segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Neymar banido da Arábia Saudita (por ser cristão)



O jogador Neymar foi contratado pelo McDonald's como garoto-propaganda de uma campanha mundial. Só que os clérigos sauditas não gostaram de vê-lo estampado por ele ter-se declarado cristão. Os sauditas disseram que o Neymar estava violando a "santidade religiosa" da comunidade muçulmana. Eles pedem que todos os demais países muçulmanos façam o mesmo. O McDonald imediatamente removeu os anúncios com a imagem do jogador do Barcelona do país e cogita fazer o mesmo em todos os países árabes. O líder mulçumano Othman Mali,  advertiu aos organismos relevantes a nunca mais repetirem essa situação no futuro, e que respeitem os sentimentos dos mulçumanos.

Muçulmanos exigem tudo sem nada dar em troca. Sempre. No mundo islâmico eles impõem as suas regras. No resto do mundo, os puxa-sacos, os capitalistas, a "Esquerda Revolucionária" e a igreja apóstata fazem questão de aceitar as regras islâmicas visando ganhos econômicos ou apenas para parecerem como sendo "bomzinhos" e "tolerantes." Na verdade, nós precisamos dizer NÃO ao islamismo, e dizer NÃO a lei islâmica.

E enquanto isso, a Arábia Saudita continua exportando a ideologia salafista wahabista, que é o islão autêntico como praticado por Maomé (leia aqui sobre a vida de Maomé). Inclusive no Brasil, onde mesquitas sauditas têm sido abertas a um nível sem precedentes, brasileiros têm sido treinados na Arábia Saudita, e até mesmo clérigos radicais banidos em outros países transitam livremente.

Aproveitando um país sem lei, eles promovem a poligamia e a o modo islâmico de "educar" a mulher: batendo nela.

Neymar, garoto-propaganda do McDonald's, banido da Arábia Saudita por ser cristão



Referências:

Neymar ads withdrawn from Mecca, A Marca

Neymar posters advertising McDonald’s removed from city of Mecca for violating ‘religious sanctity’, The Sun.



8 comentários:

AD Castiely & Castiel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
José Atento disse...

Pois é, cara, infelizmente a coisa é séria. Maomé foi mesmo um assassino (e pirata, estuprador, mercador de escravos, ladrão de estrada, pedófilo, ...). Fique à vontade para aprender neste blog. Mas para te dar uma idéia, eu apresento abaixo dois assassinatos cometidos à mando do Maomé, com a referência para você ver que aqui se fala sério.

Asma bint Marwan (Janeiro, 624)
A Sira (biografia de Maomé) de Ishaq fala do assassinato da "jornalista" Asma bint Marwan. Ela falou criticamente de Maomé, dizendo para a sua tribo ter cuidado com ele. "Vocês obedecem um estranho que os incentivam a matar para poderem saquear. Homens gananciosos. Será que não há honra entre vocês..?" Ao ouvir essas linhas Maomé disse: "Será que ninguém irá me livrar dessa mulher?" Umayr, um muçulmano zeloso, decidiu executar a vontade do Profeta. Naquela mesma noite, ele penetrou na casa da escritora, enquanto ela dormia rodeada por seus filhos. Havia um que tinha adormecido enquanto amamentava. Umayr retirou o bebê e mergulhou a sua espada no peito da poetiza. Na manhã seguinte, na mesquita, Maomé, que estava ciente do assassinato, disse: "Você ajudou a Alá e Seu Apóstolo." Umayr disse: "Ela tinha cinco filhos. Eu não deveria me sentir culpado?" "Não", respondeu o profeta. "Matá-la é tão insignificante quanto duas cabras batendo de frente (os seus chifres)."
Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 676

Ka'b ibn Ashraf (Setembro, 624)
O assassinato de Ashraf é um exemplo convincente da legitimidade no tocante a enganar os infiéis (taqiyya). Este assassinato é narrado em [3], [4] e [5].

Um poeta, Ka'b ibn Ashraf, havia ofendido Maomé, levando este último a exclamar: "Quem vai matar o homem que ofendeu Alá e seu profeta?" Um jovem muçulmano chamado Muhammad ibn Maslama se voluntariou com a condição de que, a fim de chegar perto o suficiente de Ka'b para assassiná-lo, lhe fosse permitido mentir para o poeta. Muhammad concordou, ou seja,
o islão dá aos muçulmanos licença para matar.
Ibn Maslama viajou até onde Ka'b estava e começou a denegrir o Islã e Maomé. Continuou assim até que a sua insatisfação tornou-se tão convincente que ele ganhou a confiança de Ka’b. Logo depois, Ibn Maslama apareceu com outro muçulmano e, assim que Ka'b baixou a sua guarda, ele o matou.

Ka'b ibn Ashraf não suspeitou que mal algum o aguardava quando Maslama gritou: "Vamos ferir o inimigo de Alá!" Eles o atacaram, e suas espadas se chocaram sobre ele. Maslama disse, "Eu lembrei da minha adaga e a empunhei. Eu empurrei-a na parte inferior de seu corpo e a arrastei até chegar a seus órgãos genitais. O inimigo de Alá caiu no chão".

"Nós levamos a sua cabeça para Maomé durante a noite, saudamos o Profeta enquanto ele estava orando, e jogamos a cabeça de Ashraf diante de seus pés. O profeta elogiou a Alá pelo poeta ter sido morto, e cumprimentou-nos sobre o bom trabalho que tinhamos feito pela Causa de Alá. Nosso ataque ao inimigo de Alá provocou terror entre os judeus, e não havia nenhum judeu em Medina que não temesse por sua vida."

Assassinato e terror são as boas obras do islão.

[3] Bukhari, Vol 4, Hadith 271.
[4] Al-Tabari, 'History' Vol. VII, page 94.
[5] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 367-8.

Anônimo disse...

Qualquer tb dia implicam com Cristiano. Vem de Cristo

Svs disse...

Isso não é sério, é?! Vou acompanhar novos episódios.

Luiz Henrique disse...

Ta chapada?

Anônimo disse...

Kkkkkkk é porque é pobre kkkkkkkkkk.morri de rir.kkkkkkkkkkk agora ja sei onde ver coisas para me fazer rir. Etaaaa comedia.

mariobroz disse...

Se essa educação é a estimulada por tal profeta apoiar até o diabo se este for contra tal ideologia pois ninguém sai matando em nome do diabo abertamente más em nome do Deus monoteísta é normal

Anônimo disse...

Assustador. Parece mentira. Achei que depois da guerra fria, do apartheid, nao apareceria mais nenhuma treta imensa por motivo besta em pleno seculo XXI. Religiao era pra ser algo pessoal!