sábado, 7 de novembro de 2015

Lei Islâmica (Sharia): resumo do que não presta



O problema com o islão pode ser compreendido muito fácilmente, se consideramos o islão como aquilo que ele realmente é: um sistema político poderoso que controla todos os aspectos da vida de muçulmanos, regulando também a vida dos não muçulmanos sob o seu domínio. O islão vem acompanhado por um conjunto de leis, a Sharia, que são imutáveis por terem sido escritas por Alá. Não existe democracia nem a possibilidade de representantes do povo aprovarem leis diferentes ou progressistas, pois nenhuma lei escrita pelo Homem pode contrariar a Sharia.

De modo que o problema não é religioso, mas sim político. Quando se fala sobre o islão e a Sharia não se deve pensar neles em um contra-ponto a outras religiões, tais como o budismo, hinduismo, cristianismo, judaísmo, candomblé, ou a falta de religião (como o ateísmo), pois não existe paralelo de nenhum deles com a Sharia. Deve-se sim pensar que o islão e a Sharia se opõem à nossa Constituição, bem como a Declaração Universal dos Direitos Humanos. A escolha é entre Sharia ou liberdade.

O antagonismo do islão e da Sharia é com o sistema político e as nossas leis e não com a nossa religião ou falta de religião. Ou seja, é um problema político e não religioso.

Abaixo, eu apresento um resumo sobre os aspectos mais nocivos da Sharia que afetam os não muçulmanos, os ex-muçulmanos, os homossexuais e as mulheres e crianças. Eu não estou listando aspectos que são exclusivos de muçulmanos, tais como as 5 orações diárias, regras de como se vestir, como aparar o bigode da barba, como se lavar, como se limpar depois de ir ao banheiro, com que pé deve-se sair da cama, etc. Para uma leitura mais completa eu sugiro este livro e este link.

Lei Islâmica (Sharia): resumo do que não presta (veja referências no final do artigo)
  • Açoitamento, apedrejamento ou enforcamento das mulheres quando são estupradas e não têm quatro testemunhas para provar que ela foi estuprada (DNA do esperma ou qualquer outra prova não vale). [1]
  • Açoitamento, apedrejamento, ou execução de mulheres se elas cometem adultério – o homem recebe açoites. [1]
  • A remoção do clitóris é prescrita (circuncizão feminina), e geralmente feita quando a mulher é ainda uma criança. [1]
  • Mulheres não muçulmanas podem ser estupradas e escravizadas sexualmente. [2]
  • Amputação de pedaços dos dedos, dos dedos da mão, da mão toda; partes dos braços, pernas; crucificação; para certos crimes como roubo, ou a distribuição de livros não-islâmicos (por exemplo, bíblias) aos muçulmanos. [3]
  • É um crime expor os muçulmanos a qualquer outra religião. [4]
  • É crime capital dizer qualquer coisa que um muçulmano considere como sendo uma crítica ao islão, a Maomé, a Alá, e a Sharia (lei da blasfêmia). [5]
  • Se um muçulmano deixa o islão ele / ela deve ser morto (a apostasia é um crime). [6]
  • Punições que variam desde a arrancar a língua fora até a pena de morte para aqueles que ‘calúniam o islão’, caluniam Maomé’, ou caluniam a Sharia’ (caluniar, neste caso, significa expressar publicamente uma visão crítica, ou dizer algo que algum muçulmano não goste, ficando "ofendido"). [3], [5]
  • Proibição de bebida alcoólica. [7]
  • Dependendo do nível de fundamentalismo, música, arte, canto, são proibidos. [8]
  • As mulheres têm metade dos direitos do homem nos tribunais. [1]
  • Filhas tem (apenas) a metade dos direitos de herança que os filhos têm, enquanto as viúvas recebem apenas um oitavo da herança. [1]
  • As mulheres têm que se vestir com lenços ou coberturas completas – dependendo de quão fundamental forem o homem a quem elas pertencem (pai ou marido) ou o país onde elas moram. [1]
  • As esposas podem ser espancadas ("educadas").  [1]
  • As esposas podem ser estupradas.  [1]
  • Os homens podem divorciar-se da esposa, as mulheres não podem divorciar-se do marido. [1]
  • Os homens podem ter até quatro esposas, e ele pode divorciar-se delas como lhe convêm – então, se casar novamente para trazer o número total de mulheres até 4. Homens que viajam podem participar de "casamentos temporários". [1]
  • Não existe limite de idade para casamento, e casamentos infantis forçados são permitidos. As meninas são as maiores vítimas disto.  [1]
  • "Crimes de honra" sobre as mulheres que tenham "desonrado" a família. [9]
  • Uma mulher muçulmana só pode se casar com um muçulmano, ao passo que os homens muçulmanos podem se casar com mulher não-muçulmana. [1]
  • Se uma mulher não-muçulmana se casar com um muçulmano, seus filhos ou filhas devem ser criados como muçulmanos. [1]
  • As mulheres devem obter permissão dos maridos para as liberdades diárias; [1]
  • Não muçulmanos em geral tem duas opções quando confrontados com o islão: aceitarem se integrar ao grupo ("conversão")  ou serem mortos. Cristãos e judeus têm uma terceira opção: se tornarem um dhimmi.   [10] 
  • Os não muçulmanos que se tornarem em dhimmi devem respeitar a lei islâmica, mas eles têm menos direitos do que uma mulher muçulmana, e vivem, basicamente, dependentes das boas graças dos muçulmanos. [4]
  • O dhimmi deve pagar um imposto extra chamado de jizya (que significa em termos gerais ‘imposto de proteção’), que pode ser aplicado até mesmo após a sua morte. [4]
  • Os dhimmis não podem construir nem reparar seus locais de culto, e eles não podem tocar os sinos da igreja. Eles não podem mostrar bíblias ou torás, em público. Eles tem que se vestir diferente, de modo a se distinguirem como dhimmis. Eles irão executar as tarefas que os muçulmanos não desejam fazer. Os dhimmis não terão acesso à escada social. [4]
  • A homossexualidade é um crime cuja punição é a morte. [11] 
Dê modo que você não tem escolha. Se você não se posicionar contra tudo isso, você está sendo conivente, e a sua omissão ajuda a propagação da Sharia. A História mostra que todas as civilizações que se encontraram sob o controle político da Sharia foram aniquiladas. A escolha é entre liberdade ou Sharia.

Os cartazes dizem:
"Democracia está ruindo, Sharia está retornando"
"Você ataca o islão quando você ataca a Sharia"

Referências

[1] Direitos das mulheres sob o islão (e links associados)





[6] Apostasia 


[8] lei islâmica r40.O

r40.1 Instrumentos musicais devem ser banidos.
  • Flautas, instrumentos de corda e similares são condenados.
  • Aqueles que ouvirem cantores terão as suas orelhas enchidas com chumbo no Dia do Julgamento.
  • Canções criam hipocrisia.
r40.2 É illegal usar instrumentos musicais ou ouvir o mandolin, alaúde, címbalo e flauta. É permissível tocar o tamborim em casamentos, circumcisões, e outras horas, mesmo que ele tenha sinos nos lados. Bater em tambores é ilegal.


[10] Veja o capítulo 4 e 5 em Lei Islâmica (Sharia) para os não muçulmanos, e diversos versos no Alcorão, os mais importantes Alcorão 9:5 e 9:29:
9:5 Mas quanto os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.
9:29 Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no último dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, ou que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam o Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. 


30 comentários:

Marcos disse...

Apenas acrescentaria que o dhimmi tolerado, através do pagamento da jizya terá de pertencer aos chamados "povos do livro": judeus e cristãos. Não pensem que iriam tolerar outro tipo de não crentes no islã.

Fabyo disse...

Muito esclarecedor o texto. Poderiam referenciar os pontos citados com a localização do texto original?

José Atento disse...

Referências acrescentadas. Grato pela sugestão.

Esclarecida a diferença entre o "povo do livro" e os demais não muçulmanos. Grato pela sugestão.

Anônimo disse...

https://www.youtube.com/watch?v=RbMfSMX6mMY

House disse...

Texto bem explicativo. Só falou merda quando diz que Sharia não tem a ver com religião. Sharia é Islão, Sharia é o oposto de liberdade. É tudo que preceitos religiosos são.

David Silva disse...

Vivi nos emirados árabes, Oman e agora na arabia saudita. Entrei com meu violão. Sem problema algum. Acho que estão sendo radicais nesses quesitos.

José Atento disse...

David Silva: radical é a lei islâmica. Não fui quem a inventou. Estou apenas divulgando-a.

José Atento disse...

House. Grato. Mas com respeito a "Sharia não ter a ver com religião" talvez você não tenha entendido. A Sharia é a codificação e implantação política do islamismo, tomada como algo imutável por ter sido dada pelo próprio Alá.

Abraços

Rodrig disse...

Muito interessante, porém quero ler a Sharia em seu original, mas não encontro em lugar nenhum. Alguém aí tem um link onde posso encontrar?

Anônimo disse...

Ao menos se a Shari'a existisse no Brasil , não teríamos Cunha, Calheiros, laca jato, prisão domiciliar, pouca vergonha, impunidade, corrupção, bala perdida, tráfico, etc..
De que adianta a DEMOCRACIA, se não justiça!?
Quantos já morreram nas portas de hospitais?
Quantos já morreram pela falta de segurança?
Quantos se tornaram bandidos pela educação falida?
Será que o Brasil seria pior ou melhor sem a falsa DEMOCRACIA e com a implantação da Shari'a?
A final de contas, qual a melhor saída para o Brasil :
Shari'a (Lei Islâmica) ou democracia(porcaria)?
Nós , brasileiros , não temos condições de criticar a política de país nenhum , muito menos as Leis .
Vamos corrigir os erros do nosso país , para depois apontarmos os erros do país dos outros!
O Brasil é uma VERGONHA !

José Atento disse...

Rodrig: https://www.thereligionofpeace.com/quran/the-reliance-of-the-traveller.pdf

José Atento disse...

Anônimo disse ... "Ao menos se a Shari'a existisse no Brasil , não teríamos Cunha, Calheiros, laca jato, prisão domiciliar, pouca vergonha, impunidade, corrupção, bala perdida, tráfico, etc.. "

O seu raciocínio é uma "falácia lógica" pois você menciona problemas que existem no Brasil para concluir que a Sharia é ótima.

Se você concorda com a lista apresentada no artigo como uma solução para o Brasil, e para o mundo, sinceramente, você é doente mental.

O problema no Brasil não advém das leis existentes, mas sim da falta de aplicação das leis existentes, todas elas um bilhão de vezes melhores do que a Sharia.

E mais uma coisa, o artigo não apresenta erros nos países dos outros. Ele apresenta os erros na Sharia. E os brasileiros podem, e devem, criticar isso sim. Quer você goste ou não.

Anônimo disse...

Falida é essa forma primitiva de lei chamada Sharia. Escrita por psicopatas e aceita por que é igual.

addan rossi disse...

A Sharia e um crime com as mulheres, a lei do cão

Cristiano Silva disse...

que conclusão idiota sobre a democracia, com todos os problemas que temos, não da para comparár com um governo talibã que tira o direito de liberdade dos cidadãos.

Rúben Teixeira disse...

Que assim seja, mas na teera deles! Aqui longe! Mandamos nós! Ou acham que também não sei arrencar cabeças se for preciso???

Anônimo disse...

Vergonha é essa tal sharia que um estuprador implantou p diminuir o sexo feminino...parece até que esses mo stros n tiveram mãe ..nauseante

Anônimo disse...

nao soh isso como vai uma gangue d armamento pesado e fortemente nervosa "vitimada" por 1 ser inofensivo como contra tipo uma menina "criminosa", neh, realmente faz todo o sentido desse mundo...pra literalmente "EXECUTAR" uma "lei justa"...
ja eu preferiria tentar quebrar o maximo possivel de pescoços dessa gangue antes da execuçao
pq e assim eles viveriam mais doq as vitimas da lei criminosa
VIVERIAM O MAXIMO Q PUDEREM SEM ESQUECER DE RESPIRAR MAS DO JEITO E FORMA Q MERECEM

Logan 2002 disse...

Essa lei imutável regida por Ala, profeta Maomé..., faz com que gere um ciclo de ódio, guerra, intolerância, crueldade, preconceito, anti-semitismo que ninguém poderá parar. Fica a solução sendo erradicar o Corão ou o ser humano evoluir ao ponto de entender que essas regras, camufladas de religião, somente é um atraso de vida. Deus esta dentro de nós. Deus esta em toda parte e não há necessidade de alguém me dizer isso.

Carlos Eduardo Leone disse...

Para um imbecil postar o comentário, anonimo, tem que ser lixo mesmo. Essas leis retrogradas e assassinas só podem existir em países onde o ser humano é visto como escravo. Não escutem de forma nenhuma esse traste. Não teríamos várias pessoas como ele diz, mas teríamos pessoas muito piores. Vá lamber seu ala traste.

Anônimo disse...

Quando vi " o que nao presta na sharia " nem me prestei a ler texto. Uma vergonha. Ao invés de botar os dois lados da moeda,preferiram fomentar o preconceito e a discordia para com tal etnia.

Andrea Viana Rodrigues disse...

Espero que você se arrependa do que escreveu e refluta melhor sobre essa comparação mais absurda.... nao sou Brasileira, reconheço que o Brasil tem algum problemas, mas nada comparado a essa ditadura, tiranismo onde a mulher é tratada como um ser abominável, que forma mais estúpida de extinguir o género feminino .... usam a religião para cometer crimes hediondose. ...

Andrea Viana Rodrigues disse...

Bem tido..... Esse perdeu uma oportunidade de ficar calado. ... que comparação absurda!!!!

Lilian Tavares disse...

A mulher precisa de 4 testemunhas para atestar um estupro? Que tipo de pessoas seriam essas 4 que ao presenciar um estupro não tentariam impedir e ficariam assistindo só para testemunhas depois?
Que leis idiotas e cretinas

Aliyah Veronica Joi disse...

Se a sharia estava no br poderiamos andar muntado em ouro com milhoes nas maos e ninguem tocaria para roubar pois quem roupa tem mao cortada

José Atento disse...

Alyah. Isso e idiotice por vários motivos.
1. Punição hedionda não impede crime.
2. Uma punição hedionda quando aplicada sobre um inocente não tem retorno.
3. Uma punição hedionda impede que um criminoso cumpra a pena e se recupere, tornando-se útil para a sociedade.
4. Os poderosos tem muito mais chances (e recursos) de acaberem se safando.

O fato é que o tempo de punições hediondas acabou. Elas não têm lugar em uma sociedade moderna e progressista. Se Alá soubesse disso, ele nunca teria sugerido tais punições. Alá ficou démodé.

Anônimo disse...

Com todos os problemas existentes, sou feliz de ser BRASILEIRA!

Anônimo disse...

Incrível algumas pessoas desprovidas de amor citarem a Sharia como solução para os problemas sociais do Brasil, criados justamente pelos atos socialistas de governos anteriores.

Neida Xavier disse...

Jesus foi o único que valorizou a mulher. Era costume de algum religiosos de sua época apedrejar as mulheres pegas em adultério. Interessante que só as mulheres era apedrejadas. E os adúlteros que estavam com elas não. Trouxeram uma mulher para Jesus julgar. E Jesus foi totalmente contra. Ele respondeu para aqueles religiosos: Aquele que não tem pecado, atire a primeira pedra. Foram saindo de fininho e a mulher foi salva.

Anônimo disse...

eles q nao sao locos de avancarem c essa putaria, temos um exercito e bombas p fuder qualquer mulcumano.