sábado, 14 de maio de 2016

O Canada pró-islamista do Primeiro-Ministro Justin Trudeau


Ano passado, o Canadá elegeu Justin Trudeau, um primeiro-ministro "multiculturalmente extremista." Mas é preciso qualificar o que a palavra "extremismo" significa no contexto. Ele não é um socialista ou comunista. Não. Ele é uma pessoa que cresceu influenciada pelo "marxismo cultural" do politicamente correto, e, como filho do ex-primeiro-ministro Pierre Trudeau, uma pessoa que se sente na obrigação de defender e implementar o multiculturalismo, o mais radical possível. Mas, para piorar a história, ele é um tremendo apologista do islamismo (ou mesmo, como alguns insinuam, muçulmano).

É preciso compreender que Pierre Trudeau, pai de Justin, e primeiro-minstro canadense por duas vezes (1968-1979 e 1980-1984), tornou-se icônico por ter assinado o Ato Constitucional de 1982, que inclui a Carta Canadense de Direitos e Liberdades, que, dentre outras coisas, celebrou o multiculturalismo. A constituição canadense é baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos (do mesmo modo que a nossa no Brasil) e isso é algo bom. O problema são os abusos de interpretação, e as políticas implementadas pelo próprio Pierre Trudeau, tais como usar imigrantes como fonte de votos para o Partido Liberal. A implementação da política de multiculturalismo no Canadá, chamada por muitos de "o modelo canadense", resultou na tentativa de instalação de leis distintas para grupos distintos (por exemplo, a tentativa da instalação de cortes islâmicas na província de Ontario em 2005, algo que foi proibido).

O interessante é que conta-se que, ao final da sua vida, em 1995, durante um jantar em apoio a um deputado liberal, Pierre Trudeau foi perguntado: "Sr. Trudeau, você foi um dos principais arquitetos do multiculturalismo e agora estamos em uma situação em que muitos recém-chegados ao Canadá consideram a sua etnia antes de ser canadense. É este o resultado que você queria? " A sala ficou silêncio. Então Trudeau respondeu. "Não, não era isso que eu queria."

Pierre Trudeau

Pois bem, o filho de Pierre Trudeau, Justin Trudeau, discorda do seu pai. Ele vê como um "valor canadense" a mantenção das tradições étnicas da origem dos imigrantes. Esta sua visão (ou "cosmo-visão" como o marxismo-cultural diria) o leva a celebrar tudo e todos, inclusive os islamistas mais radicais do Canadá. ele não vê nada de mais nisso, do contrário, ele seria um islamófobo.

Por exemplo, Justin Trudeau participou da conferência "Reavivando o Espirito Islâmico" em 2011 e em 2015, durante a campanha eleitoral. Esta conferência era financiado pela IRFAN, uma agência de caridade islâmica cujo registro como entidade de caridade foi revogado pelo governo canadense por ter-se descoberto que ela canalizava recursos para o Hamas. Em 2015, a nata do islamismo internacional se fez presente, como Tariq Ramadan (que representa a "fala mansa" da Irmandade Muçulmana), Yazir Fazaga (apresentador da "TV da Paz" que defende que apóstatas devam ser mortos), e Xeique Bilal Philips (que foi implicado no atentado ao World Trade Center, em 1993). Um dos palestrantes teve a sua entrada ao Canadá negada devido a sua retórica extremista, a saber, o Xeique Abd Al-Rahman Al-Sudais, o imã da Grande Mesquita de Meca! As conexões de Trudeau com o islamismo vem sendo motivo de diversos estudos.

O fato é que o aquilo que Justin Trudeau faz é apenas uma gota-dágua da estratégia do Partido Liberal canadense que resolveu atrair o voto muçulmano. Mas, ao invés de se voltarem para os muçulmanos anti-Sharia (o que seria mais lógico para liberais) eles acabaram se voltando para os grupos que são ligados a Irmandade Muçulmana, e visitando mesquitas que promovem a Sharia. Os Liberais ganham os votos, mas vendem o Canadá. Igual ao que acontece na França do atual presidente Hollande, que foi eleito graças ao voto muçulmano.

A visita de maior notoriedade ocorreu em 24 de julho de 2013, quando Justin Trudeau participou de um jantar durante o Ramadã (iftar) na Mesquita Jamea Masjid, em Surrey, na província da Columbia Britânica. Ao contrário das outras visitas, nas quais ele usou paletó, neste ele se vestiu com um Shalwar-Kameez, um traje paquistanês islâmico, e foi fotografado em um ritual de oração, o Maghrib salah, que é reservado para muçulmanos.

PS. Justin Trudeau se declara católico, mas apenas aceitou candidatos dentro do partido liberal que fossem a favor do aborto e da eutanásia, causas que a Igreja Católica é contra. Existe, contudo, quem sustente na imprensa, que ele tenha se convertido ao islamismo.

Justin Trudeau, vestindo Shalwar-Kameez, e participando de orações

A influência já estava estampada. Por exemplo, a foto abaixo mostra sua mãe Margaret e a sua esposa Sophie Grégoire durante mensagem para o Dia das Mães, em 2013.

A mãe e a esposa do atual Primeiro-Ministo Justin Trudeau, com as cabeças cobertas, 
desejando um feliz dia das mães para o Canadá em 2013

Durante a campanha, Trudeau apoiou que muçulmanas pudessem usar o niqab durante cerimônia de cidadania, algo que o governo conservador de Stephen Harper era contra.

O fato é que Trudeau foi eleito, mais devido a um cansaço do Canadá após 10 anos de Stephen Harper. O eleitorado queria mudança. Mas as opções não eram boas. E talvez a pior dela teve acesso ao poder, e o que é pior, com maioria no Parlamento.

PS. Foi reportado na mídia social que jihadistas do Estado Islâmico celebraram a eleição de Justin Trudeau (MEMRI).

Ao ser eleito primeiro-ministro, Justin Trudeau formou a sua equipe, tendo o seu braço-direito (e "eminência parda") Gerald Butts, e outros liberais jovens. Mas ele também escolheu como conselheiro, Omar Alghabra, um saudita naturalizado canadense, ex-presidente da Canadian Arab Federation, ativista anti-judeu, pró Hamas e pró-Hezbollah, e elemento de ligação com a comunidade muçulmana pró-Sharia, como Vice-Secretário de Relações Exteriores.

Justin Trudeau (esquerda) e seu braço-direito Gerald Butts

Assumindo o governo, Justin Trudeau tomou algumas atitudes que ajudam a avança a agenta do islão no Canadá e no mundo:
  • Trudeau imediatamente aceitou 25.000 refugiados sírios. 
Pelo menos, o serviço secreto pode agir e apenas famílias foram trazidas. Homossexuais também tiveram prioridade. Talvez a metade destes refugiados já estavam no plano do governo anterior que priorizava cristãos e outras minorias. O restante eram todos muçulmanos. As províncias pequenas, como Nova Escócia e New Brunswick, acabaram recebendo um percentual maior. Tornou-se mais comum ver mulheres vestidas com hijabs nestes lugares.
  • Trudeau terminar todas as operações militares contra ISIS (INN
Inclusive, ele afirmou que o Canadá nunca irá atacar o ISIS, mesmo se for atacado! Ele teria afirmado que "se você matar o inimigo, eles vencem."
  • Trudeau planeja normalizar relações com o Irã (CBC)
O governo conservador de Stephen Harper cortou relações com o Irã anos atrás. 
Este decreto removia a cidadania canadenses dos condenados por terrorismo. 
  • Trudeau não deseja que "crimes de honra" sejam chamados de "prática bárbara." (CBC)
"Se você matar os seus inimigos, eles vencem" 
O islamismo realmente afeta a lógica das pessoas

A sorte do Canadá é que, ao contrário da Europa, o fluxo migratório não é apenas de países muçulmanos. Contudo, existe receio que a "crise migratória" na Europa (hégira) sirva como pretexto para se trazer mais muçulmanos para o Canadá. Como apologista do islamismo, Justin Trudeau tem insinuado isso. O ministro da imigração afirmou que o Canadá irá receber 300 mil novos imigrantes este ano, sendo a maior parte para "reunificação de família" (ou seja, trazer as famílias dos sírios recém-chegados) e para "manter a tradição humanitária do Canadá" (ou seja, mais refugiados muçulmanos do Oriente Médio e de outras partes). (The Globe and Mail)

E isso sendo feito mesmo contra a vontade da maioria da população, a mesma população que deu a maioria no parlamento para o Partido Liberal de Justin Trudeau. 


https://youtu.be/SbRLqUDQnYE OK


2 comentários:

Anônimo disse...

TV da Paz: apostatas devem morrer.
Huehue
Eu gosto do canal MemriTV. Muitos árabes são até mais evoluídos do que os marxistas culturais. Sabem qua a cultura deles é atrasada e que o Estado Islamico é o Islam.

Anônimo disse...

Está errada a data do ataque ao World Trade Center