domingo, 25 de setembro de 2016

Ashura: a grotesca festa islâmica do auto-flagelamento


Você já viu algum vídeo mostrando muçulmanos, vestindo-se de branco, cortando suas cabeças, e outras partes do corpo, com espadas, lanças e outros objetos cortantes? Pois bem, acredite se quiser, isto é uma celebração religiosa! Chama-se Ashura.

A Ashura é um dos dias mais sagrados no calendário Xiíta.  Neste dia, centenas de milhares de peregrinos xíitas se juntam na cidade de Karbala, no Iraque, bem como ao redor do mundo, para comemorar a morte do Imã Hussein, bisneto de Maomé, no ano 680, como consequência da luta pela sucessão de Maomé. O pai de Hussein, Ali, era cunhado e primo de Maomé.

A morte do Imã Hussein na Batalha de Karbala, solidificou as tensões entre muçulmanos sunitas e xiítas. Enquanto que os sunitas desejavam escolher um califa dentre qualquer muçulmano, os xiítas aceitavam como califa apenas os descendentes diretos de Maomé. Isso levou a um conflito armado que culminou com o assassinato violento de Hussein, filho de Ali, um descendente de Maomé.

Ali (Ali ibn Abi Talib) se tornou o quarto califa após o assassinato do terceiro califa, Uthman, assassinato este atribuído ao próprio Ali (o assassinato de um califa, para que um outro se tornasse califa, se tornaria um procedimento operacional padrão no mundo islâmico), começa então uma guerra civil (a Primeira Fitna) entre Ali e Mu'awiyah, que leva à morte de Alí. Esta guerra civil marca o começo da ruptura entre xiítas (partidários de Alí) e sunitas (partidários de Mu'awiyah). Com a morte de Alí, Hassan, o filho mais velho de Ali, o califa dos xiítas, fez um acordo com Mu'awiyah, abdicando ao califado sob a condição de que Mu'awiyah não nomearia o próximo califa, e se exilou em Meca (onde seria assassinado). Mas Mu'awiyah quebrou o acordo e nomeou seu filho Yazid como o califa (Yazid I). O irmão de Hassan, Hussein, o Primeiro Imã xiíta, não aceitou esta nomeação, reivindicando o califado para ele próprio por ser descendente de Maomé. Isso gerou um conflito resolvido na Batalha de Karbala (10 de outubro de 680), contra Yazid I, durante a qual Hussein foi morto por degolamento, junto com a maior parte da sua família.

Tensões entre xiítas e sunitas continuam, desde então, pelos séculos. O ódio entre eles criou um vocabulário próprio. Por exemplo, a palavra Safawi é termo ofensivo usado pelos sunitas para se referirem aos xiítas. A palavra os descreve como “perdidos” ou “sem direção.”

Outro fato interessante desta ruptura é que, para os xiítas, fazer uma peregrinação a Karbala vale tanto quanto fazer uma peregrinação a Meca.

A veneração que os xiítas têm para com Hussein é algo muito forte. Tentando fazer uma analogia, eles têm Hussein como uma espécie de "Messias." Do mesmo modo, Fátima, a esposa de Alí (filha de Maomé) tem um papel crucial, como se fosse Maria para os católicos.  Algo também interessante como os xiítas consideram Aisha, a esposa-criança de Maomé. Para os sunitas, Aisha é a "mãe dos crentes." Para os xiítas, Aisha é uma prostituta.

Veja vídeos e fotos abaixo - algumas são gráficas devido à natureza da "celebração religiosa".

https://youtu.be/AGXuuEeEU9o OK
Uma boa revisão da TV européia

Amor a Alá (cenas fortes)

Outros vídeos: aqui, este outro na Inglaterra, ou este outro nos EUA (vá para o minuto 16:45). 

Esta "oração" requer tratamento médico para os fiéis:



Amor pelos filhos (onde estão os direitos das crianças?):

Todas as religiões são iguais, dizem alguns.
Todas as religiões merecem respeito, dizem outros.
Você concorda com isso?
Você quer ter esta "festa religiosa" no seu bairro, e a céu aberto?

Olhe para as fotos abaixo e se pergunte. Será que um grupo que se acostuma a derramar o seu próprio sangue vai fazer alguma consideração com o sangue dos infiéis, káfir, a pior das criaturas? 








PS. Uma leitora compartilhou este verso que eu achei muito interessante e oportuno:
E eles clamavam em altas vozes, e se retalhavam com facas e com lancetas, conforme ao seu costume, até derramarem sangue sobre si.
E sucedeu que, passado o meio-dia, profetizaram eles, até a hora de se oferecer o sacrifício da tarde; porém não houve voz, nem resposta, nem atenção alguma.
1 Reis 18:28,29

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