sábado, 30 de janeiro de 2016

Clérigo saudita radical, banido na Grã-Bretanha, está no Brasil


O Brasil é hoje como um faroeste sem xerife. Não existe controle de fronteira, pois segundo determinação do próprio governo, com aprovação do Congresso Nacional, qualquer extrangeiro entra no Brasil sem precisar de visto de entrada (entre junho e setembro). E, ao entrar, tudo vale, até mesmo espalhar ódio.

Está no Brasil o Xeique Mohammad Al-Arifi, professor na Universidade Rei Saud e notório promotor da Jihad e do Wahabismo (e banido da Grã-Bretanha!). Este xeique visitou a Liga Juventude Islâmica Mesquita do Pari (LJIMP), localizada na cidade de São Paulo, fato este noticiado pela própria página do Facebook da LJIMP, dia 26 de janeiro (leia aqui e aqui).

Isto está acontecendo em São Paulo, capital

Xeique Mohammad Al-Arifi se tornou notório pela sua fatwa (édito religioso islâmico) que permitiu aos jihadistas lutando na Síria e Iraque estuprarem as mulheres sírias, assunto tratado dentro do artigo A "Jihad do Sexo". Ele também recomendou o "casamento temporário" para os jihadistas lutando na Síria. O video abaixo relata este fato, bem como notícia no Washington Times (um outro xeique, Yasir al-Ajlawni, também é citado na mesma notícia).


Xeique Mohammad Al-Arifi  emite édito religioso islâmico (fatwa)
permitindo que os jihadistas estuprem as mulheres e meninas sírias

Vídeo da TV Al Jadded (Líbano). A notícia foi confirmado por outras fontes como Tayyar.org e PressTV.ir


É claro que o estupro de mulheres que não sejam muçulmanas, ou que não sejam vistas como muçulmanas por aderirem a regras diferentes, ou por pertencerem a facção diferente, é algo que vem do Alcorão e da Tradição de Maomé (Sunna), comportamento este  sedimentado na lei islâmica. Este assunto foi tratado no artigo Estupro e Escravidão Sexual.

Outros fatos marcantes que deixam bem claro a linha salafista wahabista virulenta deste fiel seguidor de Maomé foi a sua chamada à Jihad na Síria, bem como a aula que ele deu na LBCTV do Líbano, no dia 9 de setembro de 2007 (vídeo aqui), ensinando o modo islâmicamente correto de se "educar" a esposa, algo consistente com a Sharia, é claro, conforme discutido em Maomé, homem sem honra (Alá diz que a esposa pode apanhar, e ensina como fazê-lo).

Sheikh Muhammad Al Arifi declara Jihad na Síria
(imagina a reação se um padre fizesse um sermão destes)

Não são apenas fatwas que tornaram este clérigo radical famoso. Ele também criou confusão na Inglaterra ao aliciar jovens para a jihad. Durante sua última visita, que incluiu aulas e sermões nas mesquitas wahabistas e salafistas, promovendo jihad e sendo acusado de ter incentivado a ida de alguns jovens muçulmanos para irem lutar na Síria. Apesar dele ter negado isso, as evidências foram tamanhas que o governo britânico o baniu da Grã-Bretanha!


vídeo do Channel 24 britânico
(legendas em português sendo produzidas)

Justificando a decisão, um porta-voz do Ministério do Interior da Grã Bretanha disse: "Nós podemos confirmar que Mohammad Al-Arifi foi excluído do Reino Unido. O governo não apresenta desculpas para recusar o acesso de pessoas ao Reino Unido, quando nós cremos que estas pessoas representam uma ameaça para a nossa sociedade. Vir aqui é um privilégio que recusamos estender para aqueles que buscam subverter os valores que nós compartilhamos."

Veja bem, o governo britânico tem sido extremamente tolerante com o extremismo e o fundamentalismo islâmico (o islão de Maomé) a ponto de ter se colocado em um perigoso processo de islamização. Mesmo assim, acabou banindo este xeique. Será que esse "cheiro de pólvora" não seria o bastante para o governo brasileiro evitar a sua entrada no Brasil? O Brasil de hoje é a "casa da mãe Joana."

Quem está ciceroneando o Xeique Mohammad Al-Arifi durante a sua visita a Mesquita do Pari é um xeique brasileiro, Rodrigo Rodrigues, que morou e se formou como xeique em Riad. Ou seja, ele se formou dentro da ideologia salafista wahabista. O Xeique Rodrigo faz um trabalho voltado primordialmente para a juventude. Sabe-se que atrair os jovens e os pré-adolescentes, geralmente mais impressionáveis, muitos dos quais mais preocupados com seus iphones do com que seu crescimento intelectual, é mais fácil. Ele se utiliza de visitas de turmas de escolas de São Paulo para a Mesquita, onde ele apresenta uma versão higienizada do islamismo (outras mesquitas fazem o mesmo). Aparentmente, ele chegou a dar aulas sobre o islamismo em colégios de SP, ajudando cada criança que cursasse o curso sobre islamismo. Ele tentou fazer isso em um colégio particular no Pari que estava falindo, mas não houve procura e o curso acabou. Estas atividades de pregação ocorrem com o consentimento dos pais? É de se perguntar se as escolas que permitem que os alunos visitem a mesquita não levam depois os alunos para visitarem um templo hindu, ou uma sinagoga, ou um terreiro de candomblé, ou algum templo cristão.


Visita à Mesquita Brasil por um grupo de crianças trazidas pelo 
Grupo de Turismo Via Leões Lazer, liderados pela coordenadora Priscila Sobral 

Visita a Mesquita Abu Bakr, em São Bernardo do Campo, por alunos do Colégio Objetivo e do Colégio Barão de Mauá. Estas fotos são de 2013, mas visitas como essas continuam

O Xeique Rodrigo foi assunto de um artigo recente da BBC Brasil, intitulado "Sheik atrai brasileiros para o islamismo com 'zoeira', redes sociais e discurso de tolerância." O título já diz tudo.

O Xeique Rodrigo cercado por meninos e meninas cobertas  
(aprendendo o seu papel islâmico na sociedade)

Deve ser salientado que o Xeique Rodrigo, bem como as demais mesquitas, parecem por em prática o que é prescrito no livro Metodologia da Dawah (pregação islâmica, proselitismo islâmico), de Shamim A. Siddiqi. Este livro diz como os muçulmanos devem se aproximar dos não-muçulmanos de modo a converte-los para o Islã. O livro específicamente diz para os muçulmanos não contarem aos novos convertidos toda a verdade sobre o Islã, ou seja praticarem a taqiyya (cf., páginas 48 e 49):
  • Explicar o conceito de tawheed (deus único) sem dizer o que este kalimah [declaração de fé] exige de um muçulmano. 
  • Apresentar o aqidah [Credo Islamico] sem explicar o impacto do iman billah [fé em Alá].
  • Explicar o iman bil-akhirah [fé na vida depois da morte] sem dizer qual a revolução que isto deve causar na vida do indivíduo e da sociedade que ele vive.
E agora, vê-se claramente a interação calorosa entre um promotor do islamismo e do jihadismo (al-Arifi) com o "xeique da zoeira" Rodrigo Rodrigues e da Mesquita do Pari. Isso é uma demonstração clara da presença do salafismo no Brasil.

Mesquita de Pari: mais um foco do salafismo no Brasil?

A procupação que já existia em torno da influência marcante do salafismo no Brasil e o apoio saudita e wahabista na islamização torna-se maior quando pregadores extrangeiros que promovem idéias que contrariam a Constituição do Brasil possam entrar e trafegar livremente pelo nosso território. O que um xeique promotor da jihad islâmica, como este Xeique al-Arifi está fazendo no Brasil? E se você tem alguma dúvida sobre o quanto o islamismo contraria a nossa Constituição leia Lei Islâmica (Sharia): resumo do que não presta. E leia depois o livro Lei Islâmica (Sharia) para os não muçulmanos. E fique sabendo que a maioria dos muçulmanos deseja a implementação da Sharia onde eles moram.

Será que a islamização do Brasil é algo planejado, coordenado e fianciado no exterior. Veja bem, houve um encontro na Turquia que tratou sobre isso. Curioso, não?

Que as autoridades brasileiras não vejam perigo no que está acontecendo não é se de estranhar, pois existe uma afinidade entre o atual o governo e os islamistas (além do fato que o governo estar mais perdido do que surdo em bingo). Mas o que me surpreende é a imprensa ser tão indiferente. Tudo isso acontece sem ser denunciado nem ao menos reportado pela imprensa. Será que o jornalismo investigativo no Brasil acabou? E o pior é que repórteres que se auto-promovem como tal, acabam fazendo propaganda islâmica ao invés de jornalismo, sendo a apresentadora Ana Maria Braga e "repórter investigativo" Roberto Cabrini dois exemplos recentes disso.

E onde estão os políticos brasileiros? Será que indústria halal no Brasil já tem influência o suficiente para os silenciar?

E, para que as coisas fiquem claras, o problema não é terrorismo. Desastres nas estradas matam mais do que terrorismo. O problema é a substituição da nossa Constituição pela lei islâmica. E isso pode ocorrer sem que um único tiro seja dado. Basta que o número de muçulmanos seja o bastante para eleger uma maioria no Congresso. E esse objetivo, o de ter a Sharia como a lei suprema do Brasil é um desejo que as lideranças islâmicas no Brasil têm dificuldade de esconder. Dois exemplos seguem. O primeiro é o depoimento de Nasser Fares, diretor geral da rede Marabraz, durante um evento realizado pela Mesquita Brasil, no qual ele mostra de forma clara e precisa uma etapa do plano de islamizar o Brasil: no prazo de 20 anos, tranformar a religião muçulmana na 3ª maior do Brasil, através da conversão para a religião islâmica de 20 milhões de brasileiros (este discurso está disponível em vídeo). Eles vem trabalhando sobre a população mais carente, nas favelas, e sobre as mães solteiras e mulheres divorciadas mais velhas. O segundo é algo que foi publicado na mesma época na página do Facebook da Mesquita Brasil. As reações negativas foram tantas que eles retiraram a postagem, mas pudemos copiá-la à tempo e mostramos abaixo:


O Cristianismo será banido do Brasil assim como o ateismo, o Islam triunfará e os soldados de Alá vencerá a guerra contra os incrédulos e idólatras de cristo em 50 anos o Brasil será islâmico a política nos espera teremos a Sharia a verdadeira justiça de Alá sobre os perversos. Alahu Akbar.

Atualização em 28/2/2016
Reportagem da VEJA sobre o assunto, intitulada Um Jihadista no Brasil.


Atualização em 16/3/2016
Segmento do programa de TV Domingo Maior




Referências:

Fatwa permits rape of Syrian women, Newmax, 10 de janeiro de 2013.

A "Jihad do Sexo", Raymond Ibrahim, 25 de junho de 2013.

Islamic cleric decrees it OK for Syrian rebels to rape women, Washington Times, 3 de abril de 2013.

New Fatwa Permits Rape of Non-Sunni Women in Syria, Raymond Ibrahim, 2 de abril de 2013.

Casamento Temporário: A Prostituição Religiosa do Islão (mut'ah, sighe, misyar), José Atento, 25 de fevereiro de 2015.

Sunni Saudi Wahabi Preacher Issues Fatwa Allowing Jihadis to Rape Syrian Women and girls – and ask Egyptian singer to stop singing, The Muslim Issue, 3 de julho de 2013.

Video: Taqqiyya: Top Saudi Sheikh Mohamed Al-Arifi is ISIS supporter and calls for British Muslims to join Jihad, The Muslim Issue, 24 de agosto de 2014.

Did this preacher groom the jihadi Britons? Notorious cleric visited mosque where terror brothers worshipped, Daily Mail, 22 de junho de 2014.

Banned preacher under scrutiny over links to young Cardiff men fighting with Isis in Iraq and Syria, ITV, 23 de junho de 2014.

Father of Cardiff jihadists says his sons were radicalised in 'pop-up' schools, The Guardian, 23 de junho de 2014.

'No life without jihad' - why the change of heart?, Channel 4 News, 25 de junho de 2014.

A islamização da Grã-Bretanha (vídeos), 23 de janeiro de 2016.

A Islamização da Grã-Bretanha em 2015, Soeren Kern, Gatestone Institute, 10 de janeiro de 2016


Boicote Produtos Halal, 20 de maio de 2015


13 comentários:

Anônimo disse...

VAMOS DENUNCIAR ESSE FDP AGORA !!! LIGUEM PARA A POLICIA !!! MANDEM-EMAILS E TELEFONESA ATÉ A GENTE TIRAR ESSE CARA DO BRASIL !

Anônimo disse...

Ele foi professor do Sheikh, o que isso tem a ver? O Hamas é a unica defesa da Palestina, alguns reconhecem como terrorista outros sabem que é sem sentido. O mesmo se aplica aqui.

José Atento disse...

Anônimo. Grato por informar que ele foi professor do xeique brasileiro.

Samuel Rw disse...

Olha, acreditar na possibilidade da subordinação das leis brasileiras à Sharia não é o mesmo de afirmar que a maioria da população Brasileira é infantilmente ingênua e predisposta a mudanças radicais em sua vida?Sinceramente, acho que você faz previsões megalomaníacas acerca da influência muçulmana nas estruturas social e política do Brasil atualmente e no futuro próximo.
Eu seria injusto, porém, se eu discordasse de suas críticas ao controle frouxo de fronteiras aqui no Brasil. Seus textos sempre são claros e bem embasados!

José Atento disse...

Grato pelo comentário.

Anônimo disse...

Jose Atento, os brasileiros ja começaram a vender a alma ao diabo, prova disso é o aumento do numero de mulheres de hijab que vemos em muitas grandes cidades brasileiras. Se um dia essa religião dominar o mundo a unica salvação será um cometa igual o que matou os dinossauros destruir a Terra, porque todo avanço tecnologico e humano não terão nenhuma serventia nem importancia. Qual a finalidade de existir seres humanos que incentivam a crueldade e escravidão? O islão é a prova que a humanidade esta regredindo ao tempo das cavernas e destruindo a alma do ser humano.

Anônimo disse...

A revista veja que JÁ esta sendo processada por causa da mesma materia, na data de hoje 29 de fevereiro, sem fontes que voces postam, fazem materia fantasmas, sem nunca terem conversado com o Doutor Al-arifi, postam videos com fotos deles e outro homem atribuindo falsos dizeres. USAM FOTOS DE CRIANÇAS DE ESCOLAS DE SAO PAULO, QUE LIGAM PARA A MESQUITA DO PARI PARA CONHECER O ISLAMISMO. VOCES SAO DESONESTOS. talvez voces sejam os proximos a serem processados, por escrever uma materia, denegrindo a imagem de uma pessoa, que veio visitar. PRA ENTRAR NO BRASIL, ELE PASSOU PELA POLICIA FEDERAL, ELE É CONHECIDO NO MUNDO TODO.
são dois milhoes de muçulmans amigos, dentre eles a maioria BRASILEIROS. incluindo o SHEIKH RODRIGO RODRIGUES, QUE MOROU NA ARABIA SAUDITA ANOS, ESTUDOU ANOS E É O SHEIKH MAIS RESPEITADO DO BRASIL, POR MUÇULMANOS E NAO MUÇULMANOS.

José Atento disse...

O Xeique Arifi foi banido da Grã-Bretanha. Ele é um Wahabista, o que de pior existe no islamismo. A visita dele deixou claro que quem ele visitou segue também o wahabismo. Ou isso não é verdade? O Wahabismo é podre, e isso é um fato fácil de comprovar, basta expor a ideologia wahabista à luz da Declaração Universal dos Direitos Humanos, bem como o regime saudita. Expor crianças ao wahabismo é algo muito ruim. O xeique Arafi entrou no Brasil porque o Brasil é a Casa da Mãe Joana e tudo entra e sai aqui sem controle. Logo, não é sinal de prestígio para ninguém. O xeique não comenteu crime algum no Brasil. Do mesmo modo expor o modo que ele "é conhecido no mundo todo" também não. Na verdade, isso é um serviço prestado ao Brasil.

Não existem 2 milhões de muçulmanos no Brasil. Afirmações deste tipo são características do supremacismo islâmico, inflando números para tentar mostra força. Eu respeito do xeique Rodrigo. Só acho que ele está errado e está fazendo um desserviço para o Brasil. Eu espero que o xeique Rodrigo tenha uma epifania, caia na real e pule fora desta canoa furada que é o islão, mas ele sabe que se ele fizer isso os irmãos podem aplicar sobre ele a punição para o crime de apostasia. Você sabe qual é, não sabe? A morte!

Eu sou contra a Sharia. Ser contra a Sharia no Brasil não é crime. Ainda bem. Se eu morasse, digamos, na Arábia Saudita eu estaria preso, sem direito a defesa, condenado ao degolamento ou a centenas de chicotadas e prisão, do mesmo modo que acontece com muitos valorosos promotores dos Direitos Humanos na Arábia Saudita, como Raif Badawi. Os sauditas que arriscam o seu pescoço, como Raif Badawi, são um exemplo que nem tudo está podre no reino. Puxa, teria sido muito melhor para a humanidade se o xeique Rodrigo tivesse estudado com Raif Badawi ao invés do xeique al-arifi. Mas, nem tudo é perfeito, não é mesmo? Notadamente, a doutrina islâmica.

Anônimo disse...

Eu estava lendo os comentários de alguns seguidores do PROFETA PEDÓFILO ameaçando ou autor deste Blog e está aí o melhor exemplo do por quê temos que lutar contra a islamização do Brasil e impedir que essa ideologia nefasta se instale na nossa sociedade. O Islã é uma ideologia que vai contra a nossa constituição, contra a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU (da qual o Brasil é signatário), contra a liberdade de imprensa, contra a liberdade de idéias e expressão destas.
#LiberdadeImprensa #LiberdadeExpressãoIdéias Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 19: "
Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, este direito implica a liberdade de manter as suas próprias opiniões sem interferência e de procurar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de expressão independentemente das

Anônimo disse...

Temos que lutar para expulsar este vagabundo do Brasil já que ele segue ainda hoje os princípios atrasados das sociedades antigas patriarcais,misóginas machistas,racistas-supremacistas e extremamente preconceituosas!!Este lixo deste ideologia islâmico-integrista-wahabista NÃO PODE SE CRIAR EM NOSSO PAÍS!Chega!Abaixo estes princípios imbecilizantes do multiculturalismo!!

Anônimo disse...

Hahahaha!

Que coisa não... José Atento... Se tivesse mesmo tanta atenção assim, acho muito que seu discurso poderia ter sido mais critico e mais respeitoso, o que lhe conferiria uma coisa muito importante (eu diria fundamental) chamada credibilidade.
Mas mesmo assim eu vou ler mais as suas publicações. Mesmo achando você um Zé Ruela lunático eu vou ler um pouco mais...
Se me permite dar a dica do próximo verão, é a mesma que meu pai me deu na primeira série: VAI ESTUDAR RAPAZ! Hahahaha!
Você teve 20% de razão no post inteiro, o que eu acho muito considerável, mas você é idiota o suficiente para perder o foco do que realmente poderia ser alarmante com seus devaneios sobre teorias da conspiração que, na boa, subestimam a inteligência de quem lê.

Atento... Fica esperto! Dá pra ser muito melhor que isto!

José Atento disse...

Obrigado pela sugestão. No tocante ao islamismo, o único meio de se educar é lendo as fontes primárias e como elas são interpretadas pela exegese islâmica. Eu faço isso sempre. Se existir algo que contradiga elas, por favor, aponte-as.

A única diferença entre nós é que você pratica taqiyya.

Anônimo disse...

A mesquita Brasil assassinou a língua portuguesa naquele post.