domingo, 13 de dezembro de 2015

Mitos sobre Maomé - o que muçulmanos e apologistas inventam para justificar os crimes de Maomé


José, por que eu preciso me preocupar com aquilo que um beduíno do deserto fez ou deixou de fazer, 1.400 anos atrás? 
Porque existe hoje muita gente que considera as ações deste beduíno como exemplares, perfeitas e sagradas, como um modelo a ser seguido para se obter a "vida eterna." 
Se as ações deste beduíno tivessem sido boas estaria tudo muito bem. Mas o problema começa ao se descobrir que as suas ações não foram exemplares, nem tão pouco perfeitas, e muito menos sagradas. 
É preciso ter em mente que o islão é 100% Maomé. Sem Maomé, não existe islão pois tudo vem de Maomé: credita-se a Maomé a recitação do Alcorão; e a vida e ações de Maomé (tradições de Maomé) dão contexto ao Alcorão. O islão é Maomé. A lei islâmica (sharia) é toda oriunda do que Maomé recitou e fez. 
O fundamentalismo islâmico consiste em imitar Maomé. E, muitas vezes, isso não é bom. 
Maomé, como descrito pela sua "tradição" (Sunna), foi um pregador fracassado, porém, um Senhor da Guerra e líder de milícia de sucesso. Ao final da sua vida, ela havia conquistado toda a Península Arábica, sem deixar vivo nenhum oponente. O melhor paralelo de Maomé na História seria Genghis Khan.  
Os muçulmanos que crescem criados em um ambiente estritamente islâmico são ensinados que as ações de Maomé, mesmo as mais criminosas e violentas, são todas santas e exemplares (o Alcorão diz quase 100 vezes que Maomé é o exemplo de conduta para a humanidade), servindo de inspiração para os 1400 anos da "gloriosa" jihad islâmica. O que é pior, os muçulmanos são ensinados que qualquer crítica a Maomé é um crime, cuja sentença é a morte (equivale a apostasia, ou seja, deixar de ser muçulmano). 
Porém, as ações de Maomé não são bem-vistas no mundo dos não muçulmanos, o que torna necessário que muçulmanos, bem como os apologistas do islão, criem mitos ao redor de Maomé, visando esconder os seus crimes (isso se chama taqiyya).
A série Os Mitos sobre Maomé explora a fantasia gerada ao redor do criador do islão e seu único profeta. Abaixo, encontram-se análises sobre várias falácias lógicas apresentadas por muçulmanos e apologistas do islão.

Mitos sobre Maomé

Os artigos listados abaixo foram traduzidos pelo site Perigo Islâmico, o qual agradecemos por esta tremenda contribuição. O original é oriundo do site The Religion of Peace.

MECA

1. Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. Maomé foi torturado em Meca

3. Os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. A perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

3. A batalha de Badr foi em legítima defesa

4. Maomé foi um guerreiro bravo que dependeu da protecção de Alá

5. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (1) - Banu Qaynuqa

6. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (2) - Banu Nadir

7. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (3) - Banu Qurayza


MAOMÉ - O CONQUISTADOR

1. As guerras de Maomé foram em legítima defesa

2. Maomé nunca sancionou a violação sexual

3. Maomé nunca matou crianças

4. Os habitantes de Meca foram os primeiros a violar o Tratado de Hudaibiya

5. Maomé escolheu sempre a paz

6. Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante

MAOMÉ - O MORALISTA

1. Maomé nunca aprovaria o assassinato

2. Maomé nunca matou os cativos

3. Maomé condenou a pedofilia

4. Maomé casou-se com várias mulheres como forma de as favorecer

5. Maomé nunca aprovou a desonestidade

6. Maomé nunca matou mulheres

7. Maomé era um abolicionista

8. Maomé acabou com a superstição

9. Maomé nunca mandou matar idosos

10. Maomé nunca aceitou conversões forçadas


Maomé torturando Kinana



3 comentários:

Anônimo disse...


Governo saudita promete investir 32 bilhões de dolares para a islamização do ocidente.

COM VÍDEO da coletiva de imprensa, com 23 minutos, em que a monarquia saudita revela todos os planos. Incluindo censura a críticas ao islã.

http://www.nowtheendbegins.com/saudi-prince-pledges-32-billion-on-the-islamization-of-america/

Anônimo disse...

Boa jarde ,

eu gostaria de deixar aqui um link de um documentário que eu vi chamado conspiracy. Neste documentário um senhor conversa com dois cineastas a respeito das suspeitas dele sobre determinados fatos da historia. Ele liga eventos mundiais pre grandes acontecimentos , as maiores guerras , o 11 de setembro. No decorrer do doc ele misteriosamente some, os dois cineastas continuam com a pesquisa. Eles chegam a uma organização chamada tarsus club , que tem feito eventos anteriores a grandes acontecimentos.
De acordo com o que tem no livro sobre a carta de 1982 sobre o plano de islamização eu pensei que talvez a ligação que os caras do documentário nao fizeram foi que talvez essa organização seja comandada por poderosos muçulmanos.
No documentário eles tentam deixar escapar um pouco de informação e também deixam no ar como se o que aconteceu quando a festa foi penetrada pelos cineastas é que aquilo foi um trote e que são apenas devaneios dos dois. É perceptível a cara de pavor da esposa de uma dos cineastas e coinscidencia que o que sumiu foi exatamente o que não tinha família.

https://youtu.be/b78G8Vtu0K4

Anônimo disse...

Sobre meu comentário anterior, acabei de ler que o documentário é um filme. De qualquer forma vale a pena assistir pois muito do que tem no filme pode ser aproveitado, principalmente a organização tarsus club e os eventos pre guerras.
Não sei ate que ponto é filme mesmo ou é documentário , infelizmente fica esta duvida sobre o que temos acesso.