segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Padre Bizon e Rabino Mayer participam de vídeo promocional do islão no Brasil

"Maomé é um bom apóstolo.  Aqueles que o seguem são cruéis com os não-muçulmanos mas gentis entre sí"  Alcorão 48:29
O canal de propaganda islâmica Rabet lançou um vídeo de taquia intitulado "o terrorismo não tem religião" para tentar desvincular o islão do terrorismo. (O vídeo pode ser visto neste link do Facebook).

A rigor, não existe terrorismo no islão. Afinal, todas as ações que o mundo classifica como terrorismo, no islão elas são permitidas, e mesmo incentivadas, se promovidas contra os infiéis (não muçulmanos ou ex-muçulmanos). Isso é algo importantíssimo de se ter em mente.

O terror contra os infiéis foi algo tão importante para o sucesso de Maomé (e para a propagação do islamismo no séculos seguintes) que ele próprio disse:
Eu fui feito vitorioso com o terror (hadice autêntico de Bukhari 4, 52, 220)
O vídeo, filmado em São Paulo, tem a presença do Xeique Houssam Ahmad El Boustani, libanês, da Mesquita de Guarulhos, bem como de alguns notáveis islâmicos, como o Xeique Mohammad Al Moghrabi, marroquino, responsável pela dawa (pregação) islâmica no Brasil.

A nota triste do vídeo é a participação do Rabino Raul Mayer e do Padre (cônego) José Bizon. Eles falam sobre a posição do judaísmo e do catolicismo com respeito ao terrorismo, cada qual falando que a sua respectiva religião não promove o terrorismo. Isso está correto. O que está errado é eles participarem de um vídeo com clérigos islâmicos cuja religião promove a violência se praticada contra os infiéis.

O Rabino Raul Mayer e o Padre José Bizon fizeram o mesmo papel patético que o cardeal de São Paulo, Dom Odilo Scherer e o rabino Michel Schlensinger fizeram em 2014, juntamente com este mesmo Xeique Houssam Al Boustani.

O Rabino Raul Mayer e o Padre José Bizon precisam deixar de ser massa de manobra e acordar para a realidade do que acontece ao redor do mundo! O Padre José Bizon ignora a perseguição sistemática e implacável que os cristãos sempre sofreram sob o islão, principalmente na atualidade. O próprio Papa Francisco a perseguição que os cristãos enfrentam hoje é a maior da história. O Rabino Mayer desconsidera o anti-semitismo islâmico, praticado por Maomé e enraizado no Alcorão.

Se você conhecer este rabino ou este padre, por favor, repasse este artigo para eles!

Eu vou listar algumas leituras para eles, de modo a que eles possam acordar desta sonolência e começarem a encarar a realidade. É importante também consultar os links dentro destes artigos.
  1. Tafsir diz que "lutar contra os judeus e cristãos é legal porque eles são idólatras e descrentes 
  2. Arcebispo de Mosul, no exílio, alerta que nós seremos vítimas de perseguição em breve
  3. Cardeal de São Paulo e Rabino paulista caem no engodo do diálogo inter-religioso
  4. Autoridades cristãs brasileiras dão credibilidade ao islão, traindo ao Brasil e a Igreja
  5. Perseguição aos cristãos pelo islamismo - Exemplos - Parte 1
  6. Perseguição aos cristãos pelo islamismo - Exemplos - Parte 2
  7. Boletim de Anti-Semitismo
  8. Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)
E seria proveitoso se eles aprendessem um pouco sobre quem foi Maomé e sobre a lei islâmica (Sharia). Sugestões de leitura:
  1. Lei Islâmica (Sharia) para os não muçulmanos
  2. A História de Maomé
  3. O Aterrorizante Brilhantismo do Islão
  4. O Estado Islâmico é islâmico e representa o verdadeiro rosto do islão
Rabino Mayer e Padre Bizon, eu estou ao inteiro dispor de vocês para esclarecer qualquer destes pontos.

Rabino Mayer (esquerda) e Padre Bizon (direita)


4 comentários:

Oliveira da Figueira disse...

Infelizmente, a patetice não escolhe religiões. Estes dois senhores deveriam descer à Terra. Estão a pactuar com o genocídio de todos os não-muçulmanos. Só cristãos, morrem 11 a cada hora em média, vitimados pelos muçulmanos. Nos países budistas, na Índia, onde quer que haja muçulmanos, é a matança diária. E quando se lhes acabam os "infiéis", matam-se entre eles. Em Israel, os colonos islâmicos matam quantos judeus podem. Na Nigéria, o Boko-Haram assalta escolas e massacra estudantes, manda meninas muçulmanas com cintos de bombas para o meio dos cristãos e queima igrejas com fiéis no interior. A propalada "tolerância" que eles apregoam em relação aos "infiéis" depende do pagamento da famigerada jyziia, o imposto que garante aos não muçulmanos não serem massacrados. No Mundo Livre, a extrema-esquerda e a extrema-direita vão esfregando as mãos com o caos, esperando reinar sobre os destroços. E o mundo não acorda!!!

mariobroz disse...

o mundo não acorda pois odeia a realidade do mal causado por todas as religiões principalmente pelo islamismo e suas mentiras que confundem .

Unknown disse...

Tenho uma perguntar a Rússia está nesse sentido processo de islamizaçao como a europa?

José Atento disse...

A Rússia não sofre com o problema como a Europa. Porém, a Rússia já tem um grande contingente de muçulmanos faz séculos. O desafio é fazer com que eles não sejam influenciados pelo salafismo/wahabismo. Mas veja o exemplo da Chechênia, onde radicalização acontece.