quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Zakat (dízimo islâmico), Certificação Halal, e o financiamento da Jihad


Em 2010, o Grande Mufti da Bósnia-Herzegovina, Mustafa Ceric, fez uma apresentação para a Câmara de Comércio e Indústria Islâmica, durante o Congresso Halal Internacional, reunido no Paquistão. Nela, ele conclamou a nação muçulmana (a umah) a conquistar o mundo através do "movimento Halal". Ele disse que o movimento halal tem a força para conduzir os muçulmanos a governarem a economia global, tais como o setor de alimentos e outros setores básicos para todas as necessidades humanas (Daily Mail).

Fica claro que uma das ferramenta que o imperialismo islâmico está usando é a Certificação Halal.

Que outra religião pretende governar a economia global? (PS. a rigor, o islão não é uma religião mas sim um sistema político)

A oposição a isso deve ser algo claro. Eu não desejo que a economia global seja controlada por clérigos de religião alguma!

Além disso, se opor à certificação halal, incluindo aí produtos não comestíveis na indústria de cosméticos / produtos de higiene pessoal, deve ser feita pelas seguintes razões:
  1. o abate de aves, bovinos e caprinos é desumano (existem métodos modernos de abate no qual o animal não sente dor e que permitem a drenagem do sangue); 
  2. a certificação halal impõe discriminação baseada em religião (apenas muçulmanos podem fazer este trabalho, proibido para ateus e pessoas de outras religiões - isso é anti-constitucional); 
  3. toda a indústria de abate no Brasil está adotando o abate halal como modo de "cortar os custos";
  4. agências reguladores islâmicas internacionais são pagas para emitir a "certificação halal." 
  5. o consumidor compra produtos halal nos supermercados e açougues sem saber, pagando indiretamente pela certificação (é como se os consumidores estivessem pagando um dízimo sem saberem). 
  6. Parte do dinheiro da certificação halal é utilizada para financiar a islamização do Brasil, através da construção ou manutenção de mesquitas e massalas (pequenas salas de oração), e material promocional de diversos tipos, sejam panfletos, livros, vídeos, matérias pagas, etc. 
  7. Parte do dinheiro da certificação halal é destinada à zakat, espécie de dízimo islâmico, que, segundo a lei islâmica (Sharia) parte deve ser destinada para a Jihad (algo que acontece em prática quando o mesmo é destinado a "caridades islâmicas" tais como a Irmandade Muçulmana, o Hamas, etc.)
Além disso, é uma uma violação do ensino cristão proibindo o consumo de alimento oferecido a uma divindade pagã, que exige a conversão forçada, perseguição ou, em última análise, a morte dos que não aderem a ela, bem como faz mal a saúde.
Vamos ver agora, o que é a zakat e a sua ligação com a jihad:
  1. A zakat é um dos Cinco Pilares do Islã e é, portanto, um componente essencial do ensino e da prática islâmica. A zakat é um imposto anual, obrigatório para todos os muçulmanos, oriundo da sua riqueza pessoal e empresarial. 
  2. O manual de lei islâmica  'Umdat al-Salik lista os beneficiários da zakat, e um deles são aqueles que lutam por Alá: 
h8.17 A sétima categoria é aqueles que lutam por Alá, ou seja, as pessoas envolvidas em operações militares islâmicas para as quais nenhum salário tenha sido atribuído pelo exército (O: mas quem são voluntários para a jihad sem remuneração). Eles recebem o suficiente que lhes baste para a operação, mesmo afluente; armas, montarias, roupas e despesas (O: para a duração da viagem, de ida e volta, e o tempo eles passam lá, mesmo se prolongada. Embora nada tenha sido mencionado aqui da despesa envolvida no apoio a famílias de tais pessoas durante este período, parece claro que eles também devam ter suporte).
Fica deste modo evidente a relação entre a zakat, a certificação halal e o financiamento da jihad.

A rigor é um erro dizer que a certificação halal financia o terrorismo. Na verdade, ela contribui com a zakat que financia a Jihad, que é uma luta para propagar o islamismo seja pelo meio que for (inclusive pelo terrorismo).

É importante chamar a atença do público em geral para estes fatos, que mostram a natureza inerentemente sediciosa e política do Islã.

O blog canadense de Quebec, Pointdebascule, vem documentando a ligação entre o financiamento de grupos terroristas islâmicos aos alimentos Halal através do processo de Certificação. Mesquitas e / ou organizações islâmicas servem como organismos de certificação, cobrando taxas para a confirmação de que a carne é abatida em conformidade com o rito islâmico. Esta certificação, e a resultante venda e distribuição de alimentos, é uma fonte de bilhões de dólares em receitas porque muitas organizações não muçulmanas, sejam escolas, creches, estabelecimentos militares, escritórios governamentais, empresas privadas, lojas de fast-food , restaurantes, etc., oferecem comida halal (geralmente sem informar o público que não perde a sua capacidade de escolher produtos que não sejam halal).

Repito, fonte de bilhões de dólares em receitas. Junte-se aí os bilhões investidos pelos sauditas e nós iremos nos deparar um uma verdadeira indústria multi-bilionária cujo objetivo é o de propagar e administrar a Sharia a nível global.

Este "trabalho de surdina" feito pelas certificadoras halal, em termos efetivos tomando controle da indústria alimentícia, é algo que acontece na Europa, e, infelizmente, também no Brasil. Segundo notícia da Agência de Notícias Brasil-Árabe, em 2015 já existiam 200 itens certificados. A maioria, porém, não usa o selo de identificação. "Entre as marcas que disponibilizam produtos certificados nos supermercados do Brasil estão Nestlé, Ferrero, Predilecta, Real Café, Café Iguaçu, Café Pelé, Piracanjuba, Mococa, Quatá, Caravelas, Pic Nic, Carreteiro, Elegê, Sadia e Batavo. Entretanto, para o consumidor, é quase impossível saber quais itens destas marcas são halal." A notícia ainda diz que a cadeia hoteleira, restaurantes, [empresas de] catering e até o Exército brasileiro tem buscado as agências certificadoras halal. Até o Exército? O brasileiro já está comendo halal sem saber.

É preciso uma oposição que bloqueie o avanço desta importante fonte de financiamento da jihad e da islamização do Ocidente e de seus povos. A oposição à certificação halal deve ser uma atividade concertada, pública e intransigente.

A situação atual, com os produtos alimentares deixados deliberadamente sem etiqueta para que as pessoas não possam exercer uma escolha informadada, impede que as pessoas com objeções ao abate e demais produtos alimentares ou cosméticos halal possam exercer uma escolha informada.

Quanto maior seria a oposição pública ao Islã se as pessoas soubessem que, ao consumir, sem saberem, comida Halal, elas estão financiando a sua própria escravidão ou morte?

Coleção de artigos sobre a certificação halal.






4 comentários:

Anônimo disse...

Meu churrasco de fim de semana é de costelinha de porco... quero ver esses putos fazerem certificação halal disso... haha

Oliveira da Figueira disse...

Sempre completo, elucidativo, bem documentado e LÚCIDO!

Divulgando com destaque.

Oliveira

Daniel Liu disse...

Por favor, o link de "faz mal a saúde." está 'fora do ar'.

José Atento disse...

Corrigido! Grato.