terça-feira, 26 de abril de 2016

Internacionalismo de Esquerda: Irã financia partido Espanhol PODEMOS


A ligação do Internacionalismo de Esquerda com o islamismo.

Pablo Iglesias, apresentador da TV espanhola e deputado no parlamento europeu, é o fundador do partido político espanhol PODEMOS. O Podemos é mais um partido que se intitula como "de esquerda", quando na verdade ele pertence ao internacionalismo de esquerda. O Internacionalismo de Esquerda está aliado ao islamismo, bem como alinhado com o globalismo corporativo.

"Sim, podemos" é o mesmo que "Yes, we can",  palavra de ordem usada por Obama e seus correligionários durante a campanha presidencial americana em 2008.

Na reportagem mostrada pelo vídeo, o dirigente do Podemos comenta sobre o financiamento do Irã ao seu partido, se referindo ao regime totalitário islâmico xiita: "Aos iranianos, interessa difundir na América Latina e na Espanha um discurso de esquerda porque atinge os seus adversários. Aproveitamos ou não nos aproveitamos disso?"


O PODEMOS enfrenta acusações de ser financiado pela Venezuela e pelo Irã.

O Irã, o regime dos aiatolás, o que tem a ver com o comunismo? Nada, mas mesmo assim, a Esquerda internacionalista os apóia, em troca de "favores."

É uma relação simbiótica. Por exemplo, o Podemos planeja instalar, nos distritos que ele governa, praias exclusivas para as mulheres muçulmanas.
Para quem ainda acha que o islão não segrega, que o islão é tolerante e multicultural, veja aí um exemplo, O partido de extrema-esquerda Podemos, que tenta atrair o voto muçulmano, pretende criar praias apenas para as muçulmanas, sem os homens, e sem as mulheres infiéis promíscuas de biquinis. 

Este mesmo partido, o Podemos, deseja o cancelamento da tradicional celebração "Cristãos e Mouros", que festeja a vitória dos reis Isabela e Ferdinando sobre o último rei de Granada, Abu Abdil. O Podemos acha que a festa é uma provocação e um insulto aos muçulmanos (Yabiliadi). 

Propaganda islâmica visando a re-ocupação da Espanha.
A postura internacionalizante do PODEMOS facilita este processo


26 comentários:

yo yo disse...

“a DEA diz...” ahahaha. É tudo uma grande manobra política querido José Atento.
Quando você quer emitir um relatório, você deve fazê-lo direito e não sesgadamente. Todas as ações judiciais contra o Podemos foram demitidos ou arquivados por nao haver criminalidade nenhuma.
http://www.eldiario.es/politica/Archivada-querella-productora-financiar-Podemos_0_487151923.html
http://www.lavanguardia.com/vida/20160304/40200256983/fiscalia-del-supremo-pide-no-admitir-querella-de-manos-limpias-contra-podemos.html
http://www.infolibre.es/noticias/politica/2016/03/11/la_fiscalia_cuestiona_que_manos_limpias_querelle_contra_podemos_por_hechos_archivados_46290_1012.html
http://www.rtve.es/noticias/20160413/supremo-archiva-querella-contra-iglesias-errejon-financiacion-ilegal-cuestiona-informe-policial-sobre-podemos/1336660.shtml
http://www.telam.com.ar/notas/201604/143234-espana-archivan-querella-lideres-podemos-financiacion-ilegal-pablo-iglesias-inigo-errejon.html

Quem promove estas denúncias? MANOS “LIMPIAS” (sindicato fascista Mãos Limpas).
Quem é MANOS LIMPIAS?
http://www.elconfidencial.com/espana/2016-04-15/la-udef-detiene-a-los-responsables-de-manos-limpias-y-ausbanc-por-extorsion_1184135/
http://cadenaser.com/ser/2016/04/14/tribunales/1460660533_746889.html
http://www.publico.es/espana/manos-limpias-sindicato-creado-tapar.html
http://www.lavanguardia.com/politica/20160415/401120456585/udef-manos-limpias.html

A informaçao de esse vídeo refere-se a Janeiro de 2016 e a uma investigação não confiável lançada em novembro 2015 pela polícia espanhola, por ordem política, e não em abril de 2016.
http://www.elconfidencial.com/espana/2016-01-14/la-dea-de-eeuu-revela-que-venezuela-e-iran-pactaron-financiar-a-podemos-con-hispantv_1135373/
http://negocios.com/noticias/dea-eeuu-afirma-iran-venezuela-financiaron-14012016-0844

Máis cousas. A pesquisa também se baseia na declaração de um “confiante” da DEA (hehehe) do governo venezuelano. Issto é suspeito, muito suspeito e não confiável.

Nesta ligação de El Español, medio perto da direita espanhola e longe de Podemos, é explicado muito bem e de modo neutro, qual é a situação real.
http://www.elespanol.com/espana/20160405/114988744_0.html

O editor chefe de El Español reconhece também em uma gravação ciente, que não há nenhuma investigaçao oficial, é TUDO uma ordem política.
http://www.publico.es/politica/periodista-campana-informe-falso-admite.html

Em referencia ás praias para muçulmanas, dizer que não é NADA NOVO nem é um invento de Podemos. Olha estas noticias de 2010 y 2009 na Inglaterra e Alemanha. Piscinas PÚBLICAS.
http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/7311302/Council-closes-swimming-pool-for-Muslim-women-only-sessions.html
http://www.telegraph.co.uk/news/politics/6034706/Swimmers-are-told-to-wear-burkinis.html
Alemanha da Merkel 2013
http://www.dw.com/pt/burqu%C3%ADni-solu%C3%A7%C3%A3o-pol%C3%AAmica-para-dilema-em-escolas-alem%C3%A3s/a-17084830

Mais uma cousa, olha a atualização da web da noticia. YABILADI.COM pediu desculpas por ser uma informação não verificada e na contra de Podemos.
http://www.yabiladi.com/articles/details/38301/espagne-podemos-etudie-proposition-reserver.html

Não gosto de Podemos, não gosto de idéias islâmicas, mas gosto menos de informações incorretas ou falsas e segadas como as tuas. Queda bem.

José Atento disse...

Grato pelos comentários, yo yo. O fato persiste que o PODEMOS trilha um caminho errôneo com respeito ao islamismo.

Abraços

yo yo disse...

Como os EUA, a França ou a UE mesmo, que suportam islâmicos "moderados"?

yo yo disse...

Querido José, segues cortando a info ao teu gosto. Não é certo, Podemos não tem nenhum caminho errado com o Islã. Dizer isso e como dizer que todo o Islã é a mesma coisa quando não é asim. Dizer isso e NAO DIZER que, EEUU, a França, Turkia (aliado muçulmano OTAN)ou a Arábia Saudita (aliado, também muçulmano, de EEUU na região)caminham juntos é, pelo menos, dirigir a info sem a neutralidade necessária. Quero que você lembre que aqueles que estão lutando contra a Al-Nusra, FSA (terroristas igualmente) e Daesh, também são muçulmanos ajudados por cristãos e ateus, coabitando sem problemas. Não manipule a informação. O grande problema do Islã é a aliança de países sunitas, wahabitas (Arabia, Qatar, Emiratos AU, Turkia) com países ocidentais com altos interesses geoestratégicos e UMA GRANDE, GRADE MANIPULAÇÃO pelos seus mass-media. Saudos, queda bem.

yo yo disse...

já vejo a qualidade e neutralidade do seu blog. Nao gosta dos meus comentários? por isso nao publica? grande qualidade, sim

José Atento disse...

Yoyo. Nós precisamos evitar confundir "causa com consequência." Isso acontece quando nos referimos a "muçulmanos" como se eles fossem a causa do islão. O contrário é a realidade. O islão é acima de tudo uma ideologia, e ideologias afetam pessoas de modo diferentes. O problema é com aqueles que são mais afetados, que hoje formam os grupos salafistas (e wahabista) e komeinistas, que desejam seguir o islamismo como praticado por Maomé e os califas que implementaram a sua doutrina de Jihad e Dhimmitude.

Existe muitos muçulmanos que são contra a Sharia, e nós precisamos apoiá-los.

O islão não inventou o mal, mas ele o sedimentou ao tornar "sagradas" os crimes do seu criador.

Quanto a política externa dos EUA, OTAN, etc ... os seus frutos têm se mostrado catastróficos, sem dúvidas.

José Atento disse...

Yoyo. Os comentários são publicados (exceto quando é publicidade). Acontece que eu não verifico comentários todos os dias, de modo que atrasos acontecem.

yo yo disse...

Agora parece que começamos a falar a mesma língua. Não acredite tudo o que é dito desde o meios de comunicação e blogs pouco ou nada neutrais. Acredite nos fatos reais. Primeiro de tudo, há uma diferença entre o Islã e o terrorismo jihadista, porque não são a mesma coisa. A Síria foi um bom exemplo de coexistência entre religiões até intervenção estrangeira em 2011 (porque não é uma guerra civil). De fato, as forças que lutam contra o jihadismo terrorista são compostas de muçulmanos (xiitas, sunitas, alauítas), cristãos e ateus, todos juntos contra o mesmo inimigo, a mal interpretada yihad, yihad financiada por países com grandes interesses geoestratégicos e posicionais na região (Turquia, Arábia Saudita e grandes corporações ocidentais), usando a ignorância religiosa para obter uma massa (muito internacional e pouco síria) de soldados enganados e pagos desde esses mesmos países interessados. Se a Síria e o Iraque não foram atacados (com falsos pretextos), nós não estaríamos falando sobre nada disto. Saudos.

yo yo disse...

Quero me desculpar pelo comentário da não publicação dos meus comentários, não sabia que demoras dias em verificar.

José Atento disse...

Oi. Olha só. Se formos olhar a ideologia islâmica, vamos ter que ir aos textos fundacionais: o Alcorão, os Hadices (dizeres e ações de Maomé) e a Sirat (biografia de Maomé). É sobre eles que o islamismo se baseia. Para compreendermos o islão, é preciso compreender Maomé e o seu alter-ego, Alá. Tudo o que baseia o islamismo diz-se ter ocorrido 14 séculos atrás. A doutrina da Jihad (conquista) e da dhimmitude (subjugação dos povos conquistados) vem sendo implementada desde Maomé até o dia de hoje. E o pior, é que ela é imutável por ter sido dada por Alá. Essa é a base que nos permite interpretar o que aconteceu ao longo da História e acontece nos dias de hoje.

Outra coisa que precisamos ter cuidado é em não confundir causa com consequência (como eu sugerí anteriormente). A ideologia islâmica vem antes, muçulmanos vem depois. Não são os muçulmanos que forjaram a ideologia, é ela que forja os muçulmanos. Para nossa sorte, existem muçulmanos de diversos tipos no tocante a quanto eles são influenciados pela ideologia.

O problema não são muçulmanos individuais. O problema é a ideologia e a sua codificação pela lei islâmica Sharia.

Para ser resumido, em um problema grande e complexo, o problema está no islamismo nas vertentes salafistas, wahabista, komeinista (e os diversos grupos derivados), que têm a teologia ao seu favor, têm o controle controle ou forte influência sobre os países da região, e têm influência até na ONU, a partir da Organização da Cooperação Islâmica!

E, claro, o alinhamento e/ou tentativa de se ganhar vantagem por parte de forças econômicas, imperialistas, o que seja. Se você ler o meu blog ou for na minha página no Facebook você deverá perceber que eu sou crítico da política externa dos EUA, da UE, ... que só tem criado problemas! Eu também sou crítico desta aliança entre uma esquerda internacionalista com o corporativismo globalizante que vem apoiando a propagação da ideologia salafista, wahabista, komeinista.

Para mim, o correto seria a Esquerda se posicionar contra o salafismo/wahabismo/komeinismo ao mesmo tempo que se posiciona contra o imperialismo de EUA e UE. Mas a Esquerda, notadamente na Europa Ocidental, se deixou cair em uma armadilha. Precisamos mudar isso! Será que "podemos"?

Quanto a co-existência entre grupos distintos no Oriente Médio, no passado recente, isso é consequência direta de regimes (de ideologias distintas) que reprimiram os grupos islamistas. Isso foi o que aconteceu no Irã pré-Komeini, no Iraque de Sadam, na Síria dos Assad, no Egito de Nasser. Quando Sadam foi deposto, imediatamente, os cristãos começaram a ser exterminados. Quando Assad perdou o controle, os cristãos, iázides, druzos, começaram a ser exterminados. Mesmo pelos vizinhos sunitas!

PS. Iraque e Síria, ao terem sido atacados, gerou problemas, sim. Os EUA terem apoiado o Talibã foi uma grande porcaria. Mas, independente disso, a ação dos países do Golfo em propagar a ideologia salafista/wahabista ao redor do mundo é algo que antecede estes eventos e acontece independente deles.

Abraços


Anônimo disse...

Como assim o islão não tem nada a ver com o terrorismo jihadista? Só o capítulo 9 do alcorão dá um show de intolerância! Inclusive o alcorão é contra os muçulmanos que se dizem reformadores. Esses muçulmanos que lutam ou convivem com gente de crenças diferentes podem fazer parte dos reformadores que Maomé condena.

Anônimo disse...

Sabe os que se dizem católicos não-praticantes? Então.

yo yo disse...

Primeiro eu quero dizer que não tenho nenhum interesse ou suporte para Podemos, a esquerda ou o Islã, simplesmente gosto de fatos e dados corretos. Por isso quero dizer mais uma coisa, José. Acho que você está errado em pensar que a esquerda européia apoia á ideologia salafista, wahabista, takfirí ou a komeinista. Esquerda europeia apoia muçulmanos, cristãos e ateus que sofrem agressões dos países sunitas wahabistas interessados em desestabilizar a região (Arabia, Qatar, Emirados, Turquia) para obter benefício da sua aliança com as potências e grandes corporações ocidentais. Podemos tem uma luta ideológica contra os países wahabistas e salafistas e as potências ocidentais, que som, realmente, a raiz deste problema em concreto (ocupaçao da Siria, Iraque ou da Líbia), isto é indiscutível.
http://www.lasexta.com/noticias/nacional/pablo-iglesias-yihadismo-hay-soluciones-militares-problemas-politicos_2014091700043.html
http://www.elconfidencial.com/espana/2016-01-08/podemos-viaje-reyes-arabia-saudi_1132343/
http://www.lavozdigital.es/cadiz/provincia/lvdi-podemos-trata-dinamitar-contrato-navantia-arabia-saudi-201602160735_noticia.html
http://www.elperiodico.com/es/noticias/internacional/arabia-saudi-carga-contra-pablo-iglesias-por-decir-que-financia-estado-islamico-4696162
http://www.abc.es/espana/abci-pablo-iglesias-reengancha-debate-antiyihadista-plan-siete-puntos-201511151837_noticia.html
Saudos. Queda bem.

yo yo disse...

Sim, "Anónimo", mesma coisa (intolerância) que a Santa Inquisição, que em Portugal e as suas colónias durou do século XVI ao século XIX.
http://ensina.rtp.pt/artigo/fim-da-inquisicao-em-portugal/
http://historia-portugal.blogspot.com.es/2011/06/inquisicao-em-portugal.html
Isso significa que você e eu somos como eles (a Santa Inquisição)? Acho que não.
São os muçulmanos todos iguais seguindo as loucuras do Alcorão? Acho também que não.
O grande problema é a grave ignorância da massa que engrossa as linhas dos grupos terroristas potenciados desde o wahabismo salafista e takfiri, e os interesses ocidentais na região. Olha, o que vamos fazer com o novo Presidente da Cámara Municipal de Londres, Sadiq Khan? Ele é muçulmano, mas não parece extremista. É mesmo como os terroristas? Acho que não.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2279703/Death-threats-UKs-Muslim-MP-voted-gay-marriage.html

José Atento disse...

Yoyo, você está confundindo as coisas, se você me permitir.
1. Em primeiro lugar, o islamismo foi inventado no século VII, e deve ser estudado por sí só. A Jihad e a Dhimmitude foram inventados por Maomé e usados na expansão militar e ocupações que as seguiram.
2. Tentar traçar paralelos entre o islamismo e outras religiões é um problema. Porque o islamismo nasceu político e é político, ao passo que, o cristianismo, por exemplo, só se politizou 500 anos depois do seu nascimento, e mesmo assim, contra o que o seu inspirador ensinou.
3. O fato é que o islamismo influiu negativamente duas religiões. O hinduísmo e o cristianismo. Os hindús foram tão açoitados por séculos de jihad, mas não tinha teologia para lutar. Foi preciso que o skihsmo surgisse. Logo, uma religião militante surgiu como consequencia da Jihad. E, o cristianismo, se for-se olhar o lado militante, ele surgiu como resposta a Jihad.
4. Sugiro um livro para você: "The Impact of Islam", escrito por Emmet Scott. (http://www.amazon.com/Impact-Islam-Emmet-Scott/dp/0988477874)

E eu repito. Isso de insistir em avaliar o islamismo, como ideologia, a partir de muçulmanos é colocar a carroça na frente dos bois, é misturar causa e consequência. É algo ilógico.

Abraços


Anônimo disse...

Era isso que eu iria dizer, que ele está confundindo as coisas. E yo yo, onde està na bíblia Jesus mandando matar quem não é cristão? Infelizmente quando vamos criticar o islam vem sempre alguém com esse papo. Nem venha falar besteira das Cruzadas também.

yo yo disse...

José, concordo com a maior parte de seu texto. O problema é a politização da religião (qualquer) para os interesses económicos, sociais ou militares. Isso é o que eu venho dizendo desde o início. Aqui nós temos um problema de politização econômica e militar religiosa, desempenhado pelos dirigentes wahabistas para conduzir uma parte da massa do Islã a uma falsa jihad; mas não todo o Islã é a mesma coisa. A outra parte do Islã, a que não acredita que esta é uma jihad, é a que luta contra os falsos jihadistas. Temos que ir devagar com estas afirmações generalizantes sobre o Islã. Deixo um link muito interessante. Uma monja católica com vinte anos de experiência no Oriente Médio em uma conferência falando a realidade da Síria, como era a Síria antes da invasão, e como se desenvolveram os fatos. É em espanhol, mas acho que é fácil de compreender.
https://www.youtube.com/watch?v=dPBf7UlUcXQ
Saudos.

yo yo disse...

Anônimo, eu não confundo nada mas acho que vc sim. Eu não vou falar sobre as Cruzadas, mas poderia, babaca. Falo de interpretações torcidas e interessadas de qualquer religião, como fez a Santa Inquisição, o mesmo que estão fazendo os líderes wahabistas.

José Atento disse...

Yoyo. O islamismo é político desde o seu berço. A Sharia é a implementação deste aspecto político. Veja bem, não existe problema algum de uma pessoa desejar se relacionar com o criador, dentro de qualquer visão religiosa. Mas quando este relacionamento implica ações que OS OUTROS tenham que fazer, isso passa a ser política. Esse é o problema. E, sim, existe uma grande quantidade de muçulmanos que não querem a Sharia, que não vêm o lado político como expressão da sua religiosidade ... e isso sem falar nos outros tantos que são muçulmanos só de nome.

Eu acho que a gente concorda na essência. E grato pelo link.

Anônimo disse...

OMG, desisto.

yo yo disse...

José, concordo totalmente com o teu último comentário. Há uma diferença entre a parte teológica pura de contato com Deus de qualquer religião, respeitável, e a de instrumentalização política interessada dessa religião (qualquer). Neste caso, uma parte está a ser manipulada para uso violento. Eu continuo dizendo que não todo o Islão é manipulado e violento. Repito, podemos gostar de uma coisa ou não, podemos compartilhar, mais, menos, pouco, nada ... com essa coisa, ideologia, religião... mas temos que ir devagar com estas afirmações generalizantes sobre o Islã porque acho que nós dois concordamos em que isso, Islão, não é tudo a mesma coisa. Abraço.

yo yo disse...

Anónimo, entendo que você desista; para debater é necessário ter alguns conhecimentos e argumentação. Cumprimentos.

Anônimo disse...

É o que?? kkkkkkkk!
Só digo mais uma coisa: se tem preguiça de ler o alcorão e pesquisar sobre a doutrina islâmica, fique quieto.

José Atento disse...

Eu fiz algo que dificilmente faço que é não publicar um comentário. Por favor, é salutar manter uma discussão focado na idéias.

yo yo disse...

Está Podemos fazendo algo ilegal com o Irá? Desfazendo mentiras

Vamos com informação fiável do Governo da Espanha das relações comerciais entre Espanha e Irã. Empresas espanholas que operam no Irã desde há vários anos. Esta actualização, do Governo espanhol, é de 2014 (portanto, antes dessa atualização, foram já estabelecidas e operando lá). Instituto Español de Comercio Exterior (ICEX) instituto público oficial dependente do Governo da Espanha.

http://www.icex.es/icex/es/navegacion-principal/implantacion-e-inversion-exterior/informacion-para-invertir-en-el-exterior/empresas-espanolas-establecidas-en-el-exterior/4648521.html
Se você clicar no pdf desta página pode olhar as empresas espanholas operacionais que estão lá.

Estes são alguns dos links, dos muitos que existem, em que é relatado que a administração do Estado Espanhol (hoje), promove relações comerciais de empresas espanholas com o Irã.
http://www.elmundo.es/economia/2015/09/06/55ec7085268e3e38658b4581.html
http://www.eleconomista.es/empresas-finanzas/noticias/7268794/01/16/Iran-invertira-en-la-construccion-de-una-refineria-en-Espana.html
http://thediplomatinspain.com/las-empresas-espanolas-analizan-los-proyectos-en-que-iran-invertira-25-000-millones/
http://cincodias.com/cincodias/2016/01/20/empresas/1453314930_020984.html

Neste relatorio de 2014 da embaixada espanhola en Teerã (capital do Irã) consta % passado, presente e futuro do negócio para as empresas espanholas no Irá.
http://www3.icex.es/icex/cma/contentTypes/common/records/mostrarDocumento/?doc=4746076

Neste relatório de 2014 do Ministério dos Negócios Estrangeiros (do Governo da Espanha), podemos olhar também que, durante anos, muitos, Espanha e as empresas espanholas têm relações de comércio com o Irã.
http://www.exteriores.gob.es/Documents/FichasPais/Iran_FICHA%20PAIS.pdf
Especial atenção para o balanço de pagamentos entre eles e, acima de tudo, do ponto 1.7, é impressionante, mas a Espanha é classificado # 24 dos principais clientes, e os principais fornecedores No. 21. Ambos os dados a partir de 2011. Seção 3.2 do relatório, muito interessante, prova que em 2011 o Irã foi o terceiro fornecedor de petróleo mais elevado para a Espanha. Analisa igualmente este mesmo ponto 3.2 que as relações comerciais entre os dois países existem pelo menos desde 2007, e isso é devido à visita de José María Aznar em 2002, um ato que abriu oportunidades de mercado entre os dois países. Ponto 3.5 é bastante claro quanto às relações bilaterais; chamam a atenção os acordos de "comércio" assinado pelos dois países em 2002 e 2003 e expressas nesse parágrafo 3.5.

Agora, diga-me: qual é o problema da relação de Podemos com uma companhia iraniana (melhor dito, um empresário iraniano), quando o próprio Governo da Espanha promove relações comerciais com o Irá? É óbvio que não existe uma relação ilegal Podemos-Irá, é simplesmente, uma pressão política por causa do aumento dos votos de um partido político. Sem mais.

José Atento disse...

Você tem toda a razão. O problema é muito mais sério do que apenas um partido específico sendo influenciado por Irã ou Arábia Saudita. A rigor, a Esquerda deveria ser crítica e se opor veementemente a este tipo de influência, já que o que Irã e Arábia Saudita defendem e propagam é uma ideologia totalmente antagônica com os ideais de Esquerda.