "não irião seguir o seu qibla, nem vocês irão seguir o deles", indicando um reconhecimento do Monte do Templo como direção de oração dos judeus. "O próprio Deus está dizendo que Jerusalém é tão importante para os judeus como Meca é para muçulmanos.111 

Muçulmanos rezando no Templo do Monte: 
na direção de Meca e de costas para o Domo da Rocha


Referências

1. The Muslim claim to Jerusalem, Daniel Pipes, Middle East Quarterly, Setembro de 2001.

2. More on the Muslim claim to Jerusalem, Daniel Pipes, Middle East Forum, Novembro de 2001, com atualizações.

3. A inveja como condição de doença, Blog Amigo da Saúde.

4. A inveja, Pedro Stretch.

5. The Qur'an: Israel Is Not for the Jews: Claims to the Holy Land, Robert Spencer, Middle East Quarterly, Outono de 2009, pp. 3-8.

Citações oriundas da Referência [1] e que aparecem no texto:

14  B. Schreike, "Die Himmelreise Muhammeds," Der Islam 6 (1915-16): 1-30; J. Horovitz, "Muhammeds Himmelfahrt," Der Islam 9 (1919): 159-83; Heribert Busse, "Jerusalem in the Story of Muhammad's Night Journey and Ascension," Jerusalem Studies in Arabic and Islam 14 (1991): 1-40. See also Heribert Busse and Georg Kretschmar, Jerusalemer Heiligstumstraditionen (Weisbaden: Otto Harrassowitz, 1987).
17 Quoted in Joseph van Ess, "‘Abd al-Malik and the Dome of the Rock," Bayt al-Maqdis: `Abd al-Malik's Jerusalem, ed. Julian Raby and Jeremy Johns (Oxford: Oxford University Press, 1992), vol. 1, p. 93.
18  Ibn al-Rawandi, "Origins of Islam: A Critical Look at the Sources," The Quest for the Historical Muhammad, ed. Ibn Warraq (New York: Prometheus, 2000), p.101.
27 Shams ad-Din al-Muqaddasi, Ahsan at-Taqasim fi Ma`rifat at-Taqalim, ed. M. J. de Goeje (Leiden: E. J. Brill, 1877). Quoted in Guy Le Strange, Palestine under the Moslems (Boston: Houghton Mifflin, 1890), p. 86.
36  Oleg Grabar Mohammad Al-Asad, Abeer Audeh, and Said Nuseibeh, The Shape of the Holy (Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1996), p. 157. See also p. 113.
39  R.J.C. Broadhurst, A History of the Ayyubid Sultans of Egypt Translated from the Arabic of al-Maqrizi (Boston: Twayne, 1980), p. 26.
43 Sivan, Interpretations of Islam, p. 100.
47  Quoted in Pierre van Paasen, Days of Our Years (New York: Hillman-Curl, 1939), p. 379. Although van Paasen's credibility has sometimes been called into doubt, his biographers H. David Kirk and Beverly Tansey have checked out "his often colorful pronouncements against the sober realities" and found him reliable ("Pierre van Paasen's Unheeded Warnings of a Coming Holocaust," Midstream, July/Aug. 2000, p. 10.
49  Milhemet Ha-Meqomot Ha-Qedoshim (Jerusalem: Makhon Yerushalayim Le-Heker Yisrael, 2000).
66 Ghada Talhami, "Jerusalem in the Muslim Consciousness," The Muslim World, 86 (1996): 229.
67  Yunis Yusuf, a 78-year old Palestinian who sells vegetables in the Dheisheh refugee camp, in Christine Hauser, "Jerusalem is explosive issue at U.S. peace summit," Reuters, July 10, 2000.
75 Time.com, Apr. 10, 2001.
76  See http://al-awda.org, May 16, 2001.
94  At-Tabari, Ta'rikh ar-Rusul wa'l-Muluk, vol. 1, ed. M.J. de Goeje, et al. (Leiden: E.J. Brill, 1879-1901), pp. 2408-09; text in Bernard Lewis, Islam from the Prophet Muhammad to the Capture of Constantinople, vol. 2 of Religion and Society (New York: Harper & Row, 1974), p. 3.
102  Ami Ayalon, Egypt's Quest for Cultural Orientation (Tel Aviv: Tel Aviv University, 1999), p. 7. Reference to Arthur Jeffrey, "The Suppressed Qur'an Commentary of Muhammad Abu Zaid," Der Islam 20 (1932), p. 306.
103  Reuters, Mar. 28, 2001.
107  Abdul Hadi Palazzi, "Antizionism and Antisemitism in the Contemporary Islamic Milieu" at http://www.ummah.net/islamic_institute/.
110  Abdul Hadi Palazzi, "Antizionism and Antisemitism at http://www.ummah.net/islamic_institute/. Palazzi also notes the curious fact that those Islamists who closely follow Ibn Taymiya's ideas about politics are also the ones leading the fight for an Islamic Jerusalem; they choose entirely to ignore the fact that Ibn Taymiya himself saw no special role for Jerusalem in Islam.
111  The Jerusalem Post, Feb. 28, 1997.



quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Bispo egípcio diz: "As forças de segurança são cúmplices da violência anti-cristã."


Versão em português do artigo Egyptian Bishop: Security Services Complicit in Anti-Christian Violence, de Raymond Ibrahim**, Coptic Solidarity, 4 de maio de 2015. Tradução de A. L.


"De acordo com o bispo Agathon, a situação dos cristãos do Egito vai "de mal a pior."

Em uma entrevista de 25 minutos na TV árabe com o Dr. Mona, um cristão copta, que entrevista o bispo cristão copta do Egito, o bispo Agathon, que diz que os cristãos estão totalmente expostos em Minya, no Egito, uma região que tem uma minoria copta que está constantemente sob ataque.

Enquanto vários pontos importantes foram levantados durante a entrevista, o mais notável foi o fato de que o próprio Estado egípcio está, muitas vezes, por trás da perseguição e discriminação contra os cristãos.

De acordo com o bispo, as autoridades governamentais locais, incluindo os aparelhos de segurança do Estado, estão não apenas ignorando os ataques contra os cristãos coptas, mas estão na maioria das vezes, por trás deles. Por exemplo, quando os coptas tiveram uma reunião com o conselho e com os funcionários do governo, sobre a possibilidade da construção de uma igreja, uma das autoridades, que tem contato com os xeiques islâmicos da aldeia, perguntou aos xeiques se eles "apoiavam a construção da igreja copta ou não ?"

Assim, cada família muçulmana foi instruída a enviar um membro da família, para a reunião do conselho, para protestar contra a construção, de uma nova igreja, e em seguida, esse mesmo conselho disse aos cristãos coptas: "Desculpe, vocês não poderão construir a Igreja cristã, pois a comunidade está contra e vivemos em uma democracia e a maioria vence e decide."

Outras vezes, a Segurança do Estado é cúmplice: os cristãos menores de idade, segundo o bispo cristão copta de Minya, disse que estes são frequentemente sequestrados pelos islâmicos que moram nas proximidades. A última vítima, foi uma jovem garota cristã seqüestrada que tinha acabado de começar a escola primária.

Sempre que algum destes ataques ocorrem, os coptas, trabalhando juntamente com a igreja, preparam os documentos, separam fotos e provas que incriminam os culpados e estas provas são colocadas nas mãos de oficiais superiores.

Até mesmo o proprio bispo já colocou tais tipos de documentos e provas nas mãos do director da polícia de inteligência, mas absolutamente nada foi feito, disse o bispo cristão desanimado.
Ele descreveu as dificuldades que os cristãos coptas encontram sempre que eles querem construir uma igreja. Algumas das igrejas atuais servem dezenas de milhares de cristãos, e necessitam de reparos simples, mas não podem ser feitos reparos nas Igrejas por lei nos países islâmicos.

A título de exemplo,o bispo cristão explicou que na aldeia de Safaniya, há a Igreja da Virgem Maria, e esta não tem banheiros ou água corrente. Os cristãos "tentaram mais de uma vez obter a aprovação para construir banheiros na Igreja, mas não obtiveram a permissão do governo. O bispo lamentou pelas pessoas idosas e doentes, que por vezes, urinam em si mesmos durante a missa, enquanto as mães trocam as fraldas de seus bebês sobre os bancos.


O desejo dos cristãos locais é renovar a igreja em ruínas, na aldeia egípcia de Gala', o que provocou muitos tumultos e protestos de muçulmanos, em 4 de abril de 2015.

Em resposta, as autoridades disseram ao bispo: "Vá e pergunte aos muçulmanos de sua região se eles vão aprovar a construção de uma igreja, ou de banheiros dentro da Igreja, ou qualquer coisa que vocês desejarem contruir dentro da Igreja."

(Note-se que a lei islâmica proíbe especificamente a construção ou reparação de igrejas.)

Claramente frustrado, o bispo acrescentou: "Nós, cristãos somos seres humanos e vemos nossos irmãos muçulmanos a construir mesquitas, em qualquer lugar e em qualquer momento e o Estado os ajuda, mas quanto a nós, não podemos construir qualquer coisa e o que já está construído está sendo fechado ... Nós, os cristãos, somos cidadãos com direitos, e vemos que os muçulmanos conseguem tudo o que eles querem, enquanto nós somos sempre preteridos".

O bispo cristão disse ainda que, por vezes, os cristãos são punidos sempre que as autoridades enxergam como "incômodo" seu tratamento. Por exemplo, quando uma delegação cristã foi fazer uma queixa formal, um deles foi imediatamente sequestrado. Seus seqüestradores exigiram (e receberam) 120 mil libras egípcias por sua libertação. A polícia foi notificada, mas não fez absolutamente nada. O bispo se referiu a este incidente como um "castigo".

Dr. Roman, o anfitrião cristão copta, chamou Minya, de "estado de retribuição" contra os cristãos que se recusam a sofrer em silêncio. Al-Minya não é, aparentemente, uma província egípcia; ele é governado por ISIS ".

Finalmente, o bispo Agathon deixou claro o desânimo dele e da mídia cristã, no Egito, dizendo repetidamente que, não importa o que eles conversem com as autoridades, "nada muda." A situação dos cristãos do Egito vai "de mal a pior", disse o bispo: "Nós somente ouvimos belas palavras, mas não há solução."

Dr. Roman, implorou ao presidente egípcio Sisi: "Eu já disse isso antes: Presidente Sisi é muito meticuloso e consciente dos problemas da nação. Por que, então, é que a situação copta em Minya está sendo ignorada. Por que ele fecha os olhos em direção a ela?"

Bispo Agathon concluiu dizendo que "os cristãos estão entre o Estado e os agressores", o que significa que, o Estado serve apenas para manter seus cidadãos cristãos no lugar enquanto radicais islâmicos afastam os cristãos.


**Raymond Ibrahim é Shillman Fellow no Horowitz Freedom Center David e Judith Friedman Rosen Fellow no Middle East Forum. Ele é o autor do Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians (2013) and The Al Qaeda Reader (2007).


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Direito das Mulheres no Irã e o silêncio do governo brasileiro na ONU


Este artigo contém duas partes.
A primeira parte, versa sobre a conivência do governo brasileiro para com a violação dos direitos humanos no Irã. 
A segunda parte traz um vídeo que resume os direitos das mulheres no Irã. 
Governo brasileiro apóia governo totalitarista misógino do Irã

Quem cala, consente. Veja o que está escrito no site do MRE.
O Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) adotou no último dia 27 de março, resoluções condenando a violação de direitos humanos na Síria e no Irã. Alegando que as resoluções “não eram equilibradas”, o representante do governo brasileiro não apoiou a decisão do Conselho, preferindo abster-se. A posição brasileira provocou imediata repulsa por parte de diversas entidades e personalidades ligadas aos movimentos internacionais de defesa dos direitos humanos. 
Veja a reação de Shirin Ebadi, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2003


A advogada iraniana repreendeu, a decisão do Ministério das Relações Exteriores Brasileiro de se abster na votação da ONU sobre violações de direitos humanos no Irã (em 27-03-2015)
"Muitos defensores dos direitos humanos, no Irã, ficaram surpresos com a abstenção do Brasil e pelo silêncio do governo brasileiro sobre o assunto, especialmente quando o Irã tem centenas de prisioneiros de consciência, as minorias religiosas enfrentam perseguição, os sindicatos são reprimidos e as autoridades estão implantando leis discriminatórias contra as mulheres.
"Esperamos que Dilma Roussef, como uma mulher, preste atenção para a situação de discriminação contra as mulheres no Irã e esteja ciente de que no Irã em conformidade com as leis:
  • Um homem pode ter quatro esposas,
  • O testemunho de 2 mulheres é equivalente ao de 1 homem,
  • E que se as mulheres insistem em ir a um estádio para ver um jogo de vôlei, como Ghoncheh Ghavami, elas são punidas com a prisão."
Direito das Mulheres no Irã

Este vídeo foi produzido pela jornalista Masih Alinejad e compartilhado pelo grupo My Stealth Freedom, composto por mulheres iranianas que não concordam com a subjugação que o governo teocrático iraniano impõe sobre elas. Compare o vídeo com os direitos das mulheres sob o islão.




Mesmo tendo os seus direitos humanos violados, muitas mulheres iranianas ainda conseguem mostram o seu valor. 


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Países do Golfo se recusam a dar asilo aos seus "irmãos muçulmanos" (sejam eles palestinos, sírios, etc.)


Os riquíssimos países do Golfo Pérsico, Arábia Saudita, Kuweit, Emirados Árabes Unidos, investem bilhões de dólares financiando a propagação do wahabismo, a mais virulenta das vertentes do (já virulento) islamismo, altamente intolerante e incompatível com as leis seculares e as liberdades civis. 
Contudo, eles se negam a ajudar as vítimas dos conflitos que eles ajudam a criar, ao se negarem a recolhe-los como asilados. E isto se refere tanto aos refugiados sírios e iraquianos, como aos refugiados palestinos. 
Neste artigo, alguns eventos mais recentes são revistos.
Funcionário do governo do Kuwait explica o motivo de não receberem refugiados sírios

Em um vídeo, o Sr. Al Shalami, funcionário do governo do Kuwait, disse o porquê deles não receberem refugiados.

video

Vamos recapitular:
  1. O Kuwait, e os outros Estados do Golfo, são "muito valiosos" para aceitarem refugiados.
  2. É muito caro para relocá-los no Kuwait. É melhor para eles para irem para a Turquia ou para o Líbano (ou, talvez para a Europa, apenas "ao virar da esquina").
  3. Não é bom para eles aceitarem pessoas que são "diferentes deles" (mas, os "refugiados" são semelhantes aos europeus?).
Vejamos. Depois que Saddam Hussein invadiu e ocupou o Kuwait, em 1990, dezenas de milhares de kuwaitianos se tornaram refugiados e se tornaram refugiados nos países da vizinhança. Eles imediatamente correram para pedir a ajuda dos EUA e da Europa, pessoas que eram "diferentes deles." Mas agora, para ajudar aqueles que são idênticos, tanto étnica quanto religiosamente, eles se recusam.

E há pessoas que ainda afirmam que os europeus são racistas.


Arábia Saudita tem dinheiro e infra-estrutura montada para receber milhões de pessoas 

Quem vai ao Hajj, em Meca, pode se alojar em uma tenda com ar condicionado e demais serviços e conforto. Esta "cidade das tendas" em Meca pode acomodar 3 milhões de pessoas e só é usada uma vez por ano, ficando vazia no resto do tempo.

Mas para refugiados não existe nada. E os imigrantes ilegais, ao serem descobertos, são presos e mantidos em centros de triagem onde as condições são horríveis, antes de serem deportados.



Cidade das Tendas




Um pouco mais sobre a postura hipócrita da Arábia Saudita com respeito a abrigar refugiados

Um artigo de outubro de 2014 dizendo que a Arábia Saudita iria expulsar 1 milhão de imigrantes ilegais. Só no começo de 2014, o país já havia deportado 370 mil, includindo etíopes que cruzaram a fronteira ilegamente, e somális que fugiam da guerra. A Arábia Saudita não ratificou a Convenção dos Refugiados, de 1955, e não tem um sistema de asilo. (IBT)


Arábia Saudita se recusa a receber muçulmanos negros para a peregrinação

Arábia Saudita nega visto para centenas de muçulmanos de Uganda que desejavam participar da peregrinação anual, a Hajj. (IBT) Considerando que a peregrinação é uma exigência, o certo seria a arábia Saudita abrir a entreda para todos os muçulmanos do mundo, do mesmo jeito que o Brasil reeles receberem



E os refugiados palestinos? Os árabes os rejeitam!

"Os árabes não se importam com os palestinos e querem mais que eles continuem sendo problema de Israel. Países como o Líbano e a Síria preferem que os palestinos vivam como "animais na floresta" do que conceder-lhes direitos básicos como emprego, educação e cidadania." ( Ahmad Abu Matar)

"Não causa espanto saber que os refugiados da Síria não tenham interesse em se fixar em países árabes. Eles sabem que seu destino no mundo árabe não será melhor do que o dos palestinos que vivem na Jordânia, Síria, Líbano e em outros países árabes." (Khaled Abu Toameh)

Uma decisão recente da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) deixou a Jordânia e outros países árabes extremamente preocupados com a possibilidade deles serem forçados a concederem cidadania a milhares de palestinos. Nas últimas semanas, muitos jordanianos expressaram profunda preocupação de que as medidas da UNRWA possam fazer parte de uma "conspiração" para forçar o país a ter que abrigar refugiados palestinos.

Taher al-Masri, ex-primeiro-ministro da Jordânia, comentando sobre a grave crise financeira da UNRWA, que teve como consequência a redução de serviços aos refugiados palestinos que vivem na Jordânia, Síria, Líbano, Cisjordânia e Faixa de Gaza, disse o seguinte: "a Jordânica tem o direito de proteger sua identidade nacional ao se recusar a receber refugiados não-jordanianos."

As observações de Ensour, bem como as de al-Masri, são mais uma prova de que a Jordânia e o resto do mundo árabe não estão interessados em ajudar a solucionar o problema dos refugiados palestinos. Jordânia, Líbano e Síria.

Leia mais no artigo Jordânia, não queremos palestinos aqui.


Arábia Saudita se oferece para construir 200 (duzentas) mesquitas para os refugiados na Alemanha

A Arábia Saudita não permite a construção de igrejas em seu território. A Arábia Saudita se recusa a acolher "refugiados," mesmo sendo "irmãos muçulmanos."

A Arábia Saudita financia a construção e manutenção de mesquitas, bem como o treinamento de imãs (inclusive no Brasil). As mesquitas construídas e mantidas pelos sauditas têm tido um papel importante no crescimento do fundamentalismo e do terrorismo islâmicos.

A Europa deveria reciprocar esta oferta enviando um milhão de torcedores de futebol arruaçeiros (hooligans), e depois se oferecer para construir centros para ensiná-los a destruir propriedade e abusar da população local, e viver às custas de contribuição do governo, sempre reclamando serem discriminados. Apenas os hooligans homens iriam, é claro. Mas nem mesmo os hooligans usam mulheres e crianças como "escudo humano" quando saem para fazer a suas arruaças.

Mas o governo da União Européia não vê isso, talvez sob a influência da "generosidade dos petro-dólares saudita", e obriga os países do continente a absorverem mais e mais "refugiados." Talvez o próximo califa grite Allahu Akbar com sotaque alemão, enquanto decepa a cabeça dos infiéis idiotas. Quem sabe, a capital do próximo califado venha a ser Berlim.

A notícia ganhou repercussão em vários jornais (por exemplo, Mail). E mais tarde, para salvar as aparências, a Arábia Saudita disse que tudo não passava de um mal entendido (IBT).



A ex-muçulmana Nonie Darwish pergunta por que os ricos países árabes abandonaram os refugiados muçulmanos?

Não apenas isso. Eles também não estão os resgatando do Estado Islâmico. A médica tem várias perguntas:
  1. Qual a solução islâmica para o problema humanitário?
  2. Onde estão as feministas muçulmanas, que foram barulhentas para reclamar da Inglaterra e da França por banirem o hijab? Elas estão em silêncio frente ao tratamento que as mulheres recebem do Estado Islâmico. As únicas mulheres que mostram compaixão são as mulheres ocidentais.
  3. Onde estão os poderosos exércitos árabes, que tentaram aniquilar Israel várias vezes? Por que eles não estão lutando contra o Estado Islâmico?
  4. E onde estão as entidades islâmicas na Europa e nos EUA (por exemplo, a CAIR ou a ISNA) que ficam reclamando da "islamofobia do ocidente"? Não é este mesmo Ocidente que está aceitando refugiados muçulmanos? 
Aqui estão os motivos pelos quais os países muçulmanos não fazem nada:
  1. Os países muçulmanos sabem que a ação dos países ocidentais irá minimizar as consequências negativas da sua falta de ação.
  2. Os países ocidentais vêm rapidamente para o resgate, abrindo suas carteiras e seus países, para provar ao mundo que eles não são islamófobos.
  3. Os países árabes não têm compaixão e nem ação para resgatar um ao outro, apesar da retórica de unidade árabe / islâmica. A Arábia Saudita e os países do Golfo nunca abrem suas fronteiras para os muçulmanos pobres em perigo. Mesmo o Egito rejeitou os refugiados de Darfur que mais tarde foram forçados a ir para Israel, que os acomodou.
  4. Os países árabes ricos em petróleo tornam muito difícil para outros árabes os visitarem, exceto para a peregrinação (Hajj). Eles são muito tribais e se recusam a diluir sua cultura com um influxo de estrangeiros. Trabalhadores de países do terceiro mundo são tratados de forma desumana e raramente recebem residência permanente, cidadania ou direitos iguais aos cidadãos.
  5. Os árabes preferem gastar seus petrodólares para expandir sua influência no Ocidente, em vez de construir uma vida melhor para os seus próprios cidadãos ou apoiar outras nações muçulmanas que são financeiramente menos favorecidas.
  6. Grupos islâmicos acreditam que os refugiados da Síria, Iraque e Afeganistão vão espalhar a Sharia na Europa, que é o principal objetivo da jihad.
  7. Ao limpar a área de cidadãos que não estão a contribuir para o empoderamento do Estado Islâmico, abre-se caminho para o Estado Islâmico se expandir para além da Síria e do Iraque. A Europa e os EUA estão absorvendo a oposição ao Estado Islâmico, então por que ficar no caminho?
  8. Viver, salvar vidas e evitar tragédias humanas não são mais importantes do que a jihad na cultura árabe.






domingo, 18 de outubro de 2015

Atualizações em setembro de 2015


Veja o que entrou de novo no blog em setembro de 2015


Apostasia

Reino Unido: muçulmanos locais perseguem ex-muçulmanos
Família de apóstatas do Islã denuncia que está sendo perseguida pelos muçulmanos da localidade onde vivem, a ponto da perseguição ser feita na frente da sua casa. (fonte)



Ser mulher no "paraíso islâmico" da Arábia Saudita
Ao escrever um arquivo intitulado Saudi Arabia: from the eyes of an insider (Arábia Saudita pelos olhos de quem está dentro, 25/8/2015), a jornalista egípcia Mona Eltahawy diz que "segregação" é o único modo para descrever a situação das mulheres na Arábia Saudita. Os pontos principais a serem destacados são:
  1. Mulheres, não importa quão jovem ou velha elas sejam, são obrigadas a terem um guardião masculino.
  2. Ser uma mulher na Arábia Saudita é ser a personificação do pecado.
  3. O ódio islâmico contra as mulheres brilha ardentemente em toda a região - agora mais do que nunca.
  4. A obsessão com o controle das mulheres decorre da suspeita de que as mulheres são seres sexualmente insaciáveis.
  5. A Arábia Saudita segue uma interpretação ultraconservadora do Islã conhecida como wahabismo. (Nota: e vem financiando a construção de mesquitas no Brasil e treinando os imãs brasileiros)
Movimento quer que Mutilação Genital Feminina volte a ser permitida na Guiné-Bissau
Qual o motivo que leva muçulmanos, e apenas eles, a desejarem o retorno da prática da remoção do clítoris, criminalizada na Guiné-Bissau? Resposta: a remoção do clítoris, a chamada Mutilação da Genitália Feminina, vem das tradições de Maomé (Sunna): (fonte).

Imagens que falam por sí


Irã: mulher presa ao dirigir por não se cobrir convenientemente
No Irã a mulher pode dirigir, mas do que adianta se a polícia fica fiscalizando o chador/hijab alheio? (fonte)

Irã: marido não permite mulher participar de competição no exterior
Niloufar Ardalan, estrela do time de futebol feminino do Irã, não irá participar da Copa Ásia de Futebol porque o seu marido a proibiu de viajar e tomou o passaporte dela. Jogadores de futebol podem viajar, mas as jogadores precisam da autorização dos maridos (fonte).

Para fazer sexo com escravo, mulher deve se casar com ele, e ele se torna o seu dono



EUA proibiu tropas de combater abuso sexual de crianças no Afeganistão 
Existe uma prática de pedofilia e abuso de meninos chamada de Bacha Bazi, que significa literalmente "brincadeira de menino," que é nada mais do que abuso sexual de menores. Ele era praticado até mesmo dentro das bases militares pelos "aliados afegãs", mas o exército proibiu as tropas a reagir a isso. Baseado em que regras morais os EUA desejam liderar o mundo? (fonte)

Eis o que diz o Alcorão, a sagrada palavra do misericordioso Alá, sobre o eroticismo do abuso de menores:
"Esses são os que são trazidos próximos aos Jardins do Prazer, umgrupo dos antigos povos e alguns dos povos mais recentes, em tronos tecidos, reclinados sobre eles, voltadas uns para os outros. Lá, irão circular entre eles meninos feitos eternos com vasos, jarros e uma xícara de uma fonte que flui "- Alcorão 56: 11-18
"E eles vão ser dados a beber um copo cuja mistura é de gengibre, uma fonte dentro do paraíso chamado Salsabeel. Lá, irão circular entre eles meninos feitos eternos. Quando você vê-los, você pensaria que eles são pérolas dispersas. E quando você olha para lá, você vai ver o prazer e grande domínio "- Alcorão 76: 17-20

Modelo anglo-paquistanesa se suicida para evitar casamento forçado
Ela se enforcou. A família da modelo era muçulmana e estava a pressionando para se casar novamente. Ela chegou a ir na justiça para se defender da pressão por parte do seu pai, sua mãe e cinco dos seus oito irmãos. Fatos como esse são consequência da mulher ser considerado como propriedade do homem, seja pai, irmão, marido, etc, segundo a lei islâmica Sharia. (Daily Mail)


Uruguai espantado e ultrajado com o nível de violência doméstica por parte dos refugiados sírios
Youtube: https://youtu.be/0ir_ivmac-gO presidente do Uruguai, José Mujica, disse que não vai tolerar a violência contra as mulheres nem a violação das leis do seu país depois de casos de violência doméstica foram denunciados em uma das 5 famílias que residem na nação desde 9 de outubro passado. São imigrantes importando seus costumes.

Ginasta muçulmana criticada por mostrar os seu "aurat" (genitália)
Aurat é um termo árabe que significa a genitália e arredores. Ele disse que mulheres podem fazer ginástica desde que "escondam o seu pudor." Mas collant é o uniforme da ginástica. E ela está mostrando o que? Isto aconteceu com Farah Ann Abdul Hadi, da Malásia, que competiu nos Jogos do Sudoeste da Ásia. 

Clérigo Harussani Zakaria: "A ginástica não é para mulheres muçulmanas. É claro que a exposição do aurat e da forma de seu corpo é haram (proibido no Islã). Se as mulheres muçulmanas querem participar de ginástica, elas têm que encontrar roupas que cubram a aurat e este, por sua vez, não poderia ser mais adequado para o esporte."

Roszida Kamaruddin, chefe da ala feminina da Associação Nacional da Juventude Muçulmana: "As mulheres não devem ser impedidos de esportes, mas eles devem priorizar os códigos islâmicos no esporte. Além disso, há muitas atletas muçulmanas que têm sucesso mesmo sem mostrarem a sua aurat."(Daily Mail)


Farah Ann Abdul Hadi, atleta da Malásia

Alemanha: Pai muçulmano paquistanês mata a filha por estrangulamento por tê-la pego roubando preservativos em loja para fazer sexo com o namorado
O namorado também não tinha sido aceito pelo pai. Mas não existe compaixão. Ainda por cima, o filicida tentou livrar-se do corpo da vítima. A mãe alega ter tentado impedi-lo. Contudo, segundo a notícia, teria ajudado o marido a livrar-se do corpo da filha. São comuns casos de assassinatos pela própria família nos crimes de honra por fundamentalistas islâmicos. (Daily Mail)

Muçulmanos irão sempre dizer para você que o islão valoriza a mulher ... mas do modo que Alá manda ou permite
... e o marido pode bater na mulher rebelde como o intuito de educa-la. Isso segue do Alcorão 4:34

O que para o islão significa valorizar a mulher para nós significa abusar dela. Não é por nada que nós somos kufar, infiéis, as mais vis das criaturas.


Alemanha: policia "abafa" um estupro para não ir contra a política de imigração 
Uma menina muçulmana de 13 anos foi estuprada por outro candidato a asilo em uma dependência para refugiados em Detmold, uma cidade no centro-oeste da Alemanha. A menina e a mãe, ao que consta, fugiram de sua terra natal por causa da violência sexual." Apesar do estupro ter ocorrido em junho, a polícia não se pronunciou por cerca de três meses, até que a imprensa local publicou um artigo sobre o crime. Segundo comentários editoriais no jornal Westfalen-Blatt, a polícia se recusou a vir a público e se pronunciar sobre crimes envolvendo refugiados e migrantes, para não dar legitimidade aos opositores da migração em massa. (fonte)

Origem da pedofilia no islão: o casamento de Maomé com uma menina de 6 anos
Maomé consumou seu casamento com Aisha quando ela tinha 9 anos e ele 53. Devido a isso, a lei islâmica permite que meninas possam ser casadas e consumidas em tenra idade, antes mesmo da puberdade. Por 1400 anos, meninas pré puberes tem sido violadas devido às ações de um pedófilo do deserto árabe do século VII, considerado como o Exemplo de Conduta do islão.

Muçulmanos fazem de tudo para esconder este fato, arrumando desculpas esfarrapadas, mentindo, ou matando para defender a honra de um pedófilo. (ex-muçulmanos)




EUA: alunos de escolas públicas são obrigados a recitar que `Alá é o único Deus´ nos EUA
Não é a primeira vez que isso acontece. Desta vez foi no Tennessee. Os pais desses alunos organizaram protestos contra este tipo de ensino, e uma petição já reuniu mais de 120 mil assinaturas. (fonte)

Escola de Nova York ensina crianças a serem "libertadores da Palestina"
Bassem Tamimi, pai da famosa atriz de Pallywood* "Shiley Temper" foi convidado por um professor ativista palestino a fazer uma palestra em uma escola primária Ithaca, Nova York. A atividade envolveu tornar as crianças em "soldados" lutando contra o sofrimento das crianças palestinas na mãos dos soldados israelenses. Um parente de Bassem Tamimi , Ahlam Tamimi, foi cúmplice em um atentado em 2001, quando um homem-bomba matou 15 pessoas, incluindo 7 crianças e uma mulher grávida. (fonte)

Degolando o ursinho ... . Vai degolar quem quando crescer?




Hungria: clérigo diz que homossexuais são as criaturas de Alá mais imundas
Não é a toa que os húngaros não os querem lá em quantidade. (Tião Cazeiro)


História (Arte e Jahiliyya)

7 de setembro de 1955: A destruição final da civilização grega de Constantinopla

Como o mundo islâmico foi forjado: um exercício de senso comum
Artigo externo de Raymond Ibrahim.



Mesquita do Brasil deseja a implantação da Sharia no Brasil em 50 anos

O texto da postagem na página do Facebook da mesquita diz:
O Cristianismo será banido do Brasil assim como o ateismo, o Islam triunfará e os soldados de Alá vencerá a guerra contra os incrédulos e idólatras de cristo em 50 anos o Brasil será islâmico a política nos espera teremos a Sharia a verdadeira justiça de Alá sobre os perversos. 
Petição: O Brasil só deve receber como refugidado ou imigrante aqueles que não desejam alterar as nossas leis e costumes

Governo Federal quer mais refugiados 
"O Brasil acolhe hoje cerca de 2.100 refugiados sírios, e declarou que pretende estender uma medida que facilita (sic) a concessão de asilo a outros cidadãos do país por razões humanitárias."
"No discurso, a presidente destacou a crise por qual passa o Brasil, reconheceu que o problema se deve aos gastos do governo no passado e externou a necessidade de rever os programas sociais."
Ou seja, mesmo quebrado e sem condições de manter os programas sociais, o governo ainda assim pensa em trazer mais refugiados. (O Globo)

Padre do rito Siríaco Católico, de Belo Horizonte, ajuda cristãos da Síria no Brasil
Leia o artigo todo no link.

Governo brasileiro apóia governo totalitarista misógino do Irã
A advogada iraniana Shirin Ebadi, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2003, repreendeu, em 27-03-2015, a decisão do Ministério das Relações Exteriores Brasileiro de se abster na votação da ONU sobre violações de direitos humanos no Irã. Ela disse:
"Muitos defensores dos direitos humanos, no Irã, ficaram surpresos com a abstenção do Brasil e pelo silêncio do governo brasileiro sobre o assunto, especialmente quando o Irã tem centenas de prisioneiros de consciência, as minorias religiosas enfrentam perseguição, os sindicatos são reprimidos e as autoridades estão implantando leis discriminatórias contra as mulheres.
" Esperamos que Dilma Roussef, como uma mulher, preste atenção para a situação de discriminação contra as mulheres no Irã e esteja ciente de que no Irã em conformidade com as leis:
- Um homem pode ter quatro esposas,
- O testemunho de 2 mulheres é equivalente ao de 1 homem,
- E que se as mulheres insistem em ir a um estádio para ver um jogo de vôlei, como Ghoncheh Ghavami, elas são punidas com a prisão."

Brasil e Irã irão melhorar relações
Isso foi acertado durante a Assembléia Geral da ONU (fonte)


Canadá: paraplégico vê seu pedido de 'apartamento subsidiado' negado por não ser muçulmano
Isso aconteceu em Toronto. O prédio é 100% subsidiado apenas para muçulmanos Ahmadis. (Global News) A formação de guetos, ou enclaves, islâmicos é uma característica da islamização. Isso permite que um muçulmano vigie o outro e que a lei islâmica seja aplicada.

EUA: primeira assessora presidencial a usar hijab
Primeira mulher a fazer parte do staff da Casa Branca e usar hijab é do governo Obama. Dalia Mogahed diz que a lei islâmica Sharia é incompreendida. Em várias entrevistas, ela disse que o seu papel Casa Branca é o de "transmitir " para o presidente Obama e os outros funcionários públicos o que os muçulmanos querem." (fonte)

EUA financiando a crise migratória da Europa?
Servico de inteligëncia da Austria diz que agencias americanas estão financiando a onda migratória (invasão) para a Europa. Segundo notícia do Media-Press Info, cada "refugiado" custa de 7 a 14 mil euros, dinheiro que fica para os intermediários.
"Dispomos de indicações que organizações dos EUA criaram um sistema de co-financiamento e contribuem para pagar os custos da viagem. A maior parte dos candidatos a refugiados pagaria 11 mil euros em dinheiro. A questão que ninguém pergunta é de onde vem o dinheiro para a viagem?"
O artigo menciona um "interesse geoestratégico dos EUA em inundar a Europa com imigrantes." Eu nao tenho como confirmar isso. Agora, vendo as atitudes do presidente Obama, e considerando que o próprio diretor da CIA é um muçulmano, nada me assustaria se o dedo do Obama estivesse metido nisso. Outras fontes para financiamento desta invasão migratória poderiam vir dos próprios sauditas, da Turquia de Erdogan e de grupos ligados a Organização da Cooperação Islämica. Todos esses adorariam ver o mundo sob a Sharia. (fonte)

Dirigente do ISIS preso no Paquistão confirmou que eles recebem ajuda dos EUA (RT).

Muçulmana em burca ataca policiais chamando-os de "cristãos vagabundos"
Muçulmana acusada de dar soco em policial do sexo masculino e cortar a garganta de uma oficial sênior. Mas as acusações contra a agressora foram retiradas. Veja o que ela disse: "Não toque no meu telefone, você é uma vagabunda, uma cristã e irá queimar no inferno. Você será a primeira em um uniforme a ter sua garganta cortada." (fonte)

Turquia: partidários do partido do governo atacam jornais e sede de outros partidos
Os partidários do partido do presidente turco Erdogan (o AKP) atacaram jornais (incluindo o Hurriyet) e a sede dos partidos de oposição (o HDP, CHP e HDP). Esta-se criando um clima de terror com a finalidade do AKP ganhar as eleições em novembro. Os ataques ocorreram em diversas cidades da Turquia. A importância das eleições é enorme. O Erdogan é um islamista, e o seu partido, o AKP, perdeu a maioria meses atrás. Ele teme perder o governo nas eleições de novembro, por isso está criando um ambiente de terror, acusando os curdos. Algo interessante é que o Erdogan é considerando pelo Obama como uma dos seus 5 maiores amigos internacionais. São dois islamistas de mãos dadas. (fonte)

Papa Francisco irá abrigar famílias de refugiados (muçulmanos) no Vaticano, e pede que "cada paróquia, cada comunidade religiosa, cada mosteiro, cada santuário da Europa abrigue uma família."
Por que ele não fez esta mesma oferta ano passado para os cristãos que fugiam do Estado Islâmico? (fonte)

Santuário de Fátima já disponibilizou espaço para refugiados
A notícia começa dizendo "a generosidade cristã está na base de ajudar aqueles que mais precisam, venham de onde vieram," excetuando-se, é claro, os portugueses pobres, pois ajudá-los não garante manchete em jornal ou entrevista na TV.
http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/crise-migratoria/2015-09-13-Santuario-de-Fatima-ja-disponibilizou-espaco-para-refugiados

Alemanha: muçulmanos querem banir o Oktoberfest
Muçulmanos criam petições para que o Oktoberfest seja cancelada alegando que ele ofende os refugiados sírios e os muçulmanos de toda a Terra. E para complementar, ele diz que é um evento intolerante e anti-islâmico.
http://100percentfedup.com/muslim-petitions-to-cancel-oktoberfest-in-germany-as-munich-police-plan-to-keep-refugees-and-revelers-apart/#

Banner na Alemanha diz: ''As vossas crianças rezarão para Alá ou então morrerão."

Bispo do Iraque adverte que o Ocidente será logo outra vítima do islamismo
Ele afirmou que "os cristãos de todo o mundo enfrentarão o mesmo sofrimento que a sua arquidiocese sofreu nas mãos dos extremistas muçulmanos se não tomarem decisões fortes e corajosas." (fonte)
Cristãos, ateus, agnósticos, homossexuais, ... todos os não muçulmanos ... estamos todos na mira do islão, que deseja exterminar todos os que não aceitam a ideologia islâmica.

Exército dos EUA usando símbolo islâmico como emblema
O novo emblema das tropas americanas estacionadas no Oriente Médio é semelhante ao da Irmandade Muçulmana. Teria algo a ver com o fato do presidente ser simpatizante da Irmandade e do diretor da CIA ser muçulmano? (Shoebat)


Alemanha: controle da liberdade de expressão quando contrárias à invasão da Europa 
A Chanceler da Alemanha, Merkel, a Louca, e o fundador e diretor do Facebook, Mark Zuckerberg, fizeram um acordo para monitorar e criminalizar "opiniões radicais" no Facebook. É de se pensar que eles irão monitorar os jihadistas, certo? Nada disso, a idéia é criminalizar quem criticar a política de imigração da Alemanha. Algo considerado ofensivo pode custar o emprego de quem postou, até mesmo a perda da guarda dos filhos!  (fonte)

Imprensa européia sonega informação sobre manifestações contra a invasão da Europa
Existem patriotas alemães, que a imprensa chama de "ultra-radicais-de-direita" (para os alienar como nazistas e colocar medo em quem lê estas notícias), que estão reclamando. Manifestações têm ocorrido em várias cidades da Alemanha e da Europa, mas a imprensa não as relata (relata apenas uma ou outra, para poder chamar os manifestantes de nazistas). (fonte)

Grã-Bretanha: artista banida de exposição por criticar o Estado Islâmico
Artista britânica conhecida como Mimsy (pseudônimo adotado) é banida de amostra sobre "Liberdade de Expressão" apenas por mostrar o seu trabalho anti-EI, cuja proposta é ilustrar que o fascismo islâmico (como ela disse) não está atrelado a raças, visto que ativistas pró-islã andaram acusando os seus opositores de racismo. (fonte)

Imigração Muçulmana e como lidar com ela
Infelizmente muitos povos no Oriente Médio têm tamanha afinidade com o Islã político que eles não se dão conta que o Islã político é a causa básica de seus problemas. Essa atitude é a principal razão deles não conseguirem se livrar de seus regimes retrógrados e violentos ou de não empreenderem progresso cultural e científico.
Lamentavelmente o fundador do Islã não deixou nenhuma mensagem humanitária para que as pessoas de outras religiões fossem respeitadas e ou que estivessem em pé de igualdade com os muçulmanos.
Não há palavras para descrever as abomináveis atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico (ISIS) e demais grupos bárbaros, porém estas atrocidades estão meticulosamente baseadas nas escrituras sagradas islâmicas.
Não é o Ocidente que está causando essas tragédias humanas, é o Islã e os muçulmanos. Muçulmanos esses que pertencem a uma cultura que assassina intelectuais que tentam apresentar ideias para melhorar suas sociedades. Por isso mesmo, não têm o direito moral de jogar a culpa pelo seu atraso e sede de sangue em cima do Ocidente." (Gatestone Institute)

Em um trem indo para a Alemanha, os refugiados cantam alegremente
"Que Alá faça que os filhos deles fiquem órfãos" grita o homem no trem enquanto a multidão diz
"Amém".
"Que Alá torne difícil a vida das suas mulheres".
"Alá dê a vitória para o Islã em toda parte".
"Alá dê a vitória aos nossos irmãos na Palestina".
"Allahu Akbar, Alahu Akbar ... não há outro deus além de Alá e o mártir é amado por Alá"


Invasão da Europa: blogueiro polonês relata da frente de batalha
Leia o artigo todo neste link.



Tiroteio na embaixada americana do Tajiquistão
Dez mortos, sendo oito policiais e dois atiradores. (fonte)

Armas e munição apreendidas na Grécia: seriam para os "refugiados"?
(Seria isto uma parte da mudança dos refugiados?) Navio boliviano, tripulação síria e egípcia, escala na Líbia. Em um outro vídeo que acompanha a reportagem, funcionários gregos relatam terem sido apreendidas 500 mil balas e 5 mil carabinas de uso policial. A tripulação e o navio estão presos. Nos testemunhos preliminares, os tripulantes fizeram depoimentos contraditórios. (fonte)

Nigéria: Boko Haram já desalojou mais de um milhão de crianças
Consequências da Jihad (fonte)


Jihad Cultural

Cuidado com a JIHAD CULTURAL que visa a islamização e age de forma sutil
A "jihad cultural" (islamização cultural) tem como foco as escolas de ensino fundamental, ensino médio e as universidades.
Essa é a base do financiamento que os reinos árabes dão às Madrassas espalhadas por todo o mundo.
Os líderes de reinos árabes se utilizam de ONGs para realizar essa doação.
Essas ONGs são todas financiadas (e consequentemente controladas) pela Muslim Brotherhood (Irmandade Muçulmana), que utiliza a fundação financeira ou " banco árabe " que se chama al-Qaeda para distribuir o dinheiro das doações.
Já nas instituições de ensino de países cristãos e de cultura ocidental eles se utilizam da estratégia de financiamento das escolas de ensino fundamental e médio. (entendeu agora porque um certo deputado federal do PSOL quer que o Islã seja ensinado em escolas públicas de ensino fundamental?)
Também nas instituições de ensino de países cristãos e de cultura ocidental eles se utilizam da estratégia de financiamento que abrange os departamentos de pesquisa das Universidades de sociologia, estudos sociais e políticos, jornalismo, principalmente.
Fique atento à "jihad cultural" que é mais perigosa e mais eficaz que a "jihad de guerra" que é a que o ISIS faz, com bombas e armas.
A jihad cultural conta com a sua ignorância como a principal arma dela para destruir você e sua identidade cultural.
(foto - legenda: documento da Irmandade Muçulmana com o título de "Exposição de Objetivos Estratégicos Gerais" - documentos encontrados pelo FBI, no sótão da casa de um dos líderes da Irmandade Muçulmana, Ismael Elbarasse, um membro do Hamas, em agosto de 2004, em Annandale-Virgínia-EUA)

https://www.youtube.com/watch?v=PENiSQF-aJ8

https://www.youtube.com/watch?v=36bzSnoXCv0

Jihad da Vitimização 

EUA: aeromoça se recusa a servir álcool aos passageiros
Aeromoça muçulmana reclama de discriminação após ter sido suspensa de suas atividades por não querer servir bebidas alcoólicas. Foi o que a Pamela Geller disse em um post há algum tempo: Essas pessoas entram para grandes empresas sabendo das suas políticas e quando sofrem alguma sanção por parte delas, se fazem de vítima para ter o apoio dos ativistas pró-islã e do governo americano, obrigando a empresa a se adequar as suas tradições. (fonte

EUA: Aluno muçulmano finge ter uma bomba na escola para se fazer passar por "perseguido"

Governo egípcio monitora mesquitas. Por que será?
Um clérigo no Egito foi suspenso por mencionar Facebook durante a chamada para a oração. O que me chamou a atenção na notícia foi o seguinte parágrafo (BBC):
"Mesquitas têm sido monitoradas de perto em todo o Egito, como parte da operação de segurança contra a Irmandade Muçulmana e os seus adeptos, após a derrubada militar do presidente Morsi em 2013; Morsi agora enfrenta uma sentença de morte. A Irmandade foi novamente designada uma organização "terrorista" pelas autoridades, e a maioria de sua liderança está na na prisão, ou fugiu para fora do Egito."
Então vocês vejam, que o próprio governo do Egito monitora o que acontece nas mesquitas para manter a segurança no país. Eles fazem isso por serem islamófobos ou por saberem com quem estão lidando?

Arábia saudita se oferece para construir 200 (duzentas) mesquitas para os "refugiados" na Alemanha
A Arábia Saudita não permite a construção de igrejas em seu território. A Arábia Saudita se recusa a acolher "refugiados," mesmo sendo "irmãos muçulmanos."
Mas a Arábia Saudita financia a construção e manutenção de mesquitas, bem como o treinamento de imãs (inclusive no Brasil). As mesquitas construídas e mantidas pelos sauditas têm tido um papel importante no crescimento do fundamentalismo e do terrorismo islâmicos.(fonte)

Alemanha: Polícia faz busca anti-terrorismo em mesquita e em casas 
Um total de 400 policiais, incluindo times da SWAT, fizeram incursões em uma mesquita em Berlin, bem como em casas, como parte de investigação de um grupo que apoio redes terroristas na Síria.
O alvo é um marroquinode 51 anos por estar recrutando jovens para se juntarem à jihad islâmica. Um jovem de 19 anos, da Macedônia, foi o último a ir para a Síria (fonte).


Veja o que deseja Omar Ahmad, um dos fundadores da CAIR

Muçulmanos atiraram cristãos ao mar em barco de imigrantes
Casos semelhantes a este têm diso relatados pelos cristãos que sobrevivem. É de se indagar se TODOS os cristãos nestes barcos tivessem sido mortos, existiria algum muçulmano para denunciar os seus irmãos? Afinal, Alá diz que um muçulmano deve proteger o outro. (fonte)

Turquia bombardeia cristãos da Síria
Como se não bastasse o sofrimento e a angústia de terem que fugir de suas casas para não serem mortos ou escravizados, os assírios agora estão sendo bombardeados pela Turquia. Veja a situação. A Turquia não bombardeia o Estado Islâmico, mas sim quem luta contra ele e as suas vítimas. De que lado a Turquia está? (AINA)

Um homem cristão chamado Arif Masih Yousaf foi preso no Paquistão e submetido a tortura Bateram-lhes nas mãos até que seus dedos ficaram inchados, e bateram também sobre sua cabeça. O oficial encarregado, Rana Gulzar, disse ao homem cristão se converter ao Islã que ele seria solto. Isso é consistente com o Alcorão. (Recue Christians: https://www.youtube.com/watch?v=FKmDbii5hbk)

Paquistão: 15 cristãos presos acusados de blasfêmia por terem usado a palavra "apóstolo"
Eles foram presos pelo governo sob a Lei da Blasfêmia. Os presos também foram enquadrados dentro da legislação anti-terrorismo. Uma muçulmana os denunciou a polícia por ele terem se referido a um pastor local como um apóstolo de Cristo. Só que no islão, Maomé é o último "apóstolo" e atribuir para sí o que é de Maomé é blasfêmia. E isso é algo que deve ser seguido por todos, muçulmanos ou não! (fonte)

Estado Islâmico cobra a jizya de cristãos
Conforme o Alcorão 9:29 "Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no último dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, ou que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam o Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados." (fonte)

http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/16050-2015-09-10-01-14-50.html

Arábia Saudita: Revista geográfica banida por mostrar o Papa Francisco
O governo teocrático salafista wahabista islâmico da Arábia Saudita confiscou a distribuição da revista National Geographic deste mês alegando "razões culturais." A edição contêm uma reportagem sobre a transformação que o Papa Francisco está fazendo no Vaticano.  (fonte)
Porém, eu acho que o motivo real da revista ter sido banida é que não existia nada pornográfico na revista, logo, o choque cultural

Cristãos do Sudão e Sudão do Sul ainda sob perseguição
A situação dos cristãos do Sudão e do Sudão do Sul ainda é precária. Eles continuam sendo perseguidos mesmo depois da criação do Sudão do Sul (fonte).

Bispo egípcio diz: "As forças de segurança são cúmplices da violência anti-cristã" 
Artigo de Raymond Ibrahim. Segundo o Bispo Agathon, o próprio Estado egípcio está, muitas vezes, por trás da perseguição e discriminação e ataques contra os cristãos coptas. Isso inclui autoridades governamentais locais e os aparelhos de segurança do Estado. O Bispo relatou a impossibilidade de se construir uma nova igreja (para substituir uma que tinha sido incendiada), ou mesmo a falta de permissão para se construir um banheiro em uma igreja. Ele também relatou o sequestro de uma menina cristã e como as autoridades ignoraram as provas que incriminavam os seus sequestradores muçulmanos. em outro caso, quando uma delegação cristã foi fazer uma queixa formal, um deles foi imediatamente sequestrado. Seus seqüestradores exigiram (e receberam) 120 mil libras egípcias por sua libertação. A polícia foi notificada, mas não fez absolutamente nada. O Bispo reclamou que a província de Al-Minya não parece ser uma província egípcia, mas sim governada pelo ISIS." O bispo termina se lamentando: "Nós, cristãos somos seres humanos e vemos nossos irmãos muçulmanos construirem mesquitas, em qualquer lugar e em qualquer momento e o Estado os ajuda, mas quanto a nós, não podemos construir qualquer coisa e o que já está construído está sendo fechada ... Nós, os cristãos, somos cidadãos com direitos, e vemos os muçulmanos conseguem tudo o que eles querem, enquanto nós somos sempre preteridos." O que acontece nada mais é do que a aplicação das Condições de Umar, contidas na Sharia. (Artigo completo em português)

Bispo do Iraque adverte que o Ocidente será logo outra vítima do islamismo
Ele afirmou que "os cristãos de todo o mundo enfrentarão o mesmo sofrimento que a sua arquidiocese sofreu nas mãos dos extremistas muçulmanos se não tomarem decisões fortes e corajosas." (fonte)
Cristãos, ateus, agnósticos, homossexuais, ... todos os não muçulmanos ... estamos todos na mira do islão, que deseja exterminar todos os que não aceitam a ideologia islâmica.

Genocídio dos mártires cristãos desnudado: os açougueiros do Estado Islâmico (Califado) crucificaram milhares na Síria
Reportagem Especial no Express  trata do genocídio dos cristãos no Iraque e na Síria. Sim, genocídio. Genocídio se define como o extermínio deliberado e sistemático de um grupo nacional, racial, político ou cultural. Em áreas controladas pelo ISIS, os cristãos têm sido crucificados, decapitados, estuprados e submetidos a conversão forçada. Crianças cristãs também estão sendo vendidas como escravas. Dentro dos 1,1 milhão de cristãos da Síria, mais de 700 mil já foram forçados a fugir com os jihadistas do ISIS expandiudo-se para o noroeste do país. Os cristãos que fogem não podem ficar nos acampamentos de refugiados pois lá eles são perseguidos pelos muçulmanos moderados. Então, por motivo de segurança, eles não tem escolha mas se refugias em igrejas e depender da caridade anônima. Mas o governo da Grã-Bretanha só dá asilo para quem está nos acampamentos. Logo, os cristãos são discriminados, perdendo a chance de pedirem asilo.

"É assim que Inglaterra e França discriminam os cristãos no acolhimento aos refugiados"
Este é uma artigo que mostra porque os cristãos estão sendo deixados de lado e esquecidos no Oriente Médio. Eles são perseguidos pelos jihadistas e por muçulmanos comuns, expulsos dos campos de refugiados, e abandonados pelos países europeus e pelos EUA (e também pelo Brasil).

Cristãos mortos a cada 5 minutos pelo ISIS e outros terroristas
Pesquisa feita pela ONG Freedom International Christian descobriu que mais de 200 milhões de cristãos estão enfrentando perseguição em 105 países muçulmanos e são obrigados a se converter, aceitar a condição de cidadão de 2ª categoria ou ser morto. Atualmente, segundo a ONG Freedom International Christian, o cristianismo é o grupo de maior risco no mundo. Mais cristãos foram martirizados nos séculos 20 e 21 que durante o século 19, segundo a ONG. (Sunday Express)


Relatório da UN Watch denuncia que a UNRWA - Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente- mantém 12 contas separadas no Facebook para incitar a judeofobia! http://www.unwatch.org/cms.asp?id=8224109&campaign_id=63111


Aiatolá Kamenei, líder supremo do Irã, promete que em 25 anos Israel não existirá, e que até lá, Israel não terá um momento de serenidade
Existem outras crises além da invasão islâmica da "Fortaleza Europa." O Congresso dos EUA irão votar se aceitam o acordo feito com o Irã, que repassa 100 bilhões de dólares para o Irã sem que o governo teocrático tenha que fazer concessão alguma. Obama já disse que ira vetar se o Congresso não aceitar o acordo. Ele alega que a opção ao acordo é uma guerra. O fato é que o acordo irá levar a guerra. Mas, enquanto isso, em Teerã, o líder supremo do Irã caçoa do Obama e do mundo, dizendo claramente quais as suas intenções. (fonte)

Egito constrói fosso para o separar de Gaza
Egito não é tolo. Ele quer se distanciar do Hamas e impedir que eles continuem construindo túneis. O Egito está iniciando a segunda fase da construção de um fosso, do estilo daquele usado pelos castelos medievais, com água e tudo. A expectativa é que o fosso será fundo o suficiente para evitar a construção de túneis. Gaza é um campo de concentração. Com hotéis de cinco estrelas. Gaza é uma prisão a céu aberto. Com milhares de milionários do Hamas, shoppings e parques aquáticos.
É também um ótimo lugar para lançar alguns foguetes contra Israel, em seguida, armazená-los de volta em alguma escola da ONU (UNRWA). Matar alguns soldados egípcios e, em seguida, correr e se esconder em uma mesquita. (fonte)

Matem os judeus
Em entrevista de programa infantil de emissora da Palestina, crianças deixam claro que querem explodir os judeus e fazer a sua jihad contra eles. O link do vídeo está na página dessa notícia.
Eis mais um exemplo de lavagem cerebral feita pelos psicopatas jihadistas e que a nossa grande mídia faz questão de esconder. (fonte)

Escola de Nova York ensina crianças a serem "libertadores da Palestina"
Bassem Tamimi, pai da famosa atriz de Pallywood "Shiley Temper" foi convidado por um professor ativista palestino a fazer uma palestra em uma escola primária Ithaca, Nova York. A atividade envolveu tornar as crianças em "soldados" lutando contra o sofrimento das crianças palestinas na mãos dos soldados israelenses. Um parente de Bassem Tamimi , Ahlam Tamimi, foi cúmplice em um atentado em 2001, quando um homem-bomba matou 15 pessoas, incluindo 7 crianças e uma mulher grávida. (fonte)

Abbas: O Santo Sepulcro nos pertence
O presidente eterno da Autoridade Palestina (eleito em 2005 por 4 anos, mas ainda no poder até hoje sem ter sido re-eleito) elogia os mártires que irão para o paraíso e os feridos que serão premiados por Alá. Ele usa a retórica da Jihad, a mesma usada ou apoiada por qualquer muçulmano de verdade.




A liberdade de religião vai ser extinta em Bangladesh: islã será a religião oficial do país 
Em uma decisão tomada no dia 7 de setembro, o Supremo Tribunal de Bangladesh confirmou a nomeação do islã como a religião oficial do país. Embora não haja essa opção na Constituição original de 1972, ela foi estrategicamente introduzida por um dos governantes militares em 1988.
De acordo com o comunicado de um relator especial da ONU, em visita ao Bangladesh, alertando sobre a liberdade de religião e crença: “O país pretende manter a fama de ser um Estado secular, mas até quando? Tendo o islã como religião estatal significa extinguir com a liberdade de religião e massacrar as minorias religiosas”. A decisão do tribunal destaca que os governantes são bem relacionados com o islã radical, o que torna insegura a vida dos cristãos e das minorias, em especial dos muçulmanos convertidos recentemente”. (Portas Abertas)    

Punições Islâmicas (sob a lei islâmica)

Quatro iraquianos queimados vivos pelo Califado Islâmico
Os jihadistas imitaram Maomé e seus companheiros, que queimaram pessoas vivas. Neste caso, os iraquianos foram amarrados de cabeça para baixo, mas com visão para ver o fogo se aproximar deles até os envolver. Para referência para os atos sagrados de Maomé e seus companheiros leia Punição com Fogo. (fonte)

Notícia de 2013: Arábia Saudita pendura delogados para serem vistos pelo público
Cinco cidadãos do Iêmen. Celebração da morte. (fonte)

Taqiyya

EUA: Aluno muçulmano finge ter uma bomba na escola para se fazer passar por "perseguido"