terça-feira, 1 de novembro de 2016

UNESCO, controlada por islamistas, nega história judáica e cristã em Jerusalém e arredores


O islamismo foi inventado por Maomé no século VII. Antes disso, milênios de história registrada por escrito (e confirmada pela arqueologia moderna) ocorreu. Esta história não tinha nada absolutamente a ver com Maomé, um beduíno da Arábia, uma parte ignorada pelo mundo de tão inóspita e retrógrada que era. Mas Maomé não se fez de rogado, e disse que toda a história pertencia a ele e a idologia que ele estava inventando. E, para tal, ele distorceu as narrativas históricas que ele pode, tendo a audácia de dizer que os seus personagens eram muçulmanos. E quem discordava dele era morto.

Apenas os ignorantes, ou os corruptos, podem aceitar as narrativas islâmicas como História.

Mas o mundo atual está cheio de ambos.

Vejamos o exemplo da UNESCO. A UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura, é uma agência da ONU. Ela é composta por uma Conferência Geral, onde os países-membros da ONU se reunem, e um Comitê Executivo, composto por 58 membros, dentro deles, 20% islâmicos, formando um grupo homogeneo, anti-semita e anti-cristão.

Este grupo de países islâmicos jogam com os BRICS e com os chamados "países não alinhados" na sua jihad para apagar a história judáica e cristã, e votando sempre em favor de resoluções que vilificam Israel.

Em outubro de 2015, o Comitê Executivo da UNESCO aprovou uma resolução declarando dois sítios judáicos e biblicos, o Túmulo de Raquel, próximo de Belém, e o Túmulo (ou a Caverna) dos Patriarcas, em Hebron, como sítios islâmicos.

Isso se chama revisionismo histórico e apropriação cultural. Mas se for contra judeus e pró islâmicos ninguém liga, não é? (mas, se lembre, que o islamismo morde a mão que o afaga).

E a UNESCO fez isso mesmo sabendo-se que muçulmanos atearam fogo no Túmulo de José (um outro sítio pseudo-islâmico) e frequentemente atacam peregrinos que visitam o Túmulo de Raquel.

Túmulo dos Patriarcas

Em abril de 2016, o Comitê Executivo da UNESCO aprovou uma resolução dizendo que o Monte do Templo e Muro das Lamentações são sagrados apenas para os muçulmanos, e devem ser chamados pelos seus nomes islâmicos.

A resolução que comete esta barbaridade histórica, foi proposta pelos palestinos com o apoio do Brasil, Egito, Argélia, Marrocos, Líbano, Omã, Catar e Sudão, e aprovada por 24 votos a favor e apenas 6 contra, com 26 abstenções.

Novamente, a história é re-escrita já que Jerusalém não é citada pelo Alcorão e Maomé nunca pisou na cidade (VEJA).

Após a votação, diversos governos reconheceram o seu erro e voltaram atrás. O Brasil, que havia votado a favor, voltou atrás no seu voto. A França também. Outros países, tais como México e Itália, também. O primeiro-ministro Matteo Renzi chegou declarar que essas resoluções "incompreensíveis, inaceitáveis e erradas." Ele acrescentou que "dizer que os judeus não têm conexões com Jerusalém é como dizer que o sol cria escuridão."

Até mesmo a directora-geral da UNESCO, Irina Bokova, expressou desaprovação, afirmando que "a herança de Jerusalém é indivisível, e cada uma de suas comunidades têm o direito ao reconhecimento explícito da sua história e do relacionamento com a cidade." Mais tarde, ela recebeu ameaças de morte por dar voz a objeções a resolução. (Ameaças de morte: tipicamente islâmico)

Contudo, uma resolução revisada, votada em outubro de 2016, o Brasil votou a favor.

A questão é que os países muçulmanos se sentem energizados. A Jordânia e a Autoridade Palestina apresentaram um  projeto de resolução à Comissão do Patrimônio Mundial (WHC) da UNESCO buscando mais uma vez cortar a ligação judáica para com Jerusalém e seus lugares santos. Esperava-se que os 21 membros do WHC iriam aprovar a resolução por consenso, mas em um movimento de surpresa, a Croácia e a Tanzânia pediram uma votação secreta, o que enfureceu o bloco muçulmano. Em vez de aprovar a resolução por consenso, a votação foi 10 votos a favor, dois votoas contra, oito abstenções e uma nação ausente.


Eu vou terminar fazendo menção ao artigo intitulado O Templo do Monte e a UNESCO, escrito por Denis MacEoin. Vale a pena ler este artigo por completo, pois ele apresenta bem o esforço metódico dos países da Organização para a Cooperação Islâmica visando apagar a conexão judáico-cristã da Terra Santa. Eu irei reproduzir abaixo trechos destacados deste artigo.

  • As tentativas de negar toda e qualquer presença judaica antiga e contínua em Jerusalém, dizer que nunca houve o Primeiro e muito menos o Segundo Templo e que somente os muçulmanos têm direito à cidade inteira, seus santuários e monumentos históricos, atingiram proporções insanas.
  • É realmente a isso que tudo se resume? O Estado Islâmico governa a comunidade internacional? Incluindo a UNESCO?
  • O mundo fica indignado ao ver as pedras de Palmyra se transformarem em escombros e outros grandes monumentos da civilização humana virarem pó. Mas este mesmo mundo silencia quando os árabes palestinos e seus defensores islamizam tudo ao questionarem a indubitável presença do povo judeu na Terra Santa.

E estes verso do Alcorão:
"Ele (Alá) foi Quem enviou Seu Mensageiro com a Orientação e a verdadeira religião para fazê-la prevalecer sobre todas as outras, embora isso desgostasse os idólatras" (Alcorão 09:33; 61:9).
Judeus e cristãos são considerados como idólatras.

Kotel

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