segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Hiper-Crise Migratória e o Estupro da Europa Ocidental


José Atento
Menos de seis meses se passaram desde a última vez que abordamos a ampliação da crise migratória européia. Desde então, a coisa só fez piorar, tanto em termos da crise política que isso vem causando, que ameaça própria estrutura da União Européia, e econômica ao afetar as comunidades que se vêm sem recursos para acomodar um número diáriamente crescente de "refugiados", mas, principalmente, no tocante à segurança pública do cidadão europeu, notadamente as mulheres. O assédio sexual, incluindo estupros, por parte dos "refugiados e imigrantes", que eram algo que parecia ser um problema mais localizado na Suécia e na Grã-Bretanha, se espalhou. A cultura islâmica traz consigo a cultura do estupro, não por causa de algum desequilíbrio hormonal nos homens, mas porque aos homens muçulmanos é permitido avançar sobre as mulheres infiés, tratadas como animal de caça para o abate. 
É sempre importante lembrar que não foi o islão quem inventou, por exemplo, o abuso de mulheres. Mas pelo fato do seu fundador, Maomé, ter abusado de mulheres (dos mais diversos modos) e permitido que seus seguidores fizessem o mesmo, pelo fato dele ser considerado como o melhor exemplo de conduta para a humanidade, pelo fato deste seu comportamento servir de base para a lei islâmica, e pelo fato de Alá ter concordado com toda a perversão sexual de Maomé, o islamismo sedimentou estes comportamentos criminosos como coisas permitidas, se feito sobre mulheres infiéis ou ex-muçulmanas.
De modo que atitudes que nós consideramos como totalmente erradas, que condenamos quando acontecem, e criamos leis visando punição dos criminosos, são permitidas sob a ótica da lei islâmica. 
"Se você permitir que pessoas (de países mais pobres)
tenham acesso irrestrito ao seu país, elas irão parar de vir somente 
quando o seu nível de superpopulação e pobreza for igual
aqueles dos países de onde elas vieram".
~ George F. Kennan ~
Ex-diplomata dos EUA

Os problemas que a Europa está enfrentando devido a imigração islâmica já eram enormes. Eles agora tornam-se monstruosos como a contínua invasão islâmica, pelo simples fato do número alarmante de muçulmanos que chegam ao mesmo tempo, sem condições inclusive de arrumar alojamentos apropriados, o que dizer do choque cultural. E o problema cultural se exacerba. Enquanto que as leis das sociedades européias (bem como nos EUA, Canadá, Austrália, etc., bem como as nossas, no Brasil), defendem a monogamia, direitos iguais para homens e mulheres, direitos iguais para todos sem depender de cor, raça e religião, e a separação entre Estado e Igreja, os muçulmanos ao desejarem a Sharia (e a maioria deles deseja isso) promovem exatamente o contrário, pelo simples fato da Sharia estabelecer a poligamia (só para muçulmanos), homens tendo mais direitos que mulheres, muçulmanos tendo mais direitos que não muçulmanos e integração total entre Estado e Mesquita. Some-se a isso o fato de que as sociedades muçulmanas são fragmentadas, e a Europa importa os seus conflitos para dentro de sí.

Por que as elites políticas da Europa Ocidental decidiram, na década de 70 (exatamente durante a crise do petróleo) que a Europa deveria se tornar multicultural  sem consultar as suas populações, sem perguntar se era isso que elas desejavam? Por que estas elites políticas começaram a importar imigrantes predominantemente muçulmanos, sem antever as consequencias culturais e políticas desta escolha? E por que estas elites políticas começaram a esconder os problemas que começaram a surgir, ameaçando aqueles que levantavam estes problemas? E, com tudo isso, por que as elites políticas resolveram acelerar o processo, ao invés de estancá-lo?

Eu vou deixar estas perguntas no ar, e reportar fatos. Eu deixo que você tire as suas próprias conclusões.

A decisão de tornar a Europa ocidental em um paraíso multicultural foi tomada pelas elites. O povo nunca foi consultado! E os fatos indicam que o resultado disso tem sido um desastre. Basta olhar para a Suécia e a Grã-Bretanha, que vem enfrentado problemas diversos, tais como uma epidemia de estupros cometidos por muçulmanos. Claro, nem todos os muçulmanos são estupradores, mas, aqueles que são, o fazem por conta do que o islamismo prescreve com respeito às mulheres não muçulmanas, assunto tratado no artigo Estupro e Escravidão Sexual.

Dois exemplos daquilo que vem dando errado: Suécia e Grã-Bretanha.

Desde 1975, quando o parlamento decidiu que a Suécia deveria ser um país multicultural e não mais sueco, o crime foi parar nas alturas. Os crimes violentos cresceram mais de 300% e os estupros tiveram um aumento inacreditável de 1.472%. Estes dois indicadores estão correlacionados com o aumento da imigração. A Suécia tornou-se a líder na lista de países em termos de ocorrência de estupros, superada apenas pelo Lesoto, na África Austral (Gatestone). Os suecos tornaram-se minoria em muitas comunidades locais de seu próprio país (Speisa) e surgiram áreas onde a lei sueca não existe mais, por exemplo, o enclave islâmico de Rosengård, na cidade de Malmö (Den Korte Avis), a tal ponto que funcionários de ambulâncias, motoristas, médicos e enfermeiros querem  usar armaduras à prova de bala e ter proteção da polícia para poderem atender a população em bairros majoritáriamente muçulmanos. (The Muslim Issue). Nestes enclaves o nível de violência armada cresceu, bem como o anti-semitismo.  Uma imigrante da Bósnia vê acontecer na Suécia os mesmos problemas que a levaram a imigrar de lá (Sydsvenskan). A própria ministra das relações exteriores da Suécia, Margot Wallstrom, admitiu que o colapso é evidente. Com 190.000 migrantes só este ano, somados às centenas de milhares dos últimos anos, a lei e a ordem estão começando a quebrar, com o país testemunhando numerosos ataques incendiários, esfaqueamentos e estupros em massa (Dail Mail). Mesmo assim, o governo de esquerda verde/vermelha tomou a decisão de que a Suécia deve receber, pelo menos, mais 400.000 imigrantes do terceiro mundo nos próximos cinco anos, acarretando em gastos astronômicos, financiados com o dinheiro do povo sueco, cujos idosos já não conseguem usufruir sequer dos benefícios do seu seguro social, pois ele tem sido desviado para manter as famílias, geralmente enormes, dos imigrantes muçulmanos (Speisa.com). Muitos cidadãos suecos veem a imigração em massa como um casamento forçado: a Suécia está sendo forçada a se casar com um homem que ela não escolheu, ainda assim espera-se dela que ela o ame e o honre mesmo que ele a espanque e a maltrate. Seus pais (o governo) querem que ela seja amável e seja solidária com ele (Gatestone). Como reagir se toda a estrutura política do país advoga as mesmas políticas?

Suécia, 2016

A Grã-Bretanha é outro exemplo de multiculturalismo imposto pelas elites governantes à sua população. Dentre os diversos problemas que resultaram disso, três se destacam. O primeiro foi a instalação de tribunais de lei islâmica em várias cidades britânicas, permitindo que dois sistemas jurídicos, contraditórios, existam lado a lado: a lei inglesa e a Sharia. O segundo, tem sido a cooptação do mercado alimentício pela chamada certificação halal. Hoje em dia, torna-se difícil encontrar carne de animal que não tenha sido abatido seguindo o rito halal, mesmo considerando-se que a população muçulmana não seja, ainda, nem 10% da população britânica. O terceiro, tem sido o acobertamento dos estupros cometidos por "asiáticos" (como a imprensa britânica chama os muçulmanos), incluindo-se as diversas redes de aliciamento e estupro de menores. E quem esconde os estupros? O próprio governo britânico, através dos seus serviços de assistência social e da polícia. O exemplo mais dramático foi o ocorrido na cidade de Rotherham. Uma rede de muçulmanos paquistaneses aliciou e estuprou, muitas vezes em grupo, 1.400 (mil e quatrocentas!) crianças e meninas britânicas. Tanto o serviço social quanto a polícia acobertaram os casos com receio de serem chamados de racistas ou islamófobos. Ou seja, as crianças e meninas (mulheres) foram sacrificadas no altar do multiculturalismo.

Portas abertas versus preservar a civilização

Mesmo com tudo isso, Merkel, a Louca, a "Imperadora da Europa", decidiu que a Europa poderia acomodar mais de um milhão de muçulmanos, por ano. O que ela não contava é que os países do leste europeu, aqueles que ficaram sob a Cortina de Ferro, não foram influenciados pelo politicamente correto (o que muitos se referem a "marxismo cultural"). Isso é uma ironia, pois a Cortina de Ferro era comunista. O fato é que países tais como Hungria, República Tcheca, Eslováquia, Polônia, Romênia, e Chipre, se recusam a receber imigrantes muçulmanos, se quando um número bastante reduzido. E eles não tem medo de dizer isso, mesmo sendo criticados pela imprensa ocidental. Eles dizem abertamente que eles não desejam alterar a fábrica social dos seus países e que a crise de refugiados muçulmanos põe a Europa em perigo. Existe um precipício separando os países do Oeste e do Leste Europeu. Os países do Leste estão dispostos a defender a sua integridade, soberania e cultura, mesmo sob ameaças da União Européia.

A reação do governo destes países respeita a vontade da população. Esta é uma atitude bastante diferente dos governos dos países da Europa Ocidental, que chegam a acusar de nazismo os cidadãos que discordam da política de imigração.

Manifestação contra a islamização da Polônia, em Varsóvia. Pacífica e sem problemas com a polícia que estava lá para proteger os manifestantes, e não para dispersá-los

A Hungria foi mais longe na defesa da sua soberania e construiu um muro, impedindo que a horda de refugiados, a maioria homens, continuassem a entrar desimpedidos na Hungia.

 Os pacíficos imigrantes islâmicos tentam forçar a sua passagem pelo muro e pela polícia húngaras

A Croácia, anteriormente pouco atingida, tornou-se, então, a nova passagem dos migrantes. Esta nova situação tornou-se tão caótica que levou o governo croata a colocar o exército em alerta. A situação tornou-se politicamente instável na Áustria, com membros da coligação de governo ameançando deixá-lo se os sociais-democratas não endurecerem as políticas de imigração e encolherem os benefício sociais. Na própria Alemanha, muitos ministros parecem estar discordando da Chanceler Merkel, e prefeituras de várias cidades também reclamam.

As fronteiras entre os países da União Européia, que eram abertas, começaram a se fechar, com controle de passaporte começando a ser reintroduzido. Esta ação, aparentemente temporária, pode perdurar por muito tempo, talvez para sempre.

Enquanto isso, o Japão, perguntado pela ONU se iria aceitar refugiados, disse 'não', alegando que deve atender seu povo primeiro. Mas o Brasil, infelizmente, abriu as suas pernas.

Refugiados de guerra?

Mas, quem são estes refugiados, afinal? A idéia que se dá é que são pessoas que fogem do conflito na Síria, logo, seriam todos sírios. Mas, na verdade, existem sírios, mas existem também afegãos, iranianos, iraquianos, paquistaneses, líbios, marroquinos, argelinos, nigerianos, albaneses, kosovares, etc. Mas todos dizem serem sírios. E, mesmo aqueles que apresentam documentação síria podem não serem sírios de verdade, pois passaportes sírios são vendidos em cidades da Turquiadezenas de milhares. E ainda existe a curiosidade de que a maioria destes "refugiados" são homens jovens e fortes. Era de se esperar que os homens lutassem e as mulheres e crianças fugissem.

Na Itália, 96% dos refugiados são homens. Claro, eles vão para cima das mulheres italianas.


A questão não é apenas cultural e de dominação islâmica a longo prazo em função da Lei dos Números: quando em maioria, os muçulmanos impõem a Sharia. Existe também o risco do terrorismo, com a infiltração de jihadistas ligados ao Estado Islâmico e a Al-Qaeda. E as notícias são conflitantes em termos de números, uns dizendo que 20 mil jihadistas se infiltraram os campos de refugiados sírios de modo a obterem asilo na Europa, outros alegando que 4 mil jihadistas já teriam entrado. Fotos de jihadistas posando como refugiados começaram a surgir. armas e munição foram apreendidas na Grécia, em um navio boliviano, de tripulação síria e egípcia, e que havia feito escala na Líbia.

O aumento no número de muçulmanos vai levar a um aumento do número de mesquitas (a própria Arábia Saudita se ofereceu a financiar a construção de 200 mesquitas na Europa). Isso irá levar a um acréscimo dos gastos com segurança pública, pois as mesquitas são centrais de operação.

Acobertando crime e estupro

Então, voltamos a questão do aumento da criminalidade e dos estupros, e do esforço das autoridades de encobrirem este problema sob a alegação de estarem protegendo os direitos dos refugiados. A pergunta que segue a uma afirmação como esta é: quem então irá defender os direitos das vítimas dos crimes e dos estupros cometidos por refugiados?

Na Alemanha, o jornal Bild acusou a polícia de encobrir a extensão de crimes relativos a tráfico de drogas e outros pequenos crimes pelos requerentes de asilo, a fim de minimizar preocupações da população em geral sobre eles. No tocante a assédio sexual, em novembro, um clube da Baviera começou a impedir a entrada de refugiados depois que clientes do sexo feminino fizeram queixas de assédio sexual. Em Baden-Württemberg, pelo menos um hospital contratou guardas para proteger as enfermeiros que estavam sendo intimidadas pelos refugiados que eles tratavam. Em setembro, o Conselho de Enfermeiras, em Hesse, enviou uma carta aberta ao parlamento estadual com evidências substanciais de abuso sexual das mulheres, incluindo a prostituição forçada, em abrigos de refugiados. Em agosto, um jornal regional na Renânia-Vestfália do Norte também relatou que a polícia encobriu um crime sexual grave, o estupro de uma menina de 13 anos de idade por um refugiado. O jornal perguntou a polícia sobre a existência de casos nos abrigos de refugiados, onde se diz que crianças e mulheres são assediadas e atacadas sistemáticamente. No outono sindicatos policiais e grupos de direitos das mulheres acusaram as as autoridades de minimizar ou até mesmo esconder casos de estupro em abrigos de refugiados. Existe uma epidemia de estupros na Alemanha, algo descrito com detalhes no artigo Alemanha: Epidemia de Estupros Perpetrada por Migrantes, escrito em setembro. Vale à pena ler.

Já dissemos acima que a Suécia tornou-se capital do estupro da Europa. Mas a Noruega e a Dinamarca também têm taxas de estupro bastante alarmantes, porém esses países estão mais dispostos a admitir a causa. Na Noruega, estatísticas de 2011 já revelavam que 100 por cento dos estupros violentos de rua cometidos na capital, Oslo, foram cometidos por imigrantes "não ocidentais". Agora, a polícia de Oslo admite ter perdido o controle. As mulheres são estupradas à noite, os homens são assaltados mais do que nunca, casais gays são enxotados e gangues islâmicas patrulham as ruas. É uma história semelhante na Dinamarca, onde a maioria dos estupros são cometidos por imigrantes, geralmente muçulmanos.

A grande imprensa também parece estar inclinada a encobrir os fatos, escolhendo por ficar bem longe do problema, uma espécie de auto-censura. Ela se sente mais confortável relatar contra os críticos às políticas de imigração, por exemplo, taxando os oponentes como de "extrema-direita" do que oferecer informação objectiva. Seria isso não apenas medo de parecerem racistas, mas também receio de re-alimentar um possível racismo latente na sociedade alemã? Quaisquer que sejam as intenções, encobrir os fatos não ajuda ninguém.

Em resposta à epidemia de estupro, as autoridades européias decidiram adotar o estilo islâmico e colocar restrições às liberdades das suas próprias mulheres, em vez coibir as liberdades dos estupradores. Na Alemanha, uma escola da Bavária estabeleceu código de vestimenta banindo mini-saias. E em outra diretriz, as mulheres foram aconselhadas a não viajarem  entre estações de trem desacompanhadas. As jovens foram orientadas a não usarem shorts para evitar "mal-entendidos" (o estupro é um "mal-entendido" na Alemanha moderna e progressista). Elas também não devem mais sair à noite desacompanhadas.

E existe ainda o cerceamento da liberdade de expressão dos cidadãos. Durante um jantar na ONU, um microfone capturou um conversa entre Angela Merkel e Mark Zuckerberg, que versava como manter fora do Facebook as opiniões que disaprovem a política migratória alemã.


Alguém pode dizer que as mulheres são abusadas em todos os lugares. Mas isso é contra a lei na maioria dos países. Nos estados islâmicos, isso é a "lei."

E esta "lei" se fez sentir de modo assustador em várias cidades européias durante as celebrações da entrada do Ano Novo. Em várias cidades da Alemanha, da Suíca, da Áustria, da Suécia, Noruega e da Finlândia, as praças de onde as celebrações ocorreram se tornaram semelhantes a Praça Tahir, no Cairo, Egito, durante as manifestações de 2011 e 2013. Grupos de homens muçulmanos viam as mulheres que saiam de casa para participar dos protestos como "vadias" e estupros foram feitos por gangues à céu aberto. Isso é comum no mundo islâmico, sendo importado para a Europa, com esteróides. O pior parece ter ocorrido na cidade alemã de Colônia, onde mais de mil participaram em uma orgia de assédio e estupro contra um número estimado em 600 mulheres vítimas.

"A mulher com a pele exposta é como carne descoberta que convida o estupro." 
Esta imagem é de grupos islâmicos no Brasil


Mas o pior foi o acobertamento por parte da polícia, das autoridades e dos jornais alemães. E quando o problema explodiu nas redes sociais e ganhou notoriedade nos meios de comunicação fora da Alemanha, a polícia, as autoridades e os jornais alemães tiveram que se render às evidências. Mas mesmo assim, a prefeita de Colônia culpou as mulheres pelos assédios. E o ministro do interior disse que criticar os estupradores imigrantes é algo tão ruim quanto o estupro. Esta é a mentalidade da elite política.

E para tentar re-educar os homens muçulmanos, a Bélgica, Noruega e Dinamarca vão oferecer cursos de etiqueta e boas maneiras para como lidar com as mulheres. Mas quem os homens muçulmanos irão dar ouvidos, a estes cursos ou aos clérigos islâmicos?

Entre as leis européias (feitas pelo Homem) e a Sharia (a lei divina de Alá), advinha quais das duas os homens muçulmanos irão escolher.

O futuro da Alemanha: muçulmana e mestiça em uma geração

Então, a Europa Ocidental está diante de uma encruzilhada e a escolha do rumo a percorrer irá definir como ela será em um futuro não muito distante. Parte da escolha do rumo envolve que versão do islão as autoridades irão escolher, um versão fantasiosa ou a realidade? Se as autoridades continuarem com a política de receber milhões de imigrantes por ano, isso é um sinal que eles escolheram a versão fantasiosa (leia sobre o conceirto islâmico da Hégira).

O futuro da Europa ocidental parece mesmo tenebroso. Ao ser perguntada por uma cidadã alemã sobre as consequências da invasão de centenas de milhares de muçulmanos, a Chanceler alemã Angela Merkel respondeu que não era justo julgar os outros (neste caso, primordialmente os homens aproveitadores, que querem viver dependentes do bem-estar social, tendo criminosos, estupradores, assassinos e terroristas no meio, a maioria dos quais não são nem da Síria), pois a Alemanha fez coisas piores no passado. Esta é a mentalidade de Merkel. Será que ela quer punir a população alemã de hoje por "crimes do passado", exterminando-a? Será que ela acha que a Alemanha nunca fez nada de valor que faça merecer a sua existência?

E qual o futuro? Bem, talvez um onde os nativos tenham que abrir mão de tudo em prol dos seus novos suseranos estrangeiros. Por exemplo, na Alemanha, tem havido o confisco de propriedade privada de cidadãos alemães para serem entregue aos migrantes. O mesmo vem ocorrendo na Suécia.

E vem a mudança da fábrica social dos paises europeus ocidentais. Em estudo feito por um pesquisador alemão, olhando para as tendências demográficas da Alemanha, ele chegou a conclusão que a Alemanha será mestiça e muçulmana em uma geração. O Professor Kovacs chegou a esta conclusão após analisar os dados referentes ao acréscimo da imigração, considerando a idade e sexo do fluxo migratório, a maioria esmagadora de homens com idade entre 20 e 35 anos. A população alemã nesta faixa etária é de 11 milhões de pessoas. Considerando que o governo estima em 1 milhão de refugiados por ano, e que cada refugiado irá trazer a sua família, ele estima que existirão 8 milhões  de refugiados em 2020. Adicione-se a taxa de natalidade muito maior e que os refugiados deverão mantê-la inicialmente, aliada a poligamia, que poderá incluir as mulheres alemães, conclui-se então que em uma geração existirão mais jovens de origem não-alemães e mestiços. E eu complementaria, muçulmanos.

Este é o destino da Alemanha, e talvez o destino da maioria dos países da Europa Ocidental em apenas duas décadas. Irreversível dentro das atuais condições. 

Eu não me incomodo com a questão racial. Mas me entristece ver a Alemanha se tornar uma república islâmica, sem sequer ter dado um único tiro para se defender. Pior, convidando os invasores para entrar e ainda dando casa, comida e oferecendo as suas mulheres para eles. Tendo se rendido tão facilmente. E as consequências disso serão desastrosas, pois iremos assistir a uma Alemanha islâmica empunhando a bandeira da Jihad a partir do coração da Europa.

E o que me irrita é ver que os políticos não conseguem, ou não querem, enxergar a situação. Entre a ideologia e a realidade, a realidade irá prevalecer, sempre. 


Adeus cerveja e salsicha




4 comentários:

Dea Einsfeld disse...

Excelente matéria.muçulmanos raça infame....sem respeito, nem por quem os acolhe, no mundo ocidental.
Esse motivo que adotam pena de morte. Na Arábia eles se comportam, fora parecem cães esfaimados que nunca viram mulher!
Obrigada e cumprimentos.

Anônimo disse...

"Eu não me incomodo com a questão racial."

Claro ,ate porque isso da força ao argumento nacionalista que tal como o islão é anti sionista e que chegando ao poder de qualquer naçao Europeia faz o estado Judeu perder um aliado e ganhar um inimigo.

Rômulo Silva disse...

pqp, pela primeira vez me deparo com um esquerdista honesto. Parabéns pela clarividência cara.

Rômulo Silva disse...

Eu conheço bem a realidade na Europa Ocidental, vi pessoalmente o wellfare em chamas na Suécia. A coisa está feia na Eurábia