quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Alemanha em 2020: maioria dos jovens será muçulmana


José Atento

Imagine uma Alemanha cuja maioria da sua população jovem, até a faixa etária de 35 anos sendo muçulmana, já adotando a Sharia no dia-a-dia, incluindo a poligamia, e adotando da Sharia como a Constituição através de um plebiscito? Imagine uma Alemanha empunhando a bandeira da Jihad Islâmica, saindo novamente para conquistar os países vizinhos, para desta vez para implantar o islão? Talvez você não precise imaginar, mas apenas esperar menos de 20 anos, pois esta é a tendência. 

Uma análise, realizada pelo professor Professor Ardorján F. Kovács, da Universidade Goethe, em Frankfurt am Main, na Alemanha, foi publicada sob o título "A verdade sobre a crise dos refugiados" (Wahrheiten zur Flüchtlingskrise) no The European. Nela, o professor, usando de aritimética simples e bom senso, retrata o destino negro da Alemanha caso a tendência atual da invasão islâmica (Hégira) não seja revertida, alidado ao fato dos alemães não terem filhos.

O Professor Kovács disse que a declaração de Angela Merkel, segundo a qual "um, dois, ou três milhões [de imigrantes] são pequenos em comparação com os 79 a 80 milhões de pessoas que vivem atualmente na Alemanha", é completamente errada,  porque ela não leva em consideração a idade e nem o sexo da maioria pessoas que compõem o fluxo migratório: pessoas com idade entre 20 e 35 anos de idade, ou até mais jovens, e do sexo masculino.

Uma imagem muito mais correta do impacto que este fluxo irá ter na fábrica étnica da Alemanha pode ser alcançada quando se compara com a população alemã já existente dentro desta mesma faixa etária, diz o professor Kovács.

O Instituto Federal de Estatística da Alemanha registra que, atualmente, existem de cerca de 15 milhões de pessoas com idade entre 20 e 35, na Alemanha, e que "o número de pessoas oriundas de fluxos migratórios nesta faixa etária já é de cerca de 3,5 milhões de pessoas." Em outras palavras, a população alemã atual nessa faixa etária, excluindo-se imigrantes que já vivem na Alemanha, é de 11,5 milhões de pessoas.

Considerando-se que um número aproximado de um milhão de imigrantes por ano estarão entrando na Alemanha nos próximos anos (descontando-se a possibilidade deste número ser maior), é perfeitamente razoável estimar uma população total de "requerentes de asilo" na Alemanha composta de três e quatro milhões no ano 2020.

Mas esta é apenas a ponta do iceberg. Supondo-se que apenas metade deste número irá obter asilo e permanecer na Alemanha, isso significa que haverão cerca de dois milhões de refugiados em 2020. Contudo, deve-se lembrar que a maioria dos "requerentes de asilo" são homens, o que significa que em quase todos os casos, irá ocorrer o reagrupamento familiar. Isto irá adicionar entre três a oito pessoas a mais para cada um dos "requerentes de asilo", o que significa que, até 2020, o número total deste grupo será maior que 8 milhões."

Somando-se os 8 milhões dos novos imigrantes com os 3,5 milhões dos atuais, e se conclui que, já em 2020, o jovem nativo alemão está se tornando minoritário nesta faixa etária.

A conclusão é inescapável: ou a Alemanha adota medidas políticas para travar e inverter a atual "invasão islâmica", ou, já em 2020, se tornará um país com uma maioria de jovens não-alemães. E, olhando-se mais para o futuro, que hoje mais de 50% da população alemã é composta por idosos, o cenário se fecha de maneira irreversível.

O fato que a  taxa de natalidade dos imigrantes é mais elevada, pelo menos na sua primeira geração, foi desconsiderado na pesquisa do professor Kovacs. Eu julgo que ele fez isso como uma "aproximação para baixo" de modo a se cauteloso no seu resultado. Mesmo assim, o que este estudo mostra é que a coisa está ficando mesmo feia. 


Qual resultado deste crime de lesa pátria dos políticos europeus em geral, e alemães em particular?

Não vai demorar muito para que alguns países da Europa se tornem zonas proibidas para turistas, tendo todas as suas fronteiras adjacentes fechadas. A Alemanha será um deles. Estupro, pedofilia, assassinatos e outros crimes, tendo como alvo principal os não muçulmanos (mas também muçulmanos de outros grupos) irão se ampliar, pois esta tradição é parte de sua cultura e eles estão trazendo isso com eles. A única maneira de parar isto é para de trazer muçulmanos para o seu país, fechar mesquitas e deportar a maioria dos que estão lá, incluindo os imãs ... e criminalizar a Sharia.

Os governos colocam em perigo todos os nativos presentes e as gerações vindouras. Os filhos, e os filhos dos seus filhos, serão forçados a viver em um estado policial até o dia quando o número de muçulmanos tenham crescido suficientemente para eles se tornarem refugiados.

A população da Europa está em uma encruzilhada. Se opor a que as hordas inundem suas terras resulta em serem chamados de "extrema direita" "racistas" "nazistas" e "xenófobos". Se eles os deixam entrar no seu país, suas vidas, e a vida dos seus descendentes, serão dilaceradas. Qual destas escolhas seria mais benéfica para o país e seus habitantes?

O problema é sério. A população alemã está sendo substituida pelo seu próprio governo.

https://youtu.be/ABmyAiQIlGM OK





6 comentários:

Anônimo disse...

Li um outro post seu em que você diz acreditar que a islamização da Europa é inevitável a essa altura dos acontecimentos. Eu não creio que esse seja mesmo o caso. Há partidos de direita em todos os países europeus que defendem o fechamento das fronteiras, e mesmo a expulsão dos invasores que já estão em solo europeu, caso se envolvam em atividades criminosas. Eu tenho cidadania italiana e, embora more no Brasil, acompanho bastante a situação da Itália. Um partido que vai na linha do que mencionei, na Itália, é o 'Lega Nord'. Esses partidos têm pouco apoio popular, mas isso já está mudando, por conta da própria invasão, e também por conta de atentados como o que ocorreu em Paris no ano passado. Basta que esses partidos cheguem ao poder, ou aumentem significativamente sua participação nos parlamentos, para que o processo de islamização da Europa seja detido.

José Atento disse...

Espero que você esteja correto e que a tendência se reverta.

Anônimo disse...

Agora finalmente a verdade está ai. A igreja inventou toda aquela mentira para justificar as cruzadas mas como hoje não podem atear fogo em qualquer um, o Islam se espalha como sempre, da mesma forma que tomou Makka, tomará a Europa, sem a espada.

José Atento disse...

Mas, Maomé tomou Meca à frente de um exército de 10 mil homens armados até os dentes e Meca não teve outra alternativa do que se render. E mesmo assim, Maomé promoveu execuções em praça pública e destruiu todos os símbolos religiosos dos outros.

http://infielatento.blogspot.ca/2015/07/maome-assassino-e-intolerante.html

Anônimo disse...

Justificar morte com morte é estupidez. O que está feito esta feito, apesar de termos que nos basear no passado, vidar no futuro seria bom.

Douglas Sulzbach disse...

Todas as civilizações crescem atingem seu auge e depois desaparecem, assim será com a população europeia, hoje há cada vez menos crianças nativas e mais imigrantes em idade fértil, em 20 ou 30 anos a cultura europeia será soterrada, sua economia vai declinar cada vez mais pois surgirão outros mercados, talvez em 50 anos ela já seja um continente islâmico assim como o Canadá que está indo para o mesmo caminho, é o ciclo das civilizações.

Talvez futuramente a América do Sul assuma o papel que hoje pertence à Europa nessa questão do bem estar social. Também vale lembrar que há cada vez mais cristãos na África, na China e pasmen, em pleno Oriente Médio, isso também modificará o panorama nas décadas vindouras. Dizem que até 2050 metade dos cristãos da Terra estarão na África.

Mas uma coisa é certa: A Europa não terá futuro, ela está envelhecendo e em alguns anos morrerá, só sobrará seu glorioso passado, o mesmo glorioso passado que um dia Alexandria e o Egito tiverem quando estavam no seu auge.