domingo, 1 de novembro de 2015

Hégira: imigração islâmica como arma de conquista e dominação


José Atento
Este artigo permite que se entenda a motivação político-religiosa que causa a emigração muçulmana para países não-muçulmanos, notadamente a verdadeira invasão que presenciamos hoje em dia. Como tudo no islão, isto tem base no Alcorão e na tradição (sunna) de Maomé.
A Hégira (hijrah), ou jihad pela imigração, faz parte de um conceito mais amplo de jihad demográfica, ou seja, forçar sociedades a se subjugarem aos regulamentos da lei islâmica Sharia através da força do número de muçulmanos vivendo naquele lugar (veja a lei dos números).
Este conceito começou com o próprio Maomé e vem sendo empregado desde então, fazendo parte integral da história islâmica, bem como do consciente coletivo do mundo islâmico. O que vemos acontecer hoje na Europa é apenas mais um capítulo desta longa história.  
No ano 622 depois de Cristo, Maomé, e seus seguidores, se mudaram de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada como Medina, um evento que passou a ser chamado de Hégira (ou fuga). Este evento marca o começo do calendário islâmico, e marca também a mudança de atitude de Maomé. Antes da Hégira, ele vivia em Meca, onde ele foi um pregador fracassado, tendo arregimentado apenas uma dezenas de seguidores. Em Meca a sua pregação era básicamente, "aceite-me como profeta da Alá ou sofra todas as mais indescritíveis torturas no inferno" (torturas executadas pelo próprio Alá). Após a Hégira acontece uma mudança, e Maomé forma uma milícia e passa a cometer as piores atrocidades. Maomé agora não espera pela justiça de Alá na "vida após a morte." Maomé se tornou o executor da justiça de Alá na Terra, desenvolvendo o conceito de jihad, exortando seus seguidores a cometerem violência contra os incrédulos, e a imposição de que todo muçulmano deve se esforçar para disseminar e implementar a Sharia no mundo todo, tornando a jihad uma obrigação comunitária e eterna.

A Hégira é um evento marcante na consciência islâmica. Maomé foi um migrante, e foi a sua migração que funcionou como a chave para o seu sucesso. A rigor, Maomé colonizou Medina. Ele transformou Medina, uma próspera cidade de 30 mil habitantes (incluindo 5 tríbos judáicas), onde várias religiões viviam lado-a-lado, em um enorme gueto islâmico, onde apenas o islão imperava.

O fato do calendário islâmico começar com a Hégira, e não com o nascimento de Maomé, ou por ocasião de primeira "revelação", é algo importante. Ele sinaliza como o início do Islã o evento que marcou a mudança de estratégia de Maomé, de pregador para líder político e militar, o que implica que o islão só é pleno em sí mesmo se os componentes político e militar estiverem presentes.

Cada muçulmano que migra para um outro lugar tem a narrativa da Hégira na sua mente. Ele sabe que é sua missão transformar a nova terra que o abriga, de modo a que ela se torne parte da Dar-al-Islam, a Casa do Islão, sendo regulada pela Sharia.

O Alcorão 4:100 registra bem isso: a migração pela causa de Alá e de Seu mensageiro.
"E quem emigra pela causa de Alá vai encontrar refúgio e abundância na terra. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Alá e de Seu mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa é uma incumbência de Alá. E Alá é Perdoador, Misericordiador." (Alcorão 4:100)
Esta é a Hégira, ou jihad pela emigração, como uma missão individual para cada muçulmano que emigra, considerado com um ato altamente meritório. Eles são chamados de Al- Muhajiroun, os emigrantes.

"Avante, com armas pesadas ou leves, empenhando-se totalmente com sua riqueza e sua vida na causa de Alá. Isto é melhor para você, se você soubesse (Alcorão 9:41)

Então nos defrontamos com a crise migratória da Europa, na qual, além dos milhões de muçulmanos que já migraram para a Europa ao longo das últimas décadas, temos agora uma aceleração assustadora do fluxo, que acontece após o Estado Islâmico ameaçar inundar a Europa com 500 mil migrantes. Ainda que seja difícil de se dizer o número exato de migrantes, apenas a Alemanha espera receber 1,5 milhões de migrantes em 2015E isso é apenas na Alemanha.

A Turquia, que se tornou a rota migratória mais importante, alertou a União Européia que um adicional de 3 milhões de migrantes poderão estar à caminho da Europa ainda neste inverno europeu. Na verdade, a Turquia usa isso como barganha para ser aceita na União Européia.

(Isso sem mencionar que 80% dos refugiados sírios não são sírios, e que é fácil comprar passaporte sírio nas ruas de Istanbul, na Turquia)

Toda a Europa está sendo inundada com refugiados a uma taxa sem precedentes na história do mundo. Esta já não é apenas uma "crise de refugiados." Isto é um Hégira, cujas consequências são fáceis de antever. 

Em primeiro lugar, mais muçulmanos implica em maior pressão para que as leis e costumes europeus sejam alterados ou substituidos pelas normas da Sharia (tudo em nome do multiculturalismo, e quem for contra isso já está sendo taxado de racista, xenófobo ou islamófobo, podendo ser preso ou mesmo perder a guarda dos seus filhos). 

Em segundo lugar, existe o problema da infiltração de jihadistas do Estado Islâmico, pois ele mesmo já havia anunciado esta intenção em um documento intitulado "Líbia: A Porta Estratégica para o Estado Islâmico", dizendo que a Europa poderia ser alcançada através de refugiados saindo a Líbia de barco, além do já citado anúncio dos 500 mil migrantes. É claro que nem todos os migrantes são jihadistas do Estado Islâmico, porém começa a ser difícil de negar que muitos deles são

Existem duas perguntas fundamentais a serem feitas: 
  1. Por que é dever da Europa absorver todos esses refugiados? 
  2. Por que não a Arábia Saudita ou outros países muçulmanos, que são ricos em petróleo e têm muito espaço, não recebem estes migrantes
A resposta a estas duas perguntas é simples, apesar das autoridades não-muçulmanas se recusarem a acreditar e os muçulmanos não declararem isso abertamente: o destino destes refugiados tem que ser a Europa, pois, deste modo, esta migração se torna uma Hégira.

Atualização em 28/2/2016
Em entrevista para documentário de TV árabe, refugiado sírio deixa bem claro o seu objetivo: converter o máximo de pessoas para o islã, para chegar ao paraíso. Não é fugir da guerra, nem trabalhar para contribuir para a nação que abriu as portas para recebê-lo, mas sim o que esse homem deseja é levar mais islamismo para a Europa.
Vídeo em http://www.liveleak.com/view?i=08f_1450562352


Poster promocional de um evento, no Canadá, que discutiu o conceito da Hégira 
e de como este conceito se aplica nos dias de hoje






4 comentários:

Anônimo disse...

Nao deixe ficar para amanha o que devia ter feito ontem, eduque-se e elucide os amigos TODOS, para que os seus filhos e netos não sejam escravos no futuro.
Passe e repasse, traduza e entenda os perigos do islao cujos pais matam os filhos, e dao as filhas de tenra idade em casamento a pedófilos, isso e o mundo islamico.
O mundo não tem lido a BÍBLIA, mas para se proteger tem que estudar o corao.

Abdul-Azim Sirvam disse...

Esse blog é puro preconceito! Não deem atenção a esse blog que só faz generalizar todos os muçulmanos. Você não conhece o Islam, pare de demonizar-nos, seu infiel! A Sharia vai resolver os problemas do mundo!

José Atento disse...

"A Sharia vai resolver os problemas do mundo!"

Pois é. A Sharia leva ao marasmo, à indolência e ao sub-desenvolvimento, e você diz que ela vai resolver os problemas do mundo?

Você realmente gosta da Sharia. Veja este artigo que sumariza tudo o que não presta da Sharia. Eu vou deixar que os leitores cheguem às suas próprias conclusões.

http://infielatento.blogspot.ca/2015/11/lei-islamica-sharia-resumo-do-que-nao.html

REPUBLICA FURTIVA DO BRASIL (Pais das inversoes de valores) disse...

Já era. Será dominada por essa espécie predadora.
Non mi piace più · Rispondi · 1 · 15 h

ja esta dominado, esta semana uma criança alema, foi agredido por esses intrusos, se eles fazem isso na terra que acolheu imagine na terra deles, por isso que ta essa guerra entre eles, não se respeitam mutuamente. Eu admiro o povo europeu porque deixo...Altro...

Eu sou descendente de italianos do sul do Brasil, e também sinto muito esta invasão da Itália, a terra de meus antepassados. Sim, imigraçao descontrolada, aos milhares, é invasão.

No Brasil, regioes Sudeste e Sul, existem centenas de milhares de africanos, principalmente os haitianos, vendendo coisas nas ruas de nossas cidades, um problema social real.

Infelizmente, o governo italiano preferem acolher milhares de estrangeiros, gente muito diferentes dos italianos, mas ele dificulta muito para netos e bisnetos de italianos como eu, que amo a Italia, para adquirir a cidadania italiana.
Parece-me que este governo Matteo Renzi, tem ódio dos italianos. Ele faz parte da nova ordem mundial ILUMINATI, e quer trocar o povo italiano, por muçulmanos fanáticos terroristas e africanos. Os países ricos devem ajudar essas pessoas a permanecer em seus países de origens com suas famílias, suas culturas e seus idiomas, ou nos paises vizinhos deles, e não permitir a invasão das suas cidades, trazendo mais problemas sociais

O bonismo está destruindo a Europa, alegando bondade com estrangeiros, certamente tem muitos interesses escusos por traz O correto é que os governantes se empenhem em defender o seu povo contra agressoes externas e nao ajudar a estrangeiros invadirem suas cidades aos milhares, descontroladamente, trazendo culturas estranhas, ganhando tudo de graça pago com o dinheiro do povo local, e ainda reclamando e tentando impor seus costumes.

As imigrações normais sao aquelas que ocorrem na maioria dos paises quando um pais está precisando de trabalhadores, por exemplo, dentistas e médicos, e permite que alguns estrangeiros imigrem mediante contrato de trabalho o de estudos em alguma faculdade ou curso especializado. O que está ocorrendo na Europa é imprudência e interesses escusos dos governantes. Se eles fossem sérios e amassem seus povos, tratariam de ajudar os refugiados nos continentes onde eles nasceram e tem suas vidas. Sem essa de criar esse caos todo em cidades tao lindas como as da Europa.